Tag Tesão na coleção de Nectardaflor
O Império desse nosso amor é governado pelo poder das nossas palavras. Antes de tudo, antes de qualquer coisa, temos que ler o que uma boca tem a dizer. Lemos o lábio de um tempo que não existe. Somos o começo da nossa própria era, onde tudo sempre teve autoridade de acontecer. Reencarnamos nossas vidas numa única vida e não temos pressa na hora que mudamos o corpo das nossas transformações. Sentir na pele a sua pele é saber que minha masturbação solitária de parágrafos sem carinho, não existe mais. Cada toque seu, faz acender em mim o desejo da sua língua... nos meus sinais.
~*Rebeca*~
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Sempre sentimos tudo através das palavras... e quando passamos a sentir na pele mesmo, a coisa tomou proporções bem maiores: o vício piorou, a vontade martela bem mais, o desejo implora gritando... e esse amor é foda!
Jota Cê
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O seu corpo você sente, em cada centímetro, que eu cultuo, seja com a mão, boca, língua, com o meu corpo todo... muito mais do que isso, você sente no meu próprio corpo o quanto eu reajo a esse tipo de entrega. E a sua personalidade você sente, em cada segundo de convivência, que admiro, seja quando vejo o modo como você encara o mundo, a sua vida em suas atitudes... ou quando devoro suas palavras, que saem à você toda! Eu babo por você... APAIXONADO!
Sinto cheiro, sinto gosto, sinto respiração, sinto o jeito, sinto a vontade... te sinto toda, quando fecho os olhos... e é muito foda!
Não vejo a hora de sentir o quente do seu corpo, fechar os olhos e esquecer da vida!
Jota Cê
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Toda vez que ficamos na nossa rave de amor apelidado por foda, o fator fica mais complicante... que o seu jeito de me comer, ninguém tem... o seu jeito de me beijar, ninguém tem... o seu jeito de me dedar, ninguém tem... o seu jeito de me lamber, ninguém tem... o seu jeito extremamente cheio de mim, seduz a minha loucura por você.
Não vejo a hora de beijar essa sua boca com minha língua safada e cheia, cheinha, de lero-lero pro seu lado.
Rebeca
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Caligrafia tremida de uma sacanagem à mostra. Arromba minhas vontades, me deixa numa posição convidativa e bomba os detalhes bem instalados em mim. Quando não é lambendo meus planos, sou eu amassando as suas armações. Quando sarro no volume do sujeito, o núcleo vem e exerce sua função alterada no inchaço do inestimável. Trepar com um fogo acendido, queima totalmente uma depravada.
Mamo o gigantesco das suas cretinices...
... e sempre engulo essa porra...
... que sai da cabeça do destino dessa forma:
A jato!
Eu te amo tanto, mas tanto, que nem presta.
~*Rebeca*~
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Não sei se melo o cigarro, ou se inundo a minha sina. O desabrochar diário de uma mulher que circula numa estrada por um homem e suas caronas. Ele entende minha velocidade e reajo às emoçoes que nunca foram engradadas. A janela do carona nunca que foi totalmente limpa. Quem viaja nas estradas da vida de um sentimento, entende que o grosso de um amor de qualquer jeito é visto lindamente de qualquer maneira. Amor beira de estrada, acostumado a dormir ao relento, sem frescura. Durmo apenas com o seu corpo, cobrindo o meu, num banco de trás de qualquer medo e com o freio de mão de qualquer angústia engatado. Lavo o único vestido de sinceridade que tenho e penduro em cima do teto da nossa estabilidade. Quando acordo, saio da traseira e vou pra frente de todas as minhas alegrias abotoadas, de um vestido florido, com cheiro de amanhecer. Amar só se for em exagero, só se for sentindo na cara um tornado de amor inteiro, deixando qualquer tralha pelo caminho.
Embalagem de amor vazio, vai pro entulho!
[o nosso amor é cheio]
Sai do meio!
