Babilonia

Cerca de 45 frases e pensamentos: Babilonia

"Quanto mais pessoas
Fumarem erva,
Mais a babilônia cai"

Bob Marley

Loteria de Babilônia

Vai! Vai! Vai!

E grita ao mundo que você está certo,
Você aprendeu tudo enquanto estava mudo,
Agora é necessário gritar e cantar Rock
E demonstrar o teorema da vida e os macetes do xadrez,
Do xadrez!...

Você tem as respostas das perguntas,
Resolveu as equações que não sabia,
E já não tem mais nada o que fazer, a não ser, Verdades e verdades,
Mais verdades e verdades para me dizer
A declarar!...

Tudo o que tinha que ser chorado Já foi chorado,
Você já cumpriu os doze trabalhos,
Reescreveu livros dos séculos passados,
Assinou duplicatas, inventou baralhos...

Passeou de dia e dormiu de noite,
Consertou vitrolas para ouvir música,
Sabe trechos da Bíblia de cor,
Sabe receitas mágicas de amor...

Conhece em Marte, Um amigo antigo lavrador que te ensinou:
A ter oo bom e do melhor
Do melhor!...

Mas, o que você não sabe por inteiro,
É como ganhar dinheiro,
Mas isso é fácil e você não vai parar,
Você não tem perguntas prá fazer,
Porque só tem verdades prá dizer
A declarar!...

Raul Seixas

Quando for ver o sol nascer, me chama.
Estando unidos é fácil perceber, Babilônia em chamas.

Banda Ponto de Equilibrio

Sair dessa cidade,soltar o meu cachorro , fugir pra Babilônia.

Armandinho

Que renasçam os jardins! Que me venha a Babilônia! A ti pertenço, divino mundo permeado de mitologias patéticas nas quais me encaixo perfeitamente. Patético ser perverso simultaneamente submisso às doçuras e encantos vedados da carne humana, seja qual for, basta ser carne. Deliciar-me-ei do fel derramado pelas ruas onde passei, dali nascerão flores negras e meu nome estará lá, assinado. Os olhos cerrados e os braços abertos pro mundo – que me venha o que for de menos necessário, eu quero o fútil. As pessoas que por mim passaram... Ah! Passaram, elas sempre passam. “... E eu passarinho”. Abri as asas. Voei.

Carolina Pires

Oh jah, leva para longe, longe de nós Rastas, essa negatividade da Babilônia suja e corrupta. Afasta de nós todos os males...

PensamentosRasta

Ontem passei na estação para sentir um pouco daquilo tudo, um pouco daquela Babilônia real onde uns passam, outros chegam, muitos ficam, e diversos se vão talvez para nunca mais voltar. Muitas Marias, vários Josés e diverso era aquele mundo. Acordado caminhei e vi que fora dalí não havia muito, só a escuridão, o frio, o vazio, a surdez, então logo voltei e fui cuidar daquela estação, daquela vida, da minha vida.
Parei de olhar para os lados, e ainda assustado com as sensações que vira fora dali, respirei e dei dois tapas em mim mesmo, um para lembrar daquela Babilônia que era a estação e outra para não dormir mais, pois a minha Babilônia que chamo de vida estava lá, sempre esteve, para ser vivida e só dependia de mim a arrumação da minha própria estação e para tanto não poderia dormir jamais.

Ismael Azevedo

Espelho das eras

Leões da Babilônia cercam os portões do paraíso
Enquanto Sodoma e Gomorra choram
E Alexandria distribui seus livros
Onde estão os profetas com seus pergaminhos?
E os espartanos com suas lanças de ouro?
Em cada árvore do Éden
Um pássaro faz seu ninho
Enquanto Atlântida desce
Nas profundezas de um mar revolto
E o Egito grita com a esfinge em seu ventre
Sangue e águas correntes
Á lacrimejar no Nilo
Elevam e ressuscitam as colunas de Atenas
Que choram no Egeu como lágrimas serenas
Enterrado na areia
Um cavalo de Tróia também chora
Ao lembrar dos olhos de Helena..........

Sandro kretus

Se acha que estamos perdidos no meio desta Babilônia,
Então levantemos, lutemos e derrubemos essa guerra que nos amedronta.''

Rafa Mendes

Enfrente os desafios da sua vida como se estivesse lutando contra a Babilônia!

