Cachorro

Cerca de 476 frases e pensamentos: Cachorro

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era o nome de um cachorro que amava e se foi morrar com deuss..

obs: não deixa de amar alguen hoje para amar amanhã..
pois o amanhã ainda não chegou...

descanso

...Eu tenho medo de está entrando num mato..
sem cachorro e la na frente quebra a cara...

Natália alves.. Nathy

SAUDADE

Tudo o que ouço, transformo em imagens.
Uma frase sobre casamentos,
vira um cachorro com cara triste.
Um comentário acerca dos jardins da Babilônia,
vira um origami com formato de pássaro.
Ontem, a palavra “surpresa” trouxe seu rosto à tona.
Vai explicar...

Lou Bertoni

O SACRIFICIO

Hoje matei um cachorro. Seu nome era Rex. Um vira-latas baixinho e simpático. Não me lembro quando nem como ele chegou lá em casa, mas sei que estava conosco há vários anos. Estava doente, na verdade, muito doente com pelo menos duas doenças diferentes que não sei dizer o nome. Andava devagar, triste, quase não comia. E se antes atormentava todos os vizinhos com o barulho, agora nem conseguia mais latir. Tirei a seringa do bolso, tirei a capa de proteção da agulha, tirei a vida do cãozinho. A agulha atravessou facilmente a sua pele dura. Num ultimo e desesperado esforço ele tentou morder a seringa. Estava tão fraco que não tive trabalho para segura-lo. O veneno barato entrou silenciosamente e em alguns instantes a respiração diminuiu e depois parou. Olhei para ele uma última vez. Seco, sujo. Um dos olhos tinha se estufado e estava com o dobro do tamanho do outro, tinha também adquirido um tom cinza sombrio que me fazia ter certeza que já estava cego há semanas, desde que adoeceu... Bom, gosto de pensar que o sofrimento dele acabou. 3/2/10

Sidney Saymon

Já ouviram dizer?
O ditado popular que muitos dizem?
Ficou de dente aberto igual cachorro
Não!
Absolutamente não concordo
Porque os cachorros,só mostra os dentes
Porque não são humanos para fingir um
Sorriso.

Nusa nunes

Eu tenho medo das pessoas. Confio muito mais em um cachorro no que no homem. Porém, os homens não nos lambem. só quando há um relação intima.

Philipi Estevão

Ás vezes até eu prefiro o meu cachorro em relação a isso, mas sabe, eu precisaria que ele fosse imortal e nunca fosse me abandonar. Ele também um dia vai me fazer chorar como chorei duas ou três vezes em toda minha vida, um choro sofrido, que quando olharem o meu estado, vão pensar logo : Tadinha dessa menina . Pois é, vai ser triste e logo essa parte da minha vida, mas eu prefiro nem imaginar como vai ser, ele ainda terá muito tempo. Mas então, o seguinte, chorar, todo mundo chora. Eu prefiro não chorar, quanto menos melhor.

LaylaPeres

A cerimônia seria a beira mar e nosso cachorro traria as alianças. Nós dois juntos vamos quebrar aquele tabu de criançinhas levarem as alianças até o altar, pois, esse tipo de casamento já é algo muito normal e aquela musica de entrada então, não me convence mais de um “feliz para sempre”. Um vestidinho simples, e o maridão apenas com uma camisa e uma calça branca... Tudo assim, bem à vontade em um clima muito tranqüilo. No nosso casamento teriam flores, muitas flores! As cores claras predominariam totalmente. Não poderemos esquecer-nos de colocar na pista de dança, coisas bem coloridas com tochas espalhadas pelos lados pra ter uma boa iluminação noturna. Serviríamos muitos frutos do mar e frutas pra nos alimentarmos. Para beber, nada mais que uma boa e cara champagne, sem esquecer-se dos diversos sucos, água de coco e coquetéis. Passado isso, o som da festa seria levado á lá Jack Johnson, ou seja, músicas praianas na maior parte do tempo e outras mais animadas pra descontrair e tornar algo divertido e inesquecível. Uma hora ou outra , à madrugada e o luar vão quer fazer parte dessa noite, vai ser provavelmente o momento mais relax do casamento, a parte mais linda e pura depois da tão sonhada cerimônia. E, por fim, já que não queremos que ninguém deixe de ir prestigiar-nos, reservaríamos um espaço com aqueles brinquedos de plástico coloridos para as crianças. Sendo assim acho que seria o casamento perfeito pra mim, mas não posso pensar sozinha, é só um sonho e falta o principal, o noivo.

