Carta de São Paulo a Coríntios

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Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,
não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;
não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;
tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;
mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.

Paulo de Tarso

A OUTRA NOITE

Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrei um amigo e o trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um luar lindo, de lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou o sinal fechado para voltar-se para mim:

-O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem mesmo luar lá em cima?

Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma outra - pura, perfeita e linda.

-Mas, que coisa...

Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou pensava em outra coisa.

-Ora, sim senhor...

E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um "boa noite" e um "muito obrigado ao senhor" tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um presente de rei.

Rubem Braga

Soneto Sentimental à Cidade de São Paulo

Ó cidade tão lírica e tão fria!
Mercenária, que importa - basta! - importa
Que à noite, quando te repousas morta
Lenta e cruel te envolve uma agonia

Não te amo à luz plácida do dia
Amo-te quando a neblina te transporta
Nesse momento, amante, abres-me a porta
E eu te possuo nua e frígida.

Sinto como a tua íris fosforeja
Entre um poema, um riso e uma cerveja
E que mal há se o lar onde se espera

Traz saudade de alguma Baviera
Se a poesia é tua, e em cada mesa
Há um pecador morrendo de beleza?

Vinicius de Moraes

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará. O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará; Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.

Paulo de Tarso

O amor é paciente, é bondoso; o amor não é invejoso, não é arrogante, não se ensoberbece, não é ambicioso, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda ressentimento pelo mal sofrido, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

Paulo de Tarso

1 corintios 13:4 a 7--Leer a biblia é uM bom ExercícioO!!

downloade_alk@hotmail.com

O amor é Paciente e bondoso. O amor não é ciumento e nen orgulhoso nem vaidoso. Nao é grosseiro nen egoísta. Nao se Irrita nen fica magoado. O amor nao se alegre quando alguem faz alguma coisa errada mas se alegra quando alguem faz o que é certo . O amor nunca desanima, porem suporta tudo com fé, esperança e paciência.

Michael bezerra de Souza

O Morumbi será um excelente palco para abrir a Copa, e o Maracanã outro ótimo palco para o encerramento. Em curto espaço de tempo, o Brasil precisa ter competência para fazer reformas e construir estádios. Mas não é só isso. Precisamos melhorar na cultura, infra-estrutura, transporte, saúde, educação. Estádio podemos construir. Gente é difícil corrigir. Espero que as pessoas encarregadas pelo planejamento sejam dignas.

Rogério Ceni, goleiro do São Paulo Futebol Clube

Ninguém se engane a si mesmo. Se alguém dentre vós se tem por sábio neste mundo, faça-se louco para ser sábio.
Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia.
E outra vez: O Senhor conhece os pensamentos dos sábios, que são vãos.

(1 Coríntios 3, 18-20)

São Paulo

Sagitário:

À procura de um sentido

Sagitário é o nono signo do Zodíaco, sociável, exploratório e interessado em captar alvos que estimulem o movimento no mundo externo. Como é também um signo de qualidade mutável, sua função é disseminar - no caso a transformação realizada no signo anterior, Escorpião - e adaptar as mudanças com versatilidade e compreensão pelas diferenças existentes nos vários grupos humanos. Para adaptar as verdades relativas, ele busca outras paisagens, pois necessita descobrir o que é comum e verdadeiro para muitos agrupamentos e não apenas a alguns. È um signo que produz pessoas com grande potencial para filosofia, justiça e antropologia. Por ser um divulgador e explorador nato, o Sagitário tem como símbolo a flecha que procura um sentido que será divulgado, ampliando assim a percepção alheia, resgatando princípios universais e superando a visão tacanha da vida.

Signo de elemento Fogo é movido pela inspiração e pela intuição. Por isso, dizemos que Sagitário coloca sua inspiração a serviço de grandes causas sociais, em busca de um sentido que faça as pessoas reunirem-se e expandirem sua vida. O Sagitário tem o espírito de um geógrafo, que descobre novas paisagens - naturais ou imateriais - integrando-as para a melhoria da sociedade. Entre as profissões, encontramos, portanto, muitos adeptos das aventuras e descobertas, das explorações, e também muitos publicitários, editores. Signo de comunicação, o Sagitário ensina o que sabe - mesmo que nem sempre cumpra em sua própria vida os ensinamentos que espalha em suas andanças pelo mundo.

