Babilonia

Cerca de 40 frases e pensamentos: Babilonia

"Quanto mais pessoas
Fumarem erva,
Mais a babilônia cai"

Bob Marley

Quando for ver o sol nascer, me chama.
Estando unidos é fácil perceber, Babilônia em chamas.

Banda Ponto de Equilibrio

Enquanto o mundo peidar fedorento, a terra vai feder pacas

Bob Marley

Sair dessa cidade,soltar o meu cachorro , fugir pra Babilônia.

Armandinho

Eu toco fogo,
Eu ponho na Babilônia!

Edson Gomes

Enfrente os desafios da sua vida como se estivesse lutando contra a Babilônia!

Thiago Medeiros

Chega uma hora que sua mente pede paz da babilônia saca?!

Fernanda Diniz de Jesus

Espelho das eras

Leões da Babilônia cercam os portões do paraíso
Enquanto Sodoma e Gomorra choram
E Alexandria distribui seus livros
Onde estão os profetas com seus pergaminhos?
E os espartanos com suas lanças de ouro?
Em cada árvore do Éden
Um pássaro faz seu ninho
Enquanto Atlântida desce
Nas profundezas de um mar revolto
E o Egito grita com a esfinge em seu ventre
Sangue e águas correntes
Á lacrimejar no Nilo
Elevam e ressuscitam as colunas de Atenas
Que choram no Egeu como lágrimas serenas
Enterrado na areia
Um cavalo de Tróia também chora
Ao lembrar dos olhos de Helena..........

Sandro kretus

Como a Babilonia que ruiu, tudo ah de padecer, e so na lembrança, de quem um dia viveu ficara.

Jozembergue Lira De Souza

Isaías 47

“1 Desce, e assenta-te no pó, ó virgem filha de Babilônia; assenta-te no chão sem trono, ó filha dos caldeus, porque nunca mais serás chamada a mimosa nem a delicada.
2 Toma a mó, e mói a farinha; remove o teu véu, suspende a cauda da tua vestidura, descobre as pernas e passa os rios.
3 A tua nudez será descoberta, e ver-se-á o teu opróbrio; tomarei vingança, e não pouparei a homem algum.
4 Quanto ao nosso Redentor, o Senhor dos exércitos é o seu nome, o Santo de Israel.
5 Assenta-te calada, e entra nas trevas, ó filha dos caldeus; porque não serás chamada mais a senhora de reinos.
6 Muito me agastei contra o meu povo, profanei a minha herança, e os entreguei na tua mão; não usaste de misericórdia para com eles, e até sobre os velhos fizeste muito pesado o teu jugo.
7 E disseste: Eu serei senhora para sempre; de sorte que até agora não tomaste a sério estas coisas, nem te lembraste do fim delas.
8 Agora pois ouve isto, tu que és dada a prazeres, que habitas descuidada, que dizes no teu coração: Eu sou, e fora de mim não há outra; não ficarei viúva, nem conhecerei a perda de filhos.
9 Mas ambas estas coisas virão sobre ti num momento, no mesmo dia, perda de filhos e viuvez; em toda a sua plenitude virão sobre ti, apesar da multidão das tuas feitiçarias, e da grande abundância dos teus encantamentos.
10 Porque confiaste na tua maldade e disseste: Ninguém me vê; a tua sabedoria e o teu conhecimento, essas coisas te perverteram; e disseste no teu coração: Eu sou, e fora de mim não há outra.
11 Pelo que sobre ti virá o mal de que por encantamentos não saberás livrar-te; e tal destruição cairá sobre ti, que não a poderás afastar; e virá sobre ti de repente tão tempestuosa desolação, que não a poderás conhecer.
12 Deixa-te estar com os teus encantamentos, e com a multidão das tuas feitiçarias em que te hás fatigado desde a tua mocidade, a ver se podes tirar proveito, ou se porventura podes inspirar terror.
13 Cansaste-te na multidão dos teus conselhos; levantem-se pois agora e te salvem os astrólogos, que contemplam os astros, e os que nas luas novas prognosticam o que há de vir sobre ti.
14 Eis que são como restolho; o logo os queimará; não poderão livrar-se do poder das chamas; pois não é um braseiro com que se aquentar, nem fogo para se sentar junto dele.
15 Assim serão para contigo aqueles com quem te hás fatigado, os que tiveram negócios contigo desde a tua mocidade; andarão vagueando, cada um pelo seu caminho; não haverá quem te salve.”

