Cartas de Amizade Verdadeira

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Sobre a Santificação Verdadeira – Parte 4

Lendo o texto de Col 3.12-14 vemos que Paulo está descrevendo o traje do cristão.
As vestes que ali são descritas devem ser usadas permanentemente.
Nenhuma delas deve ser deixada de lado.
Todas devem ser vestidas.
Não apenas no domingo, mas durante todos os dias da semana.
As primeiras vestes citadas são a misericórdia e a bondade.
Somos tão misericordiosos, benignos, ternos e compassivos com os nossos semelhantes como é o próprio Cristo?
Pela santificação, obtivemos este traje, e estamos com ele vestidos?
Esforçamo-nos para alcançá-lo?
Se não, a nossa alegada santidade está nua em parte.
Longe de nós a presunção da igreja de Laodiceia que lhe custou a reprimenda de Apo 3.17.
Em seguida são citadas como parte do vestuário de Cristo, a mansidão e a humildade.
Jesus não oprime nem tiraniza a ninguém.
Ele foi sempre humilde, manso e cheio de graça, sendo o Mestre de todos, e o Senhor dos senhores.
Somos arrogantes e duros de coração por natureza. É somente pelo trabalho de quebrantamento do Espírito Santo que deixamos de sê-lo.
Há também os vestidos da longanimidade e da paciência, no trato com os semelhantes.
Há cristãos que se não fazem tudo a seu gosto, logo se encolerizam.
São egoístas, obstinados, iracundos e suscetíveis.
Não se sujeitam à disciplina do Espírito Santo, e nem à autoridade da Palavra de Deus.
A verdade que servem é a própria, engendrada por sua imaginação e sentimentos carnais.
Estas vestes da velha natureza devem ser trocadas pelas vestes de Jesus, da longanimidade (tardio em se irar) e da paciência.
Devemos ser pacientes ainda quando tenhamos sido vítimas de grandes injustiças: mais vale sofrer do que devolver mal por mal (Rom 12.17-21; I Pe 2.19-23; 4.12-14).
O apóstolo segue dizendo:
“Perdoai-vos mutuamente...”.
Não é evidente que tal ensino não é da terra, mas que nos veio do céu? T
Tratemos pois de colocá-lo em ação.
Vesti-vos do Espírito de Cristo, e sua língua não soltará palavras tão amargas.
Vesti-vos do seu amor, e seu coração não abrigará sentimentos tão ásperos.
Que suas almas se encham de sua santidade, e de boa vontade perdoarão, não sete, mas setenta vezes sete.
Agora, o cinturão que mantém em seu lugar cada peça deste vestuário espiritual é:
“Acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.”.
Este cinturão é divino: o amor.
Tudo o que temos feito tem muito pouco valor se nossas animosidades não têm sido sepultadas com o velho homem.
Ainda que tenhamos muitos defeitos, que não nos falte o amor pelo Senhor e por nossos semelhantes.
E finalmente:
“a paz de Deus governe os seus corações e sejam agradecidos.”.
A gratidão deve ser achada entre os discípulos de Jesus.
Bem-aventurada a alma que está em plena possessão de si mesma, sempre tranquila e descansada.
Se desejamos ser semelhantes a Jesus devemos estar vestidos da Sua paz.

