Coleção pessoal de JorgeMello

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Cada desafio é uma história pra contar
Não importa se ganhamos, ou perdemos
Não importa a curva dos dias, ou a sela dos ventos
Só importa o vento , e ele a sopra
Pois avida é jogo de carta
Onde quem vence é o vencedor
E nesse jogo quem sempre vence é o amor.

Jorge Mello

Um simples bom dia, boa tarde e boa noite é suficiente para transmitir paz, repetir no pensamento todas as expressões e imagens que possam produzir calma, tranquilidade, tolerância, respeito, amizade e perdão porque fazem muito bem ao corpo e principalmente a alma.

Jorge Mello

O Amor.
O amor o vento trás, você não sabe como ele trás, mas você se sente feliz, e se a pessoa certa acontecer em sua vida no momento incerto sem intenção de algo além, mas como uma explosão tudo se que se transforma e tudo que era só amizade vira amor, sem explicação, apenas sentimento, mas quando você percebe, já era tarde, talvez na hora certa, pois tudo que você imaginava não acontecer novamente, pois estava em sua frente como algo que não tem explicação, alguém desperta e te fez sonhar com a oportunidade de tentar ser feliz novamente, algo que você não esperava, mas o vento trouxe. E até hoje você não sabe explicar como não havia amado tanto assim antes. Tem coisas que só o vento sabe explicar e faz resplandecer um novo amor

Jorge Mello

Muitas vezes as palavras não conseguem expressar a beleza que vemos e a satisfação que essa beleza trás alma, assim o que não pode se explicado se torna divino por não haver palavras que descrevam o vemos e sentimos e a satisfação que essa beleza única trás ao nosso momento, desse jeito é o amor que devolvemos com carinho e ternura a quem nos ama da mesma forma, por isso o amor é o único sentimento que devolvido se tornar maior e necessário a quem sonha ser feliz ao lado de outro alguém, mesmo que não esteja ao lado, que esteja do lado certo do peito.

Jorge Mello

Se amar fosse um erro, eu seria o maior de todos os errantes, pois é deste sentimento, único e sem igual que surge todos os meus melhores momentos.

Jorge Mello

Amor, você é a mulher mais bela que meus olhos já contemplaram,
A musa dos meus sonhos,
O paraíso dos meus pensamentos,
A senhorita dos meus dias felizes,
A satisfação da minha ansiedade...
Com você pretendo um dia ser feliz,
Pois você é tudo que o meu coração almeja,
Você é o alvo da minha das minhas ilusões
E o retiro mais completo da felicidade... Amo-te! Bjs!!!

Jorge Mello

A Felicidade.
Ser feliz é uma busca em que nos empenhamos, muitas vezes as nossas tentativas não surtem efeito, talvez a escolha, talvez o momento, talvez a simplesmente, ou apenas não seja a hora, mas as coisas acontecem não se submetendo as nossas vontades, simplesmente surgem quando menos esperamos assim do "nada". Tenho certeza que a nossa principal motivação é a busca pela felicidade que em muitas vezes reside em "tesouros", ou simplesmente reside na simplicidade da vida onde tudo estar ao alcance das mãos. Seja feliz! Deus te abençoe!

Jorge Mello

Claro que o amor existe, mas há um vazio na alma de quem não ama, ou não deseja amar, vazio que não pode ser preenchido com fanfarrices e coisas que tais. Esse mesmo amor nos deixa inquietos, completos, felizes e fartos em vida, coisas essas que não podem ser explicadas, mas sentidas. Talvez toda infelicidade seja a fata de um sentimento que pode ser colado com um grude qualquer junto ao coração.

Jorge Mello

Do anoitecer mais lindo, é o brilho das estrelas. Do entardecer de belas cores, és o perfume de jasmim. Da noite vazia, é a lua dos amantes. E do meu terno amor, és a semente do sentimento que brota e floresce a cada amanhecer. Então, das estações, és desconhecida que deixa meu espirito ornado e perfumado.

Jorge Mello

Sem acreditar que tudo pode muda a vida passa a ser inútil, pois a única certeza que temos é a morte, mas se você passa a acreditar que o amor tem o poder de transformar. O paraíso passa a ser aqui e agora.

