Renata Saturnino
DE ALGUÉM PARA ALGUÉM:
Em um universo de surpresas a oportunidade de descobrir algo especial... A essência traduzida em palavras revela o desconhecido. O medo perde espaço para o encantamento. O silêncio ganha forma. O pensamento desordenado, sinaliza: algo necessita ser mudado. É preciso ter coragem para escrever... Faltam palavras para retribuir tamanha ternura. O raciosinio se perde no horizonte... O caminho é longo... Nele vejo flores, desvios e pedras... O belo nem sempre é perfeito... Mediando o tempo, olho para trás, o passado já não me pertence. É hora de seguir... Na anciã da conquista, a batalha não dá trégua... Entre vitórias e derrotas: sobreviver é o maior desafio... Na incansável luta pela felicidade: só resta o “eu”...
O silêncio sucumbe o grito da alma...
Embebeda-se em lagrimas, ecoando o soluço da esperança adormecida.
Desperta do encantamento, mantendo cativo o sonho da felicidade...
Entregue a indiferença, só resta acreditar em Deus....
Na batalha contra o “eu” a realidade, silencia o coração...
Sentimentos machucados, sonhos desfeitos, canções perdidas...
Tudo se desfez para dar lugar ao novo...
Como um general implacável o destino muda os planos...
A razão entristece o espírito, tirando de cena a sensibilidade do momento...
Desatam-se os laços terrenos, para dar vazão ao desejo da alma...
Eis que tudo se refaz... Indiferente a manifestação do tempo...
Aprisionado em outra dimensão o sofrimento transforma-se em graça...
Livre das algemas do mundo as almas fundem-se formando a eterna aliança do amor...
" A auto-suficiência é o limite entre a sabedoria e o fracasso. Somos o que somos graças ao que aprendemos. A vida é uma lição interminável, renovando-se a cada minuto. No fantástico universo da comunicação, é impossível ser indiferente aos desafios. Alegrias, decepções, conquistas e derrotas; tudo faz parte da eterno aprendizado. Só assim, saberemos diferenciar o amargo do doce e a vitória terá sempre um sabor especial".
Renata Saturnino
Toda poesia do mundo, nem por um segundo, revela a essência da emoção...
O encantamento desencantado, suspira ofegante...
Como corrente quebrada, a alma cansada busca o abrigo...
Por onde andará o companheiro amigo, que virá socorrê-la...
Mais uma vez o mestre das palavras, sai de cena...
Levando a doçura do poema inacabado...
Mas o que fazer diante do nada. Dá página virada, sem ponto final...
Os versos sobrevivem à mudança, como a criança que não quer nascer...
A inspiração limitada, engole calada a lágrima escondida...
No calor da partida, a poetisa compõem a canção do adeus...
Refém do teu engano, alimenta-se da minha poesia, para saciar agonia do teu espírito...
A loucura do ato, mostra o fracasso da tua paciência...
Inocência... Sentir-se liberto do sentimento aprisionado... Como se algo tivesse mudando o ser solitário... Renata Saturnino
Inspiração:
... Se eu te perder? Vou correr das palavras...
A rima não terá mais graça...
E não haverá mais nada o que fazer...
Se eu te perder? A alegria ficará incompleta, assim como a poeta sem amor...
A emoção sairá de cena e a doçura do poema se consumirá...
Se eu te perder? A sensibilidade cairá no esquecimento e o sentimento não se manifestará...
O verbo sufocará a emoção, tornando a solidão dolorosa...
Se me deixar? Meu mundo se rebelará...
O sol se apagará, levando o calor dos versos...
As noites frias se tornarão vazias... E a magia do sonho morrerá...
Preciso de ti, como ar que respiro... Como o ombro amigo, na hora do desespero...
Prisioneira do teu silêncio, espero o julgamento...
Mesmo sabendo que virá sem hora marcada. A expectativa da tua chegada emociona...
E do nada, a palavra ganha alma...
O sopro da vida, devolve a "Inspiração"... Com ela renasce a alegria de compor a poesia... Renata Saturnino
A simplicidade é a forma mais sincera de manifestar a essência das palavras:
Palavra que une e separa...
Que alegra e entristece tanto...
Palavra que rouba o sentido da existência, tornando a sobrevivência
dolorosa...
Palavra que produz à lagrima, acelera a emoção, compondo a canção inacabada.
Palavra que faz o coração bater forte, resgatando à vida da morte...
Magia que contagia, transformando alegria em desejo...
Alimento que sacia a agonia, tranquiliza à alma e refrigera o espírito aflito...