Silvio Dutra

Sobre a Santificação Verdadeira – Parte 3

Quando o Senhor diz “sede santos por que eu sou santo” o que está em foco é uma convocação direta a ser imitado.
Jesus é o nosso exemplo de vida que devemos seguir, se desejamos de fato ser santificados.
Por isso há várias convocações diretas na Palavra neste sentido em Mt 10.25; Fil 2.5; I Cor 11.1; Ef 5.1; I Ts 1.6; I Pe 2.21; I Jo 2.6; 4.17, entre outras.
A imitação de Cristo está embutida na ordenança bíblica que nos manda nos revestirmos de Cristo ou do novo homem, o que é a mesma coisa (Rom 13.14; Ef 4.24; Col 3.10).
Cabe ressaltar que na regeneração já ocorreu um revestimento do novo homem, e um despojamento do velho homem, mas tanto uma coisa quanto outra (revestimento e despojamento) devem prosseguir na santificação.
Quando encontramos na Palavra de Deus, citações ao fato de já termos sido lavados, santificados, revestidos do novo homem e despojados do velho, a referência se aplica no caso à REGENERAÇÃO (novo nascimento), e quando há uma exortação no sentido de se prosseguir com o trabalho de purificação da alma, de despojamento da carne, mortificação da natureza terrena e revestimento de Cristo ou do novo homem, a referência então se aplica ao processo da SANTIFICAÇÃO, que deve prosseguir por toda a vida, até que sejamos recebidos na glória.
A santificação consiste basicamente na ordenança de Rom 13.14: revestir-se de Cristo e nada dispor para a carne quanto às suas concupiscências.
E para revestir-se externamente de Cristo é necessário primeiro conhecê-lo interiormente.
Jesus deve ser recebido no coração por fé, antes de poder se manifestar na vida pela santidade.
Para que a luz apareça e ilumine é preciso primeiro acender a lâmpada.
É assim que a luz do cristão brilha no mundo, pelo testemunho de sua própria vida, pelas virtudes visíveis de Cristo que se manifestam na mesma.
Esta luz pode brilhar mais em uns do que em outros, conforme o nível de sua consagração, e consequentemente, da sua santificação.
Assim, o exterior e visível deve ser precedido e inspirado pelo interior e invisível, para que o mundo não possa negar que somos filhos da luz e do dia (I Tes 5.5,8).
Não basta que Cristo seja o alimento que sustém o homem interior, é também necessário que seja o vestido que cobre o homem exterior, e que deve ser visto pelo mundo, através do seu testemunho.
O cristão deve estar vestido de Cristo em todo o tempo, e deve estar de tal maneira vestido do Senhor, que se confunda com Ele.
Na conversão, quando é regenerado pelo Espírito esta exortação é cumprida num sentido parcial, pois o cristão se reveste de Cristo como um manto de justiça.
A justiça de Cristo que é imputada ao cristão na justificação, passa a ser dele, porque Cristo agora lhe pertence e ele a Cristo.
Embora injusto por natureza, o cristão passa a ser justo.
Mas a ordenança de Rom 13.14 não se refere à justificação, mas à santificação.
Entretanto o ato de se revestir de Cristo só pode ser cumprido por aqueles que já foram justificados e regenerados.
Devemos nos revestir de Cristo, continuamente, para que a santidade de Cristo seja reproduzida em nossa conduta diária.
Se é a Cristo que devemos ir para obter o perdão e a justificação, não devemos ir a outro para obter a santificação (I Cor 1.30).
Havendo começado com Jesus, devemos seguir com Ele até o fim.
O ato de se revestir de Cristo consiste em imitá-lo.
Ele é o modelo, o único modelo que deve ser seguido pelos cristãos.
Devemos andar no mundo como Cristo andava.
Uma pergunta deve acompanhar o cristão em todas as áreas de atividades e situações de sua vida:
“o que faria Jesus em meu lugar?”, e sua ação deve ser norteada pela resposta a tal pergunta.
É pela vida de Jesus que devemos modelar a nossa.
O motivo ativo e potente que nos encoraja a imitar Jesus como nosso modelo é a santificação das nossas almas.
Acheguemo-nos ao Senhor e Ele nos dará o vigor que nos falta.
Sem a graça que está em Cristo Jesus não é possível ter a verdadeira santidade.
O próprio Moisés e todos os que agradaram a Deus na dispensação da lei foram assistidos e fortificados pela graça, que também operou mediante a fé.
A fonte da verdadeira santidade está em que “o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim, da graça.”.
Todos os que agradam a Deus não são os que se deixam constranger pela força dos Seus mandamentos, como quem serve a um rude patrão, mas, são os que O servem como filhos que estimam e amam a seu Pai.
A motivação do cristão deve repousar na gratidão pela graça e redenção de Jesus, que lhe trouxe a salvação.
Não é no Sinai que deve buscar o estímulo à sua santidade, mas no Calvário.
Inflamado de amor pelo Salvador, que morreu por ele, será a sua felicidade estar pronto para viver ou para morrer, para trabalhar ou para sofrer pelo seu Senhor.
O desejo de ser louvado e o temor de ser censurado não são motivos para a santidade, são indignos de quem pertence a Cristo.
O servo do Senhor não pode se fazer servo dos homens, agindo como que para agradar a homens.
Antes, a glória do seu Mestre é sua paixão, e tudo o mais é sem importância.
Dizer “revesti-vos do Senhor Jesus Cristo” é o mesmo que dizer, “revesti-vos da perfeição”.
Assim, o cristão deve se revestir das virtudes que fazem parte do caráter de Jesus.
Não de parte destas virtudes, mas de todas elas.
Não é somente sua humildade ou doçura, ou amor, ou zelo o que devemos imitar, mas a sua completa santidade.
A nossa comunhão com Cristo deve ser tão íntima, que a sua personalidade possa ser reproduzida em nós.
A nossa vontade deve ser conformada à dEle.
É a vontade de Deus que sejamos cada vez mais semelhantes a Jesus (Rom 8.29).

