Biografia de Jean de La Fontaine

Jean de La Fontaine

Jean da La Fontaine nasceu em Château-Thierry, na região de Champagne, na França, no dia 8 de julho de 1621. Estudou Teologia no Oratório de Reins e Direito, mas nada lhe agradou e resolveu trabalhar com o pai como inspetor das águas e florestas.

Após a morte do pai, resolve abandonar o emprego, a mulher e os filhos, e seguir para Paris. Na capital francesa frequentou o ambiente literário, conheceu escritores, poetas e dramaturgos, entre eles, Corneille, Madame de Sévigné, Boilleau, Racine e Molière.

Depois de quatro anos em Paris, La Fontaine escreveu a comédia “Clymène” e o poema “Adônis”, mas só se tornou conhecido no ano de 1664, com os contos e com suas primeiras fábulas dedicadas ao filho de Luís XIV. Recebia do rei uma pensão para lhe ajudar com sua obra poética.

Sua primeira obra de valor poético, “Elegia as Ninfas do Sena”, foi dedicada a Fouquet, o superintendente das finanças da corte, quando este caiu em desgraça perante o rei e foi preso. Entre 1668 e 1694, publicou “Fábulas Escolhidas Postas em Verso”, uma coletânea de fábulas, de fundo moral, divididas em seis partes e dedicadas ao rei Luís XIV.

As histórias, em que os personagens principais eram representados por animais, fizeram grande sucesso na França. Entre elas destacam-se “A Lebre e a Tartaruga”, “O Leão e o Rato” e “O Lobo e o Cordeiro”. “A Cigarra e a Formiga”, atribuída a Esopo, foi recontada por La Fontaine. Faleceu em Paris, França, no dia 13 de abril de 1695.

Acervo: 62 frases e pensamentos de Jean de La Fontaine.

Frases e Pensamentos de Jean de La Fontaine

Não poucas vezes esbarramos com o nosso destino pelos caminhos que escolhemos para fugir dele.

Jean de La Fontaine

Todos se dizem amigos; mas doido é quem acredita: nada há de mais banal que esse nome; nada é mais raro do que isso.

Jean de La Fontaine

Nas asas do tempo, a tristeza voa.

Jean de La Fontaine

A ausência tanto é um remédio contra o ódio como uma arma contra o amor.

Jean de La Fontaine

Nada há de mais perigoso do que um amigo ignorante; Mais vale um sábio inimigo.

Jean de La Fontaine