Rebeca
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Uma boa linha para um grande amor é sempre reta. Não existe curva quando as palavras cheias sabem o caminho. Letras que formam declarações de tamanhos e arremessos diferentes. Jogo longe minhas emoções, onde a intenção é largar um chupão na boca da minha felicidade. Estalo um beijo desesperado e sem cautela na fartura beiçuda de um amor que sempre soube lipoaspirar momentos cheios de atropelos. Somos ligados pelo cordão umbilical de um casamento fetal. Sou flagrada espiando de perto o meu respirar. Fico bem quietinha ao ponto de não fazer barulho na hora dos meus suspiros acelerados. Eu enxergo o que há em mim. Eu apalpo o que há nele. Eu exploro o que consigo brotar em nós. Amor que em cada esquina, tem uma profissional mostrando a melhor posição para amar gostoso. Amor que se vende por qualquer sedução que ele faça. Sou de uma facilidade tremenda, arreganho logo. Amor que fervilha quando é destinado a parar num bordel e fazer suas sacanagens dentro de um coração dado, entregue, e bem pago.
Menina, você não sabe amar com delicadeza, com sutileza, com meiguice?
Com esse cabra, não! A ordem é sentir o cru............ no nu.
~*Rebeca*~
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Essa sua agressividade me deixa violento, na hora de bater na velocidade de que você gosta, que viver pra ouvir seus ais é exigir o paraíso sempre. Sabe o que é sem condição? É você nessa pilantragem toda, me fazendo imaginar toda essa vagabundagem, que a gente não cansa de escrever, muito menos de fazer, e fica atiçando aquele meu tesão gostoso que sempre começa nos seus meios e termina onde tudo abre. Você é uma gostosa dos infernos, me faz perder o juízo, rebola gostoso na ponta do que me enlouquece e de quebra me faz um carinho depois que gozo...
... loucura de mulher, vem quente que te fervo na hora!
Jota Cê
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Respeito uma mulher que, com certeza, não cairia na minha cantada mais barata, e, mesmo sabendo disso, eu sempre soube como despertar o interesse dela com a inteligência apaixonante de quem tem a certeza de estar diante da única entre o resto.
Jota Cê
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Você endureceu meus pensamentos, esfregou suas vontades na minha cara, apertou minhas fantasias arrancando, chupou minha tara babando e desde então meu verbo só quer saber de viver metido entre as suas preposições.
Jota Cê
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você tem comer... de preferência lambendo até o osso...
... só não falo pra você mastigar, porque quem mastiga carne de quinta, pra esse seu tesão de primeira, sou eu.
Jota Cê
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Não sei escrever dando muitas voltas, quando estou viçando desse jeito. Não sei segurar o que escapa da minha mente, quando lembro de um momento fuleiro de um amor que mais parecia saído de um puteiro. Minha vontade é de ficar quicando nas suas palavras, naquela safadeza que conhece tão bem. Nunca masturbei tanto as palavras. Nunca fui tão varada com o coração no meio. Nunca levei tanta lenha de encantamento. Nunca deixei tão socado o alegrar dos meus dias. Vontade de cuspir na mão, só pra sentir que tudo o que sai de mim é quente. Sem condições. Que vou deixar a exigência bem inclinada pra você furar com sua exclusividade.
Rebeca
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Quando você rola para a posição exata das minhas delícias, essa tora de emoções engrossa o seu querer. Fecho a coxa do temperamento explosivo, só pra fazer pressão na hora que baixa o meu cangote. Esse vai e vem melado da nossa realidade, é pra mostrar que malandro da sua laia sabe fazer jogo perigoso comigo. Estou maltratando por cima da calcinha a paisagem, aquela que você sempre aprecia por fora e fode mata adentro . Posso colocar de ladinho? Posso castigar puxando o pedaço de pano desgraçado um pouco pra cima e ficar naquela brincadeira de um lado pro outro, acabando com minhas ideias? Mas vem naquela agressividade toda com a mão, escutou? Depois engula esse amor, que não é pequeno, e sinta o grau da baba de apostas arriscadas. Amor marmanjo que aumenta de tamanho generosamente, mas meu lado dengosa só pensa em passar o ferro na boneca, de um tesão absurdamente desaconselhável. Não sei como palavras aguentam ficar sem gemer, quando ficam arreganhadas assim, bem esfregadas assim, escorregando assim.
