Johann Goethe
Como somos crianças! Que valor damos a um olhar! Ah! Como somos crianças...
Goethe"Oh! não poder eu voar até você, meu bom amigo, e exprimir-lhe, com a minha emoção e torrentes de lágrimas, os sentimentos que agitam o meu coração! Sinto-me ofegante e procuro me acalmar"
Goethe"Veja o que você agora representa nesta casa: tudo para eles! Seus amigos lhe têm consideração e estima, você dá a eles muitos momentos de alegria e supõe que seu coração não poderia viver sem eles. No entando... se você partisse, se desaparecesse desse círculo, por quanto tempo sentiriam o vazio que a sua ausência lhe causaria? Por quanto tempo?..."
Ah! o homem é tão efêmero que, mesmo onde está verdadeiramente seguro de sua existência, no único lugar em que sua presença produz uma impressão real- na memória e no coração dos amigos - mesmo ali ele vai apagar-se e desaparecer, e logo!"
"É um impulso natural da humanidade o querer tocar o que nos fere os sentidos. Não é o que fazem as crianças? E eu?''
GoetheA vida humana não passa de um sonho. Mais de uma pessoa já pensou nisso. Pois essa impressão também me acompanha por toda a parte. Quando vejo os estreitos limites onde se acham encerradas as faculdades ativas e investigadoras do homem, e como todo o nosso trabalho visa apenas a satisfazer nossas necessidades, as quais, por sua vez, não têm outro objetivo senão prolongar nossa mesquinha existência; quando verifico que o nosso espírito só pode encontrar tranqüilidade, quanto a certos pontos das nossas pesquisas, por meio de uma resignação povoada de sonhos, como um presidiário que adornasse de figuras multicoloridas e luminosas perspectivas as paredes da sua cela... tudo isso, Wilhelm, me faz emudecer. Concentro-me e encontro um mundo em mim mesmo! Mas, também aí, é um mundo de pressentimentos e desejos obscuros e não de imagens nítidas e forças vivas. Tudo flutua vagamente nos meus sentidos, e assim, sorrindo e sonhando, prossigo na minha viagem através do mundo".
GoetheTudo chega com o tempo,para quem sabe esperar.
GoetheO que nós não entendemos, nós não possuímos.
GoethePosso prometer ser sincero, mas não imparcial.
Goethe“No momento em que realmente nos decidimos, então o universo começa a agir também. Todo tipo de coisa começa a ocorrer, coisas que não ocorreriam normalmente, mas que acontecem porque você tomou a decisão. Uma série de eventos flui dessa decisão, levantando a nosso favor todo tipo de imprevistos, encontros e assistência material que nenhuma pessoa no mundo poderia planejar que ocorresse na sua vida. Seja lá o que você possa fazer, ou tenha o sonho de fazer: comece. O arrojo tem dentro de si inteligência, poder e mágica. Então comece agora".
GoetheSe eu te amo o que você tem a ver com isso?
[Tudo].
Conhecer alguém aqui e ali que pensa e sente como nós, e que embora distante, está perto em espírito, eis o que faz da Terra um jardim habitado.
GoetheA alegria não está nas coisas: está em nós.
GoetheTodo anseio humano é, na verdade um anseio por Deus.
GoetheTudo nos falta quando nos faltamos.
GoetheNinguém falaria tanto na presença dos outros se se soubesse quantas vezes se é mal interpretado.
GoetheA coragem contêm em si mesma o poder, o gênio e a magia.
GoetheO homem só reconhece e aprecia aquilo que é ele mesmo em estado de realização.
GoetheSonhe grande, pois os sonhos pequenos não mobilizam o coração dos homens.
GoetheOusadia contém gênio, poder e magia.
Göethe"Todos os dias deveríamos ler um bom Poema, ouvir uma linda cançaõ, contemplar um belo quadro e dizer algumas palavras bonitas".
GoetheNão vivas a escogitar as razões da tua vida; existir é um dever, ainda que fosse por um segundo.
GoetheA alma humana avança constantemente , mas em linha espiral.
GoetheTodo dia, devíamos ler um bom livro, uma boa poesia, ver um quadro bonito, e, se possível, dizer algumas palavras sensatas.
Goethe"Trate as pessoas como se elas fossem o que poderiam ser e você as ajudará a se tornarem aquilo que elas são capazes de ser"
GoetheOs homens sofreriam menos se não se aplicassem tanto a invocar os males idos e vividos, em vez de esforçar-se por tornar suportável um presente medíocre.
Goethe