Mariana Gueiros

Encontrados 23 pensamentos de Mariana Gueiros

Átomo?
Não sou um Próton...
Não sou um Elétron...
Será que sou um Nêutron?
Existe uma outra carga?
No mundo que vivemos, quem sabe... deve existir!

A Geografia e a Biologia são tão completas, que uma descreve a paisagem e a outra classifica todos os seres existentes nela.

Eu...
Eu sou uma pássaro que canta ao amanhecer
Sou uma borboleta que voa nas flores durante a primavera
Sou a brisa que sopra em seu rosto
Sou o sol que te aquece
Sou a estrela mais brilhante do céu
Sou a Guardiã do silencio
Enfim, sou alguém que ama, e quem sabe.. será amada.

Eu...
Eu sou uma lágrima que neste momento cai do rosto de alguém que perdeu a esperança.
Sou um grão de areia no fundo do oceano.
Sou uma folha levada pelo vento.
Sou o sol que aquece até aquele que me faz sofrer.
Sou um trem preparado para embarques e desembarques.
Sou uma música que conta uma história de amor que na verdade não existiu.
Sou um pássaro que ao invés de está livre, alguém me aprisiona.
Enfim, eu sou uma pequena estrela no céu que no meio de tantas outras, passa despercebida.

Quem sou eu?
Uma partida de Xadrez muito duradoura, que como sempre tem o objetivo de dar Xeque-mate em algum adversário
Um pensamento que o subconsciente aceitou como verdadeiro
Uma folha em branco que não tem mas espaço para ser escrita
Sou o pensamento que transige neste momento em sua mente
A reflexão da imagem do qual você não consegue ver
Um enigma, talvez o imaginário para aqueles que que não conseguem me desvendar
Deves se submeter a um exame interior, pondere, reflita, concentre-se, pense... Quem sou eu?

Uma pirâmide egípcia, figuras predominantes da planície de nazda, castelo de chinchen itzá, santuário de stanehenge ou os moais da ilha de páscoa? Obviamente, nenhum... Mais faço parte da história e do mistério.Diria que sou meio biotita e meio muscovita, as vezes oxidável, muitas vezes um quartzo hialino e poucas vezes uma turmalina.Parte antropomorfa e zoomorfa e quem sabe, fitomorfa. Por que não? Posso estar no reino metaphyta, ser uma planta (vegetal) um dos principais grupos em que se divide a vida, com cerca de 400.000 espécies e não fazer nada pelo planeta, ser apenas um ser inerte. Mais quem falou que os vegetais não fazem nada pelo planeta terra? Nossa, que confusão... se não fosse as plantas existiria vida na terra? Essa fica para você responder. Esse engano deve ter te deixado alguém confuso, bom... Veja bem, se as plantas não matam, elas são remitem ficções bobas, não destroem seu próprio lar ou fazem centenas de coisas ruins que predominam no 3º planeta, então... Quem é esse ser inerte?Pense... Pense... Talvez alguém saiba, talvez alguém ache isso idiota, talvez alguém não entenda, talvez alguém se conscientize, talvez alguém destrua as plantas, talvez, talvez, talvez...Quem e você?Quem sou eu? Uma doida? Pense como quiser... so digo uma coisa, "Eu sou poeira das estrelas".

A Geografia e a Biologia são as essências da beleza existentes nesse imenso universo.

A Geografia diz que a vegetação é a caatinga e a biologia classifica cada espécie existente... Elas são grandes aliadas.

Raios de Milha Alma

Brilham os raios de sol, compenetrastes e intensos
Num lugar tão distante que bem os conhece e o senti
Exalam tristeza em partes do caminho, onde gera um outro espectro de luz, das gotículas que não são de chuva, mais de sonhos que ainda os conduz
Gotículas que aos poucos secam, e só sobra o sal e uma cruz
Uma cruz de fé na chuva e uma cruz na luz, mais não a luz dos raios do sol, mais a luz que os transporta em outra vida, longe de seu espinhoso passado e perto de mar de vida.

Mar de nuvens azuis

Há dias trovoadas lavam aquelas terras, o medo apavora o sertanejo, o alarme é verídico, o sertão vai virar mar.
São dias e dias de precipitações, precipitações que caem do rosto daquelas pessoas, um sofrimento sem fim, que alaga os sonhos de quem ainda os tem. Uma criança olha pro céu e pedi o fim daquela chuva, roga por um sol brilhante que os reconhece e os ajude. O que fazer diante de tamanha situação? Se amparar debaixo de uma árvore? De qualquer forma os atingirá, pois, até as folhas das árvores a chuva já derrubou, as folhas, os muros que sustentam a racionalidade humana, ficaram só galhos, galhos de coragem em habitar esse lugar.
Lá surge o arco-íres, com esplendor e beleza, mais será que é o arco-íris ou é apenas uma vida que ainda não perdeu a certeza. Sim! A Certeza, de que há esperança e um dia muita fartura em suas vidas e em suas mesas. Dignidade, respeito, reconhecimento, como dizia Caetano, “Gente é pra brilhar”, brilhar como o sol, que aquece, ilumina e alegra, corações tristonhos que sonham numa vida longe da tristeza.
Cadê nossos gestores? Porque não fazem uma drenagem, acabam com a umidade da terra e a umidade da alma. Voam como a asa branca, alto e distante, nos vêem lá do céu, sequer pousam, com medo da chuva, nós que fiquemos molhados, no meio deste mar de amargura.
Vastos campos floridos, frutas em abundância, respeito à vida, um lar de felicidade e um adeus ao abandono.
Só isso que queremos, se você não pode nos dá, dê pelo menos o direito de falar.