Mete a língua dentro do que você vive pra traduzir, deixa bem enterrada...
... e diz que gosto tem hoje?
[seu cretino]
~*Rebeca*~
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Jota Cê deixa pra escanteio o vocabulário shakesperiano...
... e recria seus verbetes na posse de bola perfeita das suas palavras.
[ele me acaba]
Rebeca
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Eu sinto o que o seu desejo quer dizer na primeira olhada. E não me intimido com o despertar dessa sua vontade e, que sendo assim, deixa um fogo crescente em mim. Muito menos faço corpo mole quando o que você mais quer é sentir o pontiagudo das minhas palavras roçando na abertura das suas satisfações. Cada olhada já é uma ordem mais do que explícita, em um momento que nunca precisou de dicas.
Você me olha nos olhos e, com um ar superior, tem a certeza de que vou te enlouquecer daquele jeito de que você gosta. Se aproxima, me olha a boca e com um sorrisinho, de canto de lábio, duvida por um instante que eu consiga. Se aproxima mais ainda, me puxa pela calça e, com as mãos firmes coladas em mim, olha pra baixo lembrando que o seu macho gosta de uma provocaçãozinha acintosa e nisso começa a rir, de leve, duvidando mais ainda.
E só te dou corda porque você fica deliciosamente excitante quando se percebe no comando, se percebe mulher demais pra mim e se percebe única pra esses momentos. Porque com essa corda toda que eu te dou, desde o início, eu sei a hora exata de te colocar no seu lugar, só pra mostrar que sei matar um desejo…
... o SEU!
Jota Cê
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Eu sinto o que sua língua quer dizer na primeira chupada. Não existe língua forçada numa boca já esfolada de tanto desejo. Entendo o que significa a primeira puxada e fico mole com a continuação da intensidade. Cada mordida provocada é sinal de que todas as promessas vão ser cumpridas. É uma brincadeira de língua dura e língua mole que não tem cristão que aguente. Essa minha boca, estreita, aguenta sentir os passos da sua língua no assoalho de um tesão bem rebolado. Melhor que massagear boca com boca, é espremer um pressionado que insinua. Sou comida pelos dentes, sou lambida pela técnica e devorada pela força. Um beijo que pulsa e engrossa. E, quando isso acontece, sento em cima com minha outra boca só pra engasgar melhor. Aprecio a dança na hora que desliza e volta, volta e desliza, desliza e volta... desliza... volta? O rombo que causa um beijo vadio é grande, igual ao tamanho do amor que você tem entre as pernas. O beijo deixa de ser sentido e passa a ser comido. Deixa de ser sensual e passa a ser imoral. Indecente demais esse moço, vagabundo demais esse beijo, imundo demais esse desejo. E eu só gosto assim, quando o talento de um beijo escroto arrepia.
~*Rebeca*~
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Não chama assim, não faz desse jeito. Que chamar esse tesão pelo cheiro é a minha marca toda escandalosa. Reconheço o sobrenome do amor antes mesmo de assinar as minhas taras. Fragilidade não existe quando tenho que suportar sua falta. O fogo de uma bacurinha se atrapalha com meus dedos e fico assim sem reação, quase no chão, empurra? O caos quando chega furando um desejo garantido, sai atropelando a fúria dos seus beijos. Fico naquela safadeza toda, em cima da cama, querendo tirar o cabelo da nuca e sentir o bafo desgraçado de um canalha que sabe dar aquele trato numa mulher... na dele. Esfria em cima e esquenta embaixo. Assim é o desejo quando vem pelando, fica bem indefinível quando apartado da realidade. Eu piro e me viro. Nisso as manifestações de um corpo apaixonado ficam naquela mão dupla. Matei suas noites. Engoli seus dias. Retalhei suas dúvidas. Joguei seus medos. Esfaqueei terrivelmente nossos momentos, com amor afiado e que não espera.
Cada golpe na loucura doentia foi amenizada com nossos corpos nus...
... refletindo a luz divina.
Levanta esse amor naquela categoria?
[só pra analisar, eu juro!]