A soberba e a crueldade de Babilônia são condenadas por Deus neste capítulo.
Os inimigos de Israel seriam abatidos depois de cumprido o tempo que foi determinado e permitido por Ele para que assolassem o Seu povo.
De igual modo, Cristo por fim se levantará no tempo do fim contra os inimigos e opressores da Igreja, para lhes dar a devida retribuição pelas suas más obras.
Pelo seu muito poder e grandes feitiçarias, especialmente pelas adivinhações de seus magos e astrólogos, Babilônia pensava que permaneceria absoluta para sempre, como reino dominante sobre toda a terra, e que nunca ficaria viúva e privada de nenhum de seus filhos, mas o Senhor mandou lhe dizer que ambas as coisas viriam sobre ela num momento, no mesmo dia, tanto a perda de filhos quanto a viuvez (v.9), porque Ciro entraria na cidade repentinamente enquanto o rei Belsazar banqueteava com grande luxúria com os seus príncipes, usando os utensílios sagrados que haviam saqueado do templo de Deus em Jerusalém.
Foi para este rei que o profeta Daniel decifrou o que Deus escreveu sobrenaturalmente na parede indicando a sua destruição.
Eles haviam desprezado os judeus que se encontravam cativos em Babilônia, não usando de misericórdia para com eles, e até mesmo sobre os velhos haviam feito muito pesado o seu jugo (v. 6).
Pelo que o Senhor lhes daria a devida retribuição.
É importante dizer que isto tudo foi profetizado por Isaías muito antes de os próprios judeus serem levados para o cativeiro em Babilônia, o que ocorreria somente a partir de 605 a.C., sendo a maior leva de cativos sido efetuada em 587 a.C., e sabemos que Isaías profetizou em torno de 700 a. C.
Deus demonstra portanto que sabe todas as coisas futuras como se fossem presentes.
Eles excederiam na medida do juízo que Deus lhes havia ordenado, conforme revelou ao profeta, e erraram tanto quanto o rei Jeú e outros reis de Israel haviam feito no passado, em relação aos juízos sobre os maus reis que lhes haviam sucedido no trono.
Por isso devemos usar de toda longanimidade e doutrina quando corrigimos nossos filhos, ou as ovelhas do rebanho de Cristo, sendo cautelosos para não excedermos na medida da correção, de forma que nós mesmos, que temos o dever de corrigir, não fiquemos também sujeitos aos mesmos juízos de Deus.
Ferir o injusto de forma desmedida nos torna tanto ou mais injustos do que ele; e o Senhor o verá e o retribuirá.
É preciso vigiar também em relação à soberba do coração, Por causa da muita abundância de bens, tal como sucedeu com Babilônia, porque isto produz uma falsa segurança, que cega, e que impede que o coração faça uma justa avaliação de que há muita instabilidade na falsa segurança que é proporcionada pelas riquezas, porque ainda que andemos na justiça, o dia da calamidade poderá vir bater à nossa porta, mesmo que não seja em razão de algum juízo de Deus contra nós, tal como foi o caso de Babilônia, mas em razão de ser este mundo um lugar de aflições e tribulações.
Há na própria Igreja muitos que estão cegos quanto a isto, pensando que a bênção de Deus para suas vidas consiste na quantidade de bens que eles possuem.
No verso 7, o Senhor afirma que Babilônia não havia considerado em seu coração estas coisas, e nem se lembraram do fim delas, e por isso permaneceram cegos quanto ao fato de que toda impiedade será visitada, e que as riquezas não podem livrar no dia da calamidade.

Silvio Dutra

Isaías 39

“1 Naquele tempo enviou Merodaque-Baladã, filho de Baladã, rei de Babilônia, cartas e um presente a Ezequias; porque tinha ouvido dizer que havia estado doente e que já tinha convalescido.
2 E Ezequias se alegrou com eles, e lhes mostrou a casa do seu tesouro, a prata, e o ouro, e as especiarias, e os melhores unguentos, e toda a sua casa de armas, e tudo quanto se achava nos seus tesouros; coisa nenhuma houve, nem em sua casa, nem em todo o seu domínio, que Ezequias lhes não mostrasse.
3 Então o profeta Isaías veio ao rei Ezequias, e lhe perguntou: Que foi que aqueles homens disseram, e donde vieram ter contigo? Respondeu Ezequias: Duma terra remota vieram ter comigo, de Babilônia.
4 Ele ainda perguntou: Que foi que viram em tua casa? Respondeu Ezequias: Viram tudo quanto há em minha casa; coisa nenhuma há nos meus tesouros que eu deixasse de lhes mostrar.
5 Então disse Isaías a Ezequias: Ouve a palavra do Senhor dos exércitos:
6 Eis que virão dias em que tudo quanto houver em tua casa, juntamente com o que entesouraram teus pais até o dia de hoje, será levado para Babilônia; não ficará coisa alguma, disse o Senhor.
7 E dos teus filhos, que de ti procederem, e que tu gerares, alguns serão levados cativos, para que sejam eunucos no palácio do rei de Babilônia.
8 Então disse Ezequias a Isaías: Tua é a palavra do Senhor que disseste. Disse mais: Porque haverá paz e verdade em meus dias.”