Já fui feliz

Um dia, quando vivi LIVRE... Quando pude voar na mata virgem, cantar e cantar, sem haver motivos de abafar meu canto, fui FELIZ.
Um dia quando, pude viver com minha família, com outros animais de meu grupo, voar quilômetros e quilômetros e ver um horizonte sem fim... fui FELIZ.
Um dia quando pude subir nas copas das árvores mais altas, comer deliciosas sementes, lavar minhas penas com água do rio, fui FELIZ.
Um dia, quando eu puder voar para onde quiser, acordar com o nascer do sol refletido nas águas do rio, com o feliz cantar dos outros pássaros, testemunhar o brotar de flores, sentir o cheiro do verde da mata e não ter memórias do passado que vivi preso numa minúscula grade, com meu irmãos presos como eu, ouvindo todo minuto, tristonhos cantares e contares, sem espaço para voar, empoleirado em uma árvore que mal tinha galhos, um dia quando me libertar desta imagem de pesadelos... Eu direi: Voltei a ser FELIZ.

Minha realidade

Como mudastes!!!
Por que mudastes?
Sempre fostes tão belo, natural, rico de vida e de fascinação.
Continuas sendo o símbolo da perfeição, mais nas minhas caminhadas encontro anomalias em ti.
Também encontro os responsáveis de tua doença... É tudo tão triste, queria poder detê-los, mas são tantos. Que sujos, pobres e incapazes, um dia entenderão o valor de tua riqueza. Não conseguem viver sem ti, precisam de ti e ainda te prejudicam. Que amizade imatura!
Que ser é este? Será que é um ser pensante? Se for, é um ser vergonhante!

Se você presenteia uma rosa e alguém te retribui o agradecimento com um galho de espinhos, não se preocupe, faz parte da vida o saber conviver com todo tipo de ignorância.

Com as pedras que tentam me jogar, eu fortaleço os alicerces do meu futuro castelo.

Não sou filósofa... apenas ganho presentes da sabedoria.

Dialética Geográfica

Ou Geo, não te preocupas eu sei que o espaço que estais e muito pequeno, que você é apenas um pontinho nesse imenso universo, mais os sábios se preocupam com tua grafia.
Você jamais irá se perder no tempo, pois, foi construida uma das forças mais potentes do universo.
Uma força capaz de interagir do meio racional ao irracional, do vegetal ao mineral, uma força que atravessa este pequeno espaço que habita.
E esta foi chamada de GEOGRAFIA.

Minha paixão em poesia

Gente, quero falar da mais bela ciência,
Estudo do tudo, ou do quase tudo,
Origem de discussões primordiais dos lugares, contrastes e pensares,
Gênero reflexivo do espaço e do tempo,
Razão de paixões, nações,
Ações e
Fantasias,
Imagem sublime do homem do meio e da
Alegria.

A Geografia e o fruto da essência que predomina nesse perfeito universo.

Livros não são meros amontoados de folhas e de letras, são a chave para o sucesso.

Sementes que sonham com terra fértil, sempre conseguem ser transportadas, seja pelo vento, seja pela chuva, seja por algum ser vivo. E quando chegam ao seu merecido solo, fixam raízes profundas e trazem abundancia.

Ele foi à única chave que deixei abrir a porta de um dos meus mundos, onde guardo uma das forças mais potentes que tenho, força que muitos almejam.
Seu olhar fixo e compenetrante, me conduziu a uma viagem dentro de mim, despertando as mais íntimas e autênticas lembranças que nos cercava.
Seu olhar era semelhante a uma ave de rapina, dando bote na presa, uma presa que naquele momento, quis correr perigo e mergulhar na essência do seu predador.
Sentia que eu não era a única vítima das lembranças, ele também era. Vinha em minha direção, com ar de querer me devorar, e eu ia ao seu encontro. Naquele momento, nada e ninguém impedia nossa “mágica”. Olhávamos tão fixamente, parecia que naquele lugar só existia a gente, nenhuma barreira para atrapalhar nossas vidas.
Mas, o vento empurrou a porta e ela se fechou, fiz questão de mantê-la fechada, e permanecerá até um dia que sinta valer a pena abri-la novamente. Todo encanto acabou, só restou o vazio, um grande vazio, carregado de fraqueza. Então, chorei, chorei, chorei. Meus sentimentos ficaram confusos, ao mesmo tempo conseguia amá-lo e odiá-lo.
O ódio foi ocupando espaço, onde acreditei que ele era o motivo do meu choro e daqueles sentimentos que não me pertenciam. Logo, minhas raízes se fixaram no chão e houve a retomada de todo carinho e admiração que sempre tive, com convicção que tudo não passou de mais uma estação.

Do meu lado fiquem os fortes, justos e corajosos. Os fracos se distanciem. O direito de expressão, respeito e aprendizagem, é de todos. Mas só os sábios os querem e os merece.

Sou refúgio e perigo, pão e veneno, sonho grande e pequeno.
Sou a verdade e a não verdade a tristeza e a felicidade.
Sou a sabedoria e a burrice, a meiguice, criancice e outros ices.
O terror, o amor e o sonho que se calou.
O grito de felicidade o grito de tristeza, o desejo a paixão a solidão.
O vácuo, o vão o “não”.
O sim, o talvez ou a sem vez.
A com vez, a esquecida, a temida, a procurada, a sonhada a sem vida.
O inverno, a sem teto e com teto, o embarque e desembarque, o adeus e o retorno.
Um tesouro, uma história, um livro, um canto e um desencanto.
A música, o nascer e o morrer, o mistério, o calor a dor e o horror.
O objetivo, o sentido e a condução.
A que crer e a que não crer, a que é e não é... mas quer ser.