Luís
Podem até roubar suas idéias mas nunca sua criatividade
Pelos ramos do pinheiro eu trepo, algo ágil, destemido
Em direção às nuvens alvas que se estampam no azul do céu;
Olho para baixo e vejo o passado que ainda não foi esquecido;
Alegrias e tristezas; o adeus final ao amor que nunca foi meu.
Distante o chão agora está, coberto pela névoa da madrugada,
E ao longe avisto os campos floridos e mágicos da felicidade,
Azuis e brancos, calmos e puros; ansiada terra encantada
Onde vive o meu amor, envolta pelo véu da cumplicidade.
Com a mão tento tocar numa nuvem, no seu corpo de virgem;
Em vão; trepo ainda mais, no ar perdido, sensação de vertigem;
O vento sopra mais forte, no céu quase a tocar; olhos brilhantes.
Então, num esforco derradeiro, alcanço o objetivo sonhado;
Minha alma jubilante, quando de súbito sou por ela beijado,
Aninhando-me em suas asas ternas; seus olhos dois diamantes.
''Eu treinei viver sem você, eu treinei porque você sempre achou um absurdo o tanto que eu precisava de você para estar feliz. De tanto treinar acostumei.'
Não nasci pra solidão. Quero me apaixonar, amar e ser amada(o)...Se quiser me conhecer, aparece...mas com cuidado!
Eu não so poeta
mas versos vivo a escrever pois
tudo que escrevo e
pensado en você.
