John Donne
O amor construído sobre a beleza morre com a beleza.
A morte de cada homem diminui-me, porque eu faço parte da humanidade; eis porque nunca pergunto por quem dobram os sinos: é por mim.
Nenhum homem é uma ilha, completo em si próprio; cada ser humano é uma parte do continente, uma parte de um todo.
Se te possuir em sonhos és minha, pois não há prazer que não seja representado.
Ninguém é uma ilha em si mesmo.
Cada um é uma porção do continente, uma parte do oceano.
Nenhum homem é uma ILHA, um ser inteiro em si mesmo; Todo homem é uma partícula CONTÍNENTE, uma parte da terra. Se um Pequeno Torrão carregado pelo MAR deixa menor a EUROPA, como se todo um PROMONTÓRIO fosse, ou a HERDADE de um AMIGO seu, ou até memso a sua própria, também a MORTE de um único homem ME diminui, porque EU pertenço à HUMANIDADE. Portanto, nunca procures saber por quem os SINOS DOBRM. Eles dobram por ti.
“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra; se um torrão é arrastado para o mar, a Europa fica diminuída, como se fosse um promontório, como se fosse a casa dos teus amigos ou a tua própria; a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”.
Morte, não te orgulhes, embora alguns te provem
Poderosa, temível, pois não és assim.
Pobre morte: não poderás matar-me a mim,
E os que presumes que derrubaste, não morrem.
Se tuas imagens, sono e repouso, nos podem
Dar prazer, quem sabe mais nos darás? Enfim,
Descansar corpos, liberar almas, é ruim?
Por isso, cedo os melhores homens te escolhem.
És escrava do fado, de reis, do suicida;
Com guerras, veneno, doença hás de conviver;
Ópios e mágicas também têm teu poder
De fazer dormir. E te inflas envaidecida?
Após curto sono, acorda eterno o que jaz,
E a morte já não é; morte, tu morrerás.
THE GOOD-MORROW
I wonder, by my truth, what thou and I
Did, till we loved; were we not weaned till then,
But sucked on country pleasures, childishly?
Or snorted we in the Seven Sleepers' den?
'Twas so; but this, all pleasures fancies be.
If ever any beauty I did see,
Which I desired, and got, 'twas but a dream of thee.
And now good morrow to our waking souls,
Which watch not one another out of fear;
For love, all love of other sights controls,
And makes one little room, an everywhere.
Let sead discoveries to new worlds have gone,
Let maps to others, worlds on worlds have shown,
Let us possess our world; each hath one and is one.
My face in thine eye, thine in mine appears,
And true plain hearts do in the faces rest;
Where can we find two better hemispheres,
Without sharp North, without declining West?
Whatever dies, was not mixed equally;
If our two loves be one; or thou and I
Love so alike that none do slacken, none can die.
Preciso olhar para uma caveira num anel, se tenho uma no
rosto?
“No man is na island, entire of itself; every man is a piece of the continent, a part of the main. If a clod be washed away by the sea, Europe is the less, as well as if promontory were, as well as if a manor of thy friend’s or of thine own were. Any man’s death diminishes me, because I am involved in mankind; and therefore never send to know for whom the bell tolls; it tolls for thee”.
