Cartas de Amizade Verdadeira

Cerca de 2113 cartas de Amizade Verdadeira

SIM

Meu bem, sou bem assim, sim: tim- tim por tim –tim, de verdade, para lá de verdadeira, espevitada, moleca, serelepe, traquina, fagueira, festeira, faceira, beijoqueira, brejeira, matraqueira, escrivinhadeira, super amorosa, orgulhosa, indecente de tão inocente, cheia de poesia, de energia e alegria, comprometida, desmedida, enfim, do começo ao fim: tri-afim de mim, uma gaúcha de primeira, bem brasileira, tão intensa quanto inteira!
Guria da Poesia Gaúcha

Guria da Poesia Gaúcha

Existem dois tipos de felicidade, a felicidade verdadeira, aquela que quando se tem vc é realmente feliz e completo.
Porém existe também a felicidade clandestina, que é aquela em vc fica feliz em alguns estantes e é bom, muito bom, porém quando não se está "feliz" vc fica pior que antes do pico de felicidade.

Você

"A verdadeira mudança começa na mente".
É essa frase que todos os atletas usam, para reeducar suas alimentações, para aguentar seus treinos árduos, finalizações, etc.
Mas atleta que é atleta também cuida de seu psicológico.
Uma dica para quem está com o humor perturbado: Os principais neurotransmissores envolvidos com o bom humor são: serotonina, dopamina e noradrenalina. A serotonina é derivada do triptofano, encontrado em alimentos ricos em proteínas como o grão-de-bico, a ervilha, feijões, a carnes, peixes, ovos e leite e derivados. A dopamina e noradrenalina são produzidas com a ajuda da tirosina, um aminoácido encontrado nos alimentos fontes de proteína, citados acima.
Atleta de verdade sabe administrar seus demônios internos e controla-los para não solta-los em cima das pessoas que convivem com o mesmo, que o apoiam e o ajudam em sua rotina em seu dia-a-dia.
É obvio que a privação de nutrientes essenciais para nosso organismo ajudam a afetar o seu mau-humor, assim como os hormônios e a consistência em sua rotina em seu dia-a-dia. Mas auto-controle e senso é essencial em todos os pontos da vida.
Não existe nada mais feio no mundo do que pessoas descontroladas, convenhamos.

Beatriz Citro

Abri o teu livro
(Deus sabe muito bem
como é verdadeira
a minha afirmação)
e encontrei-me
nas tuas mãos
par de flores
dum só jardim
aberto
em percepção
certo
tremo...
porque não posso
não quero
fechá-lo
(a ele , o livro)
leio-o devagarinho
temo por tão belo
papel branquinho
por tão sentidas
e dedicadas palavras
é meu ?
o certo é que com o teu livro
tão perto... apertadinho !
o meu coração prisioneiro
é feliz na liberdade
das mãos ...

e nunca antes
a palavra Para
veio desta maneira
em dedicatória
de toda a vida ,
a vida inteira !


[Távola De Estrelas] De Ti Para Mim - O Livro que Tu me Deste - 23 de setembro de 2011, 01:09:59 Eu Canto o Poema Mudo

Luiz Sommerville Junior

“A verdadeira poesia vem de dentro de você;
O verdadeiro verso é você.
Por isso me torturo tanto, penso tanto, hmm imagino tanto.
Sei lá, você se tornou uma parte de mim, uma parte existente.
Seria bom se eu não te conhecesse… Mas quem eu estou querendo enganar? Acabei me apegando, ou melhor, me apaixonando.”

Maiara Pietra Tomaz

A verdadeira mulher e aquela que n. quer ser outra pessoa quer ser ela mesma
Vejo o céu todos os dias todas as noites,
Mas sempre quando olho, percebo que ele esta diferente.
Não sei o motivo nem a razão, mas esperai...
Olha lá, esta lá, achei o problema,
Mas espere porque essa estrela só aparece à noite, será que e para brilha mais que as outras.
Mas porque de manha ela não esta lá, mas der repente essa estrela n. esta mais no céu.
Nem de manha nem a tarde muito menos a noite... A estrela mais bela se apagou?
Dois anos se passou, a estrela continua sumida, mas espere lá o que estou a ver.
Será que a estrela do céu veio para a terra para brilhar...
Meu deus, mas ela e a mais bela mesmo,
Se deus criou a terra em seis dias, nos sete ele fez você.

