Coleção pessoal de andys2

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"Se eu olhasse o relógio, ele diria: hora certa para ver as coisas como elas realmente são."

"Vez por outra, em vez de tentar harmonizar os ciclos, é bom aceitar o caos."

A vida é assim, num dia estamos no lixo; no outro, em capas de disco.

Humberto Gessinger

"Fisicamente a distancia é ínfima. Espiritualmente pode ser intransponível."

Humberto Gessinger

Não sou contra a beleza. Sou contra a noção de que ela não está na flor e sim no bouquet sem cheiro nem insetos nem vida, envolto em celofane.

Humberto Gessinger

“O preço é uma prece... pague pra ver.”

“Nada de meias palavras de duplo sentido.”

“Quando se anda em círculos nunca se é rápido demais”

“Deixei de ser criança quando descobri que Roger Waters, a cabeça do Pink Floyd, era defensor da caça como esporte. Voltei a ser criança nos primeiros acordes de Julia Dream.”

“O nosso amor é uma abobrinha”

Humberto Gessinger

Pessoas vão embora de todas as formas: vão embora da nossa vida, do nosso coração, do nosso abraço, da nossa amizade, da nossa admiração, do nosso país. E, muitas a quem dedicamos um profundo amor, morrem. E continuam imortais dentro da gente. A vida segue: doendo, rasgando, enchendo de saudade… Depois nos dá aceitação, ameniza a falta trazendo apenas a lembrança que não machuca mais: uma frase engraçada, uma filosofia de vida, um jeito tão característico, aquela peculiaridade da pessoa. Mas pessoas vão embora. As coisas acabam. Relações se esvaem, paixonites escorrem pelo ralo, adeuses começam a fazer sentido. E se a gente sente com estas idas e também vindas, é porque estamos vivos. Cuidemos deste agora. Muitos já se foram para nos ensinar que a vida é só um bocado de momento que pode durar cem anos ou cinco minutos. E não importa quanto tempo você teve para amar alguém, mas o amor que você investiu durante aquele tempo.
Segundos podem ser eternidades… ou não.
Depende da ocasião.

Marla de Queiroz

São sutis demais as mudanças, embora pareçam bruscas quando nos despertamos para elas. Alguns sentimentos soltos, finalmente, vão se alinhavando e o que parecia devaneio, entorna-se como texto pronto, legível, compreensão súbita. Um mosaico de acontecimentos, repentinamente, torna-se uma cena possível de ser descrita com detalhes. E algumas pessoas inimagináveis, acabam por fazer parte da sua saudade, da sua escrita. É bonito este esparramado de vida, este fluir aquoso e quente que se amolda aos recipientes de dentro da gente.
E nos molda suavemente.

Marla de Queiroz

Chega, chega. Pra que isso? Se ele estiver com alguém agora, e daí? Ele e eu não temos nada a ver, certo? Porque era bom e tal. Aliás, meu Deus, como era bom. Mas não era bom pra ficar junto, certo? Então pronto. Chega. Adulta, adulta…

Tati Bernardi

É uma corrida. Esta nova escuridão que parece tudo está vindo em você tão rápido.Em um segundo você está feliz com sua vida, e então você começa este sentimento elevando-se sobre de tristeza nesta depressão. E você se sente sozinho sabendo da rejeição, tudo porque algo acontece e você não sabe como reagir, porque simplesmente do processo de deixar alguém em especial, quando o santificaram mais próxima de você decepcioná-lo, mesmo quando eles acham que eles estavam protegendo você, mas tudo o que precisamos fazer é respirar.

Peyton

One thee hill

“Aprenda a amar sem esperar muito dos outros.”

Augusto Cury

“Não seja aquele tipo de pessoa que busca, acha, e depois sai correndo com medo.”

Paulo Coelho

Porém, eu gostei dela. É raro encontrar alguém que vê além das nuvens, que se senta no meio do nada pra caçar estrelas e trocar ideias com a lua. Há pouco azul na cidade, ninguém dá mais bola para o firmamento, estão todos vivendo sem perceber os prédios se erguendo na volta e engolindo nossa capacidade de reparar nos detalhes.

Gabito Nunes

Quantas vezes nos deixamos levar por maus pensamentos falamos e agimos de maneira que, depois, nos arrependemos? Como é difícil passar por esses momentos, mas eles, também, são preciosos e de aprendizados. Queremos controla r tudo não só a nossa vida como a dos outros também e, quando perdemos esse controle nos desesperamos, ficamos tristes, nervosos, irritados e julgamos, como julgamos, queremos que as pessoas sejam e ajam como nós, pois nos julgamos perfeitos, o que, na realidade, não somos. O dia em que entendermos e aceitarmos que cada um tem sua própria estrada de aprendizado e que cada um é um espirito livre para agir da maneira que achar melhor, passaremos a viver bem. Quando isso acontecer, deixaremos de julgar e de tentar mudar as outras pessoas sabendo quem, assim como não queremos que elas interfiram nas nossas vidas, não temos o direito de interferir na delas. Precisamos tentar seguir em paz na nossa estrada.