Thiago Medeiros

Queda de Babilônia

Certamente, Isaías não viveu para ver a glória e o domínio do reino de Babilônia.
Era a Assíria o reino dominante em seus dias.
Mas foi dada a ele por Deus a revelação do que sucederia à glória futura de Babilônia que viria a ser o império dominante do mundo antigo, depois da Assíria.
Todavia, a queda de Babilônia não é profetizada no 13º capítulo de Isaías, apenas para ser uma referência a este fato histórico que ocorreria em 537 a. C., mas para servir de ilustração da queda da cidade gloriosa, que é exaltada na terra, tal como fora Babilônia no passado, no dia da visitação do juízo do Senhor contra a sua impiedade e luxúria, por ocasião da Sua segunda vinda, conforme se vê no livro de Apocalipse, onde a cidade é codinominada de Babilônia, que passou a ser um nome profético na Bíblia para designar todas as cidades e reinos deste mundo que estejam vivendo na impiedade, numa luxúria obtida através de violência, furto e pilhagens, à custa da prática de toda sorte de injustiça; e que dá aos seus governantes e grandes, o sentimento de exaltação e vanglória, tal como este existiu nos reis de Babilônia desde Nabucodonosor, por se gloriarem em suas posses, conquistas e glória terrena, e não na justiça e no Senhor.
Por conseguinte, no meio das profecias que são dirigidas especificamente contra a Babilônia dos dias do profeta Daniel, está inserida a profecia que tem paralelo no livro de Apocalipse e que se refere às assolações que virão sobre toda a terra no dia do Senhor, que é o modo de se designar profeticamente no Velho Testamento o dia da segunda vinda de Cristo.
Esta parte da profecia se refere à destruição da impiedade em toda a terra e não apenas no território da cidade de Babilônia, e que as estrelas do céu e suas constelações não darão a sua luz; o sol se escurecerá ao nascer, e a lua não fará resplandecer a sua luz; e a visitação do juízo do Senhor será sobre a maldade em todo o mundo, e Ele diz que visitará também a iniquidade dos ímpios, e que fará cessar a arrogância dos atrevidos, e abaterá a soberba dos cruéis.
Tantos serão os mortos, que os homens serão tão raros na terra quanto é o ouro de Ofir, porque é difícil de ser encontrado.
E diz também que fará estremecer o céu, e a terra se movera do seu lugar, por causa do Seu furor, e por causa do dia da sua ardente ira (v. 6 a 13).
A partir do verso 14 até o 22 são retomadas as profecias contra Babilônia, que seria derrubada em 537 a. C.
O que Deus faria com Babilônia, serviria portanto de aviso para as nações para não viverem na mesma impiedade daquele grande reino, porque foi dEle que partiu o grande juízo que veio sobre Babilônia.
Contudo, somente os que conhecem o Senhor dão ouvidos à Sua Palavra, e fogem da impiedade.
Então, em Sua onisciência, e por conhecer o que é a natureza soberba do homem, especialmente dos grandes da terra, já são previstas e descritas as terríveis assolações que virão sobre o mundo no tempo do fim, por causa da referida impiedade e iniquidade, que aumentarão em vez de diminuir, apesar das muitas profecias como esta, que encontramos na Bíblia, revelando os juízos que Deus trouxe sobre os reinos que viveram na impiedade, para servirem de alerta para que os homens se convertam das suas maldades e se voltem para o Senhor, para viverem na prática da justiça.

Baseado em Isaías 13

Silvio Dutra

Queimarás a Babilônia assim como os cruéis anti cristo queimam nossa natureza.''

