Carta Tocante

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Amor...
Copiar uma poesia, ou música seria mais fácil, rápido
e quem sabe mais tocante do que estou escrevendo...Mais acredito que sentimentos falam mais do que palavras... e são esses mesmos sentimentos que me permitem transfigurá-los
em palavras à voce... Hj posso dizer que sei o que realmente é amar...
porque foi com voce que aprendi que essa pequena palavrinha tem um grande significado... e
momentos também... é atraves desse significado que me permito pensar em voce e
sorrir do nada...
que me permite buscar sempre estar bem em todos os sentidos...
que me permite transformar um simples abraço e um simples beijo na melhor sensação do mundo....
e acima de tudo que me faz querer voce sempre e cada vez
mais.... TE AMOO! ( A vc já sabe... rsrsrs)
Homenagem ao Wadson.

Renata Silva

As coisas que escrevo

Todas são assim,
Às vezes embaraçadas,
Engraçadas,
Tocante,
Bagunçadas,
Errante.

Começo em uma idéia e termino em outra,
Atropelo-me em meus pensamentos.
Tropeço em palavras.
De repente não sei o que escrever,
Escrevo o que vier.

Meus “poemas” são seus,
Todos eles têm um motivo, uma razão,
VOCÊ!
Começo um poema em pensamentos neutros,
Pensamentos calmos,
Pensando em VOÇÊ!

Um sorriso tímido,
Uma lagrima de tristeza.
Não era tristeza de fato,
Mais sim a felicidade de saber,
Que você é o motivo de tudo!
Que é por você que ainda vivo!
Que é pra você que escrevo este!
É com você que eu quero estar,
Quando o pano da vida se fechar,
E o nosso espetáculo feliz terminar.

Wallace Neres

A Necessidade das Boas Obras



“Fiel é esta palavra, e quero que, no tocante a estas coisas, faças afirmação, confiadamente, para que os que têm crido em Deus sejam solícitos na prática de boas obras. Estas coisas são excelentes e proveitosas aos homens.” (Tito 3.8)