Nos dias de Ezequias, Babilônia se encontrava debaixo do poder da Assíria (II Rs 17.24), mas o rei de Babilônia sabendo que Ezequias se encontrava enfermo, enviou-lhe uma embaixada portando cartas e um presente (v. 12), e Ezequias mostrou a eles tudo o que havia em Jerusalém, sem saber que aquilo serviria para despertar a cobiça deles no futuro em face das grandes riquezas que eles viram sobretudo no palácio real.
E o Senhor disse a Ezequias através do profeta Isaías o que os babilônios viriam a fazer em Judá, não somente saqueando os tesouros que Ezequias havia juntado, como também levariam cativos os seus descendentes para Babilônia.
Não podemos pesar os motivos de Ezequias e com que tom ele disse a Isaías que boas eram aquelas palavras que o Senhor pronunciara através dele, porque todo este mal não ocorreria em seus dias. Entretanto não podemos afirmar que houve qualquer ironia nelas em face da piedade do rei e a honra que ele devotava ao Senhor e ao Seu profeta. Elas podem sim, ter expressado o seu alívio quando soube que aquele grande mal não ocorreria enquanto ele estivesse vivendo.

Silvio Dutra

JEREMIAS 50

“1 A palavra que falou o Senhor acerca de Babilônia, acerca da terra dos caldeus, por intermédio de Jeremias o profeta.
2 Anunciai entre as nações e publicai, arvorando um estandarte; sim publicai, não encubrais; dizei: Tomada está Babilônia, confundido está Bel, caído está Merodaque, confundidos estão os seus ídolos, e caídos estão os seus deuses.
3 Pois do Norte sobe contra ela uma nação que fará da sua terra uma desolação, e não haverá quem nela habite; tanto os homens como os animais já fugiram e se foram.
4 Naqueles dias, e naquele tempo, diz o Senhor, os filhos de Israel virão, eles e os filhos de Judá juntamente; andando e chorando virão, e buscarão ao Senhor seu Deus.
5 Acerca de Sião indagarão, tendo os seus rostos voltados para lá e dizendo: Vinde e uni-vos ao Senhor num pacto eterno que nunca será esquecido.
6 Ovelhas perdidas têm sido o meu povo; os seus pastores as fizeram errar, e voltar aos montes; de monte para outeiro andaram, esqueceram-se do lugar de seu repouso.
7 Todos os que as achavam as devoraram, e os seus adversários diziam: Culpa nenhuma teremos; porque pecaram contra o Senhor, a morada da justiça, sim, o Senhor, a esperança de seus pais.
8 Fugi do meio de Babilônia, e saí da terra dos caldeus, e sede como os bodes diante do rebanho.
9 Pois eis que eu suscitarei e farei subir contra Babilônia uma companhia de grandes nações da terra do Norte; e por-se-ão em ordem contra ela; dali será ela tomada. As suas flechas serão como as de valente herói; nenhuma tornará sem efeito.
10 E Caldeia servirá de presa; todos os que a saquearem ficarão fartos, diz o Senhor.
11 Embora vos alegreis e vos regozijeis, ó saqueadores da minha herança, embora andeis soltos como novilha que pisa a erva, e rincheis como cavalos vigorosos,
12 muito envergonhada será vossa mãe, ficará humilhada a que vos deu à luz; eis que ela será a última das nações, um deserto, uma terra seca e uma solidão.
13 Por causa da ira do Senhor não será habitada, antes se tornará em total desolação; qualquer que passar por Babilônia se espantará, e assobiará por causa de todas as suas pragas.
14 Ponde-vos em ordem para cercar Babilônia, todos os que armais arcos; atirai-lhe, não poupeis as flechas, porque ela tem pecado contra o Senhor.
15 Gritai contra ela rodeando-a; ela já se submeteu; caíram seus baluartes, estão derribados os seus muros. Pois esta é a vingança do Senhor; vingai-vos dela; conforme o que ela fez, assim lhe fazei a ela.
16 Cortai de Babilônia o que semeia, e o que maneja a foice no tempo da sega; por causa da espada do opressor virar-se-á cada um para o seu povo, e fugirá cada qual para a sua terra.
17 Cordeiro desgarrado é Israel, os leões o afugentaram; o primeiro a devorá-lo foi o rei da Assíria, e agora por último Nabucodonosor, rei de Babilônia, lhe quebrou os ossos.
18 Portanto, assim diz o Senhor dos exércitos, Deus de Israel: Eis que castigarei o rei de Babilônia e a sua terra, como castiguei o rei da Assíria.
19 E farei voltar Israel para a sua morada, e ele pastará no Carmelo e em Basã, e se fartará nos outeiros de Efraim e em Gileade.
