Cavaleiros

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Às vezes os melhores nadadores morrem afogados e os melhores cavaleiros caem dos cavalos.

Desconhecido

"Não a nós, Senhor, não a nós, mas ao Vosso nome dai a glória!"

Cavaleiros Templários

Pelo Mundo (Hades BR)
Saint Seiya

Ouvir uma canção
É melhor do que chorar
Receba o meu calor
E nem pense em se entregar

Não vou esperar
Que o mundo irá mudar
Tão depressa assim
A luz dominar
E as trevas acabar

Eu vou lutar, acreditar
até o fim
Vou caminhar e te buscar
até te encontrar

E sempre devagar
Eu vou me aproximar
Do pouco que sonhei
De todos que eu amar

O tempo vai passar
Mas não desistirei
Eu vou te entregar
O amor que eu sonhei

A dor que vem nos cercar
Que nos força a desistir
Teremos que enfrentar
Sei que vamos conseguir

Não quero mais me render
Nem posso me machucar
Eu não quero perder
Meu destino é lutar

Tudo que eu conquistei (por você)
eu não quero mais perder (para sempre)
Guarde tudo que falei (e escute)
Deste amor eu não desistirei (É o meu sonho)

Cavaleiros do Zodíaco

Somos separados daqueles que amamos, e enfrentar essa dor nos torna ainda mais fortes.

Cavaleiros do Zodíaco - Prólogo do Céu

"As flores nascem e depois murcham... as estrelas brilham, mas algum dia se extinguem.... comparado com isso, a vida do homem não é nada mais do que um simples piscar de olhos, um breve momento. Nesse pouco tempo, as pessoas nascem, riem, choram, lutam, são feridas, sentem alegria, tristeza, odeiam alguém, amam alguém. Tudo isso em um só momento." -

Shaka de Virgem Cavaleiros do Zodíaco

“Já vi cavaleiros de armadura entrarem em pânico à primeira vista da batalha. Vi um humilde escudeiro desarmado arrancar uma lança de seu próprio corpo para defender um cavalo agonizante. A nobreza não é um direito inato; ela é definida pelos atos da pessoa”.

Kevin Costner como Robin Hood

"Os generais pensam que a guerra deve ser travada como os torneios da Idade Média. Cavaleiros não têm utilidade para mim; preciso de revolucionários."

Adolf Hittler

Não basta apenas possuir em mãos as rédeas da vida. Até mesmo o melhor dos cavaleiros já foi derrubado de seu cavalo

Anderson Martins

Admiro cavaleiros.
Seres em extinção.
Homens raros.
Sejam eles Templários... Hospitalários...
São seres de Almas nobres.
Misturam coragem, fé e amabilidade.
Cortesia, gentileza e força.

Rosiana Carvalho

Quando o principe virar sapo, as bruxas tirarem as mascaras, os cavaleiros morrerem de overdose e a princesa ficar só, vou esta de camarote