lucas

A Verdadeira Raiz do Mal

O poder de influência de uma pessoa sobre outra, para moldar o seu comportamento, está bem expresso no dito popular: “diga-me com que tu andas e eu te direi quem és”.
É com base neste princípio que o Arqui-Inimigo de nossas almas se utiliza de instrumentos para tentar e estimular a muitos a avançarem na prática do mal.
Isto é notório no uso do meio cultural-artístico, especialmente através da música moderna e das produções de Hollywood.
Ledo engano portanto, pensar que lutar para tentar impedir o estabelecimento de um governo mundial para que não se perca as liberdades individuais, seria a solução dos problemas do mundo, ou mesmo pensar, como não poucos pensam, e se empenham para a sua consumação para o mesmo fim, não é definitivamente a resposta para o problema do mal.
Porque este está ligado ao coração humano e dali pode ser removido somente pelo poder de Jesus Cristo, quando nos entregamos voluntariamente a Ele.
Um Sabetai-Zwi, Alester Crowley, Albert Pike, Charles Darwin, entre muitos outros são apenas meros instrumentos através dos quais Satanás dá à humanidade, em maior dimensão, aquilo que ela procura, a saber, liberdade para expressar todo o seu potencial pecaminoso contrário à vontade de Deus.
De modo que nosso Senhor Jesus Cristo afirmou que todo homem é escravo do pecado e se encontra portanto, debaixo da escravidão de Satanás, e disso pode ser libertado somente pelo Seu poder divino.
Eis então, apresentada em poucas linhas, a real causa do mal que afeta o mundo. Não vem de fora, vem do nosso próprio interior que se manifesta e se expressa exteriormente com maior intensidade quando tentado e estimulado para a prática do pecado.
Se não fosse a restrição que o Espírito Santo vem fazendo ao longo dos séculos, para que este mal não se alastrasse, de há muito a própria humanidade teria colocado um fim em si mesma.
Lembremos que a iniquidade que conduziu à prática de uma barbárie e violência tão extrema nos dias de Noé, conduziu ao extermínio de todos com exceção de Noé e de sua família, para que através deles se desse início ao repovoamento da Terra.
As coisas parecem estar marchando na mesma direção nos nossos dias, uma vez que nosso Senhor nos ensinou que os últimos dias seriam como os dias de Noé, pois é notável que a violência tem se espalhado de forma desenfreada, uma vez que o Espírito Santo já não está restringindo como dantes, o pecado naqueles que buscam o mal, e o resultado será o de que Cristo arrebatará aqueles que amam a justiça e a verdade, para que sejam traduzidos os juízos de Deus descritos nas páginas do Apocalipse sobre aqueles que deram crédito à mentira.

“2Ts 2:3 Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição,
2Ts 2:4 o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.
2Ts 2:5 Não vos recordais de que, ainda convosco, eu costumava dizer-vos estas coisas?
2Ts 2:6 E, agora, sabeis o que o detém, para que ele seja revelado somente em ocasião própria.
2Ts 2:7 Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém;
2Ts 2:8 então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda.
2Ts 2:9 Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira,
2Ts 2:10 e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos.
2Ts 2:11 É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira,
2Ts 2:12 a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça.”

