Jonathan Edwards

Encontrados 13 pensamentos de Jonathan Edwards

“Tudo o que dizemos será inútil, se não for confirmado pelo que fazemos.”

Jonathan Edwards

E um homem verdadeiramente humilde é consciente da diminuta extensão de seu próprio conhecimento, da grande extensão de sua ignorância e da insignificante extensão de seu entendimento comparado com o entendimento de Deus.

Jonathan Edwards

Deus preza a santidade na criatura e a santidade é, em essência, prezar a Deus.

Jonathan Edwards

Nosso problema em reconhecer se há em nós algum caminho mau não é por falta da luz externa. Certamente Deus não falhou em nos dizer clara e abundantemente quais são os maus caminhos. Ele nos deu mandamentos mais do que suficientes que mostram o que deveríamos e o que não deveríamos fazer; e eles estão claramente colocados diante de nós na sua Palavra. Então, nossa dificuldade em conhecer nosso próprio coração não é pelo fato de nos faltarem normas adequadas.

Jonathan Edwards

Quando o pecado influencia nossas preferências, ele parece agradável e bom. A mente é naturalmente predisposta a pensar que tudo o que é agradável é correto. Portanto, quando um desejo pecaminoso vence a vontade, também lesa o entendimento.

Jonathan Edwards

De todos os tipos de conhecimento que podemos obter, o conhecimento de Deus e o de nós mesmos são os mais importantes.

Jonathan Edwards

A oração é uma expressão de fé tão natural como a respiração é expressão de vida.

Jonathan Edwards

Deus é a fonte do amor como o sol é a fonte de luz.

Jonathan Edwards

A Plenitude da Bondade e da Graça de Deus



Por Jonathan Edwards

O termo glória, aplicado a Deus ou a Cristo, tem, por vezes, o significado claro de comunicação da plenitude de Deus e apresenta um sentido praticamente equivalente ao da bondade e da graça abundantes de Deus. É o caso em Efésios 3.16: "para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior". A oração "segundo a riqueza da sua glória" é, sem dúvida alguma, equivalente àquela que aparece nessa mesma epístola, no capítulo 1.7: ("segundo a riqueza da sua graça") e no capítulo 2.7: ("a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus"). O termo glória é usado do mesmo modo em Filipenses 4.19: "E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades". Romanos 9.23: "A fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão". Nesse versículo e nos anteriores, o apóstolo fala de como Deus revelou duas coisas: sua grande ira e sua abundante graça. A primeira, nos vasos de ira (versículo 22) e a segunda, que ele chama de riquezas da sua glória, nos vasos de misericórdia (versículo 23). Assim, quando Moisés diz: "Rogo-te que me mostres a tua glória", ao conceder o que ele pede, Deus responde, "Farei passar toda a minha bondade diante de ti" (Êx33.18,19).

Convém observar, em particular, o que encontramos em João 12.23-32. As palavras e o comportamento de Cristo, dos quais temos um relato nessa passagem, argumentam a favor de duas coisas.

Que a felicidade e a salvação dos homens foi o fim visado de modo supremo por Cristo nas suas obras e nos seus sofrimentos. As mesmas coisas que observamos anteriormente (Capítulo Dois, Seção Três), com referência à glória de Deus, também podem ser observadas a respeito da salvação dos homens. Ao se aproximar das dificuldades mais extremas da sua incumbência, Cristo se consola com a perspectiva de obter a glória de Deus como o seu fim maior. E, ao mesmo tempo, e exatamente da mesma maneira, a salvação dos homens também é mencionada como o fim dessas obras e desses sofrimentos intensos, que satisfez a sua alma diante da perspectiva de suportar tais coisas (Comparar os vs. 23 e 24; e também 28 e 29;vs.31e32.).

Tendo em vista que a glória de Deus e as emanações e os frutos da sua graça na salvação do homem são referidas por Cristo nessa ocasião exatamente do mesmo modo, seria bastante estranho entender que ele estava falando de duas coisas distintas. A ligação é de tal natureza que as suas palavras subsequentes devem, naturalmente, ser entendidas como exegéticas [isto é, explicativas] em relação ao que ele disse anteriormente. Ele começa falando de sua própria glória e da glória do Pai como o fim maior a ser alcançado por aquilo que ele está prestes a sofrer; então, explica e expande essa idéia naquilo que expressa acerca da salvação dos homens, que será obtida por meio da sua obra. Assim, no versículo 23, ele diz: "É chegada a hora de ser glorificado o Filho do homem". E, no que segue, ele mostra claramente de que maneira seria glorificado, ou em que consistia a sua glória: "Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, produz muito fruto".

