Coleção pessoal de Nectardaflor
Na hora que peço pra tirar a roupa ela faz questão de vestir a da putaria, só pra eu poder arrancar cada sacanagem naquela agressividade. Ela sabe ser de um homem, se entrega num ritmo que se não fosse artístico, eu diria que era de uma fuleragem sem tamanho quando me pede pra pegar ali, tocar aqui. Quanto mais pilantra melhor, foi o que ela disse pra mim uma vez. Dei o pilantra pra ela e ela me deu seu amor filho da puta. Não é só a alucinação dela que me deixa louco, não…
… louco eu fico quando estou bem metido em tudo o que eu parto, nas suas posições mais descaradas!
Viça que eu lambo.
Jota Cê
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Tem jeito não, você me manda, eu te domino, você me cospe, eu te mordo a boca, você me xinga e eu digo que gosto…
… quando é que você vem fazer carinho no seu macho, hein?
Jota Cê
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Estou escrevendo e lembrando da sensação sonora que o afeto fazia quando se sentia espantado com tanto sentimento novo surgindo. Estou dedilhando lembranças e vestindo devagar o comando da nossa história. Somos a luminosidade de um futuro que deu certo, somos o quadril perfeito para o hoje que sabe fazer nosso melhor requebrado, somos o conjunto de vibrações melodiosas e que nunca foram desconcertadas.
O meu concerto é uma orquestra sinfônica...
... que não cansa de tocar no coreto que ele delicia.
~*Rebeca*~
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Todas as cifras espertas se apaixonaram pelos nossos resultados. Amor denunciado com carinho e a letra nunca foi proibida na hora de ser tocada. Arrepio nos hits vulcânicos, onde o estado de espírito, de uma canção, sempre foi motivada pela batida de um amor pauleira. É muito punk esse vai e vem de pensamentos apaixonados.
~*Rebeca*~
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Carimbei esse homem com o batido das minhas coxas no entreperna dele. Peguei o doce, que só existe no sabor romântico, e transformei em diversos sabores esfregados em acordes.
~*Rebeca*~
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Nada é mais envolvente que o sabor de olhares que dançam com as emoções, cambaleando pra cima de desejos.
~*Rebeca*~
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Esse meu presente é o mais presente em toda a minha existência. A presença dela é a mais perfeita nos meus dias. As músicas que ela me faz escutar marcam os momentos indiscutivelmente. Mas morro mesmo de paixão pelas músicas que me fazem viajar pelo cenário mais simples que já imaginei... aquele em que vejo o verde do mato nos engolindo, em um cotidiano com cheiro de terra. Sem contar que os detalhes só ela sabe contornar do jeito certo!
Rebeca é minha música dentro dos nossos momentos!
Jota Cê
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Amor amassado no capricho, empinado com graça e mamado com carícia. Sinto o impulso entrar e a goela dos meus sentidos agradece o gozo de duas vidas que escorrem alegria. E essa saudade de ser coberta com corpo encorpado? E essa falta que a voz dele faz no meu cangote? E esse adeusinho sacana, que um adeus faz, quando quer ser pilantra? Você sabe o que significa sentir uma pica nervosa do outro lado da linha? É uma merda! O negócio é abrir as pernas e sentir a mão vazia suar uma vadia infernizada. Agarrada a uma loucura, afasto a calcinha do rego e sinto que a falta tem esfregada própria. Imundície quando alopro esse tesão pro tamanho da cabeça do seu... Ai coração, não mela desse jeito! Não faz uma tora cheia de sacanagem externar o que se esconde por trás de uma fechadura. Porque a vontade hoje é de ficar nua nesse texto, sarrar sentada de costas pra qualquer preconceito e foder de vez com o prometido. Quero mostrar o tamanho dos meus exageros, só pra malandro mostrar que sabe comer costela gorda, numa segunda-feira magra. Essa profissional da putaria quer sentir a morte rasgando todos os buracos, pode ser, mon amour? Depois quero ser chupada de tudo quanto é jeito pela vida e suas latejadas. Miséria nunca fez parte das nossas vontades, nem a pobreza nos textos que engolem até o final. Esmola nem mesmo na hora da punhetagem apaixonada de todos os dias.
Siriricar a criatividade sempre foi o meu forte...
... nunca masturbei tanto as ideias...
... depois que comecei a ser varada por você!