Caroline Santos

Tenho uma casa nas montanhas
De madeira, não muito grande
Um cachorro, um cavalo
E a paz a reinar...
Vejo o Rio, os montes
E tudo o que há
Céu,Sol, lua e estrelas
E o vento a soprar...
Os pássaros cantam
Só é preciso escutar
Minha gaita, a viola
Vendo a noite chegar
Ser livre, ser só
Com nada se preocupar
Não há regras, não há leis
A natureza diz o que fazer
e nos ensina a viver...

Ser livre!

Alex Guedes

Você quer um cachorro de pura raça ? Então adote um vira-latas!

Leticia Bergallo

Olhos sábios de um cachorro


Entro no carro, saio da garagem, fecho o portão.
Paro na esquina olho para os lados, do lado esquerdo da rua dois olhos me observam.
Sim, o olhar de um cão.
Cachorro preto, com manchas acobreadas, da raça “salsichinha”.
Os olhos fixos em mim, serenos.
Olho novamente e percebo na cabeça pêlos brancos ao redor dos olhos e boca.
Aquele olhar sereno é de um cão que demonstra já ter vivido muito.
Impõe respeito, sabedoria.
Com o carro parado espero ele passar e novamente olha nos meus olhos como a me agradecer a gentileza.
Com a firmeza de quem já viveu muito, caminha a passos lentos,
Observador, pára, olha para os lados a observar se tudo está em ordem.
O movimento das pessoas na calçada, os carros a passar.
Segue calmamente e eu parada no carro a observá-lo,
Olha-me novamente,
Seus olhos nos meus refletem um velho cão sábio e cansado.
Um bom cão de rua.
Parece ser respeitado, nenhum outro cão o afronta ou perturba.
No dia seguinte, abro a janela do meu quarto, vejo o cão com o mesmo andar do dia anterior, parado na esquina, outro carro passa, ele olha, o carro passa e ele segue o seu destino.

Miriam Burlani Regianini - 23.01.2009

" Eu não tive pais perfeitos e um cachorro para passear, será que é por isso que talvez hoje eu saia por aí tirando o lixo e jogando-o fora da sociedade? "

Estrela Opaca

Correndo atrás dos rabos como um cachorro, mergulhado na dúvida. Culpado! Declarou ele sem quase nenhuma prova

Pedro Medeiros

O João viajou,
Mas Joana ficou em casa,
Seu cachorro ele levou,
Mas deixou sua amada,

Sua amada que o amava,
Hoje não o ama mais,
E o cachorro que levara,
Já o deixou para trás,

Desprezado e sem ninguém,
Via a miséria acometê-lo,
Tinha fome de leão,
E da noite tinha medo,

Foi um ato sem motivo,
O acaso o desterrou,
Por um mísero cruzeiro,
Um senhor ele matou,

Já não era mais o mesmo,
Já não vivia pelo bem,
Os valores que antes tinha,
Forem-se,
Hoje é João-ninguém.

Lázaro Fernandes

A lição do veterinário

Levei meu cachorro ao veterinário fazer um check-up. Quando o Dr. foi aplicar a vacina, o cãozinho começou a se bater e a querer mordê-lo, ao que o Dr. falou:
"Agora que comecei vou até o final. Não se pode começar uma atividade e desistir assim, senão você não consegue mais."
Persistência e dedicação. Aprendizados do dia-a-dia, em simples ocasiões do cotidiano como essas, mas que podem elevar a nossa maneira de pensar, e colaborar no foco de nossa vida para sempre.

Diego Michel

Pouso Alegre

Uns partem, outros chegam.
Alguns apenas aguardam.

O cachorro esperava,
não sabia o que.

Num instante, um aceno.
Em direção àquele que o portava.
Não sem resposta, sorriso e aceno em retribuição.

Parava o ônibus e logo todos desciam.
O senhor de chapéu puxava o cachorro,
ou pelo menos tentava.