Silvio Dutra

Sobre a Santificação Verdadeira – Parte 2

Tudo o que nos sucede na caminhada para o céu tem o propósito de nos preparar para o fim último da nossa jornada.
Nosso caminho através do deserto tem por objetivo nos provar, para que possamos conhecer quem realmente somos, e para que nossos males possam ser descobertos, e nos arrependermos, e assim, para que nos apresentemos a Deus, no fim, sem máculas, diante do Seu trono.
Nós estamos sendo educados pelos céus, para o encontro na assembleia dos perfeitos.
Ainda não se manifestou o que seremos, mas seremos como Ele, porque o veremos assim como Ele é.
Nós estamos sendo levantados: através de um duro combate, longa vigilância, e paciente espera, estamos sendo levantados em santidade.
Estas tribulações que trilham o nosso trigo e que lançam a palha para longe, estas aflições que consomem nossas escórias, e que tornam nosso ouro mais puro, têm um objetivo glorioso em vista.
Todas as coisas cooperam juntamente para o bem daqueles que amam a Deus; e o resultado esperado de tudo isso será a apresentação dos escolhidos a Deus, não tendo mancha ou ruga ou qualquer coisa semelhante.
Não devemos pensar que a santificação ocorre instantaneamente, quando se ouve um pregador sincero.
Este não é o trabalho de um momento, de alguns dias, ou da habilidade humana, mas é o próprio Deus que deve trabalhar em nós.
Devemos, antes de tudo, ter a habitação do Espírito Santo.

É pela fé em Cristo que se é renascido pelo Espírito. É também pela mesma fé que somos santificados, assim como temos crido para o seu perdão e justificação.
Como a santificação é forjada nos cristãos? Jesus disse em João 17: “Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade.”.
Observem como Deus tem juntado a verdade e a santificação.
Tem havido uma tendência recentemente para se dividir a verdade da doutrina; a verdade do preceito.
Nenhuma vida santa será produzida em nós por crer na falsidade.
A santificação em seu caráter visível vem da edificação em fé no interior do coração, ou de outra forma é uma mera casca.
Boas obras são o fruto da verdadeira fé, e a verdadeira fé é uma sincera crença na verdade.
Cada verdade conduz à santificação, cada erro de doutrina, direta ou indiretamente conduz ao pecado.
E não estamos falando de mero conhecimento intelectual, mas de conhecimento espiritual, por experiência pessoa, na implantação das virtudes de Cristo em nossa nova natureza, recebida pela fé nEle (longanimidade, amor, benignidade, paciência, domínio próprio, alegria etc).
Por isso, somente o ensino que é segundo a Palavra de Deus revelada, nos santificará.
A matemática é uma verdade, mas ninguém é santificado por ela.
O erro pode soprar sobre você, ele pode mesmo levar você a pensar que você está santificado, mas há uma grande e séria diferença entre ostentar santificação e estar santificado de fato, uma grave diferença entre se sentir mais purificado que outros, e estar sendo realmente aceito por Deus.
A verdade nunca é a sua opinião, nem minha; sua mensagem, nem minha.
Jesus disse, “a tua Palavra é a verdade”.
O que santifica os homens não é apenas a verdade, mas a verdade que está revelada na Palavra de Deus.
É uma bênção que toda a verdade que é necessária para nos santificar esteja revelada na Palavra de Deus, tanto que nós não temos que gastar nossas energias tentando descobrir a verdade, mas podemos, para nosso maior proveito, usar a verdade revelada nas Escrituras.
Não haverá mais revelações da verdade, não são mais necessárias.
O cânon está fixado e completo, e por isso se diz que nada deve ser retirado ou acrescentado à Palavra, sob a pena de lhe serem acrescentadas as pragas descritas em Apo 22.18,19.
O Senhor nunca reescreveu ou reeditou Sua Palavra e certamente nunca o fará, porque ela, verdade que é, permanece para sempre.
Nosso ensino pode estar cheio de erros, mas o Espírito não erra.
A fé foi entregue de uma vez por todas aos santos.
A Escritura sozinha é a verdade absoluta e eterna.
É por isso que nos é ordenado que a Palavra de Deus habite ricamente em nosso coração, e para tanto, será necessário que a leiamos e que meditemos nela dia e noite.
É pela leitura e meditação das Escrituras que se chega ao conhecimento do caráter de Deus, e a termos temor e tremor em nossa caminhada diante dEle e da Sua justiça.
Quando a verdade for totalmente usada, ela destruirá o pecado diariamente, nutrirá a graça, inspirará nobres desejos, e produzirá ações santas.
Agora, ninguém espere ter uma verdadeira santificação sem isto.