Silvio Dutra

A Verdadeira Justiça Social

Ao estudioso que se aplica à tentativa de compreender o que seja a verdadeira justiça social aplicada no mundo, focalizando toda a sua atenção em um ponto específico, como por exemplo, o da distribuição da renda; ou o da regulamentação do trabalho; ou ainda a aquisição de bens de consumo, formas de acesso à educação, à informação, aos serviços de saúde, etc, sem que se faça uma análise da condição humana desde a fundação do mundo até os nossos dias, quanto a todos os itens referidos, com uma paciente e cuidadosa avaliação de todos os aspectos envolvidos em tudo o que possa ser considerado um avanço ou ganho para a humanidade, é bem possível que se chegue à conclusão e defesa de determinadas ideologias pela ilusão de que há nelas a própria substância da verdadeira justiça social.
Todavia, uma análise abrangente da história do que chamamos de desenvolvimento social da humanidade, sem preconceitos e balizada por princípios justos e verdadeiros, conforme os que encontramos revelados na Bíblia, há de nos conduzir seguramente à conclusão de que este mundo é tenebroso, e que toda a humanidade se encontra desde que o primeiro homem pecou, debaixo da maldição proferida por Deus, quanto às condições extremamente injustas que o homem padeceria e praticaria como consequência do seu pecado.
Todos sofrem deste mal, e toda a criação geme a um só tempo conforme dizer do apóstolo Paulo em Romanos 8.
O chamado progresso experimentado pelos EUA depois da Guerra Civil de Secessão, na segunda metade do século XIX, com a expansão da indústria petrolífera com Rockefeller, do aço e da construção civil com Carnegie, da eletricidade com J P Morgan, e das ferrovias com Vanderbilt, foi à custa de jornadas de trabalho dos operários, em condições insalubres, de até doze horas diárias por seis dias por semana, e com salários irrisórios, para a acumulação de capital e lucros exorbitantes pelos referidos monopolistas; os quais, para resguardarem seus interesses, por décadas, corrompiam ou usurpavam o poder governante.
Mesmo com a posterior quebra dos monopólios, Rockefeller, por exemplo, se tornou mais milionário ainda com a posse da maior parte das ações das novas empresas criadas.
A nova classe média, que passou a ter acesso, no início do século XX, a produtos que dantes era considerados inacessíveis, como o automóvel, por exemplo, fabricados a preços populares por Ford, caiu, desde então, no padrão consumista que alimenta a economia mundial mesmo nos blocos comunistas, aí incluídos a própria Rússia e China, que fez do dinheiro (o deus Mamom) o grande objeto de desejo inclusive das massas.
E este novo modo de vida ditado pela mídia e estimulado pelos próprios fabricantes e detentores de bens e serviços, tem conduzido por sua vez ao padrão extremamente liberal de uma sociedade que despreza os valores de uma sadia moralidade bíblica, e que apoia o individualismo dominado pela ganância, contra um viver coletivo em prol da família e da sociedade – quando falamos coletivo não estamos aludindo a comunismo ou socialismo, porque independente do regime político sob o qual se viva, seja democrático ou não, este sentimento individualista permeia o coração do homem pós-moderno, mesmo nas chamadas atividades coletivas, onde cada um procura sobrepujar o seu companheiro.
Assim, este sentimento devorador por obtenção de posição de poder financeiro, passou da elite para a população em geral nas sociedades moderna e pós-moderna.
Se antes, o homem era escravo do patrão, agora ele é escravo do dinheiro.
E a Bíblia alerta, quer a ricos, quer a pobres, que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, e que aqueles que desejam ser ricos se acumulam de muitas dores, e perdem a fé em Deus.
Nunca haverá portanto, neste mundo, dominado pelo pecado e amaldiçoado em razão do pecado, uma verdadeira justiça social construída pelo próprio homem.
Entretanto, esta busca de uma justiça verdadeira não é uma utopia, ela será uma realidade plena quando da manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo, em sua segunda vinda, em poder e grande glória, para estabelecer o seu governo juntamente com os santos sobre a Terra.
Ademais, de que vale a justiça que se baseia apenas em um ou mais dos aspectos citados no início deste artigo, se o homem permanecer sendo escravo do pecado?
Assim, a maior justiça de todas, que podemos obter neste mundo, independentemente da injustiça que grassa sobre o mundo desde que o primeiro homem pecou, é aquela que recebemos pela fé em Jesus Cristo, que nos torna justificados perante a exigência da santidade e justiça de Deus.
E esta justiça há de compensar todas as formas de injustiça que possamos sofrer neste mundo.

Silvio Dutra

"A Sabedoria da Não-Violência

A vida verdadeira é como a água:
Em silêncio se adapta ao nível inferior
Que os homens desprezam.
Não se opõe a nada,
Serve a tudo.
Não exige nada,
Porque sua origem é da fonte imortal.
O homem realizado não tem desejos de dentro,
Nem tem exigências de fora.
Ele é prestativo em se dar
E sincero em falar,
Suave no conduzir,
Poderoso no agir.
Age com serenidade.
Por isto é incontaminável."

Lao-Tsé

Paixão

Paixão gigante, gritante, alarmante.
Paixão verdadeira, certeira ou às vezes pura besteira.
Paixão avassaladora, animadora, destruidora
Sentida, vivida e quase sempre mal resolvida.
Paixão é isso!
É como projetar uma casa.
Você desenha as paredes, teto, janelas, portas e por fim entrega o projeto ao dono.
Mas assim como o projeto de uma casa, é a paixão.
Nem sempre sai do papel.

gj

A minha religião e a verdadeira, a minha e a única religião que leva a salvação da raça humana, a única religião que realmente vale apena ser levada a serio, as outras religiões são apenas resquícios de minha religião, não menos importantes porem não tão perfeitas.
Na minha religião você pode orar a qualquer deus, cristo, Alá, Buda, Krishina. e ate mesmo orar a nem um, na minha religião deus pode ser você, deus pode ate mesmo ser aquela velha moeda que você carrega em teu bolso, na minha religião não existem dogmas e nem preconceitos. Na minha religião só tem um único mandamento. Amar, amar sem medo e sem receios. Amar tudo e todas as coisas, a minha religião e o amor.
Todos estão então convidados a entrar em meu templo e celebrar o sagrado comigo, mais atenção, ao entrar em meu templo retire suas sandálias de impurezas, pois meu templo e meu coração e eu estou tentando com muita dificuldade sublimar.

jaimesir southier

A verdadeira face de Narciso

Quão grande é a beleza da natureza
Digna de contemplação e admiração
Que é leve e imaterial, em seu princípio vital
Transcendência essa, que nos leva ao entendimento verdadeiro da criação
O que nos convida sempre a ligação do Criador e criatura
Numa simbiose a essa reflexão.