Com base nestas palavras do texto me propus a abordá-las nestes dois pontos:
Primeiro, quanto à verdade ou credibilidade deste dito ou proposição, de que os que têm crido em Deus tenham o cuidado de praticar as boas obras, e em segundo lugar, quanto à grande necessidade de inculcarmos freqüentemente naqueles que se professam cristãos, a indispensável prática das virtudes de uma vida santa.
Vejamos então o primeiro ponto, que é muito necessário pelas seguintes razões:
I. Porque os homens são muito aptos a enganarem a si mesmos neste assunto, e assim, dificilmente se aplicam àquilo em que consiste principalmente a verdadeira religião, a saber, a prática real da bondade.
II. Por causa da necessidade imprescindível das coisas que nos tornam capazes do favor e aceitação divinos, e da recompensa da vida eterna e felicidade.
I. Desta primeira parte acima citada podemos dizer que os homens são extremamente desejoso de reconciliação (se isto for possível) com a esperança de felicidade eterna em outro mundo, com uma liberdade de viver como eles vivem no mundo presente: por isso repudiam como um problema e algo muito trabalhoso o ter que mortificar as suas concupiscências, e subjugar e governar suas paixões, e refrear a língua, e ordenar toda a sua conversação de forma correta e praticando todos os deveres que são compreendidos naqueles dois grandes mandamentos do amor a Deus e ao próximo. Eles de bom grado entram no favor de Deus, e fazem a sua vocação e eleição, por algum caminho mais fácil, do que "empenhar toda a diligência, para adicionar à sua fé, a virtude e conhecimento, e domínio próprio, e paciência, e bondade fraternal, e o amor."
A pura verdade nesta questão é que os homens tiveram sua religião baseada em qualquer coisa, exceto naquilo que ela é de fato - a remoção e mortificação de nossas inclinações viciosas, a cura de nossos maus afetos e corrupção; o devido cuidado e governo de nossos apetites e paixões, o sincero empenho e prática constante de toda a santidade e virtude em nossas vidas; e, portanto, eles muito ao contrário, buscam alguma coisa que possa agradavelmente aliviar e desculpar suas más inclinações, do que extirpá-las e ao invés de reforma e transformação de suas vidas viciosas, fazem com Deus uma paz honrosa e compensação para eles de qualquer outra forma.
Este tem sido o caminho e loucura da humanidade em todas as gerações, para derrotar a grande finalidade e desígnio da religião, por a considerarem árida para se confiar, a substituem por alguma outra coisa em seu lugar, o que eles esperam possa servir para lhes transformar, bem como, que tenha a aparência de tanta devoção e respeito, e talvez de mais custos e dores, do que aquilo que Deus requer deles. Os homens sempre têm sido aptos para impor isto a si mesmos, e para agradar a si mesmos com uma presunção de que estão agradando a Deus plenamente e tão bem, ou melhor, por alguma outra maneira, diferente daquela que ele lhes tem designado, não tendo em conta que Deus é um grande rei, e será observado e obedecido por suas criaturas em seu próprio caminho, e pronto! obediência ao que ele ordena é melhor e mais aceitável para ele do que qualquer sacrifício que possamos oferecer, o que, a propósito, ele não tem requerido de nossas mãos; porque é infinitamente sábio e bom, e, portanto, as leis e as regras que Ele nos deu para vivermos por elas, são meios mais apropriados e justos do que nossas próprias invenções.
Assim, eu digo, que tem sido em todas as épocas. O velho mundo, depois do dilúvio que Deus enviou para punir a maldade, a violência e a impiedade dos homens, por varrer toda a humanidade da face da terra, com exceção de uma única família, que foi salva para ser o seminário de uma nova e melhor geração de homens; eu digo, depois disso, o mundo em um curto espaço de tempo caiu do culto do verdadeiro Deus para a horrenda adoração idolátrica de falsos deuses; não estando dispostos a trazerem a si mesmos à conformação e semelhança ao Deus verdadeiro, eles escolheram falsos deuses como eles, que poderiam não somente lhes desculpar, como também lhes instigar ainda mais em suas práticas indecentes e viciosas.
E quando Deus fez uma nova revelação de si mesmo à nação dos israelitas, e lhes deu as principais partes e substância da lei natural escrita mais uma vez com seu próprio dedo em tábuas de pedra, e muitas outras leis relativas à adoração religiosa, à sua conversação civilizada, adequada e adaptada ao seu temperamento e condição atual, ainda assim, logo a sua religião foi degenerada em meras observâncias externas, purificações e lavagens cerimoniais, e uma multidão de sacrifícios, sem grande relação com a substancia íntima da religião que receberam para guardar, e sem a prática dos seus deveres e das virtudes morais, que foram em primeiro lugar requeridos deles, e com tudo o mais que lhes fora prescrito por Deus para serem aceitos por Ele.