W. gomes

Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse – Apocalipse 6

Nós temos no sexto capitulo de Apocalipse, a descrição dos eventos correspondentes à abertura dos seis primeiros selos do livro lacrado, pelo Cordeiro.
O que vemos aqui é a liberação de poderes de destruição que estarão operando na terra, de um modo como nunca puderam agir antes.
Jesus se referiu a este período da Grande Tribulação com as seguintes palavras em Seu ministério terreno:
“21 porque haverá então uma tribulação tão grande, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá.
“22 E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias.” (Mateus 24.21-22).
É a esta abertura de selos que correspondem tais palavras.
Não ao princípio de dores, que será vivido pela Igreja antes do arrebatamento, nos períodos sucessivos da história cristã, especialmente quando estiver se aproximando o período da Grande Tribulação, em que tais dores se intensificarão por causa da multiplicação da iniquidade.
Temos motivos para crer que estamos vivendo estes dias do princípio das dores, pelas ocorrências que temos testemunhado em todo o mundo, e que têm afetado profundamente a vida da Igreja, notadamente no que se refere à dificuldade profetizada na Palavra, quanto a se viver uma vida santificada, sem estar conformada ao mundo.
A abertura dos quatro primeiros selos corresponde a eventos que estão acontecendo na terra, tipificados nos quatro cavalos e seus cavaleiros.
O quinto selo corresponde à determinação da marcha das ocorrências relativas ao tempo do fim, com o clamor daqueles que foram mortos por causa do testemunho de Cristo.
O sexto e sétimo selos correspondem à segunda vinda do Senhor, e os eventos que sucederão próximo e durante este seu retorno.
Os selos são simbólicos.
Um testamento que era deixado a alguém no passado deveria ser lacrado sete vezes, segundo a lei romana, e assim não poderia ser violado sem que fosse percebido.
Este é um testamento lacrado.
É Deus está legando o mundo a Cristo.
Cada selo revela que eventos acontecem para que Ele retome o mundo para dá-lo a Seu Pai.
Em Apo 6.4 lemos:
“E saiu outro cavalo, vermelho, e ao seu cavaleiro foi-lhe dado tirar a paz da terra para que os homens se matassem uns aos outros; também foi-lhe dada uma grande espada.”
Assim, temos aqui a guerra, e o começo da ordem mundial para uma matança volumosa, que terá o seu ápice nos dias do Anticristo.
Nos verso 5 e 6:
“quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente, dizendo: Vem. Então vi, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes, dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho.”
Isto se refere às condições de fome.
Não há bastante comida para todos e isto é o resultado de guerras.
Então temos o quarto selo nos versos 7 e 8:
“Quando o Cordeiro abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizendo: Vem. E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte: e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra.”
Temos aqui o massacre de um quarto da população do mundo.
Muitos identificam o cavaleiro do cavalo branco correspondente ao primeiro selo com Cristo, mas nos parece uma forma errônea de interpretação, porque, como vimos antes, estão em referência poderes destruidores que não serão mais retidos pelo Espírito.
O mistério da iniquidade não estará sendo mais retido.
É a hora do Anticristo ser coroado e receber o arco com o qual ferirá principalmente os santos, é a hora de Satanás e dos demônios agirem com grande liberdade, para afligirem os homens, que não se encontram debaixo da proteção de Deus nesta hora difícil, e por isso é chamada de Grande Tribulação, que deve ter os seus dias abreviados, de forma que se Deus não previsse um tempo para a sua duração, nenhuma carne restaria sobre a terra.
Assim o cavalo branco e seu cavaleiro representam a falsa paz e segurança que são oferecidas, com engano, pelo Anticristo, e que encantará a muitos, a ponto de ser adorado por eles, como se fosse um deus.
Esta é mais uma forma de juízo, porque Deus os deixou entregues a si mesmos, para darem crédito à mentira, porque se recusaram dar ouvidos à verdade.
Diz-se que saiu vencendo e para vencer porque será dado ao Anticristo que faça guerra contra os santos e prevaleça contra eles nesse período. Não propriamente sobre seus espíritos, mas sobre seus corpos, conforme está declarado em Daniel, e em outras passagens deste livro de Apocalipse, conforme veremos adiante.
É importante frisar que estes poderes destrutivos são liberados debaixo da ordem dos querubins ou seres viventes.
Eles dizem: “Vem!”.
Não seria de se esperar que dessem tal ordem a Cristo caso fosse o cavaleiro do cavalo branco.
Os querubins são os guardiões da santidade de Deus.
Eles foram colocados no Éden para guardar o caminho para a árvore da vida.
Então se estão dizendo “vem” no sentido de “que podem operar agora”, o significado claro é que tais poderes queriam operar, mas estavam retidos pelo poder de Deus, até que lhes foi permitido agirem debaixo da Sua permissão, no tempo que estava designado para a sua ação.
O diabo veio roubar, matar e destruir.
Este é o seu desejo latente e grande vocação.
O seu grande desejo é especialmente o de magoar os santos do Altíssimo, o que nunca foi e jamais será o desejo de Cristo, que veio em oposição ao diabo, dar aos cristãos, vida em abundância.
Deste modo, se o diabo não destrói mais do que vemos é porque isto não lhe é permitido por Deus.
Ele poderia se conter nestas destruições para tentar frustrar o propósito de Deus, mas ele não pode se conter, porque isto não está na Sua natureza perversa e cheia de ódio contra a humanidade, contra Deus e contra tudo o que Ele criou.
Ele não deixará, portanto, de agir rápido para destruir, tão logo seja aberta para ele tal oportunidade.
Por isso lemos no final deste capítulo o seguinte, relativamente à abertura do sexto selo:
“15 E os reis da terra, e os grandes, e os chefes militares, e os ricos, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas;
16 e diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro;
17 porque é vindo o grande dia da ira deles; e quem poderá subsistir?”
Ora, alguém dirá: afinal a ira é de Deus ou do diabo?
A ira de Deus é contra o mundo de pecado.
A ira do diabo é contra Deus e tudo quanto é santo e contra tudo que Deus criou.
Se Deus fica irado com o pecado a ponto de permitir as destruições que são descritas neste livro, então é porque a medida da iniquidade dos homens foi completada, depois de ter usado de grande longanimidade para com a humanidade, por um longo período em toda a dispensação da graça, e em face da falta de arrependimento dos homens, Ele manifestará por fim a Sua ira contra o pecado, permitindo que as forças do Inimigo operem, como forma de juízo contra todos aqueles que resistiram à Sua vontade.
É importante destacar, que nesta hora, a Igreja já havia sido arrebatada.
Aqueles que vierem a se converter e se arrependerem de seus maus caminhos, neste período difícil da Grande Tribulação, o farão debaixo da manifestação destes juízos, que sobrevirão a todas as partes do mundo, por causa do pecado.
Aos que amaram o erro e a mentira, os maus senhores deles, o diabo e o pecado, dar-lhes-ão a devida paga por lhes terem servido, e não ao único Deus amoroso, fiel e verdadeiro.



