Balada

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Balada do Cárcere de Reading
(...)
Eu soube, então, a idéia lacerante
que o atormenta, e o faz correr,
e o faz olhar, tristonho, o céu radiante,
radiante, e alheio ao seu sofrer:
de matou aquela que adorava,
- por causa disso vai morrer.

No entanto (ouvi) cada um mata o que adora:
o seu amor, o seu ideal.
Alguns com uma palavra de lisonja,
outros com um duro olhar brutal,
O covarde assassina dando um beijo,
o bravo, mata com um punhal.

Uns matam o Amor, velhos; outros, jovens;
(quando o amor finda, ou o amor começa);
matam-no alguns com a mão do Ouro, e alguns
com a mão da Carne — a mão possessa!
E os mais bondosos, esses apunhalam,
- que a morte, assim, vem mais depressa.

Há corações vendidos, e há comprados;
uns amam, pouco, outros demais;
há quem mate a chorar, vertendo lágrimas,
ou a sorrir, sem dor, sem ais.
Todo homem mata o Amor; porém, nem sempre,
nem sempre as sortes são iguais."
(...)

Oscar Wilde

Balada do amor através das idades

Eu te gosto, você me gosta
desde tempos imemoriais.
Eu era grego, você troiana,
troiana mas não Helena.
Saí do cavalo de pau
para matar seu irmão.
Matei, brigamos, morremos.
Virei soldado romano,
perseguidor de cristãos.
Na porta da catacumba
encontrei-te novamente.
Mas quando vi você nua
caída na areia do circo
e o leão que vinha vindo,
dei um pulo desesperado
e o leão comeu nós dois.

Depois fui pirata mouro,
flagelo da Tripolitânia.
Toquei fogo na fragata
onde você se escondia
da fúria de meu bergantim.
Mas quando ia te pegar
e te fazer minha escrava,
você fez o sinal-da-cruz
e rasgou o pito a punhal..
Me suicidei também.

Depois (tempos mais amenos)
fui cortesão de Versailles,
espirituoso e devasso.
Você cismou de ser freira..
Pulei o muro do convento
mas complicações políticas
nos levaram à guilhotina.

Hoje sou moço moderno,
remo, pulo, danço, boxo,
tenho dinheiro no banco.
Você é uma loura notável
boxa, dança, pula, rema.
Seu pai é que não faz gosto.
Mas depois de mil peripécias,
eu, herói da Paramount,
te abraço, beijo e casamos.

Carlos Drummond de Andrade

• Virando convivência de amizade apaixonada; Sonho, sexo, paixão! Vontade gêmea de ficar e não pensar em nada. Planejando pra fazer acontecer Ou simplesmente refinando essa amizade Eu vou dizendo na seqüência bem clichê; Eu preciso de você ! Mesmo que a gente se separe por uns tempos Ou quando você quiser lembrar de mim; Toque a balada seja antes ou depois; Eterna love song de nós dois .

Skank balada do amor inabalável

'Mal pisei na balada já correram pra me avisar: “Se prepare, ele está aí, e não está sozinho.''

