Bebe Lindo

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Moderadamente se bebe e loucamente se ama.

Mestre Arievlis

NASCIMENTO E A MORTE, E SUAS COINCIDÊNCIAS
No dia do nascimento, a face do bebê é que define quem ele é e como ele é.
No dia da nossa morte, é o nosso rosto que nos define também. Inerte, somente o nosso rosto fica à mostra, pálido ou com certa cor, triste ou com ar de tranquilidade... É tudo que se busca em nós, no dia da nossa morte, o nosso rosto.
Flores são bem-vindas no dia do nascimento, flores adornam o dia do fim.
Pessoas nos visitam, na chegada. Pessoas nos visitam no dia do adeus.
Nossos olhos estão fechados quando chegamos ao mundo, não é diferente quando vamos embora dele.
Os que nos amam choram no primeiro dia. Os que nos amam choram na partida.
E se dói, ao respirarmos pela primeira vez, dói mais no dia final. Quando percebemos o ar faltando nos pulmões, dói no corpo e dói na alma.
Começamos e terminamos a vida sendo carregados.
Quantas coincidências ainda poderíamos elencar aqui? Muitas, se insistirmos em relacioná-las. No entanto, duas destacam-se por serem assombrosamente interessantes. Então, vejamos a primeira: do pó viemos e ao pó retornaremos, trazendo à tona um conceito de insignificância no início e no fim.
Agora, analisemos com minúcia: o pó nos constrói e nos desconstrói. Fora de qualquer convenção, o pó nos deixa desconfortáveis pela sensação de temporariedade, de finitude, de prazo de validade.
Que impacto insuportável e destrutivo seria essa coincidência em nós, não fosse existir outra, ainda mais surpreendente, que a neutralizasse. Falo da alma. Se somos corpo perecível, também somos alma vivente. A existência da alma é segunda coincidência de que falava. A mais bela de todas, ouso dizer.
Se o corpo frágil está no começo e no fim, a alma vivente está no começo, no fim e ultrapassa o fim. A grandeza da alma está em ser transcendente, seguir livre eternidade adentro. Enquanto o corpo nos aprisiona, a alma nos desencarcera.
Curiosamente, o nosso corpo começa sem forma no ventre materno, e disforme se revolve no ventre da terra, até desaparecer plenamente. Quando pensamos no corpo nos vemos um verme destituído de graça. Mas se olhamos para a alma, pelo contrário, elevamo-nos à compreensão do amor incondicional de Deus. Se o corpo é um pó desprezível, a nossa alma é o artigo de luxo, de valor inestimável, cuja essência está no hálito do próprio Deus que a soprou em nós e a fez existir. Braços e pernas e órgãos e todo resto que se diz corpo vieram do barro e ao barro retornam. Já a alma habita no corpo e dele se vai carregada no colo de Deus. O corpo é um ponto final e alma são as reticências.
Quando criança, quem já adormeceu no sofá da sala, e acordou na cama do seu quarto, compreende bem o corpo e a alma; o início e o fim; e todas as suas coincidências. Porque é assim o dia do nascimento e o dia da morte: no sofá, dormimos desajeitadamente, com o corpo torto e encolhido, descoberto e com frio, mas nos parece bom estarmos ali. Até que nosso pai nos pega no colo e nos leva à cama. Ele nos apoia na cama macia, nos cobre e sussurra palavras de carinho. Fecha as cortinas da janela, cuidadosamente, e o quarto fica à meia luz. O sono tranquilo toma conta de nós e os bons sonhos o adornam. O fato é que nos apegamos ao sofá. Deixar o corpo é como deixar o sofá da sala, aparentemente penoso. Não sairíamos dele se dependesse de nós mesmos. Então, Deus o fez perecível, como uma casa que vai ruindo até os escombros estarem todos no chão. Só então há liberdade para alma seguir o caminho de volta, feliz como a borboleta que acha o vão da janela e voa em direção ao sol.
E as coincidências? Arrisco-me a pensar que elas foram minuciosamente arrumadas aqui e ali, para que o homem se desapegasse do sofá e percebesse o conforto aprazível da cama. Mas a percepção é uma porta que podemos fechar dentro de nós, infelizmente. E é por negligenciarmos as evidências, que seguimos sofrendo com a iminência do ponto final, como se não houvesse alma, como se não houvesse reticências.

Mônica Árêas

Inspiração, antes de surgir, bebe da fonte da emoção, que emana do coração.