20 Naqueles dias, e naquele tempo, diz o Senhor, buscar-se-á a iniquidade em Israel, e não haverá; e o pecado em Judá, e não se achará; pois perdoarei aos que eu deixar de resto.
21 Sobe contra a terra de Merataim, sim, contra ela, e contra os moradores de Pecode; mata e inteiramente destrói tudo após eles, diz o Senhor, e faze conforme tudo o que te ordenei.
22 Na terra há estrondo de batalha, e de grande destruição.
23 Como foi cortado e quebrado o martelo de toda a terra! como se tornou Babilônia em objeto de espanto entre as nações!
24 Laços te armei, e também foste presa, ó Babilônia, e tu não o soubeste; foste achada, e também apanhada, porque contra o Senhor te entremeteste.
25 O Senhor abriu o seu arsenal, e tirou os instrumentos da sua indignação; porque o Senhor Deus dos exércitos tem uma obra a realizar na terra dos caldeus.
26 Vinde contra ela dos confins da terra, abri os seus celeiros; fazei dela montões, e destruí-a de todo; nada lhe fique de resto.
27 Matai a todos os seus novilhos, desçam ao degoladouro; ai deles! porque é chegado o seu dia, o tempo da sua punição.
28 Eis a voz dos que fogem e escapam da terra de Babilônia para anunciarem em Sião a vingança do Senhor nosso Deus, a vingança do seu templo.
29 Convocai contra Babilônia os flecheiros, todos os que armam arcos; acampai-vos contra ela em redor, ninguém escape dela. Pagai-lhe conforme a sua obra; conforme tudo o que ela fez, assim lhe fazei a ela; porque se houve arrogantemente contra o Senhor, contra o Santo de Israel.
30 Portanto cairão os seus jovens nas suas praças, e todos os seus homens de guerra serão destruídos naquele dia, diz o Senhor.
31 Eis que eu sou contra ti, ó soberbo, diz o Senhor Deus dos exércitos; pois o teu dia é chegado, o tempo em que te hei de punir?
32 Então tropeçará o soberbo, e cairá, e ninguém haverá que o levante; e porei fogo às suas cidades, o qual consumirá tudo o que está ao seu redor.
33 Assim diz o Senhor dos exércitos: Os filhos de Israel e os filhos de Judá são juntamente oprimidos; e todos os que os levaram cativos os retêm, recusam soltá-los.
34 Mas o seu Redentor é forte; o Senhor dos exércitos é o seu nome. Certamente defenderá em juízo a causa deles, para dar descanso à terra, e inquietar os moradores de Babilônia.
35 A espada virá sobre os caldeus, diz o senhor, e sobre os moradores de Babilônia, e sobre os seus príncipes, e sobre os seus sábios.
36 A espada virá sobre os paroleiros, e eles ficarão insensatos; a espada virá sobre os seus valentes, e eles desfalecerão.
37 A espada virá sobre os seus cavalos, e sobre os seus carros, e sobre todo o povo misto, que se acha no meio dela, e eles se tornarão como mulheres; a espada virá sobre os seus tesouros, e estes serão saqueados.
38 Cairá a seca sobre as suas águas, e elas secarão; pois é uma terra de imagens esculpidas, e eles pelos seus ídolos fazem-se loucos.
39 Por isso feras do deserto juntamente com lobos habitarão ali; também habitarão nela avestruzes; e nunca mais será povoada, nem será habitada de geração em geração.
40 Como quando Deus subverteu a Sodoma e a Gomorra, e às suas cidades vizinhas, diz o Senhor, assim ninguém habitará ali, nem peregrinará nela filho de homem.
41 Eis que um povo vem do norte; e uma grande nação e muitos reis se levantam das extremidades da terra.
42 Armam-se de arco e lança; são cruéis, e não têm piedade; a sua voz brama como o mar, e em cavalos vêm montados, dispostos como homens para a batalha, contra ti, ó filha de Babilônia.
43 O rei de Babilônia ouviu a fama deles, e desfaleceram as suas mãos; a angústia se apoderou dele, dores, como da que está de parto.
44 Eis que como leão subirá das margens do Jordão um inimigo contra a morada forte, mas de repente o farei correr dali; e ao escolhido, pô-lo-ei sobre ela. Pois quem é semelhante a mim? e quem me fixará um prazo? Quem é o pastor que me poderá resistir?
45 Portanto ouvi o conselho que o Senhor decretou contra Babilônia, e o propósito que formou contra a terra dos caldeus: Certamente eles, os pequenos do rebanho, serão arrastados; certamente o aprisco ficará apavorado por causa deles.
46 Ao estrondo da tomada de Babilônia estremece a terra; e o grito se ouve entre as nações.”

