Tag Amor na coleção de opoetadeplutao
Pesos na Vida.
Fim, Começo
Nada, Tudo
Eu,Você
Pense, Pare
Seja, Brigue
Morra , Cresça
Seremos os ultimos?
Serenos nós
atores imbecis
de nós mesmos?
Nascemos, Crescemos
Morremos, Apodrecemos
Matamos, Destruímos
Amamos, Odiamos
Serei eu o ultimo?
Meus filhos
aqui podem não estar mais,
meu amor, cadê você?
Poucas palavras dizem o que somos.
Poucas sílabas nos dizem o que fazer.
Não existe
Certo e
Errado.
Agimos por amor.
Vivemos por amor.
Somos o que somos,
E o que devíamos ter feito.
Não podemos voltar ao passado.
Não podemos ditar o futuro.
Podemos apenas viver o presente.
Passo a passo,
Cada momento,
Amor único.
O amor será nossa unica Lei.
Lei soberana, nossa Vontade.
De amor viveremos,
a Balança entre a Vida e a Morte.
Seremos os Últimos?
Sinto falta da sua pele
sobre a minha,
seus beijos doce
feito coca,
conversas bobas sobre o luar,
tempos foram esses,
quanto tempo,
palavras idiotas
perdidas a brincadeiras.
Ficava quieto,
olhando para você,
não sabia o que falar,
me perdia em meio ao seu olhar,
era um mistério,
era uma sensação
que nunca tinha sentido antes,
tudo novo,
tudo tão gostoso,
me lembro de tudo.
Sinto falta,
sinto que isso será eterno,
se um dia morrer,
eu também morrerei.
Minhas palavras
eternas
e imortais.
Em meus filhos,
não morrerei
Ao tempo me entrego
e ao vento,
sou levado.
Na eternidade
meus versos,
serão lembrados.
Para meu amor platônico,
lado Niilista de viver,
sou um homem de um único amor,
ao extremo que tanto desejei,
como uma balança
no centro o amor,
mediador de minhas vontades,
de um lado a morte
outro a vida.
Viver
como se amanhã estivesse
morto
ou somente vivo,
espero não me perguntar,
o porque de viver.
Jovem,
posso morrer,
como espero
em uma cadeira de balanço,
meus netos contar histórias.
Sou apenas uma estrela
no meio de tantas outras
Nesse mundo como muitos.
Estarei eu.
No meu extremo de morrer.