Tati Bernardi

Ah, Você...
Linda, jovem, desejada e PODEROSA!
Certamente dispensa carinhas na balada, aqueles chatos, ou até mesmo bonitinhos e legais, mas, sem graça nenhuma.
Parece que algo te atrai diretamente para um tipo: O CAFAJESTE1
Aquele que você corre um risco enorme de se apaixonar, você e as outras 3.542 meninas razoáveis que se encontram ao seu redor.
Ele passa te olha, você sem pudor retribui o olhar, 3 segundos, mas um já sabe EXATAMENTE a intenção do outro.
As suas amigas conhecem os amigos dele, rola a aproximação, vocês ficam próximos e ele não faz NADA.
Até o Dj soltar o batidão, você dança e ele olha você sabe e provoca!
Ele chega e você?
PEGA UÉ!
Ali começa tudo outra vez!
Vocês têm amigos em comum, moram até perto, freqüentam os mesmos lugares e ah ele é um gatinho!
Dia seguinte ele te add no orkut, vocês trocam uns comentários engraçados sobre a noite anterior por scrap, até que ele pede seu MSN.
A partir daí vocês se falam sempre, 1h, 3h, 5h por dia e você fica sabendo de muita coisa, o que faz da vida, as gírias, o jeito, e se apega.
Liga o PC todo dia na esperança de ver ele on-line, quando a janela sobe seu coração dispara.
As amigas avisam, pega, mas, não se apega!
Chega a sexta feira, você pergunta qual a boa, ele ainda não sabe, mas também não te chama pra sair com ele.
Você sai com as meninas, chega à balada, dá umas voltas... Vê as carinhas repetidas
E pronto dá de cara com o fulano, ele já chega te beijando 1, 2, até 3 beijos... Vai comprar cerveja, SOME. Você finge que não liga!
O tempo vai passando os encontros aumentando.
A vida segue com cada um do seu lado, sem mãos dadas, sem demonstrações.
Seu apego vai crescendo e ele? NADA
Às vezes tudo que você queria era um pouco mais de atenção? Esquece querida!
Dele você não vai ter isso
Sabe quantas cervejas ele vai comprar numa noite? Sabe quantas janelas no MSN ele tem abertas por dia, enquanto você só espera ELE entrar?
Conforme-se você não é a única.
Ele não se contenta com qualidade, ele gosta de quantidade!
Te avisaram, não é o momento dele, talvez NUNCA seja o momento dele, quem sabe ele seja apenas mais um clone sem cérebro, moleque, que acha legal beijar mais de 10 em uma noite!
Provavelmente ele nunca saberá retribuir um amor sincero e não descobrir o quanto isso é prazeroso chega a ser triste. Nunca se apaixonar por completo, não se entregar a ninguém!
E você?
Ahhhh, Você vai passar por isso Muitas Vezes, afinal infelizmente a maioria de nós nascemos com uma doença congênita que se chama DEDO PODRE e OLHAR SELETIVO PARA CAFAJESTES.
Mas você é bonita, sensível, inteligente, bem humorada, meio maluca, mas tudo bem! E em um futuro bem próximo, muito provavelmente NÃO em uma balada, você vai encontrar um carinha, e dessa vez o coração dele é que vai disparar quando te ver até mesmo entrando no MSN, e ele NUNCA te verá como mais uma menina da balada, um homem que irá te amar e principalmente te respeitar como você merece!
Afinal de contas,
Você é Linda, Jovem, Poderosa.
E ARRASA QUANDO DANÇA!
;)

Nayah Be. R.

Chega uma hora que não importa o quanto a balada esteja bombando, chega uma hora que a gente cansa de segurar esses copos cheios e começa a querer segurar a mão de alguém.

Mallu Moraes

BALADA DO AMOR SINCERO


Eu conheço o templo onde tua alma
Faz morada e conheço a docilidade
Do menino fascinante que habita em ti

Na intensidade da paixão que explode
Nasce o mais belo e puro amor
Que pensa que a tudo, pode.

Que o encanto que sinto, não seja breve
Que seja contrario ao desvelo da deslealdade
Da ilusão ambígua e da contradição

Mas, se é a eternidade
Que precisas para o perdão
Por toda a eternidade

Hei de esperar-te, então!

Siomara Reis Teixeira

A ÚLTIMA BALADA

No supremo ritual da sobrevivência
a primeira dança encanta aos olhos,
e a sua candura enfeitiça a infância
como as marolas beijando abrolhos.

Os dançarinos expõem toda a graça
com lépidos passos em andamentos,
articulam a poesia no tom que traça
o balé infantil aos seus movimentos.

A segunda dança vem à puberdade,
e nos fulgores da sua adolescência
submerge os namorados na vaidade
das paixões: é a doçura da essência.