Silvio Dutra

Sobre a Santificação Verdadeira – Parte 1

O pecador é transformado em santo quando nasce de novo pelo Espírito.
Na sua conversão ele é santificado ao ser transformado em uma nova criatura.
Ele recebe um novo coração, uma nova natureza, a natureza divina, e assim tem acesso à santidade que o faz aceitável a Deus.
Esta é a razão pela qual o apóstolo Paulo se refere aos cristãos em todas as suas epístolas, chamando-os de santos, apesar de muitos deles serem ainda carnais, como, por exemplo, eram muitos dos cristãos coríntios (I Cor 1.2; 6.11; 14.33; II Cor 1.1; 13.12; Ef 1.1; 2.19; Fp 1.1; Col 1.2; Jd 3) que eram santos, separados para Deus, apesar de não serem ainda cristãos espirituais.
Entretanto, aquele que foi santificado pelo Espírito, é chamado a prosseguir em santidade, através do processo de santificação, que não deve cessar ao longo de toda a sua vida (Jo 17.17,19; Ef 4.12;I Tes 5.23; Apo 22.11).
Este processo consiste basicamente no despojamento das obras da carne (natureza terrena) e do revestimento das virtudes de Cristo.
O texto de Hebreus 12.14 diz, “segui a paz com todos e a santificação” – ambas as coisas, tanto a paz quanto a santificação devem ser seguidas de forma prática.
Se a santificação tivesse sido obtida em sua forma plena e final na regeneração (novo nascimento), não haveria necessidade de se mandar segui-la, ordenança que não se aplica à justificação, por ter sido obtida de uma vez para sempre na conversão.
Santificação é conformidade à vontade de Deus, e obediência aos mandamentos do Senhor. Isto é o trabalho do Espírito na alma, pelo qual o homem é feito semelhante a Deus, e torna-se participante da natureza divina, sendo livrado da corrupção que há no mundo através da cobiça.
Não é dito em Heb 12.14 “perfeição de santificação”, mas, “santificação”.
A santificação é uma coisa que cresce.
Ela pode ser na alma como o grão de mostarda, e ainda não estar desenvolvida; ela pode ser uma vontade e um desejo no coração, um suspiro, uma aspiração.
Com as águas do Espírito de Deus, ela crescerá como o grão de mostarda até se tornar uma árvore.
A santificação, no coração regenerado, é como criança, não está madura – está perfeita em todas as suas partes, mas não perfeita no seu desenvolvimento.
Uma criança é um ser perfeito, mas não quanto ao desenvolvimento que ainda terá até ser uma pessoa madura.
Por conseguinte, quando nós achamos muitas imperfeições e muitas falhas em nós mesmos, não devemos concluir que isto significa que não temos interesse na graça de Deus.
A santificação requer que o coração esteja em Deus, e que pulse de amor por Ele.
“Sem santificação ninguém verá o Senhor”.
Isto quer dizer, nenhum homem pode ter comunhão com Deus nesta vida, e na vida por vir, sem santidade.
“Podem dois caminharem juntos se não houver entre eles acordo?”.
Santificação é uma palavra que significa mais do que purificação, porque ela inclui mais do que a ideia de sermos limpos, ela inclui também a necessidade de estarmos adornados com todas as virtudes de Cristo.
“Por causa deles eu me santifico a mim mesmo”. Estas são palavras que foram proferidas por Jesus em Jo 17.
No caso do Senhor não pode significar purificação do pecado, porque ele não tinha pecado.
A santificação do Senhor era sua consagração ao completo propósito divino, sua absorção na vontade do Pai.
Assim, nossa própria santificação também significa a nossa consagração à vontade de Deus, além da nossa purificação, já que somos pecadores.
“Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17).
Ninguém pode santificar uma alma mas somente o Todo Poderoso Deus, o grande Pai dos espíritos.
Somente aquele que nos fez pode fazer-nos santos.
A regeneração é onde a santificação começa, é totalmente o trabalho do Espírito de Deus.
Cada pensamento sobre santidade, e cada desejo posterior por pureza, vêm somente do Senhor, porque nós, por natureza, somos inclinados ao pecado.
Assim que a última vitória sobre o pecado em nós, e sermos feitos perfeitamente como o nosso Senhor, deve ser inteiramente o trabalho do Senhor Deus, que faz novas todas as coisas, desde que não temos nenhum poder para realizar tão grande trabalho em nós mesmos.
Isto é uma criação (Tg 1.18). Nós podemos criar esta nova vida?
Isto é uma ressurreição. Nós podemos levantar da morte, pelo nosso próprio poder?
Nossa natureza degenerada (terrena) pode estar rumando em direção à putrefação, mas não pode jamais retornar à pureza ou à perfeição por si mesma; por isto está sentenciada à morte, pela nossa identificação com a crucificação de Jesus, e temos recebido uma nova natureza de Deus pela fé, que está realizando em nosso espírito um trabalho de santificação, e isto é de Deus, e de Deus somente.
Uma santificação real é inteiramente do início ao fim o trabalho do Espírito do Deus bendito.
Veja então que grande coisa é a santificação, e como é necessário para isto que o nosso Senhor orasse ao seu Pai: “Santifica-os na verdade”.
Todavia, somente a verdade não santifica o homem.
Ele pode permanecer num credo ortodoxo, mas se isto não tocar o nosso coração e influenciar o nosso caráter, qual é o valor da nossa ortodoxia?
Não é a doutrina que, de si mesma, nos santifica, mas o Pai santifica usando a doutrina como meio.
A verdade é o elemento em que nós devemos viver para sermos santos.
A falsidade (mentira) conduz ao pecado; a verdade conduz à santidade; mas há o espírito mentiroso, e há também o Espírito da verdade, e por estes o erro e a verdade são usados como meios para se atingir o fim, respectivamente.
A verdade deve ser aplicada com poder espiritual à mente, à consciência, ao coração, senão o homem pode receber a verdade, e ainda permanecer na injustiça.
Eu creio que isto é a coroação do trabalho de Deus no homem, que seu povo seja perfeitamente livre do mal.
Ele os escolheu para que sejam seu povo particular, zeloso de boas obras; Ele os redimiu para que fossem livres de toda a iniquidade, e purificados; ele os chamou efetivamente para uma elevada e santa vocação, a saber para a verdadeira santidade.
Todo o trabalho do Espírito de Deus na nova natureza tem em mira a purificação, a consagração, o aperfeiçoamento de todos aqueles que Deus, em amor, tomou para Si.