Disso resultaram as queixas mais frequentes nos profetas, que sua religião foi degenerada em formalidade e cerimônia, em oferendas e sacrifícios, e observância de jejuns, e sábados, e luas novas, mas não tinha poder e eficácia em seus corações e vidas; era totalmente destituída de pureza interior e santidade, de todas as virtudes substanciais, e dos frutos da justiça em uma vida justa. Por isso Deus reclama pelo profeta Isaías: (1.11-18):
“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios? —diz o SENHOR. Estou farto dos holocaustos de carneiros e da gordura de animais cevados e não me agrado do sangue de novilhos, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante mim, quem vos requereu o só pisardes os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniquidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer. Pelo que, quando estendeis as mãos, escondo de vós os olhos; sim, quando multiplicais as vossas orações, não as ouço, porque as vossas mãos estão cheias de sangue. Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. Aprendei a fazer o bem; atendei à justiça, repreendei ao opressor; defendei o direito do órfão, pleiteai a causa das viúvas. Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.”
Após estes termos Deus se declara pronto para se reconciliar com eles, e ter misericórdia deles. Mas todos os seus serviços externos e sacrifícios, separados da bondade real e da justiça, estavam muito longe de apaziguar a ira Deus, que eles haviam provocado, ao contrário, a aumentavam ainda mais.
E, para o mesmo fim lemos em Isaías 66.2,3: "Porque a minha mão fez todas estas coisas, e todas vieram a existir, diz o SENHOR, mas o homem para quem olharei é este: o aflito e abatido de espírito e que treme da minha palavra. O que imola um boi é como o que comete homicídio; o que sacrifica um cordeiro, como o que quebra o pescoço a um cão; o que oferece uma oblação, como o que oferece sangue de porco; o que queima incenso, como o que bendiz a um ídolo. Como estes escolheram o seu próprio caminho e a sua alma se deleita nas suas abominações."
E também em Jer 6.19,20: "Ouve tu, ó terra! Eis que eu trarei mal sobre este povo, o próprio fruto dos seus pensamentos; porque não estão atentos às minhas palavras e rejeitam a minha lei. Para que, pois, me vem o incenso de Sabá e a melhor cana aromática de terras longínquas? Os vossos holocaustos não me são aprazíveis, e os vossos sacrifícios não me agradam.”
Eles pensaram que agradariam a Deus com incenso e sacrifícios, enquanto eles rejeitavam sua lei.
E, também, Jeremias 7.4-6: "Não confieis em palavras falsas, dizendo: Templo do SENHOR, templo do SENHOR, templo do SENHOR é este. Mas, se deveras emendardes os vossos caminhos e as vossas obras, se deveras praticardes a justiça, cada um com o seu próximo; se não oprimirdes o estrangeiro, e o órfão, e a viúva, nem derramardes sangue inocente neste lugar, nem andardes após outros deuses para vosso próprio mal,”
E, Jeremias 7.8-10: “Eis que vós confiais em palavras falsas, que para nada vos aproveitam. Que é isso? Furtais e matais, cometeis adultério e jurais falsamente, queimais incenso a Baal e andais após outros deuses que não conheceis, e depois vindes, e vos pondes diante de mim nesta casa que se chama pelo meu nome, e dizeis: Estamos salvos; sim, só para continuardes a praticar estas abominações!”
Eles pensavam que a adoração de Deus, e do seu santo templo, seriam uma desculpa para esses crimes e imoralidades que eles praticavam.
E Miquéias 6.6-8: “Com que me apresentarei ao SENHOR e me inclinarei ante o Deus excelso? Virei perante ele com holocaustos, com bezerros de um ano? Agradar-se-á o SENHOR de milhares de carneiros, de dez mil ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão, o fruto do meu corpo, pelo pecado da minha alma? Ele te declarou, ó homem, o que é bom e que é o que o SENHOR pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus.”
E no tempo do nosso bendito Salvador, aqueles que fingiam serem os mais devotos entre os judeus, ficaram totalmente ocupados com suas tradições pretensiosas de lavagem das mãos, e das partes externas de seus copos e pratos, e sobre as coisas externas e menores da lei, o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e todos os tipos de ervas, omitindo o mais importante da lei, a justiça, a misericórdia e a fé, e o amor de Deus, como o nosso Salvador descreve em Mateus 23.23.