São espertos, frenéticos e audazes,
bailam com carisma e na ambição
da vida se atraem; moças e rapazes
caçam, raptam e se fixam na ilusão.

A terceira dança bate à maturidade
como bela euforia e muita emoção,
os pares dançam à luz da realidade
e o baile revela toda contemplação.

Os passos lentos e o corpo cansado
fazem da festa apenas a recordação
de arrebatados ímpetos do passado
quando até pulsava forte o coração.

A derradeira dança achega à velhice,
os dançarinos aspiram nova jornada,
mas a saúde é débil e o olhar súplice;
rogam pois aos céus a última balada.

Esperam nela valsar o balé supremo
ao som da afinada orquestra divinal;
e ao findar a música desse extremo
bailado, encerram o compasso final.

Do seu livro: "Poemética Ambulante"

GERSON AUGUSTO GASTALDI

Veja e ouça as coisas, mas mantenha-se calado. Seja descontraído, mas não abra mão da naturalidade e graça! Faz parte da educação, divertir-se sem ofender, desrespeitar ou mesmo colocar as pessoas em situações embaraçosas. Não intendo como alguns vão às baladas e coisas do gênero, só pra passar a semana inteira falando mal do que as pessoas vestiam ou de que forma se comportavam.

Andrei karamazovy

Uma vez Renato Russo disse "Digam o que disserem, o mal do século é a solidão".

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais curtas e transparentes, danças com poses em closes ginecológicas e sozinhas...

Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, roubaram, herdaram e, alcançaram sucesso... sozinhos...

Parece que a felicidade o amor, todas essas emoções nesse mundo de ostentação nos fazem parecer ridículos, abobalhados...

Mas e daí? Seja ridículo, não seja frustrado, "pague mico", saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto e cada instante que vai embora não volta mais...

Tente dar e receber carinho sem ter que necessariamente mostrar performances de atletas Olímpicos...
Tornamo-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a "sentir", só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós...

Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, nos bares, levanta os braços, sorri e dispara: eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também!!!
No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos
descompromissados, os adeptos da geração do arrocha se dirige aos
consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.

A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu.

Não dá para ficar somente com a cereja do bolo, beijar, namorar e não ser de ninguém.
Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso e exige muito respeito um com o outro...

Não acredito em pessoas que complementam...
Acredito em pessoas que somam...
Às vezes você não consegue nem dar cem por cento de você para você mesmo, como cobrar cem por cento do outro?

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente por não saber explicar um sentimento incondicional.

DOUGLAS FORT

"A balada te faz encher os olhos, lembre-se que a mesma lhe furaram os olhos e lhe impedirá de enxergar a luz de Cristo Jesus."

EDuardo silva

Já namorei alguns anos, mas só fiquei realmente comprometido quando fiquei solteiro.