Jackeline Novaes

Ruas sem flores...
São páginas especiais
que narram a vida,
de forma mais verdadeira,
mas sem enfeites
para amenizar,
os capítulos mais tensos.
São ruas sem flores,
esgotos fétidos
e detalhes
que resgatam sequências,
inconfessáveis.
São pedaços rasgados
e maquiados, escondidos,
quase banidos por todos nós,
nesse faz de conta
que ninguém deseja mostrar.
by/erotildes vittoria

erotildes vittoria

Eclesiastes 2

A verdadeira sabedoria é uma Pessoa (Cristo), e não algo que se adquire por exercício da mente.

“Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção;” (I Cor 1.30).

Então quanto mais se tem de Cristo, do conhecimento de Cristo, maior será a nossa sabedoria nas coisas relativas a Deus, ao Seu reino e ao propósito da nossa vida, tanto neste mundo quanto no porvir.

Por isso nos é ordenado:
“antes crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como até o dia da eternidade.” (II Pe 3.18).

A sabedoria de Salomão lhe foi dada num único dia, depois de ter tido um encontro com Deus em sonho em Gibeá.
Então o que ele recebeu foi na verdade uma grande inteligência natural com capacidade de investigar muitas coisas naturais, relativas ao homem natural.
Devemos considerar que ele escreveu Eclesiastes quando já era velho e havia acumulado larga experiência de vida. No entanto vemos pouco da expressão da sabedoria espiritual, relativa a coisas espirituais, sendo expressada em suas palavras, como já dissemos, que vemos por exemplo, nos Salmos de Davi, falando pelo Espírito.
A verdadeira sabedoria espiritual que é a revelada por iluminação progressiva e gradual (cada vez maior) pelo Espírito, é operada portanto, no decorrer dos anos, e não pode ser obtida de uma vez a partir de um único dia, tal como Deus fizera com Salomão.
Então, não seria de se esperar que falasse de ter buscado estimular o seu coração e a sua carne com vinho, sem no entanto deixar a sua sabedoria, e tentar manter-se com auto domínio de tal forma, ainda que alegrado pelo vinho, que não se deixasse dominar pela estultícia (v. 3).
Isto nada tem a ver com o domínio próprio que é fruto do Espírito Santo, e não o resultado de auto determinação. É sendo guiados pelo Espírito Santo, que podemos ter o verdadeiro auto-domínio.
Salomão usou a sua sabedoria para realizar obras magníficas, como edificação de casas, e plantação de vinhas, hortas e jardins, construção de tanques para regar seus bosques, e foi rico em possessão tanto de servos como de gados e rebanhos, tendo excedido a todos os que tinham vivido antes dele em Jerusalém.
Ajuntou prata e ouro e tesouros dos reis que lhe eram tributários, e teve cantores e concubinas em grande número, para aumentar com isto a glória e o fausto do seu reino.
Ele satisfez todos os desejos da sua alma e de nenhuma alegria terrena privara o seu coração, e lhe dava muita alegria o seu trabalho.
Todavia, quando veio a refletir sobre tudo o que havia feito, chegou à conclusão que tudo fora vaidade e um desejo vão, e que não havia proveito nenhum em tudo o que havia debaixo do sol, ou seja, sobre a terra (v. 11).
Certamente, o conselho de Salomão que o que nos resta, já que a morte é certa, é retirar o melhor do que a vida possa nos oferecer, não é o reto ensino divino acerca do assunto relativo ao modo como devemos viver neste mundo, mas sua afirmação está inserida na Bíblia, para que possamos ter o conhecimento e a convicção do que sucede àqueles que não fazem um uso apropriado da sabedoria e dos bens que tenha recebido até mesmo da parte do próprio Deus, tal como foi o caso de Salomão.
Daí dizermos então que é preciso ter muito cuidado ao se firmar doutrina, a partir das citações de Salomão neste livro, porque muito do que ele afirmou aqui, retrata a expressão dos seus próprios sentimentos, e não a verdade que lhe fora revelada por Deus acerca de muitas coisas que ele afirma neste livro que ele escreveu.
Todavia, devemos reafirmar aquelas verdades que são eternas e melhores, reveladas em toda a Palavra, do que nos concentrarmos em explicar exaustivamente tudo o que Salomão afirmou.
Temos nestas coisas afirmadas por ele, uma abertura para esta grande oportunidade de analisarmos melhor o que há no coração de uma pessoa que permanece em comunhão íntima com Deus e debaixo da direção do Seu Espírito (como foi o caso de Davi), e daqueles, que apesar de terem um conhecimento da Palavra do Senhor, não se aplicam inteiramente a tal comunhão, e o resultado será este, que vemos nos Escritos de Salomão, em que o Senhor não é exaltado o tanto quanto deveria, e a Sua Lei e vontade afirmadas, e não tanto as próprias conclusões a que chegamos depois de uma investigação exaustiva, a partir não das coisas celestiais e divinas, mas nas que pertencem à própria natureza humana e tudo o mais que existe na terra, e que é procedente do mundo e não do céu.