~*Rebeca*~
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Minha Rainha, seu gato de botas está com uma vontade danada daquele carinho todo que você faz. Me joga nessa cama, crava essas suas unhas nas minhas costas e comece aquele seu banho de língua profissional só pra comprovar que seu gato se arrepia em cada lambida. Que ficar sem sentir o quente da sua saliva por muito tempo é foda. Me provoca com suas mordidas, mesmo sabendo que as minhas depois vão te deixar mais do que roxa. Se esfrega toda em mim, como quem não quer nada, vem deslizando desde o pé e vai subindo, que em mim o que tinha que subir já subiu. Quero sentir seu cheiro tomando conta do ar em cada respirada que eu der. Quero ficar maluco em cada chupada que eu receber. Quero ficar compulsivo toda vez que eu te beber e quero perder a cabeça toda vez que você exigir ficar por cima. Vem, minha Rainha, vem mostrar mais uma vez que você sabe deixar esse gato sem reação, no chão, e que esse tesão nunca é em vão...
... o gato aqui está doidinho pra provocar a fera aí... diz pra eu ir no cheiro, anda!
Jota Cê
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O amor perambula em mim como um cão feroz, mordendo o sobrenatural naquela excitação.
Rebeca
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Nossas palavras nunca prostituíram nossos sentimentos, nem mesmo quando a imaginação roça de leve no rabo de uma vírgula.
~*Rebeca*~
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Amor amassado no capricho, empinado com graça e mamado com carícia. Sinto o impulso entrar e a goela dos meus sentidos agradece o gozo de duas vidas que escorrem alegria. E essa saudade de ser coberta com corpo encorpado? E essa falta que a voz dele faz no meu cangote? E esse adeusinho sacana, que um adeus faz, quando quer ser pilantra? Você sabe o que significa sentir uma pica nervosa do outro lado da linha? É uma merda! O negócio é abrir as pernas e sentir a mão vazia suar uma vadia infernizada. Agarrada a uma loucura, afasto a calcinha do rego e sinto que a falta tem esfregada própria. Imundície quando alopro esse tesão pro tamanho da cabeça do seu... Ai coração, não mela desse jeito! Não faz uma tora cheia de sacanagem externar o que se esconde por trás de uma fechadura. Porque a vontade hoje é de ficar nua nesse texto, sarrar sentada de costas pra qualquer preconceito e foder de vez com o prometido. Quero mostrar o tamanho dos meus exageros, só pra malandro mostrar que sabe comer costela gorda, numa segunda-feira magra. Essa profissional da putaria quer sentir a morte rasgando todos os buracos, pode ser, mon amour? Depois quero ser chupada de tudo quanto é jeito pela vida e suas latejadas. Miséria nunca fez parte das nossas vontades, nem a pobreza nos textos que engolem até o final. Esmola nem mesmo na hora da punhetagem apaixonada de todos os dias.
Siriricar a criatividade sempre foi o meu forte...
... nunca masturbei tanto as ideias...
... depois que comecei a ser varada por você!
METE TUDO O QUE ENLOUQUECE NESSA B... ONECA, SEU CRETINO APAIXONADO!
~*Rebeca*~
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Na hora que peço pra tirar a roupa ela faz questão de vestir a da putaria, só pra eu poder arrancar cada sacanagem naquela agressividade. Ela sabe ser de um homem, se entrega num ritmo que se não fosse artístico, eu diria que era de uma fuleragem sem tamanho quando me pede pra pegar ali, tocar aqui. Quanto mais pilantra melhor, foi o que ela disse pra mim uma vez. Dei o pilantra pra ela e ela me deu seu amor filho da puta. Não é só a alucinação dela que me deixa louco, não…
… louco eu fico quando estou bem metido em tudo o que eu parto, nas suas posições mais descaradas!
Viça que eu lambo.
Jota Cê
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Saudade pelo sms...
Ele: Porraaaa, meu coração se rasga em amor por você... a saudade que eu sinto é doce, mas tortura quando passa do limite. Estava morrendo de vontade de tomar sorvete... tomei sorvete e fiquei derretendo nas nossas lembranças.