Rafa Mendes

Falsa Paz e Segurança – Zacarias 1

Os judeus haviam retornado de Babilônia a Judá, por decreto de Ciro, em 537 a.C., e no mesmo ano começaram a reconstruir o templo de Jerusalém, que havia sido destruído por Nabucodonozor.
Mas, sofreram uma forte oposição dos samaritanos, que foram rejeitados por eles quanto à participação na reedificação do templo, ficando a obra paralisada por cerca de 16 anos.
As obras de reconstrução do templo foram reiniciadas em 520 a C., através das exortações dos profetas Ageu e Zacarias, sendo o templo concluído 4 anos depois em 516 a.C.
A primeira profecia de Zacarias, no segundo ano do rei persa Dario, pode ser situada, portanto, cerca de 17 anos após o retorno dos judeus à Palestina.
Como se afirma no primeiro versículo de seu livro, Zacarias começou seu ministério junto aos judeus no oitavo mês do segundo ano de Dario; sendo que o profeta Ageu começou o seu, dois meses antes, a saber, no sexto mês do segundo ano de Dario, como se vê em Ageu 1.1.
Os judeus estavam em grande perplexidade, porque o Senhor havia prometido lhes dar descanso quando se completassem os setenta anos de cativeiro em Babilônia, e estavam, depois de cumprido aquele prazo, ainda debaixo das aflições de seus inimigos.
No entanto, o Senhor lhes falou através do profeta Zacarias, que eles haviam se afastado dEle, e que deveriam se converter para que Ele voltasse a tornar para eles (Zac 1.3), e que deveriam aprender do que havia acontecido aos seus pais, para que não andassem nos mesmos caminhos deles, porque haviam despertado grandemente a ira do Senhor, porque não se arrependeram de suas más obras, quando o Senhor os exortou pelos profetas (Zac 1.2, 4).
Eles foram exortados do mesmo modo, pelo profeta Ageu, a se converterem ao Senhor, e a se santificarem, conforme podemos ver no livro do referido profeta.
Então, não foi pela falta de poder ou interesse de Deus, que eles se encontravam ainda debaixo da opressão dos povos inimigos, mas, por causa da sua própria infidelidade, que é descrita em Ageu, por estarem principalmente, dando prioridade aos seus próprios interesses e negócios, e não à casa do Senhor e à Sua vontade.
Cerca de três meses depois, no décimo primeiro mês, do segundo ano, do reinado de Dario, a palavra do Senhor veio novamente a Zacarias (v. 7), numa visão, na qual viu “um homem montado num cavalo vermelho, e ele estava parado entre as murtas que se achavam no vale; e atrás dele estavam cavalos vermelhos, baios e brancos.” (v. 8).
Zacarias pediu a Deus o significado da visão, e um anjo lhe respondeu que eram aqueles que o Senhor havia enviado para percorrerem a terra (v. 9, 10).
E aqueles cavaleiros responderam ao anjo, que estava parado entre as murtas, que estavam percorrendo a terra e que toda ela estava tranqüila e em descanso (v. 11).
Nós vemos em I Tes 5.3, que quando o Senhor voltar para julgar toda a terra, os seus habitantes estarão dizendo “paz e segurança”, a par de toda a iniquidade em que estiverem vivendo.
Há fomes, pestes, assassinatos, e toda sorte de calamidades na terra, e ainda assim, seus habitantes têm este falso sentimento de paz e segurança.
Nas palavras desta profecia de Zacarias, estão tranquilos e em descanso, enquanto o povo de Deus é duramente oprimido e perseguido pelos seus inimigos.
São rejeitados por aqueles que não conhecem ao Senhor.
São desprezados e oprimidos, tal como os judeus, em seus dias.
Então o próprio anjo da visão de Zacarias clamou ao Senhor, em face de tal quadro:
“Ó Senhor dos exércitos, até quando não terás compaixão de Jerusalém, e das cidades de Judá, contra as quais estiveste indignado estes setenta anos?” (v. 12).
Certamente, por ter o povo de Judá se arrependido pelas repreensões que vinham recebendo desde o sexto mês, por Ageu, e do oitavo, por Zacarias, veio então, neste décimo primeiro mês, da parte do Senhor para eles, palavras boas, palavras consoladoras (v. 13), por meio do anjo que falava com Zacarias.
Deus prometeu dar descanso ao Seu povo, contra aqueles que estavam lhes oprimindo, e que se encontravam em descanso, isto é, sem estarem debaixo de Seus juízos, tal como estava fazendo com o Seu próprio povo.
Então para confirmar a obra de juízo que faria contra as nações inimigas de Judá, que estavam se lhe opondo, Deus deu a Zacarias a visão de quatro chifres, que simbolizavam os poderes daquelas nações, sendo amedrontados e derrubados por quatro ferreiros, e assim seriam dispersados pelo Senhor (v. 18 a 21).
Disto aprendemos, para a Igreja de Cristo, que quando estamos empenhados numa obra de Deus, para a qual Ele nos chamou, e se somos paralisados pelas forças do Inimigo, não devemos buscar a causa da nossa falha não em outros, senão em nós mesmos, para nos humilharmos e nos arrependermos, de maneira que o Senhor disperse as forças do Inimigo e nos fortaleça a cumprir a obrar que Ele havia designado para ser feita por nós.