E após a revelação clara do evangelho, a melhor e mais perfeita instituição que sempre existiu, no início do cristianismo, as doutrinas licenciosas que eram ensinadas por pessoas insubordinadas, transformando a graça de Deus em dissolução, e libertinagem de homens quanto a todos os deveres morais e as virtudes de uma vida santa, razão pela qual o caminho da verdade foi blasfemado, como afirmam Pedro e Judas, em relação à seita dos gnósticos . E João, sabiamente, descreve a mesma seita por sua arrogante pretensão de um conhecimento e iluminação extraordinários, ao mesmo tempo que "andava nas trevas", e permitia todo o tipo de maldade na vida, pois eles fingiam perfeição e justiça, sem guardar os mandamentos de Deus.
E no período seguinte do cristianismo, como ele foi importunado com uma controvérsia banal sobre o tempo de observação de Páscoa, e com intermináveis disputas e sutilezas sobre a doutrina da trindade, e as duas naturezas e vontades de Cristo! por causa disto a prática do cristianismo foi grandemente negligenciada, e o principal fim e desígnio da verdadeira religião foi quase completamente derrotado e perdido.
Depois disso, quando o mistério da iniquidade começou a aumentar, com a degeneração da Igreja Romana que abandonou a sua primitiva santidade e pureza, e na afetação de um poder indevido e sem limites sobre outras igrejas, a religião cristã começou a ser invadida por superstição, e o primitivo fervor da piedade e devoção foi transformado num zelo feroz e contendas sobre assuntos do momento sem importância, dos quais temos um grande exemplo notável aqui no nosso próprio país (Inglaterra), quando Agostinho, o monge chegou aqui para converter a nação, e pregar o evangelho entre nós, como a Igreja de Roma presume, mas contra toda a fé e a verdade da história, que nos assegura, que o cristianismo aqui plantado entre os britânicos, o havia sido há vários séculos antes, e talvez mais cedo do que até mesmo na própria Roma; e não somente isso, mas tinha alcançado um crescimento considerável entre os saxões antes que Agostinho, o monge já citado, estivesse entre nós, eu digo: quando Agostinho chegou aqui, os dois grandes pontos de seu cristianismo consistiram em levar os britânicos a um acordo com a Igreja de Roma no tempo da Páscoa, e na tonsura e raspa dos sacerdotes, segundo o suposto costume de Pedro, como eles pretendiam, em cima da coroa da cabeça, e não de Paulo, que havia cortado o cabelo de toda a cabeça, a partir de alguma tradição vã e tola, que se pretendia que fosse aprendida: a de promover estes dois costumes era sua grande missão, e o zelo de sua pregação foi gasto sobre estas duas exigências principais, em razão das quais, depois de muitas bárbaras e sangrentas ações, finalmente prevaleceu.
Desde então, tem-se visto por toda a parte onde o cristianismo é pregado, o distanciamento da prática daquela vida piedosa e santa ensinada por Cristo e por seus apóstolos, por supostos líderes que falam em nome de Cristo, mas que no afã de estimular a obediência às práticas não ordenadas por Deus na Bíblia, mas criadas pela superstição e invenção e artimanha dos homens, isto serviu e tem servido de base para todo sistema religioso que se afirme cristão, mas que não se fundamenta nas boas obras assim como elas são declaradas na Palavra de Deus revelada e escrita.
Então daí surgiu a a doutrina insolente do mérito das boas obras do homem para a salvação da alma, como se Deus estivesse em dívida com os homens para receber das mãos deles as suas ações para serem contadas como justiça para eles.
Então aqui, o líder religioso avoca para si o pretenso direito e poder de perdoar pecados e conceder bênçãos no lugar de Deus, por um também suposto poder e conhecimento que alegam ter recebido dele para tal propósito.
Com isso se tornam guias cegos de cegos, de contingentes imensos de pessoas que se tornam dependentes deles, por acalentar a falsa ideia de que são eles os agentes enviados por Deus para salvá-las e abençoá-las.
Isto pode ser visto inclusive no próprio meio chamado evangélico ou protestante, quando os líderes se afastam da obediência a Deus e aos mandamentos da Sua Palavra.
A verdadeira religião cristã é assim enfraquecida e deturpada, e esta é a razão de não se ver tanto aquela virtude e justiça, os frutos de bondade real que se viam nos primeiros dias do cristianismo.
É a estes que se refere o apóstolo Paulo em 2 Timóteo 3.5:
“tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder.”