José Moreira

- Aumenta o volume, por favor, ainda consigo ouvir o meu coração. Foi o que eu pensei em dizer ao Dj quando cheguei na festa, sozinha. Minhas amigas estavam lá, em algum lugar, mas por um motivo chamado você, isso não fazia a menor diferença.Pedi uma bebida quente. O garçom me deu mole e eu senti nojo. Da bebida e da cantada. Aquela era a primeira gota de álcool do ano. Desde que comecei a sair com você, não precisei mais de bebidas pra parecer louca. Um gole, dois goles e lá estava eu, dançando a minha música predileta com um desconhecido e com os pensamentos a quilômetros de distância. Ou melhor. Em mim, em nós dois.Ao som de Katy Perry eu soltava uns bons “Firework’s”, tudo pra comemorar – ou lamentar – minha liberdade. Eu pensava “Será que ele viu minha frase no facebook? Deixei bem claro que essa noite eu não seria eu”. Se viu, vai aparecer. Apareceu. Minha maquiagem já tinha ido para o espaço quando te vi passar. Eu me odiei por isso. Queria estar linda, intacta e cheirosa. Nos meus planos, você ia me ver e se aproximar, com o seu sorriso de lado e dar sem dizer nada, um daqueles seus abraços apertados que me faz esquecer de todo o resto. Você nem me viu. Disfarcei.Na verdade, eu queria ser forte o suficiente pra poder te empurrar na parede com um soco daqueles, bem na boca do estômago. Pra que por pelo menos alguns minutos, você sinta o que eu sinto toda noite antes de dormir.Minhas amigas estavam preocupadas comigo, e eu, com você. Quem era aquela do seu lado. Por que você sorri tanto quando está tão longe? Todo mundo parecia tão feliz, a festa toda piscava e girava, e o meu coração continuava latejando. Mais bebida, quem sabe passa. Eu queria te provocar. Queria que me olhasse.As horas foram passando, e você, com duas ou três garotas por perto. Amigas ou amantes, sei lá. Não importa. Elas não seu, e eu estou aqui. Deus do céu, o que aconteceu com a gente? Pra onde foram todas as promessas que fizemos? Nossa última briga te machucou demais? Por que você mão me fez parar a tempo? Era o que costumava fazer.Fim de noite. Alguns vexames e nada de você.Acordei hoje cedo rezando para que tudo isso tenha sido um grande pesadelo, e ainda, olhando para o telefone esperando você ligar. Minha cabeça dói, mas menos que o meu coração. Eu tô bem, mas continuo repetindo toda hora: Vem, me salva da vida sem você.

depois dos quinze

Ombro de amigo

“Estava linda ontem na balada”...
- Eu me sentia dentro desta redoma..
“Achei você pensativa... olhar distante... o que o coração estava te dizendo?”
- Que eu estava numa represa...pronta a desabar... devo estar na crise da meia idade...rsrsr sair do casulo não é fácil.
...” Isso como... mulher?...ou como mãe ou como companheira?”
- Sou com esta imagem...o ser mulher é delicado e complexo, vive-se entre questionamentos e emoções. Não sabemos , mas é como se tivéssemos que saber tudo... é como se o diploma da vida nos cobrasse conhecimentos sobre tudo...e temos que saber...e temos que aprender... e temos que viver... não existe escola. Há um mundo de sentimentos e pensamentos guardados, lacrados.

Alguns sequer ousamos ler porque não saberíamos o que fazer com tantas coisas...então calamos, fechamos os olhos, pensamos... deixamos passar, o casulo não se rompe. Passou do tempo...morre nos sonhos... e aí a amargura oportuna, as vezes tenta se instalar. É isso... ou mais ou menos isso.

É o que arde...arde...arde..., sei lá se na alma, sei lá se no coração. Então é tudo isso regado a lágrimas que rolam sem que devessem rolar...sem razões, sem motivos... pode ser a maré.. pode ser a lua...

Gracia Monte Barradas

O Noivado do Sepulcro

Balada

Vai alta a lua! na mansão da morte
Já meia-noite com vagar soouu;
Que paz tranqüila; dos vaivéns da sorte
Só tem descanso quem ali baixou.

Que paz tranqüila!... mas eis longe, ao longe
Funérea campa com fragor rangeu;
Branco fantasma semelhante a um monge,
Dentre os sepulcros a cabeça ergueu.

Ergueu-se, ergueu-se!... na amplidão celeste
Campeia a lua com sinistra luz;
O vento geme no feral cipreste,
O mocho pia na mormórea cruz.

Ergueu-se, ergueu-se!... com sombrio espanto
Olhou em roda... não achou ninguém...
Por entre as campas, arrastando o manto,
Com lentos passos caminhou além.

Chegando perto duma cruz alçada,
Que entre os ciprestes alvejava ao fim,
Parou, sentou-se com a voz magoada
Os ecos tristes acordou assim:

"Mulher formosa, que adorei na vida,
E que na tumba não cessei de amar,
Por que atraiçoas, desleal, mentida,
O amor eterno que te ouvi jurar?