METE TUDO O QUE ENLOUQUECE NESSA B... ONECA, SEU CRETINO APAIXONADO!
~*Rebeca*~
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Nossas palavras nunca prostituíram nossos sentimentos, nem mesmo quando a imaginação roça de leve no rabo de uma vírgula.
~*Rebeca*~
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Palavras seguram momentos e ele segura o amor que acumula aqui dentro.
~*Rebeca*~
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Se eu pedir pra tirar o vestido enganchado na cerca de uma provocação, você abre qualquer arame farpado de uma proibição? É muito amor engodado e colorido que não tapa a boca na hora do grito. Se eu pedir pra não economizar em nada, nem mesmo no elogio exagerado de homem apaixonado, você faz com abundância? Essa riqueza faz milagre com nossa marca profunda e registrada. Se eu pedir pra acolchoar nossa esculhambação com elegância, será que o amor escutaria sem virar do avesso? Somos tão flexíveis para amar, de todo jeito, que aromatizar qualquer safadice fica bem sentido. Se eu pedir pra confabular com todas as partes do mundo a nossa história , será que a geografia inclinaria só pra te trazer mais pra perto? Eu juro por Deus, que marcaria com caneta de proximidade todo o nosso arredor de saudade.
Nossas linhas são originais e a expressão é intitulada de apaixonada...
... a datilografia não precisa conferir...
[nossa máquina é impressamente bem amada.]
~*Rebeca*~
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A realidade tem cheiro torrado de café, onde os grãos, muídos na hora, aquecem nosso primeiro sabor do dia.
~*Rebeca*~
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She comes in a hurry by the morning
She faces her fear during the trip sound
Shows me what I can touch
Right there, right there
Bright eyes through the sun light
Visions of a speechless rhyme
Memories of her passing days
Steps that will never be erased
She wants me to say yes
Thought I wouldn’t be there
Never dare
Your body I convert in my wanted sin
In soft sheets that we like
Wet reactions under a hot skin
As I continue my way up
A year compressed to five days
Moments of our time
Let me call you again
Sure you’ll think in dropping by
She wants me to say yes
Thought I wouldn’t be there
Never dare
Jota Cê
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O amor perambula em mim como um cão feroz, mordendo o sobrenatural naquela excitação.
Rebeca
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Sou apaixonado por uma mulher que nunca fez questão de esconder a breguice toda que a rondava, um pulso forte que a guiava, a vontade toda que a cegava e um ciúme fudido que a consumia. Personalidade perfeita pra tudo o que eu sempre quis numa mulher, num relacionamento, numa rotina, num amor. Ela preenche todas as necessidades de um convívio nervoso, que vive pulsando no nosso dia a dia, mas que só acalma quando ela começa a melar todas as suas declarações bem em cima das minhas...
... como recordar é viver, vivo me recordando em você!
Jota Cê
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Minha Rainha, seu gato de botas está com uma vontade danada daquele carinho todo que você faz. Me joga nessa cama, crava essas suas unhas nas minhas costas e comece aquele seu banho de língua profissional só pra comprovar que seu gato se arrepia em cada lambida. Que ficar sem sentir o quente da sua saliva por muito tempo é foda. Me provoca com suas mordidas, mesmo sabendo que as minhas depois vão te deixar mais do que roxa. Se esfrega toda em mim, como quem não quer nada, vem deslizando desde o pé e vai subindo, que em mim o que tinha que subir já subiu. Quero sentir seu cheiro tomando conta do ar em cada respirada que eu der. Quero ficar maluco em cada chupada que eu receber. Quero ficar compulsivo toda vez que eu te beber e quero perder a cabeça toda vez que você exigir ficar por cima. Vem, minha Rainha, vem mostrar mais uma vez que você sabe deixar esse gato sem reação, no chão, e que esse tesão nunca é em vão...
... o gato aqui está doidinho pra provocar a fera aí... diz pra eu ir no cheiro, anda!