II. A segunda razão , ou seja, por causa da necessidade imprescindível das coisas que nos tornam capazes do favor e aceitação divinos, e da recompensa da vida eterna e felicidade.
E esta, adicionada à anterior, faz com que a razão seja plena e forte. Porque, se os homens estão desta forma aptos a enganarem a si mesmos neste assunto, e ser enganados num assunto tão perigoso, consequentemente, então, é altamente necessário inculcar isso com frequência nos cristãos, para que ninguém possa ser confundido nesta questão de tanto perigo, e da qual a sua felicidade eterna depende.
Agora, se a obediência às leis de Deus, e a prática da virtude e as boas obras, são necessárias, a nossa continuidade em um estado de graça e de favor com Deus e nossa justificação final por nosso absolvição no grande dia do juízo, depende senão de santidade e obediência que podem nos qualificar para a visão abençoada de Deus, e a gloriosa recompensa da felicidade eterna; então esta é uma questão de consequências infinitas para nós, e não podemos ser confundidos numa matéria de tão grande importância; mas "desenvolver a nossa salvação com temor e tremor”, para “com toda a diligência confirmar cada vez mais a nossa chamada e eleição", acrescentando a nossa fé e conhecimento das virtudes de uma vida santa, perseverando em fazer o bem, procurando glória, honra e incorruptibilidade; aguardando a bendita esperança e a aparição gloriosa do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo, que se entregou por nós, para nos remir de toda a iniquidade, e purificar para Si um povo Seu especial, zeloso de boas obras.
Eu sei que tem sido o grande projeto do diabo e seus instrumentos, em todas as épocas, minar a religião, fazer uma separação infeliz e divórcio entre a piedade e a moralidade, entre a fé e as virtudes de uma vida santa, e por este meio, não somente para enfraquecer e diminuir, mas mesmo para destruir inteiramente, a força e eficácia da religião cristã, e para deixar os homens, tanto sob o poder do diabo e de seus desejos, como se não houvesse tal coisa como cristianismo no mundo. Mas não nos enganemos a nós mesmos; nisto que sempre foi a religião e a condição de nossa aceitação por Deus: esforçar-se para ser como Deus em pureza e santidade, justiça e retidão, em misericórdia e bondade, cessar de fazer o mal e aprender a fazer o bem, e isso, você vai sempre encontrar na doutrina constante das Sagradas Escrituras, desde o início da Bíblia até o fim.
Gên 4.7: "Se procederes bem, não é certo que serás aceito?"
Salmo 15.1,2: “Quem, SENHOR, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte? O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade; o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho;”
Miquéias 6.8: " Ele te declarou , ó homem, o que é bom e o que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça , e ames a misericórdia , e andes humildemente com o teu Deus?"
Is 3.10,11: “Dizei aos justos que bem lhes irá; porque comerão do fruto das suas ações. Ai do perverso! Mal lhe irá; porque a sua paga será o que as suas próprias mãos fizeram.”
E nosso bendito Salvador, em seu sermão da Montanha, nos diz claramente que tipo de pessoas nós devemos ser, se esperamos ser bem-aventurados, para entrar no reino de Deus, e onde a sua religião consiste, em justiça e pureza, e mansidão, e paciência e pacificação, e declara mais expressamente, que se esperamos felicidade em quaisquer outros termos diferentes da prática dessas virtudes, podemos construir sobre a areia.
Gál 6.7,8: “Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna.."
Ef 5.6: “Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.”.
1 João 3.7: "Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo.”
Estas coisas são boas e proveitosas aos homens, e agradáveis a Deus, e honram a religião, e são a única maneira e caminho para a vida eterna, por meio da misericórdia e méritos de Jesus Cristo, nosso bendito Senhor e Salvador, porque temos a justificação, a regeneração, a santificação e a glorificação, simplesmente pela graça, mediante a fé no Seu grande nome, para vivermos na prática das boas obras.

