Jean Cocteau

Jean Maurice Eugène Cocteau (5 de julho de 1889, Maisons-Lafitte, Yvelines, Île-de-France, França - 11 de outubro de 1963, Milly-la-Forêt, Essonne, Île-de-France, França), cineasta francês.
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A nascente desaprova quase sempre o itinerário do rio.

A verdade é muito nua, não excita os homens.

O virtuoso não serve a música. Serve-se dela.

Ninguém ignora que a poesia é uma solidão espantosa, uma maldição de nascença, uma doença da alma.

Os críticos julgam as obras e não sabem que são julgados por elas.

O corpo é um parasita da alma.

O tacto na audácia é sabermos até onde podemos ir.

Cuidado, este não é revolucionário. É um conservador de antigas anarquias.

Os sonhos são a literatura do sono.

Quando uma obra parece avançada para a sua época, é simplesmente porque a sua época está atrasada em relação a ela.

O poeta é uma mentira que diz sempre a verdade.

O que o público reprova em ti, cultiva-o: é o que és.

O tato consiste em saber até onde podemos ir.

Não sabendo que era impossível, ele foi lá e fez.

Não há amor; há unicamente provas de amor.

Por não saber que era impossível
Ele foi lá e fez.

Mantenha-se forte diante do fracasso e livre diante do sucesso.

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