Amor! engano que na campa finda,
Que a morte despe da ilusão falaz:
Quem dentre os vivos se lembrara ainda
Do pobre morto que na terra jaz?

Abandonado neste chão repousa
Há já três dias, e não vens aqui...
Ai, quão pesada me tem sido a lousa
Sobre este peito que bateu por ti!

Ai qão pesada me tem sido!"e em meio
A fronte exausta lhe pendeu na mão,
E entre soluços arrancou do seio
Fundo suspiro de cruel paixão.

"Talvez que rindo dos prostestos nossos,
Gozes com outro d'infernal prazer;
E o olvido cobrirá meus ossos
Na fria terra sem vingança ter!"

- "Ó nunca, nunca!" de saudade infinita,
Responde um eco suspirando além...
- "Ó nunca, nunca!" repetiu ainda
Formosa virgem que em seus braços tem.

Cobrem-lhe as formas divinais, airosas.
Longas roupagens de nevado cor;
Singela c'roa de virgíneas rosas
Lhe cerca a fronte dum mortal palor.

"Não, não perdeste meu amor jurado:
Vês este peito? reina a morte aqui...
É já sem forças, ai de mim, gelado,
Mas ainda pulsa com amor por ti.

Feliz que pude acompanhar-te ao fundo
Da sepultura, sucumbindo à dor:
Deixei a vida... que importava o mundo,
O mundo em trevas sem a luz do amor?

Saudosa ao longe vês no céu a lua?"
- "Ó vejo sim... recordação fatal"
- Foi à luz dela que jurei ser tua
Durante a vida, e na mansão final.

Ó vem! se nunca te cingi ao peito,
Hoje o sepulcro nos reúne enfim...
Quero o repouso do teu frio leito,
Quero-te unido para sempre a mim!"

E ao som dos pios co cantor funéreo,
E à luz da lua de sinistro alvor,
Junto ao cruzeiro, sepulcral mistério
Foi celebrado, d'infeliz amor.

Quando risonho despontava o dia,
Já desse drama nada havia então,
Mais que uma tumba funeral vazia,
Quebrada a lousa por ignota mão.

Porém mais tarde, quando foi volvido
Das sepulturas o gelado pó,
Dois esqueletos, um ao outro unido,
Foram achados num sepulcro só.

Soares de Passos

MUNDOS PARALELOS


Uma balada cheia de máscaras; ou um boteco com os amigos?

Plumas e paetês; ou jeans e camiseta?

Um carro “tunado”; ou um que tenha volante, cinto de segurança e rodas?

Música eletrônica; ou música?

Auto-ajuda; ou José Saramago?

Tênis de 500,00 R$; ou um confortável que lhe agrade independente do preço?

Embalagem; ou conteúdo?

Big Brother; ou Roda Viva?

Latino; ou Chico Buarque?

Modismos; ou autenticidade?

Economizar; ou viajar?

Ser pontual e metódico sempre; ou se atrasar um dia e relaxar?

Cuidar do penteado; ou tomar banho de chuva?

Terno e gravata; ou havaianas e bermuda?

Acumular; ou compartilhar?

Imagem; ou essência?

Etiqueta; ou comer melancia no quintal?

Conta bancária; ou contar histórias?

“Você sabe com quem está falando?”; ou “Muito prazer!”?

Cargo; ou competência?

Sobrenome; ou nome?

Reverenciar, ou cumprimentar?

Valorizar bens; ou simplesmente um olhar?

Ter; ou ser?

Beto Pacheco

Balada da Primavera

Sou apenas um pássaro
Canto porque isso está em mim
Sou apenas um pássaro
Eu vôo ferido só para não cair

Vou livre por entre as gaiolas
Mas chega uma hora
que você quer hesitar...

As flores se abrem
Os perfumes se espalham
E as pessoas querem se casar.

Mayza Graziella

-
Toô orando por você GAROTA que em kasa naum pega uma vassoura pra limpar a casa,mas na balada passa o rodo.

Miniehmatarazzo