Tradução, redução de um sermão de JOHN TILLOTSON, e adaptação feitas pelo Pr Silvio Dutra.

JOHN TILLOTSON

ME RECONHEÇO


É nos teus olhos que me reconheço.

Sou puro sentimento, enraizado, tocante, fascinante, plasmado no silêncio.

Solta, alada, desenrolando a ternura que em brisas de carinho, a ondular ligeira voa, acordo à vida e num ato de plenitude e oração louvo o amor intenso e celebro este momento.

Deusa da felicidade, atenta às nuances do destino, e na ânsia de te dar o mundo, deixo-me levar, me renovo, me movo calma, serena, doce e, tocada de graça flutuo em divina paz.

Eloah Westphalen Naschenweng

Natureza sem igual

Tão tocante maravilha
És bela e ortogonal.
Porém tão tripudiada agonia,
Releva graus tocantes
Como a de uma relva,
Espalhada dimensionalmente
Entre floresta e campo.
Em meio ao estrume
De animas campeiros
E florestais.
Cavalos, macacos,
bichos de composições fecais.
Nunca vi tanta beleza.
A natureza limpa
És tão boita
Quando está naturalíssima.
Quero sempre poder vê-la, tocá-la!
Quero-te espalhada, molhada,
Do jeito que estiver sendo natural...

Axi Reed

É extremamente tocante falar de um assunto quando se vivendo o momento, mas enfim, esperar é duro, é dolorido, tu fica chateado o tempo todo, mil coisas, mil pessoas e outras oportunidades ficam martelando a cabeça, é difícil, muito difícil. Dá uma baita vontade de jogar tudo pro alto, e quando isso acontece eu vou pro banheiro, orar, claro.. peço a Deus pra aliviar meu coração e o ES faz com que eu me sinta leve. E se tudo acontecer de novo, eu peço novamente, pois a misericórdia dEle por nós se renova a cada dia, isso é o que me mantêm firme, além de saber que todas as coisas cooperam para o nosso bem (Romaos 8:28).

Kamilla Souza

Muito embora haja, em nosso sistema jurídico latente subjetividade no tocante a mensuração do dano tido como moral, ou melhor, extrapatrimonial, é imperioso que o magistrado, a quem a Lei outorgou o dever de mensurar o efetivo valor de uma indenização compensatória, atente-se, além dos clássicos critérios sabiamente elaborados pela doutrina e jurisprudência, ao efeito punitivo da condenação, não em uma punição atrelada ao conceito de pena, mais sim que venha a desestimular futuras praticas, idênticas ou mesmo semelhantes do ofensor. Tal entendimento tem escopo num dos princípios basilares do direito processual pátrio, qual seja, a pacificação social, especialmente porque a sociedade, descrente, necessita de uma dura resposta do Estado-Juiz. Assim, a sentença deve ser firme, concisa, apta a educar o ofensor, advertindo-o, mesmo que de maneira implícita, de que existe alguém que tutela o direito dos mais frágeis.

Antonio Rocchi Junior

Se querem mortificar os feitos do corpo, “nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências”. O que isso significa? Em Salmos 1, achamos um discernimento claro quanto ao significado dessas palavras do apóstolo. Eis a prescrição: “Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores” (Sl 1.1). Se vocês querem viver esta vida piedosa e mortificar os feitos do corpo, não gastem tempo permanecendo nas esquinas das ruas, porque, se fizerem isso, provavelmente cairão em pecado. Se permanecerem no lugar por onde o pecado talvez passará, não se surpreendam se voltarem para casa em tristeza e infelicidade, porque caíram no pecado. Não se detenham no “caminho dos pecadores”. E, menos ainda, devem vocês assentar-se “na roda dos escarnecedores”. Se permanecerem em tais lugares, não haverá surpresa em caírem no pecado. Se vocês sabem que certas pessoas lhes são má influencia, evitem-nas, fujam delas. Talvez vocês digam: “Eu me ajunto com elas para ajudá-las, mas percebo que, todas as vezes, elas me levam ao pecado”. Se isso é verdade, não estão em condições de ajudá-las...

Martyn Lloyd-Jones