“1 Disse eu a mim mesmo: Ora vem, eu te provarei com a alegria; portanto desfruta o prazer; mas eis que também isso era vaidade.
2 Do riso disse: é loucura; e da alegria: de que serve?
3 Busquei no meu coração como estimular com vinho a minha carne, sem deixar de me guiar pela sabedoria, e como me apoderar da estultícia, até ver o que era bom que os filhos dos homens fizessem debaixo do céu, durante o número dos dias de sua vida.
4 Fiz para mim obras magníficas: edifiquei casas, plantei vinhas;
5 fiz hortas e jardins, e plantei neles árvores frutíferas de todas as espécies.
6 Fiz tanques de águas, para deles regar o bosque em que reverdeciam as árvores.
7 Comprei servos e servas, e tive servos nascidos em casa; também tive grandes possessões de gados e de rebanhos, mais do que todos os que houve antes de mim em Jerusalém.
8 Ajuntei também para mim prata e ouro, e tesouros dos reis e das províncias; provi-me de cantores e cantoras, e das delícias dos filhos dos homens, concubinas em grande número.
9 Assim me engrandeci, e me tornei mais rico do que todos os que houve antes de mim em Jerusalém; perseverou também comigo a minha sabedoria.
10 E tudo quanto desejaram os meus olhos não lho neguei, nem privei o meu coração de alegria alguma; pois o meu coração se alegrou por todo o meu trabalho, e isso foi o meu proveito de todo o meu trabalho.
11 Então olhei eu para todas as obras que as minhas mãos haviam feito, como também para o trabalho que eu aplicara em fazê-las; e eis que tudo era vaidade e desejo vão, e proveito nenhum havia debaixo do sol.
12 Virei-me para contemplar a sabedoria, e a loucura, e a estultícia; pois que fará o homem que seguir ao rei? O mesmo que já se fez!
13 Então vi eu que a sabedoria é mais excelente do que a estultícia, quanto a luz é mais excelente do que as trevas.
14 Os olhos do sábio estão na sua cabeça, mas o louco anda em trevas; contudo percebi que a mesma coisa lhes sucede a ambos.
15 Pelo que eu disse no meu coração: Como acontece ao estulto, assim me sucederá a mim; por que então busquei eu mais a sabedoria; Então respondi a mim mesmo que também isso era vaidade.
16 Pois do sábio, bem como do estulto, a memória não durará para sempre; porquanto de tudo, nos dias futuros, total esquecimento haverá. E como morre o sábio, assim morre o estulto!
17 Pelo que aborreci a vida, porque a obra que se faz debaixo do sol me era penosa; sim, tudo é vaidade e desejo vão.
18 Também eu aborreci todo o meu trabalho em que me afadigara debaixo do sol, visto que tenho de deixá-lo ao homem que virá depois de mim.
19 E quem sabe se será sábio ou estulto? Contudo, ele se assenhoreará de todo o meu trabalho em que me afadiguei, e em que me houve sabiamente debaixo do sol; também isso é vaidade.
20 Pelo que eu me volvi e entreguei o meu coração ao desespero no tocante a todo o trabalho em que me afadigara debaixo do sol.
21 Porque há homem cujo trabalho é feito com sabedoria, e ciência, e destreza; contudo, deixará o fruto do seu labor para ser porção de quem não trabalhou nele; também isso é vaidade e um grande mal.
22 Pois, que alcança o homem com todo o seu trabalho e com a fadiga em que ele anda trabalhando debaixo do sol?
23 Porque todos os seus dias são dores, e o seu trabalho é vexação; nem de noite o seu coração descansa. Também isso é vaidade.
24 Não há nada melhor para o homem do que comer e beber, e fazer que a sua alma se regozije do bem do seu trabalho. Vi que também isso vem da mão de Deus.
25 Pois quem pode comer, ou quem pode se regozijar, melhor do que eu?
26 Porque ao homem que lhe agrada, Deus dá sabedoria, e conhecimento, e alegria; mas ao pecador dá trabalho, para que ele ajunte e amontoe, a fim de dá-lo àquele que agrada a Deus: Também isso é vaidade e desejo vão.”