Como lidar com essa arma mortal; capaz de salvar e ao mesmo tempo matar os sonhos...
De onde vem esse poder;
diminuindo a distância e renovando esperança perdida.
Assim segue a vida, refém dos verbos silenciados pela força da palavra.
Não resta mais nada, a não ser entregar-me a esse universo infinito...
A essa alquimia que faz da poesia um mito;
revelando a pureza da alma, traduzida em palavras...
Cora...
... Que mulher é essa, tão bela e sincera...
Debruçada na janela, compõem seus versos...
Divina inspiração, da voz ao coração, aflorando o sentimento...
O que se passa por dentro, num breve momento, vira lamento...
A expressão do rosto, revela o desgosto de viver na solidão...
O olhar distante, segue errante, perdido no tempo...
Navegando no nada, permanece calada a espera do vento...
As ondas nascem no horizonte, e de trás dos montes vem o chamamento...
A voz... Tão meiga e macia, logo anuncia, o fim do tormento...
Dedico esse poema a minha poetisa preferida: Cora Coralina
Se eu pudesse amar...
Eu ia revelar...
Sem me calar...
Os mistérios do amor...
Sem pensar, marcar ou planejar a hora certa...
A descoberta renasceria com o tempo...
Sobrevivendo ao lamento da espera...
A ausência sem clemência morreria...
Livre da agonia,
o sorriso resplandeceria a alegria do encontro...
Seu pudesse amar...
Eu ia contar...
Que noites em claro vivi e quase morri de saudade...
Pensei na maldade do destino...
Unindo e desfazendo o impossível...
Em seu enredo, livre do medo o sentimento se refaz...
A experiência longe da inocência se cala...
Do silêncio surge a palavra...
Se eu pudesse amar...
Do peito, como algo perfeito o amor brotaria;
arrancando a poesia da alma...
A canção em tons e rimas;
desvendaria o enigma do verso...
O coração ao bater forte;
ressuscitaria da morte o sentimento adormecido...
A vida em sua simplicidade mostra a realidade;
A oportunidade de ser feliz...
Tudo que o homem sempre quis!
O segredo?
Me fiz acreditar, que a melhor forma de amar é
desejar ao próximo a sua mais completa felicidade...
Ao renascer o amor...
Revelaria sem irônia...
O mistério de amar...
Sem pensar, marcar ou planejar a hora certa...
A descoberta nasceria com o tempo...
Sobrevivendo ao lamento da espera...
A ausência sem clemência morreria...
Livre da agonia,
o sorriso resplandeceria a alegria do encontro...
Ao renascer o amor...
Eu ia contar...
Que noites em claro vivi e quase morri de saudade...
Pensei na maldade do destino;
unindo e desfazendo o impossível...
Em seu enredo, livre do medo a história se refaz...
A experiência longe da inocência se cala...
Do silêncio surge a palavra...
Ao renascer o amor...
Do peito, como algo perfeito a senciblidade brotaria;
arrancando a poesia da alma...
O coração ao bater forte;
ressuscitaria da morte o sentimento adormecido...
A vida em sua simplicidade mostra a realidade;
A oportunidade de ser feliz...
Tudo que o homem sempre quis!
O segredo?
Me fiz acreditar, que a melhor forma de amar é
desejar ao próximo a sua mais completa felicidade...
Só assim descobri; que eu não só podia, como deveria aprender a amar novamente ...
Como falar do meu tudo, sem doar tudo de mim...
O pensamento...
A emoção...
O sentimento...
A alma...
Presa ao passado a essência dos versos ganha vida...
No aconchego do teu colo, sinto o aroma das lembranças...
Protegida do mundo, a criança indefesa prepara-se para guerra...
Na batalha da desigualdade, ela engole o choro...
A guerra solitária segue sem comandante...
Quando meu tudo partiu, não restou quase nada...
A esperança machucada, ficou sem abrigo...
Em tua companhia...
Ensinou-me a guerrear, mas não a me refazer da guerra...
Na luta pela vida, foste a grande conquista e a pior perda...
Mesmo assim, nunca deixarás de ser o meu tudo...
Porque no tudo ou no nada, sempre estaremos juntos...
Em mim verás o teu sorriso...
A bondade... A valentia do guerreiro que só perdeu para morte...
Meu tudo... Neste momento o alimento é a saudade do amor que vivemos...
Estejas em paz, sabendo que daqui até a eternidade, nunca serás esquecido... PELA TUA MENINA...
Didico esse poema a meu pai.
" Uma voz me dizia, que um dia, isso ia acontecer...
Li e reli pensamentos...
Mergulhei na poesia...