Esta profecia de Jeremias sobre a queda de Babilônia, somente se cumprira 70 anos após ter sido proferida, quando Nabucodonosor já não estaria mais no trono, e quando estivesse reinando seu neto Belssazar, filho de Evil-Merodaque, que havia sucedido a Nabucodonosor no trono de Babilônia.
Assim a queda de Babilônia, foi predita antes mesmo do nascimento do rei persa, Ciro, por quem ela seria dominada.
À queda de Babilônia corresponderia a elevação e restauração dos judeus, conforme prometido por Deus nesta profecia.
Deus havia envergonhado os falsos deuses de todas as nações relacionadas nos capítulos anteriores, e agora envergonharia os de Babilônia, tal como tinha feito com os falsos deuses do Egito nos dias de Moisés, e tudo isto deveria servir para reforçar a convicção no povo que voltaria do cativeiro, que somente o Deus dos judeus é Deus, e que não passam de invenções de homens os deuses das nações.
Os judeus buscariam ao Senhor quando Babilônia fosse castigada e Ele se deixaria achar por eles, porque perdoaria os seus pecados, com que haviam transgredido contra Ele.
Deus faria das terras férteis de Babilônia um grande deserto, de maneira que ninguém habitaria nelas por gerações sucessivas.
A arqueologia descobriu em anos recentes as antigas ruínas de Babilônia, numa região desolada ocupada atualmente pelo Iraque.
Sadam Hussein, tentou reviver a antiga glória de Babilônia, nomeando-se a si mesmo o Nabucodonosor redivivo, e todos sabemos da destruição que tem acontecido naquele país e o que foi feito aos palácios e monumentos por ele erigidos. Se tivesse um maior conhecimento destas Escrituras e se tivesse o temor do Senhor quanto ao que declarou sobre a ruína eterna de Babilônia, não teria se envolvido em tal empreendimento, que em primeira instância, tratava-se de uma afronta à determinação de Deus.
O templo de Bel, divindade Babilônica, tinha a altura de 200 metros, e era nele que Nabucodonosor guardava os objetos que levara do templo de Jerusalém, que ele havia destruído, sendo este um dos motivos declarados pelo Senhor, nesta profecia de Jeremias, dos juízos que traria contra Babilônia.
A cidade de Babilônia fora construída a cerca de 80 quilômetros da moderna Bagdá, é ficava próxima do Golfo Pérsico. Suas muralhas tinham mais de cem metros de altura e tinha largura em torno de cinco metros. Cada lado da cidade possuía vinte e cinco portas de metal, e de cada uma destas portas partia uma rua com cerca de seis quilômetros de comprimento. Daí podemos inferir o grande o orgulho que havia no rei deles bem como em todo o povo, que seria mais um dos motivos de terem sido ameaçados com o juízo de Deus que viria sobre eles no futuro (v. 29 a 32)