“1 E vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos, e ouvi um dos quatro seres viventes dizer numa voz como de trovão: Vem!
2 Olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava montado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vencendo, e para vencer.
3 Quando ele abriu o segundo selo, ouvi o segundo ser vivente dizer: Vem!
4 E saiu outro cavalo, um cavalo vermelho; e ao que estava montado nele foi dado que tirasse a paz da terra, de modo que os homens se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.
5 Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizer: Vem! E olhei, e eis um cavalo preto; e o que estava montado nele tinha uma balança na mão.
6 E ouvi como que uma voz no meio dos quatro seres viventes, que dizia: Um queniz de trigo por um denário, e três quenizes de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho.
7 Quando abriu o quarto selo, ouvi a voz do quarto ser vivente dizer: Vem!
8 E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava montado nele chamava-se Morte; e o inferno seguia com ele; e foi-lhe dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, e com a fome, e com a peste, e com as feras da terra.
9 Quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que deram.
10 E clamaram com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra?.
11 E foram dadas a cada um deles compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda por um pouco de tempo, até que se completasse o número de seus conservos, que haviam de ser mortos, como também eles o foram.
12 E vi quando abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto; e o sol tornou-se negro como saco de cilício, e a lua toda tornou-se como sangue;
13 e as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira, sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes.
14 E o céu recolheu-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares.
15 E os reis da terra, e os grandes, e os chefes militares, e os ricos, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas;
16 e diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro;
17 porque é vindo o grande dia da ira deles; e quem poderá subsistir?” (Apocalipse 6.1-17)