Silvio Dutra

Alegria alheia incomoda?

Pois é, a máxima é verdadeira e todos sofremos as consequências disso. Na era das redes sociais, postar que está feliz te faz perceber que as "curtidas" não são sempre as mais sinceras, e isso assusta... E como assusta.

Uma vez eu li que feliz é aquele que se vê feliz com a felicidade do outro, não sei bem se essas eram as exatas palavras, mas a ideia é essa, e amigos, isso está cada vez mais raro, é tanto sentimento mesquinho, todos te querem bem, mas nunca melhor do que eles.

Prova disso é que esse texto vai parecer uma indireta a alguém, quando é apenas um pensamento... Pensamento que sei que muitos compartilham. Temos que esconder a felicidade justamente quando queremos gritar a todos que estamos e SOMOS felizes???

Infelizmente é sim, já diz um jargão de rede social que a inveja também tem Facebook, mas ainda não está tudo perdido, meus olhos gritam às pessoas certas que estou feliz, eles gritam ao motivo da minha felicidade, no meu caso, o motivo da minha felicidade é alguém, e me faz feliz ver que a faço feliz e vice e versa, é um tipo de felicidade cíclica... Poucos conhecem isso.

Eu vivo minha felicidade, e esse texto é ao mesmo tempo crítico e incoerente... Acabei de expressar a quem quiser ler minha felicidade e o quanto sou feliz!

Ah, quer saber? Eu sempre incomodei mesmo, deixa minha felicidade incomodar também!

Arthur Pilastre

A Verdadeira Prosperidade – Jó 25

Bildade parece ter reconhecido afinal que de fato, tal como Jó falara anteriormente, que Deus não estabelece tribunais de Julgamento de tempos em tempos na terra, para expor a iniquidade dos ímpios.
Ao contrário, como Jó falara, era e permanece um fato notório a prosperidade dos ímpios neste mundo. Na verdade são eles que detêm as maiores riquezas da terra, e que se encontram nas posições de honra, destaque, fama e governo entre os homens. Não é comum que os justos ocupem tais posições.
No entanto, Deus afirma que está em guerra com o ímpio.
Como se pode então entender esta realidade que é exatamente nas mãos deles que Deus permite que estejam os bens e as rédeas do mundo?
Parece então que Bildade resolveu nivelar tudo, e declarar somente Deus como justo e santo, e colocou toda a humanidade na condição de vermes e vermezinhos, inclusive os que se consideram justos, porque declarou que não há possibilidade de o homem ser justo diante de Deus, em face do pecado que domina sobre a terra.
Todavia, esta teologia de Bildade é apenas uma teologia de quem entregou as armas e que se cansou do debate sobre a prosperidade dos ímpios que vinha travando com Jó, juntamente com os seus demais amigos.
Não é uma teologia correta, porque o homem pode ser justo sim, mas somente pelo caminho da justificação pela fé. Deus declara o cristão justo na justificação, e implanta a Sua justiça nele, gradualmente começando na regeneração, e avançando na santificação.
E se a rigor todos podem ser chamados de vermezinhos, inclusive os justos, enquanto vivem neste mundo, a grande verdade é que estes vermezinhos justos são transformados (metamorfose) espiritualmente, deixando de ser vermes para alcançarem a glória do céu, tal como os casulos que se transformam em borboletas; todavia, não se pode dizer o mesmo dos vermezinhos ímpios que se aprofundarão cada vez mais na lama até caírem nas profundezas do inferno, e nunca, jamais, deixarão o seu estado de vermes.
Mas estas verdades espirituais estavam debaixo da sombra do Velho Testamento, e vieram à luz plena somente na dispensação do evangelho, conforme a revelação que nos foi feita por nosso Senhor Jesus Cristo.
O livro de Jó revela como os homens andavam às apalpadelas à busca de uma revelação que seria feita aberta, direta e completamente, somente em Jesus Cristo, conforme foi do desígnio do Pai, que nEle residisse toda a plenitude, inclusive esta relativa à revelação da verdade.
É então demonstração de grande amor, bondade e misericórdia, para com a humanidade caída no pecado, pregar a verdade do evangelho, que expõe claramente que não é nenhuma prosperidade duradoura e eterna a que se tem à custa de um viver afastado de Deus e da Sua vontade, revelada na Bíblia.
E isto coloca uma pá de cal nesta teologia malfazeja dos amigos de Jó, que tem atravessado os séculos e dado a muitos a falsa impressão de que ser bem sucedido segundo o mundo é sinônimo de se estar sendo abençoado e aprovado por Deus, independentemente do modo que se viva, porque aqueles que assim pensa, estão cegos quanto à Sua vontade divina, uma vez que não têm a graça de Jesus, que é único colírio que pode nos curar para que possamos ver o mundo espiritual e fazer uma justa avaliação da verdade. Colírio este que pode ser adquirido somente pelo arrependimento e mediante a fé.