Silvio Dutra

A realidade de uma verdadeira dignidade!

Analisando o tempo que ja se foi, vemos o futuro onde a incerteza e insegurança são inevitáveis! Pois os arrependimentos são contínuos, mas nunca escassos, é onde vem a pergunta - Qual a necessidade de errar e aprender tanto? - Talvez essa conclusão não deve ser desvendada jamais, ou previlegiadas a poucos, talvez é isso que ainda nos mantem as expectativas para evoluir, melhorar. Vivemos em um mundo incompreensível em alguns aspectos, onde buscamos tanto a resposta, mas por alguma razão não somos aptos a recebê-la. As pessoas não deviam usar isso a seu favor próprio, tentando buscar domínio por todos, procurando acabar com a liberdade, a ambição do poder, é a pior Guerra que ja existiu há séculos na historia! Aos que conquistaram esse poder, eu pergunto - O que adianta obter tanta fartura, se a imagem verdadeira julgada por todos não é aquela imagem digna e aperfeiçoada? - Todos os conflitos deviam ser criados pela sabedoria de uma luta pela conquista de uma imagem que realmente destaque, que tenha valor sentimental, acho que posso definir isso como ser um amigo verdadeiro. A maior riqueza que podemos oferecer se encontra dentro de nós, o coração purificado onde é reconhecido verdadeiramente. É uma sensação maravilhosa, sentir-se amado por uma pessoa, e conseguir retribuir isto. Em questão do tempo, vivemos em um curto período, a gente so realmente entra na história, quando conseguimos ser fiel, assim seremos lembrados e elogiados.

Lucas da Silva Moreira

História ...
Cada um tem a sua..
Verdadeira...falsa..suave..intensa..
Contada em verso e prosa...
Por vezes emociona..
Por vezes amedronta...
Por vezes consola..
Deixa-me falar daquela que alegra o coração ..
Daquela que ensina a virtude da Vida..
No sorriso da mulher amada...
Que ama por amar...sentindo-se feliz..
Justamente por também sentir amada..
Em um carinho..em um gesto..uma emoção ...
Traz o sorriso..ah e este sorriso...
Muda o mundo!!!

FELICIO

A Verdadeira Obediência

Por Thomas Watson

I. A obediência verdadeira deve seguir a regra correta. Obediência deve ter como regra a Palavra, pois este é o fundamento: "À lei e ao testemunho!" (Is 8.20). Se nossa obediência não estiver de acordo com a Palavra, será uma oferta de fogo estranho, nós adoraremos e Deus nos dirá: "Quem requereu isto das tuas mãos?" O apóstolo condena a adoração prestada humildemente a anjos (Cl 2.18) e os judeus se diziam relutantes em ir a Deus diretamente, pois seria mais humilde se prostrar diante dos anjos, desejando que fossem mediadores para com Deus. Nesses dois exemplos, temos uma demonstração de humildade na adoração a anjos, entretanto era algo abominável porque não havia a Palavra de Deus validando tal ato. Não era uma obediência, mas uma idolatria. A obediência de filhos é aquela que condiz com a vontade revelada do Pai.

II. A obediência verdadeira deve ser iniciada pelo princípio correto, que é o princípio nobre da fé: "Para a obediência por fé" (Rm 16.26). "Todas as obras aceitáveis procedem da fé", disse Agostinho. Uma macieira brava pode dar frutas agradáveis aos olhos, mas são amargas porque provêm de uma raiz que não é boa. Uma pessoa de boa conduta pode obedecer externamente a Deus, o que aos olhos dos outros pode parecer glorioso, mas sua obediência é amarga, porque não provém da raiz doce e agradável da fé. O filho de Deus lhe obedece pela fé e, com isso aprimorando seu serviço, torna-se agradável, além de muito mais aprazível. "Pela fé, Abel ofereceu a Deus mais excelente sacrifício do que Caim" (Hb 11.4).

III. A obediência verdadeira deve ser para finalidade correta. A finalidade determina o valor da obra. A finalidade da obediência é a glorificação de Deus. O que tem estragado muitos dos serviços gloriosos é o fato de que a finalidade estava equivocada. "Quando, pois, deres esmola, não toques trombetas diante de ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens" (Mt 6.2). As boas obras deveriam brilhar, não queimar. "E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará" (ICo 13.3). Devo dizer o mesmo quanto a um objetivo sincero. Se nem sempre eu obedeço e não tenho um objetivo sincero, de nada me aproveitará. A obediência verdadeira contempla Deus em todas as coisas: "Será Cristo engrandecido" (Fp 1.20). Embora um filho de Deus erre o alvo, mesmo assim está olhando para o alvo certo.