Silvio Dutra

Aprendizes, cavaleiros e líderes
Mircea Eliade, estudioso que dedicou a vida à pesquisa das religiões, afirma que São Francisco de Assis, durante a juventude, devorava os romances franceses de cavalaria, admirando, sobretudo, a perfeição moral de Percival e Galaad, dois dos doze cavaleiros do Rei Arthur. Pouco depois, Francisco de Assis tornou-se também uma espécie de cavaleiro de Cristo, tomando para si a missão de propagar os ensinamentos cristãos por meio do despojamento de bens materiais e da dedicação exclusiva aos necessitados. Era um líder nato e, assim como Jesus de Nazaré, Gandhi, Martin Luther King e Madre Teresa de Calcutá, jamais precisou se impor por meio da força física, das armas ou de qualquer outro recurso bélico. Essas personalidades construíram suas obras e ascenderam à categoria de líderes, dispondo da inteligência, do espírito reto, da solidariedade e da habilidade com as palavras. O passado da humanidade está repleto de exemplos dessa natureza. Exemplos de como a literatura, a religião, a história e o conhecimento, de modo geral, nos oferecem subsídios, parâmetros e modelos para que possamos compor, aos poucos, a nossa própria verdade interior. Uma formação adequada - tenhamos ou não consciência disso - deriva do acúmulo de saberes provenientes da educação formal, da tradição oral e de uma espécie de biblioteca universal cujas obras narram a saga das principais personagens de todos os tempos. Líderes espirituais, sociais e artísticos, que souberam agregar adeptos em torno de ideais revolucionários que subverteram a ordem das coisas no seu tempo e espaço, criando novas concepções sobre o mundo e sobre a vida. Mas, neste início de milênio - período marcado pela brutal inversão de valores e pelos magníficos avanços da ciência e da tecnologia - como se formam os novos líderes? Como executar essa tarefa desafiadora de unir indivíduos singulares, de histórias e origens diversas em função de um único objetivo? A resposta para essas questões está na educação de excelência, que viabiliza o desenvolvimento de talentos e potenciais variados. O espírito de liderança - força motriz que impulsiona a coletividade em direção às conquistas - é desenvolvido por meio do estímulo e do incentivo de habilidades e competências. Escolas e educadores, governos e demais instituições sociais têm de se unir para priorizar a formação de uma geração mais crítica, questionadora, contestadora, participante e devidamente consciente de seus direitos e deveres. É dessa liderança que o Brasil e o mundo precisam. Uma liderança capaz de construir uma sociedade livre da violência, do preconceito, da intolerância e dos conflitos generalizados que vêm dando o tom da dinâmica das relações em todo o planeta. Os líderes do século 21 têm de ter a paz, a conquista da cidadania, a preservação do meio ambiente e o respeito às diferenças como metas prioritárias. Cabe às escolas, aos educadores e aos demais agentes de transformação social propiciar às crianças e jovens o acesso às informações, à discussão, ao debate e à reflexão - ferramentas essenciais para a formação desses novos artífices que elevarão o Brasil a uma posição privilegiada no cenário internacional. A apreensão de saberes diversos é a garantia de que poderemos traçar rotas singulares que, juntas, contribuirão para formar o mapa que apontará os caminhos e delimitará as fronteiras da vida em sociedade. Que os representantes desse novo tempo compreendam que a verdadeira liderança pode e deve ser exercida com sensibilidade e amor - ingredientes essenciais à construção do futuro sonhado por todos nós.


Publicado na Revista Conjuntura Econômica

Gabriel Chalita

Ôh! "Blue" daquela estrada
Ôh! "Blue" dessa noite
Cavaleiros alados do além
Mensageiros certeiros da vida!

Ôh! "Blue" desse mar imenso
Ôh! "Blue" deste céu
Nos mostrai o caminho da vida
E de onde buscar a certeza!

Ôh! "Blue" daquela estrada
Ôh! "Blue" dessa noite
Cavaleiros alados do além
Mensageiros certeiros da vida!

Ôh! "Blue" desse mar imenso
Ôh! "Blue" deste céu
Nos mostrai o caminho da vida
E de onde buscar a certeza!

Todo azul das flores de maio
E o infinito em volta de mim.

Nos mostrai o caminho da vida!

Donizeth Jacob.

Não existe contos, na vida real são os cavaleiros sempre morrem.

Renilmar Fernandes

Quem vive na violência, vai morrer na violência!
Assim são os Cavaleiros Andantes, viver e morrer pelo aço!


Crônicas do Cavaleiro Errante

Trecho de UMA JUSTA VÊNIA PARTE DOIS

Cristiano Wellington da Silva (Poeta Errante de Diadema)

Romance..
“Uma prova de Amor”