Com alegria;
disse a deus a razão...
Conheci a inspiração...
Com paixão compus os primeiros versos...
Singelos eles ganharam vida...
No pensamento? O exemplo:
Da poetisa brasileira, simples e faceira que
conquistou o Brasil...
Sua história?
É parte da memória do país...
Com orgulho me espelho no seu talento...
E num breve momento as palavras vão nascendo...
Como encantamento o sentimento ganha forma...
E agora? Expresso para mundo o
profundo desejo de escrever;
Fazendo florescer a cada dia uma nova poesia...
E essa flor? Dedico com amor...
A eterna escritora, minha musa inspiradora... Cora Coralina.
Paixão queima...
Envenena a mente...
Fingi de inocente, pra roubar a memória...
O sentimento sempre é o mesmo:
Forte...
Quente...
Inconseqüente...
Valente e sem explicação...
Paixão?
É emoção a flor da pele...
Doação sem medida...
Condenada pela razão...
A paixão torna a poesia engraçada...
O sorriso muda...
A pupila cresce...
A vaidade floresce...
Nem a rejeição pará esse furacão...
A explosão joga no chão a estrutura...
Não existe armadura capaz de detê-la...
Loucura é morrer sem viver o ato,
Assumindo o fracasso da indecisão...
Melhor “com” do que “sem”:
Sem alegria...
Sem a euforia ascendendo o brilho dos olhos...
Sem a expectativa do:
beijo molhado, o corpo suado, o abraço apertado na madrugada,
à cabeça encostada no peito;
o sorriso sem jeito à espera da resposta...
Sorte é viver a paixão em comunhão...
A dois?
A canção sem graçaaaaa vira hino...
Viver rindo do nadaaaa, na hora errada é o que mais acontece...
Ninguém merece! Mas essa é a realidade...
Sorte ou azar? A descoberta vira na hora certa...
Mas cuidado?
O mistério da saúde adverte? Paixão demais causa problemas ao coração...
Por isso, apaixone-se sempre...
Mas com moderação...
Há tanto o que dizer...
Mas o que escrever?
Quando o silêncio invade a alma...
O sentido se perde do pensamento...
E mesmo querendo nada acontece...
Sem inspiração:
Quem irá entender a essência...
A irreverência das rimas...
Obra prima, que para muitos não representa nada...
É madrugada: a folha fria e vazia sente o calor do pranto...
Em branco, o papel não é mais o mesmo...
Não existe segredo:
Frases escrevi, chorei e sorri, mas nunca
desisti de continuar escrevendo...
Esse é o tormento do poeta:
Sentir a dor de não compor o verso...
O mais profundo manifesto da sensibilidade...
Na poesia: realidade e ilusão
vivem a mercê do sonho...
É o subliminar desejando tocar o coração...
Emoção aflorando os sentidos...
Provocando risos e lagrimas...
O inverso é o retrocesso da emoção...
Decifrar o enigma da poesia?
Essa magia eu não sei fazer...
Mas quero dizer: Aconteça o que acontecer,
Enquanto eu viver: Jamais deixarei morrer o desejo de escrever...
" Uma voz me dizia, que um dia, isso ia acontecer...
Li e reli pensamentos...
Mergulhei na poesia...
Com alegria;
disse a deus a razão...
Conheci a inspiração...
Com paixão compus os primeiros versos...
Singelos eles ganharam vida...
No pensamento? O exemplo:
Da poetisa brasileira, simples e faceira que
conquistou o Brasil...
Sua história?
É parte da memória do país...
Com orgulho me espelho no seu talento...
E num breve momento as palavras vão nascendo...
Como encantamento o sentimento ganha forma...
E agora? Expresso para mundo o
profundo desejo de escrever;
Fazendo florescer a cada dia uma nova poesia...
E essa flor? Dedico com amor...
A eterna escritora, minha musa inspiradora... Cora Coralina."
Palavra que une e separa...
Que alegra e entristece tanto...
Palavra que rouba o sentido da existência, tornando a sobrevivência
dolorosa...
Palavra que produz à lagrima, acelera a emoção, compondo a canção inacabada.
Palavra que faz o coração bater forte, resgatando à vida da morte...
Magia que contagia, transformando alegria em desejo...
Alimento que sacia a agonia, tranquiliza à alma e refrigera o espírito aflito...
Como lidar com essa arma mortal; capaz de salvar e ao mesmo tempo matar os sonhos...
De onde vem esse poder;
diminuindo a distância e renovando a esperança perdida.
Assim segue a vida, refém dos verbos silenciados pela força da palavra.