IV. A obediência verdadeira deve ser uniforme. Um filho de Deus tem consciência de um mandamento, assim como de outro. Todas as coisas feitas para Deus devem ser feitas com o mesmo zelo. Todos os mandamentos de Deus têm o mesmo selo da autoridade divina sobre eles. Se eu obedeço a um preceito porque meu Pai celestial me mandou, pela mesma razão devo obedecer todos os outros. Assim como o sangue corre por todas as veias do corpo e o sol no firmamento percorre todos os signos do zodíaco, a obediência verdadeira de um filho de Deus segue tanto a primeira tábua quanto a segunda da Lei. "Então, não terei do que me envergonhar, quando considerarem todos os Seus mandamentos" (SI 119.6). Obedecer a Deus em algumas coisas na vida cristã e não em outras revela um coração doente, como o de Esaú que obedeceu a seu pai ao lhe buscar carne de caça, mas não agiu da mesma maneira em questões superiores, como na escolha de sua esposa. Obediência de filho aponta para cada um dos mandamentos de Deus, assim como a agulha aponta na direção da magnetita. Se Deus nos chama para fazer coisas que para nós são como a cruz, se somos filhos, mesmo assim obedeceremos nosso Pai.

Essa exigência de plena obediência nos leva a uma pergunta: Quem pode obedecer a Deus em todas as coisas?

Podemos responder que: conquanto um herdeiro adotivo do céu não possa obedecer todos os preceitos perfeitamente, ele o faz zelosamente. Ele atesta cada mandamento: "Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa" (Rm 7.16). Ele se alegra em cada um dos mandamentos: "Quanto amo a tua lei!" (SI 119.97). Seu desejo é obedecer cada mandamento. "Tomara sejam firmes os meus passos, para que eu observe os teus preceitos" (SI 119.5). Quando ele falha, olha para o sangue de Cristo para que corrija seus defeitos. Essa é uma obediência zelosa que, ainda que não seja para satisfação, é para aceitação.

V. A obediência verdadeira deve ser constante: "Bem-aventurados os que guardam a retidão e o que pratica a justiça em todo tempo" (SI 106.3). A obediência de filho não é como uma figura para se colorir, que logo esta acabada, mas é como a corrente sanguínea que sempre continua, é come fogo no altar, sempre queimando (Lv 6.13).

Thomas Watson

Quando se tem fé verdadeira, o que chamamos de decepção no dicionário da fé é uma indicação do caminho de Deus para se chegar a vitória. Renunciar, acreditar verdadeiramente na misericórdia Divina, não é um processo fácil; se assim fosse o coração do ser humano não teria sido comparado a um solo fértil e cultivado, e a palavra de Deus, a um arado que prepara o solo para fecundar abundantemente. Deixemos que Deus seja a referência e a luz da nossa vida.
Profª Lourdes Duarte

Prof Lourdes Duarte

Eu não sei quantos anos Tolstoi tinha quando escreveu que a verdadeira felicidade está entre as alegrias da família. Tenho 34 anos e tenho certeza que não tem mesmo felicidade mais real que a de poder compartilhar momentos com a família.

Não me vejo morando mais que 100 km de distância da minha mãe ou do meu pai. Isso não quer dizer que não possa morar. Só acho difícil ser mais feliz do que sou com eles aqui, pertinho de mim.

Josane Hodniki

Sua verdadeira personalidade começará a se desenvolver quando você, através da intuição profunda, for capaz de sentir que não é este corpo sólido, mas sim a divina e eterna corrente de Vida e Consciência que flui dentro do corpo.

Quando você olhar a criação, que parece tão sólida e tão real, lembre-se sempre de que são ideias na mente de Deus, cristalizadas em formas físicas.

Não é necessário viver todo tipo de experiências humana para se alcançar a sabedoria suprema. Você deve ser capaz de aprender com a experiência dos outros. Por que envolver-se em um panorama de infindáveis experiências para enfim descobrir que nada neste mundo jamais poderá fazê-lo feliz?

O mais sábio é aquele que busca a Deus. O mais bem-sucedido é aquele que o encontrou.

Paramahansa Yogananda

Paramahansa Yogananda

Diálogo entre um buscador incansável e a vida:

- ‘Onde está minha verdadeira Casa? Quando meu sofrimento vai acabar?’, o buscador nostálgico pergunta.
- ‘Você já está em casa’, responde a Vida, ‘mesmo no meio da sua dor‘.
- ‘Mas eu não consigo ver isso agora!’, responde o buscador.
- ‘Claro que você não pode’, responde a Vida. ‘Por isso desista de tentar vê-la no futuro. Simplesmente descanse nesta experiência do momento presente de ser incapaz de ver. Descubra que você está em Casa mesmo nessa sensação presente de nostalgia, mesmo nessa frustração, mesmo no seu fracasso de escapar a este momento. Para quem isso tudo esta aparecendo exatamente agora?‘

Riva Almeida

MULHER...