Sagitário é representado pela figura de um centauro, o que aponta para a qualidade humana e animal que tem dentro de si, em perpétua contradição, que afinal de contas é o que o move na vida. Ao ceder aos desejos que animam seu jeito de viver, entusiasta e positivo, pode se exceder. Dá livre curso a suas vontades, beirando o excesso, pois quer experimentar e explorar o que for possível desta vida. Instável, prefere a mudança, a variedade - o que complica as relações mais duradouras. Seu lado animal pende para a satisfação imediata e positiva dos desejos sensuais, enquanto seu lado humano procura entender essas contradições, podendo encontrar um sentido mais amplo e superar as próprias limitações e desejos descompassados através de uma prática espiritual que o leve à moderação.

Contudo, o Sagitário convive e cria em meio a esta dialética que é representada pelo centauro-chefe, Quíron, o mestre-filósofo que tentava curar também as dores alheias tratando de sua ferida incurável. Sagitário irá testar o sentido de vida de qualquer um que cruzar seu caminho. Mas irá agir com generosidade e alegria, compreendendo a natureza humana como ninguém, dono de uma grande capacidade de perdoar - a si e aos outros - que beira a temeridade! Para este signo que luta pelos fracos e oprimidos, a justiça precisa ser cumprida - através da lei, porque não é de acometer contra o "status quo", preferindo o caminho da convenção ao da revolução. Gosta de fazer justiça com seu exemplo e seu julgamento e é adepto das competições esportivas como forma de educar a juventude, sendo ele próprio muitas vezes um entusiasta e praticante de esportes gregários, onde o mais importante é competir respeitando as regras do jogo, do que se sobressair como um herói.

Seu planeta regente é Júpiter, o maior planeta do sistema solar, representando por este simbolismo natural sua grandeza, seu natural dom para ampliar e fazer crescer o que toca. Às vezes, prefere ocultar suas dúvidas aos olhos dos outros, curtindo seu desanimo com a mesquinharia humana em retiro. Por ser um signo que rege o sentido amplo da vida, e a busca por isso acarreta em alguns momentos a melancolia - o sentido escapa e chega a depressão. O fígado, relacionado ao sentido da vida, é regido por Júpiter, sendo o órgão de Sagitário, assim como as coxas e o fêmur. A natureza restaura seu organismo forte, às vezes pressionado pelos excessos de uma vida agitada ou desregrada. Mas Sagitário tem fé para dar e vender e acredita que existe uma luz no final do túnel.

Seu elemento é o Fogo, sua pedra é o berilo e o quartzo verde, seu metal é o estanho. Astro regente: Júpiter.

Folha de São Paulo

O amor
"O amor é muito paciente e bondoso
Nunca é invejoso ou ciumento
Nunca é presunsoso nem orgulhoso
Nunca é arrogante nem egoísta, nem tão pouco rude
O amor nÃo exige que se faça o q/ ele quer
Não guarda rancor e dificilmente notará o mal que os outros lhe fazem
Nunca esta satisfeito c/ a injustiça
Mas se alegra quando a verdade triunfa
Se você amar alguém será leal para com ele
Custe o que custar
Sempre acreditará nele
Sempre esperará o melhor dele, e sempre se manterá em sua defesa
Há três coisas que perduram : a FÉ, A ESPERANÇA E O AMOR
E a maior destas coisa é O AMOR."

Epístola do amor segundo São Paulo

O POMBO



Um homem sentado numa praça
de Curitiba, São Paulo, Recife, Londres...


Aquele homem é o mesmo
em todas as praças do mundo?