Assim como muito fruto é a glória da semente, a multidão de remidos, decorrente sua morte, é a sua glória. E, com referência à glória do Pai, vemos no versículo 27: "Agora, está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora. Pai, glorifica o teu nome. Então, veio uma voz do céu: Eu já o glorifiquei e ainda o glorificarei'.

Cristo foi grandemente consolado pela certeza daquilo que a voz lhe declarou e sua alma até mesmo exultou diante dos seus sofrimentos iminentes. A natureza dessa glória, na qual a alma de Cristo foi de tal modo consolada nessa ocasião, é mostrada claramente nas palavras do próprio Cristo. Quando o povo disse que parecia um trovão e outros disseram que um anjo lhe falara, Cristo lhes explicou o significado da voz, nos versículos 30-32: "Então, explicou Jesus: Não foi por mim que veio esta voz, e sim por vossa causa. Chegou o momento de ser julgado este mundo, e agora o seu príncipe será expulso. E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo". Por meio do comportamento e das palavras do nosso Redentor, nos parece que as expressões de graça divina na santificação e na felicidade dos remidos são, em especial, a glória dele próprio e do seu Pai, a alegria que lhe estava proposta, pela qual ele suportou a cruz e não fez caso da ignomínia [Hb 12.1,2], e que essa glória em especial era o fim do trabalho de sua alma, um fim que, ao ser alcançado, lhe deu satisfação (Is 53.10,11).

Trata-se de uma ideia coerente com o que acabamos de observar acerca de a glória de Deus ser representada com frequência como um resplendor, emanação ou comunicação de luz, a partir de um luminar ou fonte de luz. O que mais pode representar de modo tão natural e apropriado a emanação da glória interna de Deus, ou o fluxo e comunicação abundante da plenitude infinita do bem que há em Deus? A luz é usada com muita frequência nas Escrituras para representar consolo, alegria, felicidade e o bem em geral.

Jonathan Edwards

Por Que Deus Criou?



Por Jonathan Edwards

Deus estava perfeitamente satisfeito em si mesmo, mas sentiu alegria em criar.

Se Deus visou a algum fim último na criação do mundo, também visou, de algum modo, a um propósito futuro e destinado a ser cumprido pela criação do mundo, algo agradável à sua inclinação ou vontade, quer a sua própria glória, quer a felicidade de suas criaturas ou outra coisa. Se existe algo que Deus busque porque isso lhe é grato [isto é, agradável], ele se satisfaz na realização de tal coisa. Se o fim último visado por ele na criação do mundo é, de fato, algo que lhe é grato [isto é, agradável] (como sem dúvida é o caso, se consiste no seu fim e no objeto de sua vontade), também é aquilo em que ele verdadeiramente se deleita e em que tem prazer. Porém, de acordo com o argumento da objeção, como é possível Deus ter algo futuro a desejar ou buscar, se ele se encontra perfeita, eterna e imutavelmente satisfeito em si mesmo? O que ainda resta para ele se deleitar ou encontrar satisfação ainda maior, tendo em vista que o seu deleite eterno e imutável se encontra nele e ele é o objeto completo do seu prazer? O opositor se verá, desse modo, pressionado por sua objeção; que aceite, então, qualquer conceito que lhe aprouver acerca do fim de Deus na criação. Creio, porém, que não lhe resta outro modo de responder senão aquele apresentado neste livro.

Assim, talvez caiba aqui uma observação. Qualquer que seja o fim último de Deus, esse fim deve ser algo em que ele tem prazer real e perfeito. Qualquer que seja o objeto verdadeiro da vontade divina, Deus se satisfaz [nele]. E esse objeto é grato [isto é, agradável] a Deus em si mesmo ou para algo que Deus deseja usá-lo, um fim ulterior igualmente agradável. Porém, qualquer que seja o fim último de Deus, é algo que ele deseja em si mesmo, algo que lhe é grato [isto é, agradável] de per si ou em que ele tem certo grau de prazer verdadeiro e perfeito. De outro modo, devemos negar que Deus possua qualquer coisa semelhante à vontade em relação àquilo que ele realiza no tempo e, portanto, também devemos negar que a obra da criação ou qualquer obra da sua providência são atos verdadeiramente voluntários.

No entanto, temos motivos para supor que as obras de Deus na criação e no governo do mundo são, inequivocamente, frutos da sua vontade e do seu entendimento. E, se há algo em Deus correspondente àquilo a que nos referimos como atos de vontade, ele não permanece indiferente ao cumprimento ou descumprimento da sua vontade. E, se Deus tem prazer real em ver a realização de um fim objetivado por ele, essa realização diz respeito, então, à sua felicidade, àquilo de que consiste, em maior ou menor grau, o deleite ou prazer de Deus. Supor que Deus tem prazer nas coisas que realiza no tempo apenas no nível metafórico e figurativo é o mesmo que supor que ele exerce a sua vontade sobre essas coisas e faz delas o seu fim apenas metaforicamente.