Talvez a verdadeira excitação esteja...hoje...
em ver uma mulher se despir de verdade...emocionalmente.
Nudez pode ter um significado diferente.
Muito mais intenso é assistir a uma mulher desabotoar
suas fantasias...suas dores...sua história.
É erótico ver uma mulher que sorri...que chora...
que vacila...que fica linda sendo sincera...
que fica uma delícia sendo divertida...
que deixa qualquer um maluco sendo inteligente.
Uma mulher que diz o que pensa...
o que sente e o que pretende...
sem meias-verdades...sem esconder seus pequenos defeitos
aliás...deveríamos nos orgulhar de nossas falhas...
é o que nos torna humanas...e não bonecas de porcelana.
Arrebatador é assistir ao desnudamento de uma mulher
em quem sempre se poderá confiar...mesmo que vire ex...
mesmo que saiba demais.
Não é fácil tirar a roupa e ficar pendurada
numa banca de jornal mas...difícil por difícil...
também é complicado abrir mão de pudores verbais...
expôr nossos segredos e insanidades...
revelar nosso interior.
Mas é o que devemos continuar fazendo.
Despir nossa alma e mostrar pra valer quem somos...
o que trazemos por dentro.
Não conheço strip-tease mais sedutor.

Carla Toscano

A Fé que Justifica não Está Sózinha
(Tiago 2:21-26)

Quantos alegam que têm fé
A fé verdadeira
A fé que salva
Mas que triste afirmação
Que lamento
Porque não se vê o arrependimento

E sem arrependimento não há fé
E sem fé não há arrependimento

Deus os uniu de modo inseparável
Aonde um for
O outro seguirá junto

A fé habita no coração puro
Como poderia estar
No que é imundo?

Como pode o pecador ser limpo
Senão pelo sangue de Cristo?

Coração puro sem arrependimento?
Isto certamente nunca será visto
Porque temos um coração corrompido
Corrompido pelo pecado
Que somente por Jesus
Pode ser removido.

Silvio Dutra

A Mulher verdadeira é diferente da massa, porque é pura;
Porque antes de amar alguém, terá aprendido a amar a si mesma.
A Mulher verdadeira não ama surpreender as gentes, ma ao homem que ama.
A Mulher Verdadeira ama o pudor somente em público. É discreta e tenaz.
A Mulher Verdadeira não espera pelo destino, mas o atrai a si;
A Mulher Verdadeira não se concede, ela se dona sem se perder.

livia cassemiro

Por diversas vezes me atenho a meditar, qual verdadeira razão de determinadas ocorrências no evoluir do ser humano?
Nada existe sem uma verdadeira finalidade, os caminhos são traçados, as metas estabelecidas, porém, os percalços são verdadeiros e presentes, os obstáculos ocorrências possíveis, mas tudo se acerta ao final...
Finalidade, razão, qual o porquê da questão?
Somos gerados na proteção do útero, logo em seguida expelidos aos cuidados do mundo, do interipor do organismo para a acalento dos braços da mãe, essa inconstância em nossa vida nos torna seres mais fortes, adaptáveis ao meio, sem a qual seríamos frágeis e imaturos.
A inocência se vai bem cedo, o mundo é o limite, os horizontes se abrem e nos convidam a explorar, a viver, a difundir idéias próprias, pesquisar, amadurecer...
Nos encontramos em nossas escolhas...
Com o tempo conhecemos a malícia, produto do meio em que vivemos, a descoberta da sexualidade, o auto conhecimento...
Liberdade conquistada, novamente a segurança se vai, dessa vez por opção, criamos asas, podemos alçar voô, quanta dúvida!
Transgredir é sempre mais fácil, excitante, a vicissitude carrega consigo o valor da opção, o certo? O errado?
O caráter moldado pela criação, lapidado pela educação, a personalidade, as quetões morais, tudo isso analisado a tempo, a hora, no calor dos acontecimentos...
Evoluir, sempre, independente da razão, da direção, na constante busca do domínio, o ser se inova por intermédio da criação, deixa de ser uno e se multiplica, a vida persevera, o continuismo se faz real...
Novamente a insegurança ronda, o medo de não ser capaz, as incertezas...
A vida é cíclica e como tal as sucessões também o são, o certo se torna incerto, o correto incorreto e o sentido deixa de ser pra dar lugar ao envelhecer, enfim ocorre o morrer...
E a vida continua!!!