Silvio Dutra

JEREMIAS 37

“1 E Zedequias, filho de Josias, a quem Nabucodonosor, rei de Babilônia, constituiu rei na terra de Judá, reinou em lugar de Conias, filho de Jeoaquim.
2 Mas nem ele, nem os seus servos, nem o povo da terra escutaram as palavras do Senhor que este falou por intermédio de Jeremias o profeta.
3 Contudo mandou o rei Zedequias a Jeucal filho de Selemias, e a Sofonias, filho de Maaseias, o sacerdote, ao profeta Jeremias, para lhe dizerem: Roga agora por nós ao Senhor nosso Deus,
4 Ora, Jeremias entrava e saía entre o povo; pois ainda não o tinham encerrado na prisão.
5 E o exército de Faraó saíra do Egito; quando, pois, os caldeus que estavam sitiando Jerusalém, ouviram esta notícia, retiraram-se de Jerusalém.
6 Então veio a Jeremias, o profeta, a palavra do Senhor, dizendo:
7 Assim diz o Senhor, Deus de Israel: Assim direis ao rei de Judá, que vos enviou a mim, para me consultar: Eis que o exército de Faraó, que saiu em vosso socorro, voltará para a sua terra no Egito.
8 E voltarão os caldeus, e pelejarão contra esta cidade, e a tomarão, e a queimarão a fogo.
9 Assim diz o Senhor: Não vos enganeis a vós mesmos, dizendo: Sem dúvida os caldeus se retirarão de nós; pois não se retirarão.
10 Porque ainda que derrotásseis a todo o exército dos caldeus que peleja contra vós, e entre eles só ficassem homens feridos, contudo se levantariam, cada um na sua tenda, e queimariam a fogo esta cidade.
11 Ora, quando se retirou de Jerusalém o exército dos caldeus, por causa do exército de faraó,
12 saiu Jeremias de Jerusalém, a fim de ir à terra de Benjamim, para receber ali a sua parte no meio do povo.
13 E quando ele estava à porta de Benjamim, achava-se ali um capitão da guarda, cujo nome era Jurias, filho de Selemias, filho de Hananias, o qual prendeu a Jeremias, o profeta, dizendo: Tu estás desertando para os caldeus.
14 E Jeremias disse: Isso é falso, não estou desertando para os caldeus. Mas ele não lhe deu ouvidos, de modo que prendeu a Jeremias e o levou aos príncipes.
15 E os príncipes ficaram muito irados contra Jeremias, de sorte que o açoitaram e o meteram no cárcere, na casa de Jônatas, o escrivão, porquanto a tinham transformado em cárcere.
16 Tendo Jeremias entrado nas celas do calabouço, e havendo ficado ali muitos dias,
17 o rei Zedequias mandou soltá-lo e lhe perguntou em sua casa, em segredo: Há alguma palavra da parte do Senhor? Respondeu Jeremias: Há. E acrescentou: Na mão do rei de Babilônia serás entregue.
18 Disse mais Jeremias ao rei Zedequias: Em que tenho pecado contra ti, e contra os teus servos, e contra este povo, para que me pusésseis na prisão?
19 Onde estão agora os vossos profetas que vos profetizavam, dizendo: O rei de Babilônia não virá contra vós nem contra esta terra?
20 Ora, pois, ouve agora, ó rei, meu senhor: seja aceita agora a minha súplica diante de ti; não me faças tornar à casa de Jônatas, o escriba, para que eu não venha a morrer ali.
21 Então ordenou o rei Zedequias que pusessem a Jeremias no átrio da guarda; e deram-lhe um bolo de pão cada dia, da rua dos padeiros, até que se gastou todo o pão da cidade. Assim ficou Jeremias no átrio da guarda.”

Este capitulo retoma a narrativa do capitulo 34, no qual nós vimos que os babilônios estavam retrocedendo do cerco à cidade de Jerusalém, e neste presente capitulo nós vemos o motivo disto: os egípcios, possivelmente por terem recebido um pedido de socorro de Zedequias para livrá-los do cerco dos babilônios, à custa de lhes dar grandes riquezas, estavam subindo na direção de Jerusalém.
Como Jeremias pretendia se dirigir à sua terra na tribo de Benjamin, quando estava para deixar a cidade de Jerusalém, um capitão da guarda o prendeu sob a falsa acusação que estava desertando para o lado dos babilônios, e levou o profeta à presença dos príncipes, e estes ficaram muito irados contra Jeremias e o açoitaram e prenderam na casa do escrivão chamado Jônatas, que eles tinham transformado em prisão, e Jeremias ficou por muitos dias encerrado num calabouço.
Empolgado com a notícia de que os babilônios estavam se retirando o rei Zedequias mandou chamar a Jeremias para lhe perguntar em segredo se havia alguma palavra da parte do Senhor confirmando a derrota dos babilônios para os egípcios.
Todavia, para sua decepção, o profeta lhe disse que ele seria entregue na mão do rei de Babilônia, e protestou contra a sua prisão injusta por parte do rei e dos seus servos, e lhe pediu que não o fizesse retornar à prisão na casa de Jônatas porque viria a morrer ali, de modo que Zedequias ordenou que o pusessem no átrio da guarda e que lhe dessem um bolo de pão diariamente, mas chegou o dia em que já não havia mais pão na cidade por causa do cerco dos babilônios. Mas Jeremias permaneceu preso no átrio da guarda, por ordem do rei.
E o Senhor fizera com que os egípcios retornassem para a sua terra, de modo que os babilônios voltaram a apertar o sítio que vinham fazendo contra Jerusalém.