Um homem pousa num banco
e seus pensamentos voam igualmente
como o pensamento de todos os homens
sentados numa praça qualquer


Eis um homem pousado voando
pelo mundo


Esse homem é um pombo
Esse homem é a paz


Será por isso que existem praças
para os homens pousarem
e soltarem as suas asas?

Hideraldo Montenegro

Amor e perdão


Das passagens bíblicas temos o exemplo de São Paulo que antes de ser Paulo era só Saulo de Tarso e perseguidor dos cristãos. Antes da visão que teve na estrada para Damasco, matou inúmeros seguidores de Jesus. Mesmo sendo assassino, tornou-se um dos maiores seguidores de Jesus e cumpriu sua missão pregando o Evangelho de Jesus ao mundo, em especial aos pagãos.
Pois é temos um santo que antes fora assassino e a nossa visão hoje dos criminosos? Como pode ser termos um santo que antes de sua conversão havia matado milhares de fies e não aceitarmos que alguém que já cumpriu sua pena tenha convívio na nossa sociedade.
Paulo de Tarso teve numa mesma existência a oportunidade de nos mostrar que é a mudança é possível, uma vida de crime passou a ser uma vida de amor. Ninguém sequer cita o passado de Paulo, todos são falam do amor que ele transmitiu em suas mensagens.
Porque então não podemos perdoar aqueles que cumpriram sua pena?
O que há de errado em nossa criação? Porque não conseguimos esquecer o erro alheio? Porque ficamos sempre indagando o porque, o motivo do que levou a fazê-lo?
Falta ainda muito amor em nossos corações. Incrível como o amor somente se manifesta em nossas relações mais próximas. Sabe aquela frase: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”? Pois achamos lindo, cantamos com toda força dos nossos pulmões. Mas acho que nunca paramos para questionar que pessoas? Amar a quem?
Pois é o que devemos fazer preciso amar a quem?
Precisamos aprender amar a todas as pessoas do mundo sem distinção. Não é nada fácil, porque temos uma coisa dentro de nos chamada preconceito, que precisamos eliminar esse sentimento para então dar vazão ao amor.
Amor é a única forma de perdoar, só consegue perdoar quem sabe amar!
Faça disso seu projeto de vida: aprender a amar!!!!!!!!!!!!!!!
Para quem sabe consiga perdoar!!!!!!!!

Tamy Henrique Reis Gomes

Minha pessoa favorita

São Paulo, Av. São João, 407 (de um hotelzinho improvisado que busquei refúgio agora).
28 de dezembro de 2011: três dias para o fim do ano.

Escuta. Hoje fiquei o dia inteiro deitada numa cama de casal amarrotada rabiscando meu corpo à caneta, pensando em você, apontando nuvens da janela, esperando o telefone tocar. Caiu uma chuva boba aqui há pouquinho, ainda não tive coragem de sair na rua, comprar pão, marcar minha passagem de volta na rodoviária, tomar uma atitude. Tudo às vésperas do ano-novo. Me falta fôlego pra tanta promessa de novidade. Eu sei que todo mundo está esperando uma mudança grande nas apostas de mensagens de luz estampadas em tantas camisetas brancas. Inclusive eu. De uma forma mais ou menos hipócrita, mas eu também. Não importa tanto. Importa é que isso tudo trouxe de volta um frio duvidoso na barriga agora: aquela quase-vontade-de-você. Vim te procurar pra contar que tenho arquitetado um plano particular pra te ter aqui outra vez, embrulhado em laço vermelho gigante, carregando um sorriso charmoso de felicidade que um dia me fez acreditar em tudo-de-novo. Loucura. Eu sei. Mas todo mundo tem direito a um pedido particular e impossível no último dia do ano. "Carpe Diem" e toda-qualquer bobagem que te faça feliz.