“1 Então respondeu Bildade, o suíta:
2 Com Deus estão domínio e temor; ele faz reinar a paz nas suas alturas.
3 Acaso têm número os seus exércitos? E sobre quem não se levanta a sua luz?
4 Como, pois, pode o homem ser justo diante de Deus, e como pode ser puro aquele que nasce da mulher?
5 Eis que até a lua não tem brilho, e as estrelas não são puras aos olhos dele;
6 quanto menos o homem, que é um verme, e o filho do homem, que é um vermezinho!” (Jó 25)

Silvio Dutra

Uma Teologia sem a Graça Não é Verdadeira – Jó 8

Depois que Jó pediu a Deus que o matasse, Bildade começou a falar também repreendendo a Jó por causa das palavras que ele havia proferido, às quais chamou de vento impetuoso que havia saído da sua boca, conforme vemos no oitavo capítulo de Jó.
O argumento de Bildade era basicamente o seguinte:
Jó não tinha o direito de se queixar e de falar daquela maneira, porque Deus é sempre justo, e jamais perverterá o direito, ou seja, Ele sempre julgará com justiça, de forma que tudo o que ocorrer na terra, terá sido o resultado de um julgamento perfeitamente correto da parte de Deus.
Então ele citou como exemplo o fato de Jó ter sido poupado em vida, enquanto seus filhos haviam sido mortos por causa da iniquidade deles.
Se Deus havia matado os filhos de Jó é porque eles o mereciam por causa da maldade que certamente haviam praticado contra Ele, e sabia que não se arrependeriam de seus pecados.
Mas Jó, deveria considerar que tendo sido mantido em vida, é porque Deus sabia que ele poderia buscá-lo e procurar achar lugar de arrependimento perante Ele, para ser curado de todo aquele mal, e ser livrado da morte.
Então, segundo Bildade, Jó estava errado em pedir que Deus o matasse, porque o alvo de Deus era que ele se arrependesse de seus pecados para que pudesse lhe restaurar a saúde e mantê-lo em vida saudável e próspera.
Para dar respaldo à sua teologia, na qual não havia qualquer espaço para a graça e longanimidade divinas, Bildade apelou ao testemunho dos antigos, como a dizer, que não falava por si mesmo, mas do que aprendera da sabedoria dos seus antepassados.
Ele apelou também para as evidências que são apresentadas pela própria natureza, de maneira que nenhum ser pode se desenvolver bem, a não ser no seu habitat que seja propício a tal desenvolvimento.
Ele queria convencer a Jó que assim como o papiro não pode crescer fora de um pântano, de igual modo o junco não pode se desenvolver sem um grande suprimento de água.
Então Jó deveria considerar por estes exemplos o seu próprio caso, porque se fosse de fato justo, seria como um junco junto à água da bondade divina, e não estaria perecendo daquela forma terrível.
Que esperança Jó poderia ter como ímpio, longe de Deus, que é a fonte da verdadeira vida?
Ele não poderia ter segurança em sua própria casa, e por isso lhe sobreviera todo aquele mal.
Ele deveria portanto clamar a Deus, buscar a Deus, e se arrepender dos seus pecados.
A gente chega a tremer quando percebe quantos Bildades há na Igreja com sua teologia rápida e rasteira de derrubar quem está ferido apenas com argumentos de justiça e santidade, sem qualquer espaço para perdão ou misericórdia.
Eles apagam os pavios fumegantes e quebram as canas quebradas.
Não são reparadores de brechas e restauradores de veredas para caminhar, conforme a promessa do Senhor para a vocação da Igreja, em Isaías.
Não são embaixadores em nome de Cristo oferecendo a reconciliação dos pecadores com Deus. Antes, são os seus exatores, os seus condenadores, sob a capa da falsa consolação de que devem apenas buscar a Deus e confessarem seus pecados, que tudo o mais irá prosperar sempre em suas vidas, segundo a expectativa do mundo, quanto àquilo que eles consideram um viver abençoado.
Falsos consoladores desprovidos de qualquer misericórdia.
Homens religiosos que falam em nome de Deus e da Sua justiça e santidade, sem que a conheçam de fato, manifestada na pessoa de Cristo morrendo pelos pecadores na cruz.
Mandam o pecador que está morrendo ir para casa e ficar em oração e lendo a Bíblia para que possa achar a salvação, em vez de levarem o mesmo a confessar a Cristo como Senhor para o perdão imediato de todos os seus pecados, e para a salvação instantânea da sua alma.
Este caminho de graça e misericórdia é muito fácil e rápido para o legalismo deles, porque gostam de se sentir em melhores condições diante de Deus do que aqueles que eles pensam estar consolando, amarrando os fardos pesados da justiça própria que atam nos ombros dos pecadores, e que eles não se dispõem a ajudá-los a carregar, sequer tocando um só dedo nestes fardos.
Na teologia dos Bildades Deus jamais rejeitará somente os retos, mas nunca tomará pela mão os malfeitores (v. 20). No entanto, Jesus não veio para os justos e para os que são sadios, mas para os pecadores e para os que são enfermos. Ele os curará e salvará, tão somente caso se acheguem a Ele, porque não rejeitará a nenhum que o busque para ser salvo.