Jorge Mello

O amor transforma, recria e muda tudo que pensamos, o amor é fonte generosa, a vontade de ser perfeito para uma única pessoa. O amor é o único sentimento imutável do início ao paraíso, em vida e na morte.

Jorge Mello

Você é imagem que não me canso de olhar, a pessoa me encanta ao passar, a febre que não desejo curar, a imagem sugestiva de um lindo olhar, a beleza que me faz parar e o amor no peito que dói só em pensar.

Jorge Mello

Tudo é possível àquele que crê, mas o mais importante é o amor. Nada é como ontem e nunca serão novos desafios surgem em nossas vidas, vidas surgem em nossos caminhos, palavras em nossas bocas e a certeza que podemos mudar o nosso viver a cada dia com o desejo de ser feliz e poder agradecer porque a vida está entre nós e sem a vida não existe amor!

Jorge Mello

Existem momentos que as minhas palavras não conseguem descrever a sua beleza, tudo é abstrato, mas real e verdadeiro, pois a beleza estar nos olhos daqueles sobre os quais a admiram e tudo que vejo se destaca em você como única e linda flor de um jardim imaginário.

Jorge Mello

A felicidade é a insanidade de um louco é apaixonar-se pela incerteza é definir-se vencedor é alegra-se com a conquista é sofre com a diferença é cavalgar na alegria é desfalcar a poesia é transpire-se de agonia é desfazer a incerteza é alegra-se com os que choram é ser amigo da loucura é transcender essa mistura é apaixona-se bela beleza é alegra-se com a natureza é contemplar toda beleza e nunca despreza a incerteza.

Jorge Mello

Cansado, morto e acabado, mas pronto pra mais um dia, que seja feliz, que tenha paz, que seja engraçado, que seja abençoado, mas que seja um dia de amor e harmonia, por que o resto não tem muita importância. Com amor tudo passa a ser bem mais leve e o que realmente interessa passa a ter um tempo perfeito, por que perfeito é tudo que fazemos com amor.

Jorge Mello

Quando existe amor até o tempo é superado e percebo que em muitas momentos a nossa amizade é abalada, mas ele existe mesmo no nosso particular e fingido jogo de odiar, disfarçado eu sei, porém reforçado pelo desejo de sermos um, assim como tudo que vale a pena é um.

Jorge Mello

Vejam quais os animais eram divinizados no antigo Egito.

O crocodilo domesticado (deus Sebek), O carneiro (O criador da raça humana), O escaravelho (deus-Sol), O Falcão (deus solar), A gata (A deusa Bastet), O babuíno (deus da escrita), A leoa (deusa Sekhmet), O chacal (Anúbis), O boi (ápis), As serpentes (a viagem do deus-Sol pelo reino das sombras durante a noite), A vaca (deusa do amor), O hipopótamo (Tueris), A ave (Íbis), O cachorro (deus do mal).
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A ave.

O íbis é uma ave pernalta de bico longo e recurvado. Existe uma espécie negra e outra de plumagem castanha com reflexos dourados, mas era o íbis branco, ou íbis sagrado, que era considerado pelos egípcios como encarnação do deus Thoth. Esta ave tem parte da cabeça e todo o pescoço desprovido de penas. Sua plumagem é branca, exceto a da cabeça, da extremidade das asas e da cauda, que é muito negra. Um homem com cabeça de íbis era outra das representações daquele deus.
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A vaca.

Uma vaca que usava um disco solar e duas plumas entre os chifres representava Hathor, deusa do céu e das mulheres, nutriz do deus Hórus e do faraó, patrona do amor, da alegria, da dança e da música, mas também das necrópoles. Seu centro de culto era a cidade de Dendera, mas havia templos dessa divindade por toda parte. Também era representada por uma mulher usando na cabeça o disco solar entre chifres de vaca, ou uma mulher com cabeça de vaca.
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O hipopótamo.

Tueris era a deusa-hipopótamo que protegia as mulheres grávidas e os nascimentos. Ela assegurava fertilidade e partos sem perigo. Adorada em Tebas, é representada em inúmeras estátuas e estatuetas sob os traços de um hipopótamo fêmeos erguido, com patas de leão, de mamas pendentes e costas terminadas por uma espécie de cauda de crocodilo. Além de amparar as crianças, Tueris também protegia qualquer pessoa de más influências durante o sono.
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O crocodilo.

