Macro

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Aquela poesia preferida

Justamente acreditei ao longe
E Sorrir por apenas palavras escritas
Abracei-te ao novo patente
Argumentei meu passado
Tomei teus conselhos e situei respostas.
O tempo aquele ancião te apontou sadiamente
Nobre de tua parte conhecer o quarto escuro,
Mesmo que seja amiga da abelha,
Que por possuir meu juízo levou-me a embriagues.
Do presente ao índice,
Das belas cores de seu cotidiano apresentado
A alegria,
A compreensão e a verde limão esperança,
Em cada frase metamorfose
Belas borboletas de ceda,
O espelho ao sentido melanina,
A musa do poeta pessimista,
Que morre e sobrevivem em seus versos capitalistas.
Luzes!
Ao banhar seus traços obstinados à perfeição,
Em entrelinhas o símbolo,
O Segredo que comenta a destreza da garota
Quando lembra que amizade é um terço da verdade.



A Iuna

O foco de luz


Lembro bem naquela madrugada
Quando estive fraco
A longa noite de escritas cegas
De temores e recordações
Pensei jamais superar minhas dores
Que nunca sairia do escuro quarto amedrontador.
Cochilei sentado no recanto
Quando despertei
Um reflexo de luz no finalzinho da janela.
Pensei que lá luz nunca iria penetrar
Ao ver os arredores coloridos do quarto
Descansei o preto-amarelo da abelha que partiu.
No dia seguinte a janela abriu por si
E livre as paisagem ao amanhecer do sol
Dos pássaros que cantarolavam ainda em suas gaiolas
Maravilhoso o olhar da garota meiga
Tirou do escuro o forte homem que não mais agüenta o contrate.


Quarto escuro :part 2