Jota Cê
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Não chama assim, não faz desse jeito. Que chamar esse tesão pelo cheiro é a minha marca toda escandalosa. Reconheço o sobrenome do amor antes mesmo de assinar as minhas taras. Fragilidade não existe quando tenho que suportar sua falta. O fogo de uma bacurinha se atrapalha com meus dedos e fico assim sem reação, quase no chão, empurra? O caos quando chega furando um desejo garantido, sai atropelando a fúria dos seus beijos. Fico naquela safadeza toda, em cima da cama, querendo tirar o cabelo da nuca e sentir o bafo desgraçado de um canalha que sabe dar aquele trato numa mulher... na dele. Esfria em cima e esquenta embaixo. Assim é o desejo quando vem pelando, fica bem indefinível quando apartado da realidade. Eu piro e me viro. Nisso as manifestações de um corpo apaixonado ficam naquela mão dupla. Matei suas noites. Engoli seus dias. Retalhei suas dúvidas. Joguei seus medos. Esfaqueei terrivelmente nossos momentos, com amor afiado e que não espera.
Cada golpe na loucura doentia foi amenizada com nossos corpos nus...
... refletindo a luz divina.
Levanta esse amor naquela categoria?
[só pra analisar, eu juro!]
~*Rebeca*~
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De besta, Gato, o senhor não tem nada. Nem mesmo o andar de malandro, muito menos quando sua lábia se torna lâmina. Palavras quando querem cortar, elas cortam e profundamente. Dizem que Gatos fazem as merdas e enterram. Você, bichano, nunca defecou tumulto de uma situação. Essa parte é minha, essa parte fedida quando quero dizer minhas verdades é sempre de uma nervosinha apaixonada. Xiringo bom ar no ambiente e deixo o que ficou pra trás, bem atrás, lá no fundo. Nenhuma mancada fica irreparável, nem combina com nosso jeito de levar esse amor. Xingamos o mundo e suas giradas, mas nunca ficamos afastados dos nossos abismos, que mesmo profundos pulamos juntos e de olhos esbugalhados. Você é o amor selvagem, que quando instigado fica fabuloso. Você é a pregação do estimulado que quando despertado, sabe dobrar os joelhos por mim. Reclamamos do que é cheio, porque nunca soubemos o significado do vazio. Não depois que anunciamos o novo, o inédito, acontecendo bem no meio da nossa venta. O cheiro sempre foi de rosas. A dor sempre foi do espinho e nunca despetalamos nada, nenhuma pétala, elas não caem... não as nossas. Crueldade extrema sabe o que é? Crueldade extrema é ler um texto que fala que te deixei no frio, sozinho e no escuro. Você nunca sentiu nem mesmo o dedo mindinho friorento, porque o calor do meu amor é verão. O tempo do que sinto não fica sozinho, porque esse amor virou atração no meio de uma multidão. O escuro é provocado seriamente pela lamparina de um casamento que nunca faltou querosene. O que quero dizer, Jota Cê, é que o nosso estragado é aproveitado. Nossos momentos inférteis são gerados com intimidade. Que o meu amor por você é do melhor, tem sangue do bom, é pra sempre.
O nosso lema nunca foi: ORDEM E PROGRESSO...
... porque o nosso grito sempre foi de guerra.
Trocamos nossa bandeira por essa:
DESORDEM, AMOR E PERDÃO!
[Perdoa de coração?]
~*Rebeca*~
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É, Beldade! Às vezes esse gato, que não é besta nem nada, fica tão besta, mas tão besta, que começa a choramingar pelos cantos. Como se fosse um vira-lata qualquer, morto de fome pra variar, numa esquina horrorosa e maldita. Por que isso? Porque ele está acostumado com os cuidados de sua Rainha, com o seu zelo impecável, que nunca atrasa. Nunca fomos de alimentar um silêncio por muito tempo e parece que você não gosta mais de gritar. Grita, porra! Por isso o gato anda desconfiado demais. Anda dormindo no sofá demais. É castigado demais. E ele só quer que a Dona dele fique em cima, sufocando como sempre, um coração que se acorrentou com o dela, sem trégua; e mesmo que ele fique dando uma de gostoso, sempre, e fique naquela chatice toda, que você sabe de cor e salteado, e que sabe muito bem como reverter o cenário, vem metendo amor, vem calando o momento besta, vem ditando as regras, vem me colocando no seu eixo. Cansa mais não, aguenta mais não, suporta mais não, que desse jeito assusto...
... e antes que eu me esqueça, sua sacana! Você sabe que quando você vem com esse me perdoa eu me derreto, né!?!
[Aguarde, viu?]
Jota Cê
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Não amo um conto de fadas, amo o couro e mastigo o osso.
Rebeca
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