Um crocodilo ou um homem com cabeça de crocodilo representavam o deus Sebek, uma divindade aliada do implacável deus Seth. Seu centro de culto era Crocodilópolis, na região do Faium, onde o animal era protegido, nutrido e domesticado. Um homem ferido ou morto por um crocodilo era considerado privilegiado. A adoração desse animal foi, sobretudo importante durante o Médio Império.
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O cachorro e o bode.

Seth era um deus representado por um homem com a cabeça de um tipo incerto de animal, parecido com um cachorro de focinho e orelhas compridas e cauda ereta, ou ainda com a cabeça de um bode. Deus dos trovões e das tempestades tinha seu centro de culto na cidade de Ombos. Embora inicialmente fosse um deus benéfico, com o passar do tempo tornou-se a personificação do mal.
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O carneiro.

O carneiro, animal considerado excepcionalmente prolífico pelos egípcios, simbolizava um dos deuses relacionados com a criação. Segundo a lenda, o deus Knum, um homem com cabeça de carneiro, era quem modelava, em seu torno de oleiro, os corpos dos deuses e, também, dos homens e mulheres, pois plasmava em sua roda todas as crianças ainda por nascer. Seu centro de culto era a cidade de Elefantina, junto à primeira catarata do rio Nilo. Um dos velhos deuses cósmicos é descrito como autor das coisas que são origem das coisas criadas, pai dos pais e mãe das mães. Sua esposa era Heqet, deusa com cabeça de rã, também associada à criação e ao nascimento.
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O falcão.

O deus nacional do Egito, o maior de todos os deuses, criador do universo e fonte de toda a vida, era o Sol, objeto de adoração em qualquer lugar. A sede de seu culto ficava em Heliópolis (On em egípcio), o mais antigo e próspero centro comercial do Baixo Egito. O deus-Sol é retratado pela arte egípcia sob muitas formas e denominações. Seu nome mais comum é Rá e podia ser representado por um falcão, por um homem com cabeça de falcão ou ainda, mais raramente, por um homem. Quando representado por uma cabeça de falcão estabelecia-se uma identidade com Hórus, outro deus solar adorado em várias partes do país desde tempos remotos.
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O gato.

Uma gata ou uma mulher com cabeça de gata simbolizava a deusa Bastet e representava os poderes benéficos do Sol. Seu centro de culto era Bubástis, cujo nome em egípcio — Per Bast — significa a casa de Bastet. Em seu templo naquela cidade a deusa-gata era adorada desde o Antigo Império e suas efígies eram bastante numerosas, existindo, hoje, muitos exemplares delas pelo mundo. Quando os reis líbios da XXII dinastia fizeram de Bubástis sua capital, por volta de 944 a.C., o culto da deusa tornou-se particularmente desenvolvido.
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O babuíno.

O babuíno ou cinocéfalo é um grande macaco africano, cuja cabeça oferece alguma semelhança com os cães. No antigo Egito este animal estava associado ao deus Thoth, considerado o deus da escrita, do cálculo e das atividades intelectuais. Era o deus local em Hermópolis, principal cidade do Médio Egito. Deuses particularmente numerosos parecem ter se fundido no deus Thoth: deuses-serpentes, deuses-rãs, um deus-íbis, um deus-lua e este deus-macaco.
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A leoa.

Uma mulher com cabeça de leão, encimada pelo disco solar, representava a deusa Sekhmet que, por sua vez, simbolizava os poderes destrutivos do Sol. Embora fosse uma leoa sanguinária, também operava curas e tinha um frágil corpo de moça. Era a deusa cruel da guerra e das batalhas e tanto causava quanto curava epidemias. Essa divindade feroz era adorada na cidade de Mênfis. Sua juba — dizem os textos — era cheia de chamas, sua espinha dorsal tinha a cor do sangue, seu rosto brilhava como o sol... O deserto ficava envolto em poeira, quando sua cauda o varria.
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O chacal.