“1 Então respondeu Bildade, o suíta, dizendo:
2 Até quando falarás tais coisas, e até quando serão as palavras da tua boca qual vento impetuoso?
3 Perverteria Deus o direito? Ou perverteria o Todo-Poderoso a justiça?
4 Se teus filhos pecaram contra ele, ele os entregou ao poder da sua transgressão.
5 Mas, se tu com empenho buscares a Deus, e ao Todo-Poderoso fizeres a tua súplica,
6 se fores puro e reto, certamente mesmo agora ele despertará por ti, e tornará segura a habitação da tua justiça.
7 Embora tenha sido pequeno o teu princípio, contudo o teu último estado aumentará grandemente.
8 Indaga, pois, eu te peço, da geração passada, e considera o que seus pais descobriram.
9 Porque nós somos de ontem, e nada sabemos, porquanto nossos dias sobre a terra, são uma sombra.
10 Não te ensinarão eles, e não te falarão, e do seu entendimento não proferirão palavras?
11 Pode o papiro desenvolver-se fora de um pântano. Ou pode o junco crescer sem água?
12 Quando está em flor e ainda não cortado, seca-se antes de qualquer outra erva.
13 Assim são as veredas de todos quantos se esquecem de Deus; a esperança do ímpio perecerá,
14 a sua segurança se desfará, e a sua confiança será como a teia de aranha.
15 Encostar-se-á à sua casa, porém ela não subsistirá; apegar-se-lhe-á, porém ela não permanecerá.
16 Ele está verde diante do sol, e os seus renovos estendem-se sobre o seu jardim;
17 as suas raízes se entrelaçam junto ao monte de pedras; até penetra o pedregal.
18 Mas quando for arrancado do seu lugar, então este o negará, dizendo: Nunca te vi.
19 Eis que tal é a alegria do seu caminho; e da terra outros brotarão.
20 Eis que Deus não rejeitará ao reto, nem tomará pela mão os malfeitores;
21 ainda de riso te encherá a boca, e os teus lábios de louvor.
22 Teus aborrecedores se vestirão de confusão; e a tenda dos ímpios não subsistirá.” (Jó 8)

Silvio Dutra

Tenho verdadeira admiração por quem não enche linguiça, por aqueles que conseguem se fazer entender.
Não odeio pessoas,odeio essa mania maçante de não terminarem o que começaram. Nos deixando assim com a pulga atrás da orelha e a terrível indagação:
_O quê será mesmo que fulana quis dizer?

Maryanne Schramm

Deusa,
Verdadeira,
Única... Perfeita
Estrela maior no palco da vida, seus olhos transmitem fogo,
Sua voz emite desejos...

Mulher,
A mais perfeita das mulheres,
Teu corpo brinda o maior dos desejos da carne!
E nos convida para um libido insaciável...

Tua pele, teus lábios, teus olhos...
Me convide para o seu mundo, pois abro o meu para que nele possa adentrar também...
Teu cheiro me convida para o mais espetacular êxtase que poderia experimentar...
Teu sorriso me faz perder todos os sentidos,
Adoro quando você me pede com um olhar aquilo que eu posso te dar,
E quando desconfiada sorri com um canto de boca, sorriso torto.
Me faz ri quando brinca nos lençóis
E depois finge chateada comigo...
Me convide para você...
Me enlouqueça, mesmo que seja por essa noite...
Mesma que seja por essa eternidade.

Karlla Di Araújo

Tenho verdadeira admiração por quem não enche linguiça, por aqueles que conseguem se fazer entender.
Não odeio pessoas, odeio essa mania maçante de não terminarem o que começaram. Nos deixando assim com a pulga atrás da orelha e a terrível indagação:
_O quê será mesmo que fulana quis dizer?

Maryanne Schramm