Henrique Musashi Ribeiro - Juazeiro do Norte - CE

Encontrados 14 pensamentos de Henrique Musashi Ribeiro - Juazeiro do Norte - CE

Olhos de mulher
São araras silenciosas
Telepáticas
Que flutuam entre os extremos
Carnal e espiritual
Carregados de uma pseudo psicosinergia
Capazes de instigar um homem
Dissuadi-lo de sua razão
fazê-lo desejar beber
de todas as águas paradoxas
A água dos anjos
E a água dos demônios

O ser humano ignorante é tão perigoso quanto o mentiroso.
O mentiroso semeia a mentira, o ignorante a cultiva,
colhe e o ajuda a distribuir, às vezes, com maior determinação
e ufanismo que o próprio mentiroso. A diferença é que um faz por maldade
e o ouro por pura ignorância. Conheço ignorantes saídos de boas faculdades.

Algumas mulheres dizem que adoram homens sensíveis, mas não caia nessa. Tenha pulso firme, mas seja sempre um cavalheiro, dê espaço e não discuta suas dores.

Boa Índole’ é muito mais que uma palavra bonitinha para descrever comportamento discreto, porém hipócrita.

Pior que a blasfêmia do desesperado é a omissão, o desdenho e o desprezo da pessoa sã e, aparentemente piedosa, que ainda se diz cristão.

Casamento pode ser uma experiência de produção cinematográfica, sabendo que toda estrela insatisfeita com o seu papel, não podendo recusar o personagem, interpretado no dia a dia, certamente irá exigir melhor cenária, figurino e cachê.

Ser boa pessoa é muito mais que dizer-se ‘pessoa honrada’: são fidelidade e constância no coração e na mente.

A diferença de ‘assedio sexual’ para ‘galanteio’? A interpretação vai depender da pessoa que você deu em cima gostar ou não. Se você for bonitão e for o tipo desejado da moça xavecada, ela irá até gostar e dirá ter sido um galanteio, mas SE você for feio e rico, de repente você corre o risco de ser processado, isso se você não acabar casando com ela e ele te ferrar depois.

Ser ‘reciprocamente’ leal e companheiro pode proporcionar uma família muito feliz. E, tornando-se uma tradição, terá uma geração bem nascida e estruturada. È assim que se muda o mundo a nosso redor.

O mundo produz clones de seus idiotas mais ilustres.

Amor não é doença e nem mera falação, amor é a jurisprudência da vida.

Todo mero objeto ou coisa sem sentimento ou personalidade tem apenas que combinar esteticamente com que está do seu lado pro povo achar bonito. Se o seu objetivo de vida é apenas pagar de bibelô então está ótimo.

Prefiro empreender e arriscar-me a algo novo e desconhecido do que gabar-me de minha ignorância ou ser platéia da vida alheia.

Já no século vinte e um, ainda conservamos a tendência silvícola, desde a fundação do’ cristianismo Frankenstein’, de adorar tudo está fora de nosso alcance, mas no instante que tivermos acesso a este objeto, ou ser de adoração, ele perderá a graça. Até porque foi-nos uma tendência programada esta de procurar sempre por um deus exterior, que geralmente está pendurado em algum canto.