Faz tempo que eu não te encontro em nenhuma rota de fuga, nenhum filme na TV, nenhum gosto de hortelã mastigada no canto da boca que me lembra tanto seu contorno e suas manias. Aguardei teus presentes, chamegos, mimos, beijos telepáticos de madrugada por pensamentos de saudade. Nada. Você sumiu na data mais esperançosa do ano, como se não precisasse reafirmar valores e pesar desejos. Eu fui ao cinema, vi todas as luzes lindas na 23 de maio, comprei panetone, fiz uma oração antes de jantar e dormi sozinha antes de discar o seu número no visor do celular. Não tenho me divertido tanto como antes, nem feito grandes jogadas para conquistar as coisas. Espero pouco das pessoas e dou apenas parte do que sou capaz de oferecer.

Tenho me arriscado menos, contrariando a minha personalidade. O resultado disso são doses cavalares de falta de companhia e, agora, tarde no meu entendimento, essa saudade de você. Hoje gozei de solidão duas vezes afundada numa banheira descascada que pinga água de um lado só, abracei meus cotovelos de madrugada embaixo da coberta, vi TV no mudo e me contraí inteira num banho gelado de vinte minutos que serviu apenas para reafirmar minha habilidade em praticar solidão. Ou minha mania escrota de querer romancear as coisas com ironia. Sempre fiz pouco caso do amor e tomei na cara rindo quando ele me pegou de surpresa.

Admito. Não estou feliz, mas não tenho nenhum medo de não conseguir ficar. Não agora, enquanto eu me fortaleço de toda a minha capacidade de reerguer o que sobra de mim em finais sem esperança. Enquanto eu estranho tanto gostar de você e querer isso mesmo sem saber porquê. No último dia do ano eu renasço, mudo, esmurro a ponta da faca se for preciso, como canta o Cazuza no som da cozinha agora. Driblo nossa indiferença pra ser feliz com o teu amor: mesmo longe, mesmo sem sinal vital ou qualquer indicação de que os meus sonhos confusos possam mesmo acontecer.

Sei que sou uma mulher que não soube dar à luz, amarrar um laço, ficar em um lugar só. Você sabe, enfim. Agi o tempo todo, ou boa parte do tempo todo, movida por desejos intempestivos de mudanças bruscas. Uma série de novidades que perderam a graça com a mesma velocidade urgente que eu as quis e conquistei. Não me arrependo, nem me condeno. Te levei pra longe, mas você me fez acreditar que eu poderia ser amada assim: em qualquer nível de mutação. Acreditei (acredito? acho que sim, talvez, meu deus como estou confusa). Não sei se estou bem ou mal, doente ou saudável, feliz ou descontente agora, escornada em um sofazinho de camurça falsificada tentando desabrochar para o que der e vier.

Muita gente me acha alguém de exemplo: bem de pele, de cama, de vontade de viver. Eu sempre respondo que depois de largar o cigarro a gente passa a ter mais ar para respirar e sorrir melhor, nada demais. Blah. Que besteira. Parece que realmente a gente não pode mais dar um trago num cigarro, nem ficar em silêncio, nem querer de volta alguém que já morreu. É crime: condenação popular. Discordo e nem discuto se eu puder ficar quietinha aqui sem ninguém apontando a direção. Acho que tenho direito aos meus quinze minutos de anonimato e falta de tempero para o convívio social à qualquer custo e todas as regrinhas malucas que ele coloca na sua cabeça. Cheguei à conclusão que nem sempre existe o jeito certo ou o errado: existe o momento. Que às vezes se encaixa dos dois lados.

Achei que devia casar contigo. Montar uma família, colecionar pratos, ficar bonita e feliz durante um bom tempo. Tsc. Não sei o que me faz falta: só sei que no meio de tantas buscas e abismos e desencontros vazios, eu tropeço quase sempre em você. No fundo e com uma pontada de saudade, preciso apenas que você mostre que ainda esta aí. Manda um sinal de fumaça, um telegrama, uma interrupção em rede nacional na programação televisiva do país inteiro em minha intenção, ou um alô genérico qualquer. Quero saber se você ainda existe, daquele jeito meu ou de qualquer um. Não importa tanto como você vai aparecer. Eu vou gostar, saiba disso apenas.