“1 No oitavo mês do segundo ano de Dario veio a palavra do Senhor ao profeta Zacarias, filho de Berequias, filho de Ido, dizendo:
2 O Senhor se irou fortemente contra vossos pais.
3 Portanto dize-lhes: Assim diz o Senhor dos exércitos: Tornai-vos para mim, diz o Senhor dos exércitos, e eu me tornarei para vós, diz o Senhor dos exércitos.
4 Não sejais como vossos pais, aos quais clamavam os profetas antigos, dizendo: Assim diz o Senhor dos exércitos: Convertei-vos agora dos vossos maus caminhos e das vossas más obras; mas não ouviram, nem me atenderam, diz o Senhor.
5 Vossos pais, onde estão eles? E os profetas, viverão eles para sempre?
6 Contudo as minhas palavras e os meus estatutos, que eu ordenei pelos profetas, meus servos, acaso não alcançaram a vossos pais? E eles se arrependeram, e disseram: Assim como o Senhor dos exércitos fez tenção de nos tratar, segundo os nossos caminhos, e segundo as nossas obras, assim ele nos tratou.
7 Aos vinte e quatro dias do mês undécimo, que é o mês de sebate, no segundo ano de Dario, veio a palavra do Senhor ao profeta Zacarias, filho de Berequias, filho de Ido, dizendo:
8 Olhei de noite, e vi um homem montado num cavalo vermelho, e ele estava parado entre as murtas que se achavam no vale; e atrás dele estavam cavalos vermelhos, baios e brancos.
9 Então perguntei: Meu Senhor, quem são estes? Respondeu-me o anjo que falava comigo: Eu te mostrarei o que estes são.
10 Respondeu, pois, o homem que estava parado entre as murtas, e disse: Estes são os que o Senhor tem enviado para percorrerem a terra.
11 E eles responderam ao anjo do Senhor, que estava parado entre as murtas, e disseram: Nós temos percorrido a terra, e eis que a terra toda está tranqüila e em descanso.
12 Então o anjo do Senhor respondeu, e disse: Ó Senhor dos exércitos, até quando não terás compaixão de Jerusalém, e das cidades de Judá, contra as quais estiveste indignado estes setenta anos?
13 Respondeu o Senhor ao anjo que falava comigo, com palavras boas, palavras consoladoras.
14 O anjo, pois, que falava comigo, disse-me: Clama, dizendo: Assim diz o Senhor dos exércitos: Com grande zelo estou zelando por Jerusalém e por Sião.
15 E estou grandemente indignado contra as nações em descanso; porque eu estava um pouco indignado, mas eles agravaram o mal.
16 Portanto, o Senhor diz assim: Voltei-me, agora, para Jerusalém com misericórdia; nela será edificada a minha casa, diz o Senhor dos exércitos, e o cordel será estendido sobre Jerusalém.
17 Clama outra vez, dizendo: Assim diz o Senhor dos exércitos: As minhas cidades ainda se transbordarão de bens; e o Senhor ainda consolará a Sião, e ainda escolherá a Jerusalém.
18 Levantei os meus olhos, e olhei, e eis quatro chifres.
19 Eu perguntei ao anjo que falava comigo: Que é isto? Ele me respondeu: Estes são os chifres que dispersaram a Judá, a Israel e a Jerusalém.
20 O Senhor mostrou-me também quatro ferreiros.
21 Então perguntei: Que vêm estes a fazer? Ele respondeu, dizendo: Estes são os chifres que dispersaram Judá, de maneira que ninguém levantou a cabeça; mas estes vieram para os amedrontarem, para derrubarem os chifres das nações que levantaram os seus chifres contra a terra de Judá, a fim de a espalharem.” (Zacarias 1.1-21)

Silvio Dutra

Sou Rasta dia e noite, mas de dia eu trabalho sobre a Babilônia para a noite eu consagrar à Jah em pról da natureza.''

Rafa Mendes

Daniel entrou na Babilônia, mas a Babilônia jamais entrou nele. Eis a diferença. Somos agentes em trânsito.

Hermes Fernandes

Vejo muita coisa, não falo metade. Sentimento de que se eu começar a abrir a boca, cai a Babilônia pra muita gente.

Naiana Brum

Entre o soluçar e uma lágrima
se fez ruir Pompéia e cair Babilônia...

tadeumemora