Ela: O que passa do limite é ficar limitada esse tempo todo... você tem que derreter no quente do que sinto...
Ele: Só derreto mesmo se pingar de tão quente... é assim que sente, é?
Ela: Sinto tudo que desce dessa sua mente e alucino quando mela tudo...
Ele: Minha mente anda descendo e subindo pelo seu corpo que eu não paro de visualizar sacanamente.
Ela: O que sobe e desce é o balde de desejo que sempre chuto...
Ele: Se eu disser que você mela gostoso, o que você diz?
Ela: Eu digo que lateja aqui, bem aqui...
Ele: Você gosta de me provocar, né? Vontade de montar, montando, que você não imagina.
Ela: Vontade de sentir meu homem com o peso do tesão em cima de mim...
Ele: É muita judiação quando você passa o dedo... sei bem como é cada movimento que você faz, lembro até da sua cara de puta tesuda...
Ela: Você sabe as reações dos meus dedos... sabe que a cara de puta te deixa com um puta tesão... e ainda sabe como a madame reage...
Depois disso o telefone tocou e a brincadeira começou...
...
...
Jota Cê e Rebeca
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É preciso coragem para amar num banco da frente, se o suficiente já está decidido a viver seus atos com velocidade assustadoramente debandada. Quando a segurança tem maturidade, a vida toma de conta do volante das grandes certezas que encontramos no caminho. Pedaço de uma saudade vive com o motor ligado, e tento amenizar estacionando lembranças no colo do reencontro. A realidade tem cheiro torrado de café, onde os grãos, muídos na hora, aquecem nosso primeiro sabor do dia. Moer uma falta tritura a ausência de um cheiro, onde o hálito amanhecido foi o meu tempero. Ah, cadê você, hein? É desafiador demais passar esses dias longe da sua voz macia. É cortar os retalhos de momentos que só sabemos viver inteiros. Próxima semana está chegando e já estou rearrumando cômodos que ficaram tristes sem seus passos.
Ouço lá longe o barulho da sua chegada...
... e a sensação é cercada de estardalhaço violento de emoção.
[Sua lôra com saudade nem pensa... pense!]
~*Rebeca*~
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Palavras seguram momentos e ele segura o amor que acumula aqui dentro. Nossas palavras nunca prostituíram nossos sentimentos, nem mesmo quando a imaginação roça de leve no rabo de uma vírgula. Amor amassado no capricho, empinado com graça e mamado com carícia. Sinto o impulso entrar e a goela dos meus sentidos agradece o gozo de duas vidas que escorrem alegria. E essa saudade de ser coberta com corpo encorpado? E essa falta que a voz dele faz no meu cangote? E esse adeusinho sacana, que um adeus faz, quando quer ser pilantra? Você sabe o que significa sentir uma pica nervosa do outro lado da linha? É uma merda! O negócio é abrir as pernas e sentir a mão vazia suar uma vadia infernizada. Agarrada a uma loucura, afasto a calcinha do rego e sinto que a falta tem esfregada própria. Imundície quando alopro esse tesão pro tamanho da cabeça do seu... Ai coração, não mela desse jeito! Não faz uma tora cheia de sacanagem externar o que se esconde por trás de uma fechadura. Porque a vontade hoje é de ficar nua nesse texto, sarrar sentada de costas pra qualquer preconceito e foder de vez com o prometido. Quero mostrar o tamanho dos meus exageros, só pra malandro mostrar que sabe comer costela gorda, numa segunda-feira magra. Essa profissional da putaria quer sentir a morte rasgando todos os buracos, pode ser, mon amour? Depois quero ser chupada de tudo quanto é jeito pela vida e suas latejadas. Miséria nunca fez parte das nossas vontades, nem a pobreza nos textos que engolem até o final. Esmola nem mesmo na hora da punhetagem apaixonada de todos os dias.
Siriricar a criatividade sempre foi o meu forte...
... nunca masturbei tanto as ideias...
... depois que comecei a ser varada por você!
METE TUDO O QUE ENLOUQUECE NESSA B... ONECA, SEU CRETINO APAIXONADO!
~*Rebeca*~
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