Porque certas coisas não mudam. Você nunca foi e nunca será. Você simplesmente é. E quero essa promessa antiga de volta. Me permito acreditar em você quando for erguer um copo de bebida qualquer pra brindar tanto faz o que for. Você é minha esperança em fitinhas coloridas ao vento com as melhores mensagens que alguém pode desejar a alguém. Minha pessoa favorita, eu poderia dizer. Te quero junto e perto, contrariando nossos desconhecidos limites geográficos e sentimentais. Bem me quer, mal me quer, me aceite. E responda a minha carta antes de eu bater com os pés na sua calçada outra vez prometendo felicidade: o ano começa daqui a pouco, estamos na contagem regressiva. Não quero perder nada. É o meu pedido.


De qualquer jeito, forma e tamanho,
Você.
Assinado, eu.

Lucas Simões

São Paulo, 03 de Outubro de 1992

Querido Maninho Cesar

É preciso uma canção, um som, talvez um barulho qualquer
um ruído estridente depois o silêncio da mente na calmaria total.
Escorre uma lágrima, outra e mais outra, embarga a voz
pela emoção, agita e entedia a mente ao mesmo tempo.
Dilata,dói, aperta, aflinge e atinge o super-égo.
É preciso uma razão, meditação, apenas um fato a toa
pra justificar a brecha emocional, entre um suspiro e outro há um transe real enexplicáel, contestável mais há...
é o q mais importa agora!!!
Acontecer é importante, ter um curso natural para as coisas acontecerem é fundamental.
Emotividade nem sempre é deixar o choro sair, a lágrima rolar, confusão da mente o essencial mesmo e poder existir infinitamente.

Sujeitar a interferir nos acontecimentos requer mais que ser racional é preciso sentir, derivar espaço, deliberar não se ver, ilimitar esforços, querer viver o instanteseguinte, acrescentar luz a penumbra, descobrir-se.
É preciso bem mais que uma canção envolvente,abstrata,
bem mais que os olhos observam, ainda mais que a pele sinta,
é preciso assumir o papel,o roteiro criado por você.
Basta deixar a alma vagar sem identidade, sem nome ou codi-nome.
O PRINCIPAL É SER FELIZ. E SER FELIZ É PRECISO!!!!

"SIGA SEU PRÓPRIO CAMINHO PRA SER FELIZ DE VERDADE"!!!

De sua Maninha que ti adora

"Crizinha"

G. Cesar Rodrugues S.

Ver e Sentir

(Voluntariado Jovem em São Paulo)



Levo no peito, a saudade de quem sorrir

A lembrança do abraço;

Quem sabe a humildade da Geni...

A experiência no Arsenal da Esperança, Abrigo Padre Batista, Recifran e Vivenda da Cidadania.


Vou simbora enquanto é cedo

Ate mesmo perguntando: Meus Deus, porque estive aqui.

Vi sorriso, alegria, tristeza e compaixão

Vi a flor nascer no lixo...E a plena comunhão



Me sentei pra aprender, levantei pra ensinar

Aprendi que ainda existe, muita gente pra sonhar...

Esqueci minha vida fútil, e deixei acontecer

Coração bateu mais forte...Chorei em mei aos prantos...

Vi Jesus falando: Seja bom samaritano



Talvez não exista palavras, pra demonstrar

O que realmente senti...

Mas sinto em meu coração, que vou partir

Mas de certa forma sempre estarei aqui...



E so pra curtir me pergunto: você vem sempre aqui? Graças a Dues.

Ronan Marcelino de Souza

São Paulo, 03 de Outubro de 1992

Querido Maninho Cesar

É preciso uma canção, um som, talvez um barulho qualquer
um ruído estridente depois o silêncio da mente na calmaria total.
Escorre uma lágrima, outra e mais outra, embarga a voz
pela emoção, agita e entedia a mente ao mesmo tempo.
Dilata,dói, aperta, aflinge e atinge o super-égo.
É preciso uma razão, meditação, apenas um fato a toa
pra justificar a brecha emocional, entre um suspiro e outro há um transe real inexplicáel, contestável mais há...
é o q mais importa agora!!!
Acontecer é importante, ter um curso natural para as coisas acontecerem é fundamental.
Emotividade nem sempre é deixar o choro sair, a lágrima rolar, confusão da mente o essencial mesmo e poder existir infinitamente.