Jonathan Edwards

O Objetivo de Deus na Criação do Mundo



Por Jonathan Edwards

Ao conferir à criatura uma semelhança cada vez maior a Deus, este faz de si mesmo a causa primária e o fim supremo

Ainda resta considerarmos que o objetivo de Deus na criação do mundo, o fim último que tinha em vista, era a comunicação de si mesmo, intentada por ele por toda a eternidade [desde a criação e para sempre no futuro]. E, se observarmos com atenção a natureza e as circunstâncias dessa emanação eterna de bem divino, ficará mais claro DE QUE MODO, ao fazer desse o seu fim, Deus demonstra uma reverência suprema por si mesmo e faz de si mesmo o seu fim.

Diversos motivos nos permitem crer que o objetivo de Deus numa comunicação progressiva de si mesmo ao longo da eternidade é o conhecimento crescente de Deus, o amor por ele e a alegria nele. É importante considerar, ainda, que, quanto mais essas comunicações divinas se multiplicam na criatura, mais esta se une a Deus, pois, quanto mais ela é unida a Deus em amor, mais o seu coração é atraído para Deus, mais firme e íntima se torna a união com ele e, ao mesmo tempo, mais conforme a Deus a criatura se torna. A imagem é cada vez mais perfeita, de modo que o bem que se encontra na criatura se aproxima eternamente de uma identidade com o que há em Deus. Assim, na visão de Deus, que tem diante de si um vasto panorama de união e conformidade crescentes ao longo da eternidade, a proximidade, a conformidade e a unidade devem ser infinitamente íntimas e perfeitas, pois se aproximarão de modo crescente e eterno da exatidão e perfeição da união que existe entre o Pai e o Filho.45 Portanto, aos olhos de Deus, que vê perfeitamente a totalidade do processo no seu progresso e crescimento infinitos, trata-se de uma resposta clara ao pedido de Cristo em João 17.21,23. "Afim de que todos sejam UM; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós;... eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na UNIDADE".

Conforme esse conceito, as criaturas eleitas - que devem ser tidas como o fim de todo o restante da criação, consideradas com respeito à totalidade da sua duração eterna e, como tal, transformadas no fim pretendido por Deus - também devem ser vistas em união com Deus. Elas foram reverenciadas ao serem levadas para o lar divino, unidas com Deus, centradas nele com perfeição, como se absorvidas nele, de modo que a reverência de Deus por elas finalmente coincidiu e se tornou a mesma coisa que a sua reverência por si mesmo. O interesse da criatura é, por assim dizer, o próprio interesse de Deus, proporcional ao grau do seu relacionamento e união com Deus.

Assim, o interesse de um homem pela família é considerado a mesma coisa que o próprio interesse, em razão do relacionamento da família com ele, da honradez dele para com seus familiares e da união íntima destes com ele.46 Porém, as criaturas eleitas de Deus, no tocante à sua duração eterna, são infinitamente mais preciosas para Deus do que a família de um homem o é para ele. O que foi dito mostra que todas as coisas vêm de Deus, aquele que é sua causa primária e origem; assim, todas as coisas pendem para ele e, em seu progresso, se aproximam cada vez mais dele por toda a eternidade, comprovando que ele é a causa primária e o fim supremo.

Jonathan Edwards

O Grande Fim de Todos os Frutos e Dons do Espírito



Por Jonathan Edwards

O amor cristão, é um incessante fruto do Espírito. Cada um dos verdadeiros membros da igreja invisível de Cristo possui deste fruto no coração. O divino amor, o amor cristão, é implantado, habita, e reina ali, como um eterno fruto do Espírito, e como um fruto que nunca cessa. Ele nunca cessa neste mundo, mas permanece através de todas as provações e oposições, pois o apóstolo nos diz que nada "poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor" (Romanos 8.38,39). E ele não cessa quando os santos vierem a morrer.

Quando os apóstolos e outros dos seus dias morreram e foram para o céu, eles deixaram atrás de si todos os seus dons miraculosos, com seus corpos. Contudo, eles não deixaram para trás o amor que estava nos seus corações, mas o carregaram consigo para o céu, onde ele foi gloriosamente aperfeiçoado. Quando os homens ímpios morrem, homens que tiveram as influências comuns do Espírito, seus dons cessarão eternamente, mas a morte nunca destrói o amor cristão, aquele grande fruto do Espírito, em qualquer um que o tenha. Aqueles que o tem podem deixar e deixarão após si muitos outros frutos do Espírito que tiveram em comum com os homens ímpios. E ainda que eles deixarão tudo que era comum à sua fé, e esperança, e tudo aquilo que não é pertinente a este divino e santo amor, mesmo assim este amor eles não deixarão para trás, mas irá com eles para a eternidade e será aperfeiçoado lá, e viverá e reinará com glorioso e perfeito domínio nas suas almas para todo o sempre.