Silvio Dutra

A Babilônia anda aflita
Anda muito mais do que aflita
Agora eu toco fogo de vez
Eu sou o incendiário do sistema

Edson Gomes

Pessoas que não tem dinheiro são reféns da babilônia...
Pessoas que tem dinheiro são escravos dela...

Anderson Meditation

A babilônia somos nós, somente nós, nós criamos todo e qualquer problema.

Insanidade Lírica

Guardando-se Incontaminado de Babilônia

Babilônia, nos dias do profeta Daniel, era um reino tão poderoso que diferentemente da forma da dominação Assíria, antes dela, que espalhava os povos conquistados pelo mundo, ela os conduzia para o seu próprio território, como foi o caso do povo de Judá que para lá foi levado por Nabucodonosor.
Babilônia era portanto um misto de nações, pelo seu propósito de trazer a todos à cultura e à religião babilônica, conforme podemos inferir da adoração idolátrica que Nabucodonosor tentou impor a todos, sob ameaça de pena de morte àqueles que se negassem a se curvarem diante do ídolo de ouro que ele mandou erigir.
Daniel e os seus três amigos que se encontravam com ele servindo na coorte babilônica se guardaram de toda aquela idolatria e de toda forma de contaminação pagã daquele reino.
Hoje, a grande Babilônia mundial que está sendo formada por via da globalização nos coloca à prova de modo muito mais amplo, para que consigamos resistir aos seus costumes e nos mantermos fiéis a Deus.
Os ídolos e os hábitos paganizados já não nos são apresentados de forma tão grotesca e direta como nos dias de Daniel. A Babilônia atual é sutil e sofisticada, e tem múltiplas formas de nos seduzir para nos amoldarmos às suas práticas abomináveis.
Por isso somos advertidos pelo Senhor Deus com as seguintes palavras de exortação:

“Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos; porque os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou dos atos iníquos que ela praticou.” (Apocalipse 18.4,5)

Ainda que esta seja uma palavra dirigida ao juízo que será executado por Deus no tempo do fim, somos chamados a vigiar e a manter um procedimento inteiramente santo para o encontro com o Senhor entre nuvens no arrebatamento que está se aproximando a passos rápidos de nós.

