Chimarrão

Cerca de 142 frases e pensamentos: Chimarrão

Nunca usei bombacha, não gosto de chimarrão e nem de me lembrar da última vez que subi num cavalo. Aliás, o cavalo também não gosta.

Luis Fernando Verissimo

"Um livro, chimarrão, e a solidão. Pensamentos em expansão"

Mauricio Nuper

Um amor pra dividir a vida, o sobrenome e o chimarrão.

Carlos Eduardo Back

Mas afinal só queremos um amor, ser cuidado.
Ter alguém pra dividir a vida, o pingo e o chimarrão.

Carlos Eduardo Back

Na mão levo o chimarrão,
E mil segredos trago no coração.

Milena Corrêa

Chimarrão e Pinhão, Fusão perfeita...
Parceria que aquece o corpo e conforta a alma.

Tere Marcellino

No frio do inverno só o Chimarrão tem o poder de aquecer a alma e trazer paz ao coração.

Tere Marcellino

Terapia pra toda e qualquer situação: música gaúcha e chimarrão!

Carlos Eduardo Back

Não se engane Vivente.
Domingo só é bom se for acompanhado de um bom Chimarrão...

Tere Marcellino

Na meu rancho, chimarrão e amor tem a vontade, a hora que tu quiser ♥

Carlos Eduardo Back

tu não é chimarrão, mas me faz bem a alma, me acalma, me traz a paz..

Carlos Eduardo Back

tu não é chimarrão, mas me faz bem a alma, me acalma, me traz a paz, me aquece o coração!

Carlos Eduardo Back

Beleza me atrai, mas GAÚCHA com Chimarrão me conquista!

Carlos Eduardo Back

Tem gente que não vale o chimarrão que toma!

Carlos Eduardo Back

NAMORAR PODE SER LEGAL.
- Mas eu prefiro TOMAR CHIMARRÃO.

Carlos Eduardo Back

Amargo chimarrão, tu és mais doce que a pessoa que um dia disse que me amava e se foi...

Carlos Eduardo Back

-Nosso Sul tem civismo e tradição, churrasco e chimarrão! Cantamos o hino com amor no coração, trabalhamos de sol a sol, temos orgulho desse chão.

Danylo Iatski

Não sei o que seria de mim sem teus beijos, teu amor, sem o nosso chimarrão...

Carlos Eduardo Back

Beijo, Churrasco e Chimarrão.
Tchê, eu te garanto:
Não há melhor combinação!

Carlos Eduardo Back

De sentimento. CHIMARRÃO

Surge o desejo, o vício é duas caras, mas
Pego o chimarrão e coloco dentro da cuia,
Depois despejo por cima a água gelada,
Que ocupando os vãos, forma a bebida.

Encho o meu pulmão do cheiro natural,
Só que ele volta pro ar; ponho a bomba
De metal sobre o mate! E me preparo
Para ser por ele arrebatado, e sou então.

Sugo devagar, o esforço é muito intimo;
O sabor é o resultado de dois corpos, ­­
O mate e a água, eclipsados – o tempo.

É belíssimo o espetáculo; é indescritível
O amargo; que eu, Quase, não sustento,
Mas é notável perdê-lo, pois o cheio é vago:

R. S. JABIS