Marley e Eu

Marley e Eu, do original em inglês “Marley and Me” é um livro do escritor e jornalista norte-americano John Grogan. Publicado em 2005, o livro narra a história real da convivência do cão labrador Marley, durante treze anos na vida de sua família.
Encontrados 21 pensamentos de Marley e Eu

Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca. Símbolos de status não significavam nada para ele. Um pedaço de madeira já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?

Marley e Eu

Cães não precisam de carros luxuosos, casas grandes ou de roupas chiques. Água e alimentos já são o bastante. Um cachorro não liga se você é rico ou pobre. Esperto ou não. Inteligente ou não. Dê o seu coração e ele dará o dele. De quantas pessoas podemos dizer o mesmo?
Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puras e especiais? Quantas pessoas nos faz sentir...extraordinários?

Marley e Eu

Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. (John Grogan)

Marley e Eu

Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. (John Grogan)

Marley e Eu

Tenha um filho e será pai, tenha um cachorro e será um mestre.

Marley e Eu

Algumas coisas na vida são tão bizarras, que só podem ser verdadeiras.

Marley e Eu

Um cachorro não precisa de carrões, casas grandes ou roupas de marca. Um graveto está ótimo para ele. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Dê seu coração para ele, e ele lhe dará o dele.
De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário? (John Grogan)

Marley e Eu

Você sempre esteve ao meu lado quando precisei de você. Na vida e na morte, sempre vou amar você. (pp. 287)

Marley e Eu

Cada dia, cada hora e cada minuto merecem ser apreciados. (pp. 271)

Marley e Eu

Ele me lembrou que cada um de nós tem apenas uma chance para conquistar a medalha de ouro, sem replay.

Marley e Eu

Poderíamos ter comprado um pequeno iate com o que nós gastamos com o nosso cachorro e tudo que ele destruiu. Mas, me pergunto: quantos iates ficam esperando junto a porta o dia inteiro até você voltar? Quantos vivem esperando a chance de subir no seu colo ou descer a colina com você em um tobogã, lambendo o seu rosto? (John Grogan)

Marley e Eu

Era um conceito interessante que só após a morte dele, eu compreendia inteiramente. Marley como mentor. Como professor e exemplo. Seria possível que um cachorro — qualquer cachorro, mas principalmente um absolutamente incontrolável e maluco como o nosso — pudesse mostrar aos seres humanos o que realmente importava na vida? Eu acreditava que sim. Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria. E também as coisas que não importavam. (John Grogan)

Marley e Eu

“Te amo apesar de tudo, ou talvez por causa de tudo.”

Marley e Eu

Talvez ele detivesse o segredo da boa vida, nunca se deter, nunca olhar para trás, viver cada dia com impulso, vivacidade, curiosidade e disposição adolescente. Se pensarmos que somos jovens, então talvez o sejamos, não importa o que diga o passar dos anos. (John Grogan)

Marley e Eu

Na solidão da escuridão, quase consegui sentir a finitude da vida e sua preciosidade. Não damos valor, mas ela é frágil, precária, incerta, capaz de terminar a qualquer momento, sem aviso. (John Grogan)

Marley e Eu

Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, apenas de seu coração a ele, e ele lhe dará o dele.

Marley e Eu

Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puras e especiais? Quantas pessoas nos faz sentir extraordinários?

Marley e Eu

Nossos animais de estimação têm vida tão curta e, ainda assim, passam a maior parte do tempo esperando que voltemos para casa todos os dias. É impressionante quanto amor e alegria eles trazem para nossas vidas, e quanto nos aproximamos uns dos outros por causa deles.

Marley e Eu

Como se toda a história tivesse sido apenas um sonho estivéssemos com uma imensa dificuldade para parar de sonhar. (John Grogan)

Marley e Eu

Marley me ensinou a viver cada dia com alegria e exuberância desenfreadas, aproveitar cada momento e seguir o que diz o coração. Ele me ensinou a apreciar coisas simples-um passeio pelo bosque, uma neve récem-caída, uma soneca sob o sol de inverno. E enquanto envelhecia e adoecia, me ensinou-me a manter o otimismo diante da adversidade. Principalmente, ele me ensinou sobre a amizade e o altruísmo e, acima de tudo, sobre a lealdade incondicional. (John)

Marley e Eu

Nós nos apaixonamos pela musica dele pelo que ela era, mas também por aquilo que ela definia, o momento em nossas vidas quando deixamos de ser dois e nos tornamos um. Bob Marley era a trilha sonora de nossa nova vida juntos neste lugar estranho, exótico e mal-ajambrado, tão diferente de qualquer outro onde tivéssemos vivido.

Marley e Eu