1727...
Época de grandes cavaleiros e belas amazonas, que destemidos; lutavam por suas terras, com honra de defendê-las até o fim.
Nesta era onde reinava um impiedoso rei, cujo lema era matar ou morrer, os moradores se viam ameaçados por suas leis insanas e cruéis.
Somente os grandes “senhores de Terras”, fazendeiros da região eram vistos pelo rei como pessoas de valores... Enquanto pequenos camponeses eram tratados como animais.
O rei por sua vez, escondia um grande tesouro...
Tesouro que ele amava muito, mais que tudo nesta vida.Mas além deste tesouro ele escondia um grande segredo.Este que somente ele e seu criado sabiam.
Julie , jovem, crescera em berço de ouro ; filha do temível rei...Que a guardava e a protegia de todos que tentavam se aproximar .
A bela princesa portava um dom, que a deixava ainda mais perfeita. Sua beleza era inigualável a qualquer outra moça da região.
Julie , delicada como as pétalas de uma rosa...frágil como uma taça de vidro...pura como a água...mas não inocente como uma criança... Seus cabelos longos vislumbravam sua beleza... cor d’ ouro, brilhavam aos raios do sol, sua pele tão clara como algodão... e macia como a seda...seus olhos eram como o céu em dia de sol... seu sorriso era como o diamante...possuía um brilho natural...Teu corpo virgem era o mais desejado pelos grandes cavaleiros.
Julie tinha um olhar sedutor, encantava e amolecia qualquer coração... Não havia ninguém que resistisse ao seus encantos...
Até que um dia, enquanto desfrutava de uma paisagem maravilhosa do alto de seu castelo; avistou um belo camponês... braços fortes, alto, corpo moreno, pernas bem torneadas, abdomem viríl, olhos verdes como as folhas de uma macieira.
Este era Hanrry. Nome nobre, mas cuja nobreza não havia...Seus valores mesmo estavam em seu caráter. Desejado por várias amazonas e camponesas, Hanrry procurava um amor verdadeiro o qual, ainda não havia lhe aparecido...Um amor que teria uma pureza sem fim, seguida de intensas e ardentes noites de amor...
Todas as mulheres que conhecia lhe viam como um troféu...Desejado por muitas acabou não sendo de nenhuma.
Julie... se apaixonara à primeira vista; Ao ver aquele corpo, sentiu algo tão forte que lhe fez imaginar coisas que nem em sonho podiam se realizar.
Mas ela sabia que aquele belo camponês não seria bem visto aos olhos de seu pai...
Assim ela começou seus dias de sofrimento; Não se alimentava e nem bebia nada! Enquanto o belo Hanrry sonhava em encontrar seu eterno amor!
O rei por sua vez estava preocupado com as atitudes de Julie...Não conseguia mais ver seu tesouro tomado de sofrimento... Até que um dia, resolveu conversar com a bela jovem para saber o motivo de tamanha dor!
Julie disse a seu pai que estava apaixonada por um homem cuja nobreza não era a mesma da sua...O rei não mesmo esperou a conversa cessar e disse a Julie, que a ninguém ela deveria amar, pois ela não seria de nenhum.
O rei mesmo amargurado em deixar a filha em extremo sofrimento, não voltou atrás...
Continuou rude e impiedoso.
Ele guardara um segredo importante...
Segredo que comprometera a imagem de sua vida...Segredo que mudaria a história de sua família... Ninguém podia imaginar que a doce Julie não seria a filha de um rei cujo coração era frio e vazio.
Na madrugada do nascimento de Julie o criado de maior confiança do rei fez a grande troca...
No mesmo dia em que Julie nasceu um outro parto havia sido feito só que foi de um menino. O filho do rei nascera um menino! Indignado com tudo pediu a seu criado que trocasse os bebês...Pois sua tão amada rainha desejara uma menina! E assim foi feito...Tempos depois a rainha veio a falecer devido uma forte febre, que na época era difícil ser controlada.!
Julie na verdade não é filha do rei... E este segredo está prestes a ser revelado, pois Julie estava decidida a contrariar a vontade do rei e tentar conquistar seu amor!
Hanrry sem saber que era amado por uma bela jovem, continuava sozinho à procura de um amor verdadeiro...
Até que um dia, Julie saiu de seu castelo e foi ao encontro de Hanrry...Ele sem entender a atitude da bela jovem, com a maior delicadeza lhe deu atenção; mas mesmo assim; não acreditava que tal beleza e nobreza estariam ali, frente a frente com ele, apenas observando seu trabalho...
Julie sem dizer uma palavra, sorriu...E com os olhos brilhando de lágrimas, estava imóvel... Foi quando de repente saiu correndo e Hanrry sem nada entender pois- se atrás da moça até alcançá-la, e quando a tocou; a teve em seus braços e com um beijo, e assim se iniciou uma linda noite de amor...
Uma pequena cabana foi testemunha da união de dois corpos tornando-se num só...
Naquele momento não se ouvia nada, à não ser sussurros e suspiros, vindo de ambos que se entregaram completamente a paixão. E ali adormeceram. Assim que clareara o dia, eles foram encontrados pelos cavaleiros do rei...Hanrry foi preso na masmorra e Julie trancada em seu quarto; foi proibida de sequer pronunciar o nome de Hanrry...
Tomada de sofrimento e abatida com tudo, Julie adoeceu...Enquanto Hanrry gritava e nem ao menos era ouvido...Triste por estar preso por amor ele tentava uma maneira de escapar; mas tudo era em vão!
O rei, vendo o sofrimento e fragilidade da saúde de sua filha não deu o braço a torcer, jurou não permitir que tal homem a tocasse novamente... Nem Hanrry nem ninguém...
Julie ficava mais debilitada a cada dia...Sua saúde estava ruim...E Hanrry continuava aprisionado e sofrendo...
Em um dia de maior angústia Hanrry berrou tão forte que Julie pôde ouvir, mas mesmo assim ela nada podia fazer...Até que uma humilde criada do rei, libertou Hanrry... vendo o sofrimento de Julie ela resolveu levá-lo até ela...Mas era tarde demais...Em seu leito de morte, ao ver Hanrry deu um último suspiro, cerrou seus olhos e ali descansou...A mesma febre que matara sua mãe foi a mesma que também lhe tirou a vida.!
Descansou...Mas com a pureza de uma mulher... E não mais como uma virgem, pois viveu um intenso amor em apenas uma noite...
Julie se foi por inteira levando consigo a lembrança de Hanrry...Que se via tomado de ódio por ter perdido o único amor verdadeiro e puro que ele tanto procurava....Não pensando duas vezes resolveu ir atrás do rei...Rei que ainda não sabia da notícia de sua filha..Os dois ao se verem frente a frente iniciaram uma luta que acabou resultando na morte do rei; Hanrry por ser mais forte acabou por matar seu próprio pai, não sabendo disto até o instante em que o fiel criado do rei revelou tal segredo...Apesar de saber que o rei era um rei impiedoso e rude Hanrry de coração bom aceitaria o pai. Não conformado por duas perdas; uma por ter sido por suas próprias mãos Hanrry enlouqueceu.
Durante muito tempo o jovem camponês ficou sobre os olhos de tal criado que cuidou dele como se fosse seu filho; até o dia em que ele se recuperasse para assim tomar o lugar que lhe era de direito!
Hanrry se tornou um rei amargurado; e inconformado com a perda de seu amor!
Jurou solidão e viveu um amor eterno por Julie; mesmo não a tendo em seus braços.

