Kathlen Heloise Pfiffer

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Pensando bem, o que realmente conta não é se teve velas, se teve música de fundo, se foi cedo. Não importa se ele usava uma roupa esquisita e se tinha roubado o carro da mãe. O brilho no seu olhar, o barulho dos nossos corpos, sua pele macia e um 'eu te amo' suspirado é que fizeramm nossa história de amor. E eu disse sim.

"Não ter medo de pular bem alto, de falar de boca cheia.
Não ter medo de rir feito uma hiena, de contar o maior mico.
Não ter medo de cantar a letra errada, de inventar a letra certa.
Não ter medo de ir além, de contar aquilo que mais ninguém sabe.
Não ter medo de exagerar na roupa, de andar meio mocoronga.
To my Angels:
Não ter medo de sair na chuva, no frio, de manhã, de tarde ou de noite.
Não ter medo de pedir ajuda na prova, de tentar ajudar do jeito capenga que dá.
Não ter medo de fazer fofoca, de falar sério, de chorar por causa da briga com a mãe.
Não ter medo de ser exatamente como eu sou.
Não ter medo. Porque sei que vocês estão do meu lado."

Feliz dia dos Amigos!

não cair na poça, tentando sair viva da roda gigante (mas torcendo pra sentir a lama nos pés quando surgir o azul do horizonte). Gira, gira, gira, gira que o meu ritmo aumenta. Gira que meu pensamento fica frenético, gira que eu finjo ser cigana, e fujo correndo pro litoral, praquela terra onde é rei quem consegue a proeza de não ser teatral. Gira que eu vou tentando ficar lúcida, risonha, medonha, cega. Gira e leva embora o passado, o medo, a incerteza de todo a fugaz certeza. Mas gira rápido, e tão rápido quanto eu não sinta o efeito, pra poder sair direito, sem defeito, e encontrar meu bom e lindo sujeito. Gira roda, roda gira, limpa toda ferida, cura alma, limpa, amorna, acalma

Eu olho para trás e você ainda é aquele ali, parado na esquina, sorrindo meio desengonçado, esperando que eu abra o portão. Esperando que eu te abrace e depois te beije, e que te diga que sua camisa não combina com sua calça. Eu olho para trás e você ainda é o meninão que ri das minhas piadas, que passa a tarde inteira jogando cartas com minha avó enquanto eu faço as unhas, que sabe que odeio que mexam no meu pé (e que sempre o faz para me ver ficar brava). Eu olho para trás e você ainda é o homem que me faz mais mulher, que me arrepia o pêlo, que balbucia meu nome com fervor, que me segura pela cintura e aperta forte meu corpo contra o seu. Eu olho para trás e você ainda é o amigo que me ouve, o único que me conhece por inteiro, de alma, que conhece cada centímetro de mim. Conhece todas minhas manias, todos os meus sorrisos, todos os meus olhares. Eu olho para trás e você ainda é o confidente que sabe meus segredos, meus medos, meus crimes, meus sonhos

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