Nós podemos considerar a igreja de Cristo coletivamente, ou como um corpo. E aqui, novamente, ficará manifesto que o amor, o amor cristão, nunca cessará. Embora outros frutos do Espírito cessem na igreja, este nunca cessará. No passado, quando houve interrupções dos dons miraculosos do Espírito na igreja, e quando houve épocas nos quais nenhum profeta ou pessoa inspirada apareceu que possuía tais dons, ainda ali nunca houve qualquer interrupção total deste excelente fruto ou influência do Espírito. Dons miraculosos foram interrompidos por longo tempo que se estendeu de Malaquias até próximo ao nascimento de Cristo; mas em todo este tempo a influência do Espírito, em manter o divino amor na igreja, nunca foi suspensa. Como Deus sempre teve uma igreja de santos no mundo, desde a primeira criação da igreja após a queda, assim esta influência e o fruto do Espírito nunca cessou nela.

E quando, depois da conclusão do cânon das Escrituras, os dons miraculosos do Espírito parecem finalmente ter cessado e desaparecido na igreja, esta influência do Espírito em produzir o divino amor nos corações dos santos não cessou, mas tem sido mantida por todas as épocas desde aquele tempo até hoje, e assim será até o fim do mundo. E no fim do mundo, quando a igreja de Cristo for colocada no seu estado final, mais completo e eterno, e todos os dons comuns, tal como convicção e iluminação, e todos os dons miraculosos, estarão eternamente findados, ainda então o divino amor não cessará, mas será trazido à sua mais gloriosa perfeição em cada membro individual da igreja resgatada no céu. Então, em cada coração, aquele amor que agora aparece apenas como uma faísca, será aceso num brilhante e incandescente fulgor, e cada alma resgatada será como se estivesse numa fogueira de divino e santo amor, e permanecerá e crescerá nesta gloriosa perfeição e bem-aventurança por toda a eternidade!

Eu darei apenas uma singular razão em favor da verdade da doutrina que tem sido deste modo apresentada. E a grande razão porque assim é, que os outros frutos do Espírito cessam, e o grande fruto do amor permanece, é que, o amor é o grande fim de todos os outros frutos e dons do Espírito. O princípio e o exercício do divino amor no coração, e os frutos dele na conduta, e a felicidade em que ele consiste e que jorra dele — estas coisas são o grande fim de todos os frutos do Espírito que cessam. O amor, o divino amor, é o fim para o qual toda a inspiração, e todos os dons miraculosos que já existiram no mundo, são apenas os meios. Eles foram somente meios de graça, mas o amor, o divino amor, é a graça mesmo; e não só isto, mas a soma de toda graça. Revelação e milagres nunca foram dados para qualquer outro fim senão apenas para promover santidade e edificar o reino de Cristo no coração dos homens, mas o amor cristão é a soma de toda santidade, e seu crescimento é apenas o crescimento do reino de Cristo na alma. Os frutos extraordinários do Espírito foram dados para revelar e confirmar a palavra e a vontade de Deus, para que os homens crendo possam ser conformados àquela vontade; e eles eram valiosos e úteis somente na medida em que tendiam para este fim.

E daí, quando este fim foi obtido, e quando o cânon das Escrituras, o grande e poderoso meio da graça foi completado, e as ordenanças do Novo Testamento e da última dispensação foram completamente estabelecidas, os dons extraordinários cessaram, e chegaram ao fim, não sendo mais úteis. Dons miraculosos sendo um meio para um fim posterior são bons só enquanto se dirigem para aquele fim. Mas o divino amor é aquele fim mesmo, e portanto permanece quando os meios para ele cessam. O fim não é somente um bem, mas a mais elevada qualidade de bem em si mesmo, e portanto permanece para sempre. E assim é com relação aos dons comuns do Espírito, que foram dados em todas as épocas, tais como iluminação, convicção, etc. Eles não tiveram nenhum bem em si mesmos, e somente são úteis enquanto tendem a promover aquela graça e santidade que sumaria e radicalmente consiste em divino amor, e, portanto, quando este fim é completamente satisfeito, haverá um término para sempre destes dons comuns, enquanto o divino amor, que é o fim de todos eles, permanecerá eternamente.

Jonathan Edwards

Resolvi sempre refletir e me perguntar, depois da adversidade e das aflições, no que fui aperfeiçoado ou melhorado através das dificuldades; que benefícios
me vieram através delas e o que poderia ter acontecido comigo, caso tivesse agido de outra maneira.

Jonathan Edwards