Sérgio Velloso

Usando a lógica para não cair em qual quer frustração e nem achar que a invenção se faz verdadeira;
Não ao querer que me digam que me ama, nem muito menos demonstrar loucuras indesejáveis;
Apenas cuide de mim com atitudes e um belo sorriso em um rosto pleno e sereno para que eu saiba que é verdadeiro;

Julio Aukay

Não importa se você é pobre ou rico, a verdadeira riqueza está em ser feliz e entender o significado da vida.
Muitas pessoas dizem que sua vida está um inferno, mas pare e reflita, a maioria dos infernos quem cria somos nós mesmos.
Haja sempre com otimismo, por que a vida é só uma. Procure sempre viver com pensamentos positivos por mais que sua vida pareça um inferno;

Tiago persan

Não se faz só por um sentimento direcionado por uma mulher e sim por um único coração que verdadeiramente movem as estrelas do meu céu;
A mulher que mais amei em minha vida se tornou minha obsessão, mas falhei e a perdi com falhas tolas e idiotas que não tive como repará-las;
Porém minhas mágoas foram desfeitas dessa minha realidade inútil que tanto me presenteou com a solidão hipócrita ao meu caminho;

Julio Aukay

A verdadeira coragem de arriscar e ir atrás do que realmente se acredita.
As lutas diárias são como verdadeiras batalhas para de algum modo sermos compreendidos e nos compreendermos. Fiz uma retrospectiva minha, assim como se fosse um filme, de minha caminhada desde que cheguei nesta terra até aqui, onde estou agora, na frente deste computador em uma sala cheia de botões como se fosse a cabine de um avião.
Chego a conclusão que as coisas não acontecem por acaso. Tudo realmente na vida tem um porque. Porém não podemos deixar que o rio da vida sempre nos leve. Muitas vezes é necessário lutar e remar contra a maré. Acredito que não vim parar em Curitiba-PR por um simples acaso, assim como acredito que algumas de minhas viagens que ja estavam totalmente planejadas, não deram certo por um motivo muito peculiar.
A coragem para lutar é algo essencial. Já "bati" de frente com várias pessoas, familiares, amigos, comigo mesmo e hoje eles me entendem e me respeitam por isso(e eu também, me entendo mais e me respeito por isso).
Se fosse contar todas as histórias... ficaria aqui por horas, dias, talvez meses... Enfim, a verdade é que aprendi a lutar pelo que acredito (mesmo quebrando a cara muitas vezes).
A felicidade aparece como um passe de mágica? Sim, aparece. Porém hoje em dia tenho certeza que na maioria das vezes é uma conquista. Uma conquista que gera medos, uma conquista que muitas vezes necessitamos nos modelar para conseguir. Uma conquista que muitas vezes exige que atravessemos o rio da incompreensão para sermos compreendidos e respeitados. estou descobrindo nessa caminhada que é muito melhor compreender que ser compreendido.
Os riscos são necessários sim! Encarar os nossos maiores medos de frente são necessários sim! Mostrar para as outras que é possível ser feliz é necessário sim! E mostrar para nós mesmos que por muitas vezes por medo e por coisas mínimas que transformamos em grandes tempestades, maiores do que realmente são, é necessário eternamente.
Afinal, como ja dizia Robert Ingerssoll:" A maior prova de coragem é suportar as derrotas sem perder o ânimo".
Muitas vezes idealizamos muitas histórias para o decorrer de nossa vida. Muitas vezes estas histórias acontecem como idealizamos, porém muitas vezes acontecem de um outro modo. E por não ser exatamente como idealizamos, deixamos passar. E muitas vezes, quando nos damos conta, ja é tarde demais.
Não, não existe nada completamente errado no mundo. Até um relógio parado pode estar certo no mínimo duas vezes ao dia!
Acreditar que tudo o que eu escrevi é uma ilusão, uma mentira ou um idealismo de um apaixonado que acredita que tudo por mais complicado que seja pode dar certo sim, pode ser uma saída se você não quiser dar o braço a torcer, afinal iludir-se faz parte da vida. Boa sorte!
Agora se você pensa ao contrário, que sempre é tempo e há tempo para se aprender, sempre é tempo e há tempo para recomeçar oque parou pela metade, sempre é tempo e há tempo de lutar e provar para você mesmo que é possível, que as regras impostas pela sociedade são somente regras criadas por alguém, que as regras criadas pelo universo vão sempre mais além do que podemos imaginar. Boa sorte também!
Que nossa caminhada nos leve em algum lugar, que nossa luta seja recompensada por sombras frescas a beira de rios de águas límpidas, que possamos NUNCA evitar a felicidade com medo que ela acabe ou por achar que de algum modo esta felicidade fuja dos padrões, pois este é o melhor meio de ser infeliz.

Jr. Pereira

Nessa estrada da vida, disperdicei o amor,
a verdadeira eu trocava por outra qualquer,
perdi tanta coisa,
sofri mais também eu já fiz sofrer, mas com o tempo aprendi a
amar e a viver
hoje eu não tenho vergonha de olhar nos meus olhos,
hoje o que eu tenho me basta, encontrei o amor. Eu tenho um grande amor, e dessa eu não largo, ela é presente de Deus, é linda por dentro e por fora, e dessa eu não abro mão, ela me conhece, me ama,
é a dona do meu coração.

Paulino A. Siquisse