Elisa Masselli

"Nós sempre podemos tentar fazer o melhor. Sermos melhores, consertar um erro, mesmo quando ele parece ser irreversível. É claro que "eu sinto muito" nem sempre resolve. Talvez porque nós o usamos de diversas maneiras. Como uma arma, uma justificativa. Mas quando estamos realmente arrependidos, quando o usamos corretamente, quando pedimos de verdade… Quando nossas ações falam o que palavras não podem, quando fazemos da forma correta, "eu sinto muito" é perfeito. Quando fazemos isso direito "eu sinto muito" é redenção."

Grey's Anatomy

"Esquecer e perdoar. É isso que dizem por aí. É um bom conselho, mas não muito prático. Quando alguém nos machuca, queremos machucá-lo de volta. Quando alguém erra conosco, queremos estar certos. Sem perdão, antigos placares nunca empatam, velhas feridas nunca fecham. E o máximo que podemos esperar é que, um dia, tenhamos a sorte de esquecer."

Grey's Anatomy

Luto deve ser algo que todos temos em comum, mas parece diferente em todos. Não é só pela morte que temos que sofrer. É pela vida. Pelas perdas. Pelas mudanças. E quando imaginamos porque algumas vezes é tão ruim, porque dói tanto... temos que nos lembrar que pode mudar instantaneamente. Quando dói tanto que não se pode respirar, é assim que você sobrevive. Lembrando-se que um dia, de alguma forma, impossivelmente, não se sentirá mais assim. Não vai doer tanto. O luto vem em seu próprio tempo para todos. À sua própria maneira. O melhor que podemos fazer, o melhor que qualquer um pode fazer, é tentar ser honesto. A parte ruim, a pior parte do luto, é que não se pode controlá-lo. O melhor que podemos fazer é tentar nos permitir senti-lo, quando ele vem. E deixar pra lá quando podemos. A pior parte é que no momento em que você acha que superou, começa tudo de novo. E sempre, toda vez, ele tira o seu fôlego. Há cinco estágios de luto. São diferentes em todos nós, mas sempre há cinco. Negação. Raiva. Barganha. Depressão. Aceitação.

Grey's Anatomy

"Eu, você e todos nós estamos a procura de algo que ainda não experimentamos, algo que a gente supõe que exista e que nos fará mais felizes ou menos infelizes. Eu, você e todos nós tentamos salvar nossas vidas diariamente, e qual a melhor maneira para isso? Trabalhar e amar, creio eu, mas não é fácil.

Pedimos pelo amor de Deus que o telefone toque e que a partir deste toque um novo capítulo comece a ser escrito na nossa história. Depositamos todas as nossas fichas amorosas em pessoas que não conhecemos senão virtualmente. Disfarçamos nosso abandono com frases ousadas e sem verdade alguma. O que a gente gostaria de dizer, mesmo, é: me dê sua mão.

Eu, você e todos nós queremos intimidade, mas evitamos contatos muito íntimos. Não queremos nos machucar, mas usamos sapatos que nos machucam. A gente quer e não quer, o tempo todo. Será que durante uma caminhada de uma esquina a outra, em um único quarteirão, é possível acontecer uma paixão, uma descoberta? Quantos metros precisamos percorrer, quantos dias devemos esperar, em que momento da nossa vida irá se realizar o nosso maior sonho, e uma vez realizado, teremos sensibilidade para identificá-lo? O nosso desejo mais secreto quase sempre é secreto até para nós mesmos.
Somos uma imensa turma, somos uma enorme população, somos uma gigantesca família de solitários, eu, você, todos nós."

Martha Medeiros

"Quando você atinge a iluminação não se torna uma nova pessoa. Na verdade, você não ganha nada, apenas perde algo: se desprende de suas correntes, de suas amarras, deixa para trás seu sofrimento. A iluminação é um processo de perda. Quando não há nada a perder, esse estado é o nirvana. Esse estado de completo silêncio pode ser chamado de iluminação."

Osho

Sinto dizer: desapontar pessoas faz tão parte da vida quanto tomar café. Leio e releio esta frase e engulo seco. Minha alma está de dieta. Não cabe em mim o peso de mais uma cara amarrada. Decepções não acontecem porque deixamos de fazer alguma coisa para alguém ou porque não somos como a imagem que projetaram de nós. A verdade é que as pessoas (nas quais me incluo) não sabem o que querem de si mesmas e jogam suas frustrações nas costas do outro. Em cima de alguém que obrigatoriamente deveria ter a resposta. Mentira minha? Não creio. E não há resposta na última página, sua verdade não está em ninguém (a não ser em você mesma), a decepção te engole, a culpa inflama, dias e noites são perdidos por emoções não conferidas no guichê. Vamos simplificar? Pegue a senha e aguarde. Pessoas sempre se decepcionarão com você. Pessoas sempre se apaixonarão por você. O importante é: não permita nunca que VOCÊ se decepcione, pois só VOCÊ tem o poder de fazer isso. - Princesa de Rua

Fernanda Mello

"Escolher um caminho significava abandonar outros. Tinha uma vida inteira para viver, e sempre pensava que talvez se arrependesse, no futuro, das coisas que queria fazer agora."

Paulo Coelho - Brida

Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada.

Fabrício Carpinejar