Jean de La Fontaine

Poeta e fabulista francês, nascido em Château-Thierry, Champagne. [Biografia de Jean de La Fontaine]
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Lamentamos sempre aquilo que damos aos maus.

Jean de La Fontaine

A ausência tanto é um remédio contra o ódio como uma arma contra o amor.

Jean de La Fontaine

Seja no que for, temos de ter em conta a finalidade.

Jean de La Fontaine

Pela forma como trabalha se avalia o artista.

Jean de La Fontaine

A amizade é como a sombra na tarde - cresce até com o ocaso da vida.

Jean de La Fontaine

Sobre as asas do tempo, a tristeza vai-se embora.

Jean de La Fontaine

Há que, na medida do possível, prestar favores a toda a gente: quantas vezes não precisamos de quem é menos do que nós.

Jean de La Fontaine

Evita julgar os outros pela aparência.

Jean de La Fontaine

Quando desejamos pomo-nos à disposição de quem esperamos.

Jean de La Fontaine

A avareza perde tudo ao pretender ganhar tudo.

Jean de La Fontaine

Nenhum caminho de flores conduz à glória.

Jean de La Fontaine

A dor é sempre menos forte do que a lamentação.

Jean de La Fontaine

Sirvo-me de animais para ensinar o homem.

Jean de La Fontaine

A vergonha de confessar o primeiro erro leva a cometer muitos outros.

Jean de la Fontaine

Se quiser falar ao coração dos homens, há que se contar uma história. Dessas onde não faltem animais, ou deuses e muita fantasia. Porque é assim – suave e docemente que se despertam consciências.

Jean de La Fontaine

Se quiser falar ao coração dos homens, há que se contar uma história. Dessas onde não faltem animais, ou deuses e muita fantasia. Porque é assim – suave e docemente que se despertam consciências.

Jean de La Fontaine

"Toda força será fraca, se não estiver unida."

(Jean de La Fontaine)

Falar é bom, calar é melhor, mas ambos são desagradáveis quando levados ao exagero.

Jean de La Fontaine

Fábula: O Lobo e o Cordeiro

Um cordeiro estava bebendo água num riacho. O terreno era inclinado e por isso havia uma correnteza forte. Quando ele levantou a cabeça, avistou um lobo, também bebendo da água.

- Como é que você tem a coragem de sujar a água que eu bebo - disse o lobo, que estava alguns dias sem comer e procurava algum animal apetitoso para matar a fome.

- Senhor - respondeu o cordeiro - não precisa ficar com raiva porque eu não estou sujando nada. Bebo aqui, uns vinte passos mais abaixo, é impossível acontecer o que o senhor está falando.

- Você agita a água - continuou o lobo ameaçador - e sei que você andou falando mal de mim no ano passado.

- Não pode - respondeu o cordeiro - no ano passado eu ainda não tinha nascido.O lobo pensou um pouco e disse:

- se não foi você foi seu irmão, o que dá no mesmo.

- Eu não tenho irmão - disse o cordeiro - sou filho único.

- Alguém que você conhece, algum outro cordeiro, um pastor ou um dos cães que cuidam do rebanho, e é preciso que eu me vingue. Então ali, dentro do riacho, no fundo da floresta, o lobo saltou sobre o cordeiro,a garrou-o com os dentes e o levou para comer num lugar mais sossegado.

MORAL: A razão do mais forte é sempre a melhor

Jean de La Fontaine

Fábula: A Raposa e a Cegonha

A Raposa convidou a Cegonha para jantar e lhe serviu sopa em um prato raso.

-Você não está gostando de minha sopa? - Perguntou, enquanto a cegonha bicava o líquido sem sucesso.

- Como posso gostar? - A Cegonha respondeu. vendo a Raposa lamber a sopa que lhe pareceu deliciosa.

Dias depois foi a vez da cegonha convidar a Raposa para comer na beira da Lagoa, serviu então a sopa num jarro largo embaixo e estreito em cima.

- Hummmm, deliciosa! - Exclamou a Cegonha, enfiando o comprido bico pelo gargalo - Você não acha?

A Raposa não achava nada nem podia achar, pois seu focinho não passava pelo gargalo estreito do jarro. Tentou mais uma ou duas vezes e se despediu de mau humor, achando que por algum motivo aquilo não era nada engraçado.

MORAL: às vezes recebemos na mesma moeda por tudo aquilo que fazemos.

Jean de La Fontaine

Fábula: O Leão e o Rato

Certo dia, estava um Leão a dormir a sesta quando um ratinho começou a correr por cima dele. O Leão acordou, pôs-lhe a pata em cima, abriu a bocarra e preparou-se para o engolir.

- Perdoa-me! - gritou o ratinho - Perdoa-me desta vez e eu nunca o esquecerei. Quem sabe se um dia não precisarás de mim?

O Leão ficou tão divertido com esta ideia que levantou a pata e o deixou partir.

Dias depois o Leão caiu numa armadilha. Como os caçadores o queriam oferecer vivo ao Rei, amarraram-no a uma árvore e partiram à procura de um meio para o transportarem.

Nisto, apareceu o ratinho. Vendo a triste situação em que o Leão se encontrava, roeu as cordas que o prendiam.

E foi assim que um ratinho pequenino salvou o Rei dos Animais.

Moral da história: Não devemos subestimar os outros.

Jean de La Fontaine

Todo mundo acredita muito facilmente em qualquer coisa que tema ou deseje.

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