Sujeitar a interferir nos acontecimentos requer mais que ser racional é preciso sentir, derivar espaço, deliberar não se ver, ilimitar esforços, querer viver o instanteseguinte, acrescentar luz a penumbra, descobrir-se.
É preciso bem mais que uma canção envolvente,abstrata,
bem mais que os olhos observam, ainda mais que a pele sinta,
é preciso assumir o papel,o roteiro criado por você.
Basta deixar a alma vagar sem identidade, sem nome ou codi-nome.
O PRINCIPAL É SER FELIZ. E SER FELIZ É PRECISO!!!!

"SIGA SEU PRÓPRIO CAMINHO PRA SER FELIZ DE VERDADE"!!!

De sua Maninha que ti adora

"Crizinha"

G. Cesar Rodrigues S.

Manuel Antônio Álvares de Azevedo.
São Paulo - SP, 1831 - 1852.
Obras Principais: Obras I (Lira dos Vinte Anos), 1853;
Obras II (Pedro Ivo, Macário, A Noite na Taverna, etc), 1855



Nascido a 12 de setembro de 1831 em São Paulo, onde seu pai estudava, transferiu-se cedo para o Rio de Janeiro. Sensível e adoentado, estuda, sempre com brilho, nos Colégios Stoll e Dom Pedro II, onde é aluno de Gonçalves de Magalhães, introdutor do Romantismo no Brasil. Aos 16 anos, ávido leitor de poesia, muda-se para São Paulo para cursar a Faculdade de Direito. Torna-se amigo íntimo de Aureliano Lessa e Bernardo Guimarães, também poetas e célebres boêmios, prováveis membros da Sociedade Epicuréia. Sua participação nessa sociedade secreta, que promovia orgias famosas, tanto pela devassidão escandalosa, quanto por seus aspectos mórbidos e satânicos, é negada por seus biógrafos mais respeitáveis. Mas a lenda em muito contribuiu para que se difundisse a sua imagem de "Byron brasileiro". Sofrendo de tuberculose, conclui o quarto ano de seu curso de Direito e vai passar as férias no Rio de Janeiro. No entanto, ao passear a cavalo pelas ruas do Rio, sofre uma queda, que traz à tona um tumor na fossa ilíaca. Sofrendo dores terríveis, é operado - sem anestesia, atestam seus familiares - e, após 46 dias de padecimento, vem a falecer no Domingo de Páscoa, 25 de abril de 1852.

Luciane Schneider

São Paulo é um exemplo de determinação e coragem, diante das tribulações:
“Estou cheio de consolação e transbordo de alegria, em todas as aflições.” (2Cor 7,4)
“Quem nos separará do amor de Cristo? Tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada? (...) Mas, em tudo isso, somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou.” (Rm 8,35.37)

Dom Genival Saraiva

Muitas vezes tive medo de morar no centro de São Paulo
Do barulho que me conforta
Da noite que me faz companhia
Da música que me alegra
Das gargalhadas pomposas
Das histórias incríveis
Das pessoas inusitadas
Mas e o silêncio do amanhecer?
Percebo a paz de estar só
A luz que entra pela janela, já não me irrita mais
Como é bom estar de bem com a vida.

Geo Aoe

Sento na escrivaninha
Olho no papel escrito
Né Tón 'Agnoston
São Paulo convenceu uma nação
A aceitar suas ideias apenas com essa frase

São Paulo, hoje a cidade
Vive nela
Aquela, pela qual esse poema existe
Essa já não sofre mais por esse poeta
O que dela, em mim, vive ainda?
Apenas o choro q não choro

São paulo foi a Atenas
Pregar o amor do Deus desconhecido
O poeta tenta se livrar
Do amor conhecido...

Nicolas H. Lucas