Cidadania

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Cultura é escola, arte e cidadania. Todo o resto é alienação!

Reinaldo Ribeiro - O Poeta do Amor

A cidadania deveria espelhar-se na fábula do cavalo e do lobo.
O cavalo e o lobo
Um lobo faminto vagava pelo campo, quando avistou um belo cavalo.
E pensou em devorá-lo; mas o cavalo era forte, e ele...fraquinho... pois quinze dias de jejum dão cabo do mais valente.
Recorreu, pois, à astúcia.
Aproximou-se, e ofereceu os seus serviços, dizendo que, como médico que era, estudara botânica, e podia mostrar-lhe das ervas da campina em que pastava quais as boas, quais as que lhe podiam fazer mal.
Ah meu amigo, disse-lhe o cavalo, chegaste bem a tempo; não preciso conselho a respeito de plantas porque só como capim, porém para curar-me de grave incômodo; há dias machuquei uma pata, a traseira e parece que está formando um tumor; dá para você examinar?
Então levantou a pata, e assentou-lhe um formidável coice que lhe quebrou o queixo.
MORAL: Se todos os lobos charlatães encontrassem cavalos como o desta fábula, não veríamos o triunfo de tanta impostura.
Se todos os cidadãos escoiceassem os políticos corruptos nós teríamos muito mais progresso.

Marinho Guzman

O resgate da cidadania


Resgatar o conceito de cidadania nas crianças e adolescentes brasileiros é um desafio e, por isso mesmo, o principal objetivo do programa Mutirão da Cidadania - lançado pela Secretaria de Educação do Estado de São Paulo. O objetivo é trazer à tona o sentimento de nação, de civismo, de solidariedade, de união e de amor aos valores dignificantes que têm sido cada vez menos apreendidos pelas novas gerações. O Mutirão será composto por diversas ações que visam ampliar nos estudantes da rede estadual de ensino a compreensão sobre questões essenciais à sua formação pessoal e profissional. A ética, a nobreza de caráter, o espírito de equipe, o respeito ao próximo e às suas diferenças de gênero, raça, credo e classe social, a preservação do meio ambiente - a começar pelo cuidado e valorização do espaço da própria escola -, o incentivo ao voluntariado e os estudos dos símbolos nacionais constituem as bases principais do programa. Uma das medidas que adotadas para a conquista desses objetivos é o hasteamento da Bandeira e a execução do Hino Nacional nas unidades de ensino, todas as segundas-feiras. A idéia é estimular a criação de espaços voltados ao resgate de valores ligados à vivência da cidadania, ao mesmo tempo em que a utilização da linguagem musical é otimizada como forma de expressão, comunicação e convivência. O programa será desenvolvido por meio de parcerias com as secretarias da Justiça, da Cultura, do Meio Ambiente e da Juventude, Esporte e Lazer, além de instituições como a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Procon e o Faça Parte. Juntas, essas entidades trabalharão a consciência cidadã dos alunos, incentivando a participação ativa dos jovens tanto na escola quanto na comunidade. Elas fornecerão orientações sobre a formação e administração de grêmios estudantis, a realização da coleta seletiva de lixo nas escolas - ressaltando a importância dessa ação para o ecossistema -, a criação de Bandas da Juventude nos estabelecimentos de ensino, a conscientização dos direitos e deveres do consumidor e o estímulo ao voluntariado, que se constituirá em exercício efetivo de solidariedade. Acreditamos que a prática dessas ações será fundamental para a formação de cidadãos críticos que possam ocupar, definitivamente, um lugar de destaque nos cenários político, econômico, social e cultural do Brasil. Vivemos numa sociedade mutante, diversa e repleta de peculiaridades. Independentemente disso, o mundo todo atravessa um período de mudanças radicais que alteram o comportamento das pessoas provocando fenômenos sem precedentes na história da humanidade. Basta lembrarmos o quanto a família se modificou adquirindo novos modelos de estruturação - o que não quer dizer que está mais presente na vida das crianças e jovens. Ao contrário, paralelo às mudanças na estrutura familiar, o mercado de trabalho tem exigido cada vez mais de todos, tornando o tempo que os pais dedicam aos filhos mais escasso quantitativa e qualitativamente. A carência afetiva é a porta de entrada para o recebimento de influências negativas do meio e da mídia - essas últimas por meio da exposição exagerada à televisão e ao computador, sem nenhum critério seletivo. O resultado desse processo é evidente quando observamos a inversão de valores fundamentais à vida em sociedade, favorecendo o consumismo exacerbado, o culto exagerado ao corpo, da superficialidade das relações e a ascensão acelerada da violência e das drogas. Com isso, o papel da escola hoje é muito mais amplo e complexo do que há algumas décadas. Cabe a ela não só ensinar, mas auxiliar a formar o cidadão. Outro fator importante de mudança está na universalização do ensino, que trouxe aos bancos escolares pessoas extremamente diferentes, muitas vezes provenientes de famílias desestruturadas e/ou com situação econômica precária. Essas crianças, até há pouco tempo excluídas do ambiente educacional, necessitam de cuidados e atenções redobradas dos professores. Com a política da escola pública para todos, a rede oficial precisou reestruturar a proposta pedagógica para acolher os mais variados perfis estudantis. Nesse sentido, O Mutirão de Cidadania é uma ferramenta mais do que importante para garantir aos alunos uma formação mais adequada aos desafios impostos pelo século XXI. Machado de Assis, o grande mestre da literatura brasileira, nos forneceu um alento para as adversidades quando disse: "Defeitos não fazem mal, quando há vontade e poder de os corrigir." Se depender de nossa vontade e de nosso esforço, a educação conseguirá, sim, cumprir sua função: ser a bússola para mostrar um norte, um caminho seguro em direção ao futuro.


