Tag Amor na coleção de dryneres

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Eu adoro suas caras, seus jeitos, suas roupas nuas. Você é toda a minha poesia... E nunca me fora antes tão real, tão cheia de cor. Esses dias, meu amor, são dias felizes, dias de sorrisos largos. Custo a me acostumar com meu travesseiro vazio do perfume teu. Custo a me acostumar com os meus pés nus dos beijos teus. Meu lençol não tem tua silhueta desenhada e faz frio longe dos seus beijos.

Dry Neres

Delicio-me com nosso gargalhar, com nossa cumplicidade e incluo nas gramáticas a língua que criamos para nós. E acrescento às literaturas todas as falas não ensaiadas no amor nosso; desse amor já adulto que se instalou em cada órgão nosso, em ato de troca sorridente. Sorrio... Sorrio de olhos fechados, respiração leve e sinto sua respiração próxima da minha.
Gosto de forma ímpar das canções que são entoadas para o nosso amor. Aprecio a poesia que se apresenta para o nosso amor. Fico encantada, boba, emocionada com as nossas vidas que escolheram o caminho de passos juntos. Inebriada de amor, sou banhada pela tua presença como o néctar banha os lábios dos famintos. Você me alimenta! Você me faz sentir um pedaço do céu dentro do meu coração.
Esses têm sido dias felizes, dias de sorrisos largos...
Pega minha mão, beija meu sorriso... P-E-R-M-A-N-E-Ç-A!!

Dry Neres

Eu acho que o amor é o brilho dos olhos nossos. Talvez o amor seja a grande e eterna busca humana. Que não me ouçam as estrelas, que não me ouça o mar, que me ignore as flores... Mas quisera beber em gole largo a tal essência desse fulano amor e ser egoísta... e tê-lo em tudo e em todo rasgado dentro do meu peito que dói agora em exaspero fugaz.

Dry Neres

O amor é dessas loucuras de nos tirar o sono, folêgo, pele. É como acelerar em nitro à 360 graus fora dos Celsius. O tal amor é inseguro, abstrato, indomável... A gente nunca sabe quando ele nos apertará os órgãos e fará chover dentro de nós.

Somos sedentos desse alimento que só esse verbo oferece. Não sei caminhar com o coração vazio. Não sei me vestir com outras peles que não sejam as tuas, amor.

Esse nosso matrimônio às 'escondidas', as pinturas que a gente insiste em revestir nas paredes, os seus braços e abraços tão nossos.

Já não me percebo como sujeito independente... Você parece ser uma espécie de droga, que vicia, que alimenta, suga, anestesia, vai matando...

Eu não quero aprender a te esquecer... Eu não quero precisar apagar os seus olhos dos meus... Eu não me permito testar minhas fibras, meus poros pra ver se sobrevivo sem os teus beijos.

Dry Neres