“Não julguais as pessoas pelo que elas são ou pelo o que fazem... Pois você não sabe o que aconteceu com elas”...!

Júh Mello ...

Soneto Aos Cavaleiros Da Ordem De Santiago

Rumo com o alazão para as cruzadas
Era heróico o tempo das aventuras
Minha alma e lâmina suja de sangue
Sob trompas e flâmulas, marcho horas

Rubra cruz, sob alvo manto carrego,
Esta é a minha carga mais difícil
Mas, meus muitos votos, jamais os nego
Só assim sobreponho-me sobre os pífios

Títulos honrosos ganhos em campo
Glorificar-me-ão em futuro tempo
Mal posso esperar por este momento

Os bardos dão-nos flamencos e fados
Escudo meu, repousa ao meu lado
Que estes me protejam dos meus tormentos

Arthur Xenofonte

Cavaleiros do Rei

Muitas mulheres vêm criticando a letra da musica "Esse cara sou eu", por isso, resolvi escrever isso.

Desculpem-nos, mas há mulheres que não querem encontrar esse cara, ou talvez não querem ser realmente amadas e então irão buscar milhões de desculpas para justificar a opção de inteira liberdade pessoal. Ilusoriamente estão tentando encontrar um ser muito especial, sem nenhum defeito, que não existe e não existirá, talvez por os serem humanos não serem perfeitos. O que precisamos é aprender a viver com os nossos defeitos e dos outros, mas sobre tudo, buscar as qualidades das pessoas e que sirvam de exemplo para melhorar as nossas vidas. Enfim, ser feliz nesse processo de evolução, chamado vida!
Mensagem em defesa de Vossa Majestade.

Célio Magrini

Guerreiras Amazonas geram cavaleiros guerreiros...
Mães guerreiras geram guerreiros cavalheiros.

Lenilton Silva

"Ta pensando o que rapá? Dragão, Beholder, Cavaleiros do Caos... Não tem pra ninguém. Só tenho medo de barata e mulher maluca"

João Paulo (JP - Jovem Nerd)