Ela desce do ônibus
Ele a encontra com um beijo
O cão eufórico parece sentir
a mesma felicidade do dono.

Agora é ele, o cão,
que recebe um pouco de atenção.

Ela, traz consigo a alegria,
uma mala e uma caixa.
Bagagem que logo compartilha.

Eles se vão. E assim a vida segue.
Partir e chegar.
Na rodoviária, um pouso alegre.

Tiago Belotte

mesmo você sendo um cachorro, te curto mais agora. O mundo é das pessoas espertas. E do meu lado, não quero amigos idiotas.

Lary Shameless.

Sinceramente acredito que todo cachorro é cachorro e que toda pessoa é pessoa. E dentro disso não entendo como alguém que morde seu sapato, encoxa sua perna e caga no seu tapete pode ser considerado o melhor amigo do homem.

Danilo Gentili

Eu te amo, tantos banalizaram essas tres palavras, a dizem como quem diz: da água pro cachorro, pendura a toalha, desliga a tevê. quem realmente é capaz de dizer eu te amo quando a pessoa que se ama está dormindo? Quem diz eu te amo sem que o outro veja? quem diz: eu à (o) amo para os amigos? quem diz: só existe ele (a) para mim? quem é capaz de amar de verdade, sem banalizar as tres palavras eternas? Eu sou. E Você, é?

Nadine Thiele

A história, um cachorro.