Não resta mais nada, a não ser entregar-me a esse universo infinito...
A essa alquimia que faz da poesia um mito;
revelando a pureza da alma, traduzida em palavras...
"Não há como definir a ausência...
A carência que entristece o ser...
Solidão é espaço que não se mede...
Transcede a alma indiferente á ilusão...
À percepção isolada do mundo...
Onde cada segundo tem um significado;
Pode parecer irreal, mas para muitos é natural sentir-se só...
Por menor que seja a razão a sempre uma decisão
a ser tomada...
Fugir da realidade é adiar o encontro com a verdade...
Com a capacidade de reescrever a história...
Melhor que sentir é viver a esperança...
Acreditar que a mudança é de dentro para fora...
De mãos atadas e boca fechada nada acontece...
O espírito envelhece, a alma entristece e o pensamento se isola...
Ao abandonar os ideais nós tornamos simples mortais,
a espera da morte...
Ser forte é vencer a própria natureza...
Sem matar a pureza da vida...
Somos o espelho daquilo que acreditamos e sentimos...
Todo momento é eterno enquanto a felicidade existe"...
"Magia inesperada alimenta sensações...
Emoções a flor da pele...
Que repele e impulsiona...
Aquece e emociona o coração...
Como definir a atração fulminante...
Intensa e contagiante entre os seres...
Como ser coerente diante do sentido envolvente...
Inconsequente e sem explicação..."
MEU POETA:
No lago profundo da tua sensibilidade...
Sinto a plenitude da poesia: da saudade acompanhada,
que descreves com paixão a quem não conheci...
Posso ouvir:
O colibri sorrindo, conduzindo o enredo solitário...
Cenário contemplado por aqueles que te veneram...
Maestro rege os versos que a ti dedico...
Não se perca em risos ao perceber a fragilidade inocente...
Carente de amor, do calor que aquece os corpos na madrugada...
São palavras cultivadas no passado que vive em mim...
Porque é assim que me sinto:
Tocada pela emoção que por vezes me faz chorar...
Ao viver a ilusão dos poetas...
Quem me dera ser a razão da tua inspiração, como eres para mim agora...
Viver na tua memória como vives na minha...
Porque trocamos poesias em silêncio...
Vivemos o amor que sonhamos; mas não sentimos o amor que desejamos...
Ao admitir a saudade de um passado que não passou...
Ao recusar um presente que nos machuca...
E não ver o futuro que nos espera...
É assim que descreves a saudade ao compor a tua obra prima...
Uma das muitas que me facina...
Confesso a admiração que a outros não revelei...
Aqui deixarei a homenagem a meu poeta amado... PABLO NERUDA
" Não há como definir a ausência...
A carência que invade o ser...
Solidão é espaço que não se mede...
Transcede a alma indiferente á ilusão...
À percepção isolada do mundo...
Onde cada segundo tem um significado;
resignado ao mundo das incertezas...
Pode parecer irreal, mas para muitos é natural sentir-se só...
Por menor que seja a razão a sempre uma decisão
a ser tomada...
Melhor que sentir? É viver a mudança...
De mãos atadas e boca fechada nada acontece...
O espírito envelhece, a alma entristece e o pensamento se isola...
Ao abandonar os ideais nós tornamos simples mortais,
a espera da morte...
Ser forte é vencer a própria natureza...
Sem matar a pureza da existência...
Seja como for;
o encontro com o EU é inevitável...
Sem platéia e nem aplausos...
O silêncio é a razão da palavra, quando não há
mais nada o que dizer...
Todo momento é eterno enquanto a felicidade existe"...
CUIDA DE MIM:
Como o lírio que floresce no deserto...
Como jóia resgatada no oceano ...
Como Águia ferida...
Como quem ama sem medida...
Como criança perdida, pedindo socorro...
Porque não sou eu quem escrevo! É a inspiração que fala por si...
Que horas chora e outras sorri;
ao sentir o desejo de partir...
Porque aqui, não é o meu lugar...
Ao me deparar com um mundo:
Onde mentir é mais certo que a própria verdade...
Onde a felicidade é fingida e não vivida...
Onde o que pode mais! É o que ama menos...
Onde o afeto não é doado e sim comprado...
Onde corremos feito loucos, sem saber porque e nem para que...
Pode parecer anormal , mas é natural me sentir ausente; descrente do universo que eu não desejo...
Porque conheci o amor...
A entrega sem retorno...
O sofrimento de resistir,
de reconstruir o que muitos tentaram destruir...
De persistir até conseguir a vitória...
De ir embora sem jamais me despedir...