Publicado no Diário do Grande ABC

Gabriel Chalita

A origem da palavra cidadania vem do latim “civitas”, que quer dizer cidade. A palavra cidadania foi usada na Roma antiga para indicar a situação política de uma pessoa e os direitos que essa pessoa tinha ou podia exercer. Segundo Dalmo Dallari:

“A cidadania expressa um conjunto de direitos que dá à pessoa a possibilidade de participar ativamente da vida e do governo de seu povo. Quem não tem cidadania está marginalizado ou excluído da vida social e da tomada de decisões, ficando numa posição de inferioridade dentro do grupo social”.

(DALLARI, Direitos Humanos e Cidadania. São Paulo: Moderna, 1998. p.14)

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A CIDADANIA NO BRASIL
No Brasil, estamos gestando a nossa cidadania. Damos passos importantes com o processo de redemocratização e a Constituição de 1988. Mas, muito temos que andar. Ainda predomina uma visão reducionista da cidadania (votar, e de forma obrigatória, pagar os impostos... ou seja, fazer coisas que nos são impostas) e encontramos muitas barreiras culturais e históricas para a vivência da cidadania. Somos filhos e filhas de uma nação nascida sob o signo da cruz e da espada, acostumados a apanhar calados, a dizer sempre “sim senho?, a «engolir sapos”, a achar “normal” as injustiças, a termos um “jeitinho’ para tudo, a não levar a sério a coisa pública, a pensar que direitos são privilégios e exigi-los é ser boçal e metido, a pensar que Deus é brasileiro e se as coisas estão como estão é por vontade Dele.

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A cidadania não surge do nada como um toque de mágica, nem tão pouco a simples conquista legal de alguns direitos significa a realização destes direitos. É necessário que o cidadão participe, seja ativo, faça valer os seus direitos. Simplesmente porque existe o Código do Consumidor, automaticamente deixarão de existir os desrespeitos aos direitos do consumidor ou então estes direitos se tornarão efetivos? Não! Se o cidadão não se apropriar desses direitos fazendo-os valer, esses serão letra morta, ficarão só no papel.

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Construir cidadania é também construir novas relações e consciências. A cidadania é algo que não se aprende com os livros, mas com a convivência, na vida social e pública. É no convívio do dia-a-dia que exercitamos a nossa cidadania, através das relações que estabelecemos com os outros, com a coisa pública e o próprio meio ambiente. A cidadania deve ser perpassada por temáticas como a solidariedade, a democracia, os direitos humanos, a ecologia, a ética.

Direitos Humanos, blog

A cidadania é tarefa que não termina. A cidadania não é como um dever de casa, onde faço a minha parte, apresento e pronto, acabou. Enquanto seres inacabados que somos, sempre estaremos buscando, descobrindo, criando e tomando consciência mais ampla dos direitos. Nunca poderemos chegar e entregar a tarefa pronta, pois novos desafios na vida social surgirão, demandando novas conquistas e, portanto, mais cidadania

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A menina estudando sobre leis ética e cidadania, pergunta para mãe. Mãe porque essa leis não são aplicadas de igual para todo!
como assim querida.? ué... veja bem não temos escolas decentes nem saúde que atenda a todos com dignidade, segurança nem se fala. ai eu me pergunto kd os responsáveis,
quem paga por esse crimes cometidos contra o povo mãe!
E me obrigam a votar ! que democracia fajuta é essa onde somo obrigados a votar e induzidos a temer , a ter esperança num futuro que não existirá, se o presente não mudar.

Elisa navarrete

A cidadania é o primeiro passo para o primeiro mundo, que é o sonho atual de nossa pátria, "tão pobrinha" mãe gentil.

Marcel Henrique Grazioli

O que é mais importante para você? Futebol ou Cidadania?

Gabriel Bruno Matias Pontes

Sociedade só se constrói com cidadania....

Jone Iglesias

A cidadania se constrói com a convivência, cabe a educação despertar os seus frutos

Bruno Marinelli

O voto não é apenas o exercício e cidadania e democracia. É o exercício de um poder.

Fernando Scheuermann

Direito de ir e vir não é Cidadania. Cidadania é você lutar por um país melhor não só para você, mas também para toda a nação

Yasmiim Will

Se a escola é o lugar da formação da cidadania, não se pode aceitar uma sala de aula opressora, onde o professor é o dono do saber e o aluno não tem voz.

Andrea Ramal

“Capoeira Leva Eu - Lute pela vida, arte, cultura e cidadania”

Ronan Marrom

O que faz a reputação de um ser não são os belos corpos, nem sua cidadania, muito menos a quantidade de recursos dos quais dispõe para vencer um desafio.
É seu caráter, o seu foco, seu objetivo, seu silêncio, a confiança em si, sua lealdade e a coragem para atravessar como um vento, o relaxamento na alma e o desapego de títulos.
Homens de caráter que deixam refletir no físico, esses fazem parte de uma linhagem pretérita e que faz falta como os grandes Aquiles, Alexandre, Demétrius, Júlio Cezar, Crassus, Spartacus que fizeram do sofrimento um motivo para viver. É isso que acontece com a humanidade, ninguém mais enxerga onde está o motivo para viver.
Lembrei do conselho do meu Sensei, no Randori "relaxa e avança".
E se eu quero, eu enfrento o desafio, pq o que quero poucos, não terão coragem e essa será a vantagem sobre os demais.

Leonor

Quando governantes de um país não dão exemplo de cidadania, geram uma população medíocre.

Monique Bernardes

Para bem exercer a cidadania, promovendo o bom, o belo
e o justo... antes de mais nada, é preciso agir com
cortesia, respeito e com a convicção de que todos somos
iguais perante a lei e perante Deus.
CikaParolin

Cika Parolin 02 de julho de 2013