Não estava na cidade quando ele chegou aqui em casa, mas me lembro bem da noite em que minha mãe estacionou o carro na pequena garagem da antiga casa e ao abrir a porta, já ouvi seu primeiro choro. E foi assim a noite inteira. Meu pai acordava de hora em hora, e o cachorro nunca parava de chorar. Mas era um choro tão triste e ao mesmo tempo tão terno – aquele choro que só os filhotes sabem chorar: pedindo carinho. – Foi então, que meu irmão (mais velho), teve uma idéia: “Vamos trazer ele pro nosso quarto”. Na época, casa pequena, velha, sem pintura, chão de madeira, e com apenas dois quartos: o do meus pais, e o outro eu e meu irmão dividíamos. Em nosso quarto havia duas camas de solteiro, juntamo-las, colocamos alguns lençóis no meio das duas camas para evitar o buraco que ficava ao meio, e dormimos com o cachorrinho em nossa cama improvisada.
No outro dia, nossos pais nos lembraram que deveríamos dar um nome para ele. A felicidade em ganhar um cachorro era tanta que havíamos nos esquecido de “batizá-lo”. “Tchuck, Rex, Mingal, Maguila, Teddy, Scott, Totó, Chico, Lata...” o nomeamos várias vezes, dos nomes mais comuns de cachorros aos mais inusitados. E, só depois de três dias, foi que ele finalmente ganhou um nome aprovado por toda família – menos eu, logicamente, que sempre fui contra tudo – “Magnata”, o nome do nosso cachorro que está conosco há quase onze anos.
Não fazia muito tempo que havíamos chegado em Marcelândia – Mato Grosso. Na verdade, já havíamos morado um ano aqui – em 1998 (creio eu que seja este ano) – meu pai veio para ser gerente da Laminadora Caldatto, após um ano aqui, as coisas não pareceram se ajeitar e voltamos para Palma Sola – SC (minha cidade natal). Lembro-me bem de como viemos para cá em 1998, com um Gol velho e branco, que parava toda hora por falta de água no carburador... E lá ficamos nós, na estrada, esperando por água – quando acabava a água de reserva que enchíamos nas garrafas pets – de Coca Cola. – É! É história pra contar pros netos...
Voltamos para Palma Sola começo de 1999, tínhamos casa lá, e um cachorro chamado Bidu, que na verdade já não era nosso, porque quando fomos para Marcelândia pela primeira vez, o demos para meu Tio Joarez – mais conhecido Tio “Dieis” – e, acho que o Bidu acabou não se acertando muito com a família do meu tio e, fugiu. Após tentarmos de novo em Palma Sola (e não conseguirmos), meu pai vendeu a casa e comprou um Depósito de Madeiras em Chapecó – SC. Moramos um ano lá, em um apartamento, lembro-me da noite em que ouvimos barulhos de vidros sendo quebrados, e no dia seguinte meu pai apareceu contando que haviam quebrado os vidros da Camionete velha (o Gol nós havíamos vendido em Marcelândia para voltarmos para Palma Sola) e roubado o som. Também me lembro da noite em que a vizinha do andar de baixo brigou com o namorado e resolveu quebrar tudo do apartamento (eu olhava da sacada e via copos voando). Bem aquelas coisas que só acontecem em condomínios! Mas eu nunca fui uma boa criança para viver trancada em apartamento, tanto que, em um ano morando em apartamento, eu devo ter entrado escondido na casa do vizinho (ao lado do prédio) umas oito vezes, e devo ter tentado fugir de casa umas três, além do mais, em 1999 eu tinha quatro para cinco anos, e sempre ia à casa da frente do prédio brincar da famosa brincadeira do Compasso (acho que vem daí meu medo de mortos).
No final de 2000, meu pai vendeu o Depósito em Chapecó, fez sociedade com um cara (que não me lembro o nome) e voltou para Marcelândia para tocar uma Laminadora. O sócio do meu pai era bem esquisito, mas eu até que gostava dele. O cara se parecia comigo: tinha medo de dormir no escuro. Ele dormia na sala e com a televisão ligada. Quando meu irmão tirava notas baixas, ele chamava a gente no escritório da Laminadora e falava: “Viu só?! Sua irmã tirou nota boa!”. – Tudo bem que, meu irmão fazia duas séries a mais que ele, mas eu era mais inteligente! – Alias, o sócio do meu pai sempre gostou do Magnata.
Como não fazia muito tempo que havíamos voltado para o Mato Grosso, (ah! Quase me esqueço, nossa primeira virada de ano aqui: 2000 – 2001, passamos no hospital. Eu e meu irmão, internados, por termos comido algo que não nos fez bem... Foi até bom, porque eu sempre odiei barulho de fogos, e sempre tive alergia a aquela fumaça toda que ficava no ar). Mas, voltando ao assunto, não tínhamos amigos aqui e o cachorro foi a nossa maior felicidade! Aquelas patinhas grandes e meigas de filhote, aquele olhar de: “Me dá carinho?”, e quando ele lambia o rosto da gente quando o pegávamos no colo?! Ai! Que saudade daqueles tempos...
Magnata é com certeza o melhor amigo da família, na verdade, ele é da família, né? Hoje, ele já tem seus dez anos, está fraco, e morro de medo só em pensar que um dia ele... Não! Acho que isto seria uma coisa difícil de aceitar. O nosso cachorro que sempre esteve conosco nos deixar, seria, uma dor eterna.
Ele já matou dois gatos, mordeu quatro pessoas, arrebentou três correntes, e teve uma noite que ele não parava de latir, aí quando fomos lá fora olhar o que era, era uma cobra (enorme!), foi super interessante ficar olhando como ele não tirava os olhos da cobra, e como ela não se descuidava também – mas ele nunca olhava nos olhos dela, e ela parecia ficar procurando o olhar dele – meu pai disse, que já tinha ouvido falar que o olhar das cobras hipnotiza, mas sabe que eu nunca fui pesquisar se era verdade!? Só o valor de presenciar aquele momento, para mim já foi muito.
Além do que, no dia onze de agosto, quando tudo aquilo que meus pais construíram desde final de 2000 (uma década de vida!) pegou fogo, meu cachorro, meu Magnata, não abandonou nossa casa. A cerca pegou fogo, ele estava livre, mas ele permaneceu ali a noite inteira, enquanto em roda da casa ainda pegava fogo. Dá uma vontade de chorar lembrando disto, mas eu realmente não sou o tipo de pessoa que chora fácil.
E todas estas palavras foram para deixar mais do que claro, o meu maior amor: minha família. E o Magnata, bem, como eu disse: ele é da minha família. É o cachorro mais estranho e lindo que já vi, o vira-lata com o latido mais bonito, o companheiro mais dócil, o guarda da casa, o Nosso Cachorro.


E é com todo carinho que vou deixar a parte final da narração do filme “Marley & Me” para o nosso Magnata:
"Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dara o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?" (John Grogan)

Gabriella Beth Invitti