Zé Carlos Filho

Me bebe feito veneno letal... mortal... fatal...
sou doce quando penetro a tua boca.. mais desço amarga feito fel nas tuas entranhas...
essa sou eu... menina má...

M.I.R.L ( Maria Isabel Ribeiro Lopes )

Vem pro meu mundo bebê.... vc vai ver.. que ele é bem mais colorido quando estou com vc..

M.I.R.L ( Maria Isabel Ribeiro Lopes )

Bebê, posso te chamar de pirulito só pra te ver me lambuzando toda? posso.. posso...

M.I.R.L ( Maria Isabel Ribeiro Lopes )

Será que sou a única pessoa que nunca ouviu um bebê falar "gugu dada"?

Rafael Di Souza

Criação é amar em dobro e criar em triplo. Assim um casal e seu bebê. Ou os filhos e filhas seus.

Anderson Carmona Domingues de Oliveira

Se apaixonar é como beber uma garrafa de vodca, quanto mais se bebe melhor fica. Mas quando o efeito acaba, nada lhe resta a não ser uma grande dor de cabeça.

Giulia Staar

Um brinde a saudade que me bebe como um vinho da mais fina safra.

LanaCris

Não há um caminho, se a direção for errada, não se bebe, d agua da vida, em qualquer poça D'agua

Hey Jhonye

Não fala muito quem sabe falar
Não bebe muito quem sabe beber
Não compra tudo quem sabe comprar
Não come de tudo quem sabe comer
Mas ama muito quem tem só um amor
E tu és a minha única flor

Martinho da Vila

“Se for bebe não dirija” Ainda bem que sou maior de idade, posso sair com o meu carro;

Julio Aukay

Joana é uma mulherzinha escrota. Ela xinga as pessoas, discute, é grosseira. Ela bebe muito, dança até o chão. Ela é bagaceira. Ela provoca todos os olhares, diz coisas que até o capeta duvida. Joana é imprestável e muito egoísta. Todos reclamam mas ela nem liga. Ela sabe que não há quem resista. Sempre a perdoam depois de uma boa briga. Ela pode ser tudo de ruim, mas é divertida. Sabe quem é a Joana? È a minha inimiga. Ela é meu submundo, o pior que existe em mim, mas faz parte da minha vida.

Andressa Escobar

A idéia não é ter muitas, e sim, apenas uma "verdadeira". Aquela que come e bebe o que tiver, que se diverte com o que tem, que sabe a hora de calar e falar, a que tem ciúme e ao mesmo tempo te da espaço, não sufoca, a companheira, amiga, confidente, conselheira, a que te da bronca e apoio, que não crítica seus amigos, apenas o orienta, sabe chegar, sabe sair, quer saber como foi o seu dia, vibra com você nas vitórias e te da forças na derrota, respeita você e seus gostos, se preocupa, faz loucuras por você, te entende mais que ninguém, faz planos, soma e te completa, faz você rir quando ninguém mais consegue, é o seu abrigo em dias de tempestade, aquela que não tá nem aí pra o que falam de você, ela só quer ser feliz. Não importa se é gorda ou magra, alta ou baixa, inteligente ou tapada, bonita ou feia, loira ou morena, o que importa é que foi ela que te conquistou, cuide, ame, valorize, respeite, pois é a sua mulher, a "verdadeira" .

Jarbas Santos

Tem muita mulher, bonita, gostosa, atraente, sexy, sedutora, que dança bem, que bebe, que vira a noite, tem até de mais, mas mulher pra sentar num banco da praça, apresentar para os amigos, ir ao cinema, fazer uma caminhada, e poder partilhar das coisas simples da vida, "EXTINÇÃO", por tanto quem sor sortudo de ter uma mulher assim ao lado, cuide bem e não a deixe escapar !

Jarbas Santos

Abre o teu sorriso, que me mata de amor. Bebe esse frio, e me mata de calor. Esquenta-me em vez de me queimar. Vou estar bem perto de qualquer lugar aonde for teu lar. Esquece o que for te fazer mal, e não perdoa o que já te fez chorar. Martiriza o presente que te deixa desejar, e abandona o futuro que não conseguir te abandonar.

Rafaella Kristinne

Mais "parceiro" que aquele que bebe junto, é aquele que bebe junto e respeita o fato do outro não querer beber.

Andreza Filizzola

Julgam o santo que bebe vinho, mesmo tendo o martelo e os pregos em suas mãos, enferrujados.

Torsh

Acordar pela madrugada, misteriosa atraente, torna-se be-
la ao receber um bebê , que adiantou sua vinda a este mundo.

Nilma Marques Coelho