Citacoes de Weber
Que angústia, um sofrimento ao extremo
mas não temo, resta-me ainda um pouco de coragem
e na bagagem, levo, só, minha angústia incessante
que por um instante some
apenas porque me lembrei de teu nome
Quando tu falas, eu escuto
Quando escutas, digo que a amo
Se choras, fico de luto
Luto que me assola, mas nao reclamo
Se teu sol se põe, minha lua está no norte
Se tua flor está seca, chove muito por aqui
Se já não mais vives, meu coração bate forte
Bate forte sempre que penso em ti
Se não te inspiras, transforma-me em um poeta
Se não cantas, estou bem afinado
Se estás comigo, a vida é completa
Só é completa porque estás do meu lado
Esta é a mulher
que qualquer
homem deseja
Me excita
Me evita
Não me beija
Esta mulher
que qualquer
homem enlouquece
Eu a desejo
Quero um beijo
Peço em prece
Esta mulher
que qualquer
homem mataria
Eu a venero
Eu a quero
todo dia
Esta mulher
que qualquer
homem tem apreço
Não me quis,
Sou mais feliz
com quem mereço
Esta nova mulher
que qualquer
homem desperezaria
É quem faz minha calma
fundiu-se à minh'alma,
É a mais linda poesia
Às vezes com malícias
Às vezes sem má intenção
Amo tuas carícias
tocam meu coração
VERSOS SECRETOS
Faço essa poesia
para saber que a fiz
não faço pensando
em fazer ninguem feliz
Alguém lerá meus versos
que fiz já para meu bem
mas os que agora faço
não mostro a ninguem
se estás agora lendo
pensando em se engraçar
infelizmente o poeta
terá de te matar
TEU BEIJO É UM POEMA
Senti em teu beijo
que ali havia algo mais
parecia algum verso
de vinicius de moraes
e que beijo, que verso
que alegria
dê-me um carinho
dê-me um beijo
dê-me uma poesia
Um grande amor, grande só é para que nele caiba a possibilidade de não ser grande
Bruno Weber BoppVERSOS SACRATOS
Faço essa poesia
para saber que a fiz
não faço pensando
em fazer ninguem feliz
Alguém lerá meus versos
que fiz já para meu bem
mas os que agora faço
não mostro a ninguem
se estás agora lendo
pensando em se engraçar
infelizmente o poeta
terá de te matar
VEERSOS SECRETOS
Faço essa poesia
para saber que a fiz
não faço pensando
em fazer ninguem feliz
Alguém lerá meus versos
que fiz já para meu bem
mas os que agora faço
não mostro a ninguem
se estás agora lendo
pensando em se engraçar
infelizmente o poeta
terá de te matar
Teus olhos fechastes
para do mundo fugir
creio que não encontrastes
lugar melhor para ir
Teus olhos fechastes
para do mundo fugir
creio que não encontrastes
lugar melhor para ir
Você era tão doce, não era? A princesinha do papai, a queridinha da vovó, a fofinha da mamãe. Tinha bochechas fofas e rosadas, as quais todos gostavam de apertar. Sua única preocupação era lembrar os horários dos seus desenhos animados preferidos. Brincava o dia todo, voltando para casa só quando anoitecesse. O tempo foi passando. Você foi crescendo. Tornando-se responsável. Tendo que lidar com os seus problemas. Não podendo mais brincar o dia intero. Tendo tarefas de casa para fazer. Vendo pessoas indo embora e outras chegando. Tropeçando. Caindo. Levantando. Machucando-se. Onde está a princesinha do papai? Será que ela está adormecida? Será que teve que partir assim como os outros? Será que se perdeu? Será que voltará? Em vez dela, cresceu ali, uma menina perdida no meio desse mundo. Uma menina frágil, tendo que aprender a viver. Uma tarefa muito difícil, que nunca saberemos se estamos fazendo certo ou errado. Vejo uma lágrima cair do rosto dessa menininha tão pequena. O que será que aconteceu? É. Ela se apaixonou pela primeira vez. Decepções e mais decepções vieram. Agora vejo uma menina que usa maquiagem. Usa para esconder as olheiras e os olhos inchados de tanto chorar à noite. Uma máscara. Sim uma márcara, para esconder todo o seu sofrimento. Pelo jeito a princesinha adormeceu. Adormeceu e talvez nunca mais vá voltar.
Julia Weber FerraboliSinceramente, não sabia mais o que fazer da minha vida. Então você apareceu e me deu motivos para continuar
Julia Weber FerraboliO governo não governa para o Povo, mas sim para os empresários...
Antaes, WeberSinto que já não posso falar de amor com a mesma propriedade de antes, simplesmente pelo fato de que não há mais amor. Se é que algum dia houve. Eu penso no passado, em todas as oportunidades de ser feliz que joguei ao vento, como se magicamente, elas fossem voltar para mim quando eu desejasse te-las. Nenhuma delas voltou. A beira da loucura estou, como se meus sentimentos estivessem em um conflito tao grande dentro de mim, que nem eu mesma sei o que sinto. Sei que não há amor. Há liberdade. Há também a prisão, como se minhas mãos estivessem atadas, tudo parece eterno. Não há perspectiva, nem sonho.
Talvez não haja mais nada.
Qual o sentido disso tudo? Chega a ser desumano. O amor virou estéril para mim, não há serventia quando ele não pode ser transformado em verbo.
Vivendo eu vou. Cambaleando pela vida, dobrando esquinas, atravessando avenidas, passando o sinal vermelho. Caminho sem olhar para trás. Nem para os lados, muito menos para a frente. E, ao lhe ver novamente, terei a capacidade de apenas cumprimenta-lo ou trocar meia duzia de palavras vazias. Talvez seja esse o estado normal : viver mecanicamente por fora, completamente morta por dentro. É a lei da vida. É a lei da minha vida.
Meu bem, se toda noite eu vejo morrer o dia
Os mistérios hei de desvendar
Na calada da manhã cinza
Eu vejo a noite ir embora e acordo sem meu bem
Se entre nossos desencontros
Nada mais restou
Lhe pergunto
De onde conseguirei forças, senão das profundezas de um coração naufragado nas mágoas de um morto?
Meu bem, a noite está tao fria, mas meu coração é quente
Quem pagará a divida de nosso amor doente?