“A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guarda

Silvio Dutra

A Queda da Babilônia Financeira

“Apo 18:1 E, depois destas coisas, vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória.
Apo 18:2 E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu! Caiu a grande Babilônia e se tornou morada de demônios, e abrigo de todo espírito imundo, e refúgio de toda ave imunda e aborrecível!
Apo 18:3 Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua prostituição. Os reis da terra se prostituíram com ela. E os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias.
Apo 18:4 E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados e para que não incorras nas suas pragas.
Apo 18:5 Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela.
Apo 18:6 Tornai-lhe a dar como ela vos tem dado e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras; no cálice em que vos deu de beber, dai-lhe a ela em dobro.
Apo 18:7 Quanto ela se glorificou e em delícias esteve, foi-lhe outro tanto de tormento e pranto, porque diz em seu coração: Estou assentada como rainha, não sou viúva e não verei o pranto.
Apo 18:8 Portanto, num dia virão as suas pragas: a morte, e o pranto, e a fome; e será queimada no fogo, porque é forte o Senhor Deus, que a julga.
Apo 18:9 E os reis da terra, que se prostituíram com ela e viveram em delícias, a chorarão e sobre ela prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio.
Apo 18:10 Estarão de longe pelo temor do seu tormento, dizendo: Ai! Ai daquela grande Babilônia, aquela forte cidade! Pois numa hora veio o seu juízo.
Apo 18:11 E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra, porque ninguém mais compra as suas mercadorias:
Apo 18:12 mercadorias de ouro, e de prata, e de pedras preciosas, e de pérolas, e de linho fino, e de púrpura, e de seda, e de escarlata; e toda madeira odorífera, e todo vaso de marfim, e todo vaso de madeira preciosíssima, de bronze e de ferro, e de mármore;
Apo 18:13 e cinamomo, e cardamomo, e perfume, e mirra, e incenso, e vinho, e azeite, e flor de farinha, e trigo, e cavalgaduras, e ovelhas; e mercadorias de cavalos, e de carros, e de corpos e de almas de homens.
Apo 18:14 E o fruto do desejo da tua alma foi-se de ti, e todas as coisas gostosas e excelentes se foram de ti, e não mais as acharás.
Apo 18:15 Os mercadores destas coisas, que com elas se enriqueceram, estarão de longe, pelo temor do seu tormento, chorando, e lamentando,
Apo 18:16 e dizendo: Ai! Ai daquela grande cidade, que estava vestida de linho fino, de púrpura, de escarlata, adornada com ouro e pedras preciosas e pérolas! Porque numa hora foram assoladas tantas riquezas.
Apo 18:17 E todo piloto, e todo o que navega em naus, e todo marinheiro, e todos os que negociam no mar se puseram de longe.
Apo 18:18 E, vendo a fumaça do seu incêndio, clamaram, dizendo: Que cidade é semelhante a esta grande cidade?
Apo 18:19 E lançaram pó sobre a cabeça e clamaram, chorando, e lamentando, e dizendo: Ai! Ai daquela grande cidade, na qual todos os que tinham naus no mar se enriqueceram em razão da sua opulência! Porque numa hora foi assolada.
Apo 18:20 Alegra-te sobre ela, ó céu, e vós, santos apóstolos e profetas, porque já Deus julgou a vossa causa quanto a ela.
Apo 18:21 E um forte anjo levantou uma pedra como uma grande mó e lançou-a no mar, dizendo: Com igual ímpeto será lançada Babilônia, aquela grande cidade, e não será jamais achada.
Apo 18:22 E em ti não se ouvirá mais a voz de harpistas, e de músicos, e de flauteiros, e de trombeteiros, e nenhum artífice de arte alguma se achará mais em ti; e ruído de mó em ti se não ouvirá mais;
Apo 18:23 e luz de candeia não mais luzirá em ti, e voz de esposo e de esposa não mais em ti se ouvirá; porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias.
Apo 18:24 E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.”

Muitos estudiosos atribuem a profecia deste capítulo de Apocalipse, ao grande juízo de Deus, nos últimos dias, contra a Babilônia financeira, comercial e cultural do mundo inteiro, que se encaixa com seu poderoso sistema enganoso e esmagador das economias das demais nações, com guerras forjadas com argumentos falsos contra países do Oriente Médio, da América Latina, dentre outros, para garantir o padrão comercial do petrodólar, e outros interesses de uns poucos poderosos, e com a emissão de dinheiro virtual sem lastro através do Fundo de Reserva Financeiro controlado pelo Banco Mundial através de interesses escusos de grandes corporações privadas, o que tem espalhado fome, miséria e desemprego entre os mais pobres do seu próprio solo, e especialmente nas nações não desenvolvidas ou em desenvolvimento que dependem dos empréstimos que têm somente o grande propósito de sugar ainda mais as riquezas destas nações.
Deus conhece perfeitamente toda a iniquidade que vem sendo praticada e aumentada com o decorrer dos anos, por estes financistas internacionais, a par de ser desconhecido pela grande maioria da população mundial, até mesmo dos comerciantes e empresários que recorrem a eles, por dependerem de financiamentos para tocarem os seus negócios, e daí lamentarem quando virem o grande centro financeiro mundial sendo transformados em cinzas pelo juízo do Senhor.
O versículo 23 registra: “porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias.”
Isto é dito porque a quase totalidade dos operadores deste sistema iníquo, quer no governo, quer nos bancos ou corporações, são satanistas que são orientados pelo próprio diabo nos cultos que lhe prestam em sociedades secretas, para que tenham sucesso em seus projetos enganosos que lhes conduzirá ao poder mundial juntamente com o Anticristo.
Todos sabem qual é o país ao qual a profecia se refere, e mais especificamente a sua cidade na qual se concentra o coração financeiro mundial e o centro das decisões políticas e militares de todas as nações da Terra.
Sugerimos ao leitor o seguinte link:
https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=m0g5LGkuot4

Silvio Dutra

Vivo no mundo, mas não vivo para o mundo. Quero viajar, sem ter hora e data pra voltar, babilônia jamais cairá.

Dennis Queiroz