George Sand

George Sand, pseudônimo de Amandine-Aurore-Lucile Dupin, também conhecida como Baroness Dudevant (1 de julho de 1804, em Paris, França – 8 de juno de 1876, em Nohant, Chateauroux) foi uma novelista francesa.
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A paciência não é senão uma energia.

George Sand

Há cem mil maneiras de perder o amor de uma mulher, e a única que não se previu é, precisamente, a que se realiza.

George Sand

A recordação é o perfume da alma. É a parte mais delicada e mais suave do coração, que se desprende para abraçar outro coração e segui-lo por toda a parte.

George Sand

A infelicidade mostrou-me, pouco a pouco, outra religião bem diferente da religião ensinada pelos homens.

George Sand

A arte é uma demonstração de que a natureza é a prova.

George Sand

A sociedade nada deve exigir daquele que dela nada espera.

George Sand

Só se deverá acreditar num Deus que ordene aos homens a justiça e a igualdade.

George Sand

O verdadeiro modo de não saber nada é aprender tudo ao mesmo tempo.

George Sand

Nunca as mulheres são tão fortes do que quando se armam com as suas fraquezas.

George Sand

É preciso um trabalho duro e uma grande vontade para transformar a paixão numa virtude.

George Sand

A calúnia e a injúria são armas da ignorância.

George Sand

Creio que a opinião política de um homem é o próprio homem.

George Sand

Os ricos só fazem o mal porque o povo lhes estende o pescoço.

George Sand

O amor passa, a amizade volta, mesmo depois de ter adormecido um certo tempo.

George Sand

A fraqueza faz-se respeitar mais do que a energia. É por isso que os fortes são maltratados e os fracos flutuam sempre.

George Sand

Cada um tem a idade do seu coração, da sua experiência, da sua fé.

George Sand

O sofrimento só embeleza o que é belo.

George Sand

A arte não é um estudo da realidade positiva; é uma busca da verdade ideal.

George Sand

A dor apenas embeleza o que é belo.

George Sand

A simplicidade é o que há de mais difícil no mundo: é o último reduto da experiência, a derradeira força do génio.

George Sand

As canções, os relatos, os contos populares, pintam em poucas palavras o que a literatura se limita a amplificar e a disfarçar.

George Sand

A dor mais cruel é a que vela fria e inerte no fundo do coração.

George Sand

Um dia virá em que o trabalhador poderá ser um artista, senão pela expressão (o que cada vez importará menos) mas pelo menos para sentir o belo.

George Sand

Não é com os livros que se deve ensinar, é com a memória e com a razão.

George Sand

Nenhum século professou o egoísmo de uma forma tão franca e tão crua como o nosso.

George Sand