O chacal, animal que tem o hábito de desenterrar ossos, paradoxalmente representava para os egípcios o deus Anúbis, justamente a divindade considerada a guarda fiel dos túmulos e patrono do embalsamamento. No reino dos mortos, na forma de um homem com cabeça de chacal, ele era o juiz que, após uma série de provas por que passava o defunto, dizia se este era justo e merecia ser bem recebido no além-túmulo ou se, ao contrário, seria devorado por um terrível monstro. Anúbis tinha seu centro de culto em Cinópolis.
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O boi.

Boi sagrado que os antigos egípcios consideravam como a expressão mais completa da divindade sob a forma animal e que encarnava, ao mesmo tempo, os deuses Osíris e Ptá. O culto do boi Ápis, em Mênfis, existia desde a I dinastia pelo menos. Também em Heliópolis e Hermópolis este animal era venerado desde tempos remotos. Antiga divindade agrária simbolizava a força vital da natureza e sua força geradora.

Jorge Mello

A Lei de Moisés é um termo usado com frequência na Bíblia, em primeiro lugar por Josué (8:32).[1] O termo Lei mosaica é usado nos textos acadêmicos. A Lei mosaica é composta por um código de leis formado por ordens e proibições.
História--------------------------------
Segundo as escrituras hebraicas, a Lei foi dada por Deus através do Patriarca Moisés, tendo sido os Dez Mandamentos escritos em tábuas de pedra pelo próprio dedo de Deus no monte Sinai, a tábua dos dez mandamentos.
Segundo os críticos, a Lei foi estabelecida em um período muito posterior, consolidando-se e atingindo sua forma final apenas na época dos Reis hebreus.
Segundo os historiadores, a Lei Mosaica não apresenta nenhum elemento novo, sendo a maior parte de seus elementos adaptações e transcrições encontradas em documentos (códigos legislativos e morais) mais antigos como aqueles utilizados pelos egípcios (excertos do Livro Egípcio dos Mortos), hindus (Código de Manu), babilônicos (Lei de talião) e por outras civilizações do Crescente Fértil (Código de Hamurabi).
No ocidente a Lei e o nome de Moisés eram totalmente desconhecidos até o advento do Cristianismo. O triunfo do Cristianismo no século IV D.C assegurou a popularização dos Dez Mandamentos que, ao integrarem o Catecismo Cristão, adquiriram seu caráter universal.
Conteúdo
• A Lei pode ser resumida nos Dez Mandamentos, que em língua hebraica são chamados simplesmente de "As Dez Palavras" ou "Os Dez Ditos". Os Dez Mandamentos regulamentam a relação do ser humano com Deus e com seu próximo.
• Para fins didáticos, o Código Mosaico pode ser dividido em Leis Morais, Leis Civis e Leis Religiosas (Leis Cerimoniais). As leis cerimoniais regulavam o ministério no santuário do Tabernáculo e, posteriormente, no Templo. Elas tratavam também da vida e do serviço dos sacerdotes e encontram-se descritas especialmente no Livro chamado Levítico.
Em conjunto, todas essas disposições escritas através de ordens e proibições formam a Lei Mosaica.
No judaísmo rabínico, além dessas 613 ordenanças da Torá escrita, há ainda as leis do Talmude, que são os registros dos preceitos religiosos e jurídicos transmitidas oralmente através da Tradição e posteriormente compilados entre os séculos III-IV D.C.
Os Dez Mandamentos-------------------------------------------
“Então falou Deus todas estas palavras, dizendo:
Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.
Não terás outros deuses diante de mim.
Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.
E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.
Lembra-te do dia do sábado, para o santificar.
Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.
Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.
Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá.
Não matarás.
Não adulterarás.
Não furtarás.
Não dirás falso testemunho contra o teu próximo.
Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo”.
(Êxodo 20:1-17)

Jorge Mello

Ramsés II foi o terceiro faraó da XIX dinastia egípcia, uma das dinastias que compõem o Império Novo. Reinou entre aproximadamente 1279 a.C. e 1213 a.C. O seu reinado foi possivelmente o mais prestigioso da história egípcia tanto no aspecto econômico, administrativo, cultural e militar. Foi também um dos mais longos reinados da história egípcia. Houve 11 Ramsés no reino do Egito, mas apenas ele foi chamado de Ramsés, o Grande.

Jorge Mello