Santo Afonso Maria de Ligório

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Eis que lá das estrelas, Rei Celeste,
Tu vens nascer na gruta, ao frio agreste.

Ó Menino meu Divino,
eu Te vejo aqui tremer,
Assim… deitado.

Ó Deus amado,
Ó quanto Te custou ter me salvado!

Eis faltam ao Senhor, Deus das alturas,
Os panos e o calor das criaturas!

Meu divino Pequenino,
Tal pobreza grande assim, mais me enternece,
Se penso que é o amor que Te empobrece…

Gozando lá no Céu toda ventura,
Tu sofres nestas palhas tanta agrura.

Doce Eleito do meu peito,
onde vais em Teu amor?
Jesus, eu penso:
“Por que sofrer assim,
ó Amor imenso?”

Mas se é Tua Vontade sofrer tanto,
Por que chorar assim sentido pranto?

Terno Esposo, Deus ditoso, meu Jesus,
Compreendo, sim, Senhor querido:

Tu choras, não de dor…
Mas de amor ferido.

Santo Afonso Maria de Ligório

Quem reza se salva, quem não reza é condenado. Salvar-se sem rezar é dificilíssimo, até mesmo impossível... mas rezando, a salvação é certa e facilíssima. Se não orarmos, não temos desculpas, porque a graça de rezar é dada a todos... se não nos salvarmos, a culpa será toda nossa, porque não teremos rezado.

Santo Afonso Maria de Ligório