William Shakespeare
Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...
Só os mendigos conseguem contar sua riquezas.
William ShakespeareEu aprendi que para se crescer como pessoa e preciso me cercar de gente mais inteligente do que eu.
William ShakespeareEu aprendi que nao importa quanta seriedade a vida exija de voce, cada um de nos precisa de um amigo brincalhao para se divertir junto.
William ShakespeareTarde demais o conheci, por fim; cedo demais, sem conhecê-lo, amei-o.
William ShakespeareO bobo se acha sábio, mas o sábio se acha bobo.
William ShakespeareVazias as veias,nosso sangue se arrefece,indispostos ficamos desde cedo,incapazes de dar e de perdoar.Mas quando enchemos...
William ShakespeareO resto é silêncio.
William ShakespeareNada encoraja tanto ao pecador como o perdão.
William ShakespeareEm nossas loucas tentativas, renunciamos ao que somos pelo que esperamos ser.
William ShakespeareFortes razões, fazem fortes ações.
William ShakespeareSeja como for o que penses, creio que é melhor dizê-lo com boas palavras.
William ShakespeareO passado é um prólogo.
William ShakespeareOs velhos desconfiam da juventude porque foram jovens.
William ShakespeareGuarda teu amigo sob a chave de tua própria vida.
William ShakespeareO sábio não se senta para lamentar-se, mas se põe alegremente em sua tarefa de consertar o dano feito.
William ShakespeareO destino é o que baralha as cartas, mas nós somos os que jogamos.
William ShakespeareNão importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
William ShakespeareOh! que formosa aparência tem a falsidade!
William ShakespeareNão basta levantar o fraco, é preciso ampará-lo depois.
William ShakespeareO silêncio é o mais perfeito arauto da felicidade. Eu estaria pouco feliz se pudesse dizer o quanto.
William ShakespeareQue a melhor sala de aula do mundo está aos pés
de uma pessoa mais velha; Que quando você está amando dá na vista; Que ter uma criança adormecida em seus braços é
um dos momentos mais pacíficos do mundo.
SONETO LXX
Se te censuram, não é teu defeito,
Porque a injúria os mais belos pretende;
Da graça o ornamento é vão, suspeito,
Corvo a sujar o céu que mais esplende.
Enquanto fores bom, a injúria prova
Que tens valor, que o tempo te venera,
Pois o Verme na flor gozo renova,
E em ti irrompe a mais pura primavera.
Da infância os maus tempos pular soubeste,
Vencendo o assalto ou do assalto distante;
Mas não penses achar vantagem neste
Fado, que a inveja alarga, é incessante.
Se a ti nada demanda de suspeita,
És reino a que o coração se sujeita.
Não, Tempo, não zombarás de minhas mudanças!
As pirâmides que novamente construíste
Não me parecem novas, nem estranhas;
Apenas as mesmas com novas vestimentas.
SONETO LXXXVIII
Quando me tratas mau e, desprezado,
Sinto que o meu valor vês com desdém,
Lutando contra mim, fico a teu lado
E, inda perjuro, provo que és um bem.
Conhecendo melhor meus próprios erros,
A te apoiar te ponho a par da história
De ocultas faltas, onde estou enfermo;
Então, ao me perder, tens toda a glória.
Mas lucro também tiro desse ofício:
Curvando sobre ti amor tamanho,
Mal que me faço me traz benefício,
Pois o que ganhas duas vezes ganho.
Assim é o meu amor e a ti o reporto:
Por ti todas as culpas eu suporto.