Porque não sou eu quem escrevo! É a inspiração que fala por si:
Cuida do meu beijo como algo perfeito.
Como guardas o teu leito ao dormir.
Ao sentir a paz afagando o espírito cansado;
molestado pelo engano...
Porque vive em mim a sensibilidade dos poetas:
Que morreram de paixão;
Se doaram a ilusão;
A emoção sem limite;
Ao passado e ao presente;
Porque não sou eu quem escrevo! São palavras da inspiração que vive em mim. E que seja assim, até a eternidade...
Quando o amor se vai?
Cerram-se as comportas da emoção...
A dor impera...
A alma intristece...
O sorriso enfraquece.
O mundo recolhido?
É traduzido em canções!
Frações do tempo que se refaz...
O agora?
Já não importa mais...
Somos mortais em busca de sinais.
Fatos reais, que nos façam viver a plenitude da sobrevivencia...
Não existe coerência entre: desejo e fantasia...
A paixão erradia a liberdade.
Os acordes da afinidade: não se rompem jamais...
O passado?
É o instante que parte, sem olhar para trás .
Fabulas perdidas...
Ilusões esquecidas...
Sentimento guardado...
Sofrimento provado...
Alegrias findadas...
Páginas viradas...
Enfim: o caminho é longo...
"O presente é a razão...
O futuro é o que coração espera".
A perfeição: não é uma condição e sim um aprendizado...
Não fomos preparados para exercê-la. A vida é como você espera que ela seja!
Mesmo que a vontade caminhe em sentido contrario? É uma condição do ser: Exercer o poder de mudar a situação. Os desafios são o sal da vitória. É o que da a ela: um sabor mais que especial!
Rouba o sentido...
Dança comigo: na ciranda do riso...
Silencia o suspiro da ansiedade...
Ascende a vaidade do desejo...
Desvenda o segredo do sonho destilado...
Encorpado: como vinho que te espera na adega...
A eternidade?
É o presente que consola...
Manda embora a razão que nos separa...
Absorve a essência da paixão...
Segura a mão, que acaricia o teu rosto...
O sabor do desgosto?
Hoje é doce e fugaz...
Dança comigo: a valsa da afinidade...
Contempla a veracidade do poema.
O romance encantado exala elegância...
A fragância do beijo encantado ...
Idealizado...
Reverenciado pelo destino...
Dança comigo...
Ao son das rimas saltitantes;
penetrantes, como o olhar que lanças ao meu encontro...
A ternura enfeita o cenário...
O abc dário está completo...
O momento é o centro da emoção...
Na força da atração?
A nostalgia quebrada;
transforma a fada em rainha.
A alquimia enfim é desvendada...
O segredo da felicidade;
é a cumplicidade que nos une.
O perfume do amor é a tua permanencia ...
A felicidade está mergulhada no cálice de licor de menta...
É doce forte e queima...
Como fogo que atravessa o olhar...
Sem contestar: motivos, inimigos e sonhos...
É a paz reinando, contagiando aqueles que não posso tocar....
Como interpretar a sensação de amar sem motivo...
A entrega ao abstrato; ao retrato esquecido na gaveta...
Que por vezes olhei, mas não imaginei sentir tão perto...
É o instinto aflorando, brincando de ser feliz...
É a raiz que o olho não vê mas o coração sente...
É a mente contornando o espaço...
O encontro do acaso com a realidade;
com a necessidade de ser feliz...
Antes do sol cair?
Você vai surgir, para eu sentir,
que ainda existo ...
Te receberei sorrindo!
Fingindo não lamentar a ausência.
A carencia saturada.
Desidratada: como capim seco ...
As gargalhadas?
Fazem parte da máscara que escolhi,
para encobrir a saudade...
A ansiedade de te ver sorrir ...
Antes da noite chegar?
Contemplarei a chuva deslizar ...
Atravessar a janela, aonde te espero ...
A tormenta seguirá lavando!
Desbravando o caminho, que eu não consigo enxergar ...
Sinto no ar: o cheiro da terra molhada ...
Embriagada pelo néctar da vida ...
A água que cai lá fora?
É diferente da que cai aqui dentro!
Porque essa?
Desce carregada de sentimento ...
É quente e salgada ...
Haverá uma estrada;
onde iremos nos encontrar...
Para conquistar?
O sonho: que não vivemos ...
O poema que não escrevemos ...
A canção que escolhemos ...
O beijo que nunca demos ...
O filme que perdemos, porque você não estava aqui!
Insisto em dizer!
Antes do sol se apagar?
O mundo saberá!
Que você ainda pensa em mim ...
