Felipe Pauluk

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Choras o meu sorriso e deixe que eu sorrio o teu pranto.

Medida

um segundo do meu sentimento
é
o centímetro de minha poesia

Pretexto

De que adianta me conhecerdes
e devorar-me com os olhos
Se o açúcar de minha poesia
é o que amarga tua boca

Possessão

Na pele romântica de uma lira bondosa,
Cravei meus dedos
e
Escrevi minha história.

Mulher é uma poesia escrita com caneta de pena, destilando os mais formosos versos.

É fantasmagórico o modo que me sinto tão vivo.

Reguei com romance a flor da minha poesia.

Deve haver algo melhor na vida do que apenas estar vivo.

Se o tempo me chamar para caminhar só vou se no final da estrada encontrar você.

O amor é a luz acessa da minha festa, e todos estão convidados.

Eu estou numa paixão que precede a vida.

A poeira de nossa solidão nos faz espirrar poemas.

Entregue a façanha de ser eu mesmo.

Não se acende a luz do sol com a ponta de um cigarro.

Faça um favor pra mim.... SORRIA... pois com teu sorriso avenida desfilo meu bloco de alegria.

Crescem em mim o vislumbrar da noite com sua face como lua.

Nas minhas horas vagas eu bordo você com flores, pode ser?

Não é desleixo, não. É que realmente eu não tenho tempo para me encontrar comigo mesmo.

Vem mais perto, dá até para beijar meu coracão..

Mastigue um pouco de poesia para sentir o gosto doce do amor.

Versando o tempo para morrer deitado na poesia.

Com o peso da sensibilidade nas mãos é que se escreve um bom poema.

Só não digo que deveria ter fila preferêncial aos poetas, pois não se trata de deficiência, mas que este negócio de sensibilidade é um problema é... fato.

Quando se trata de amor a experiência é apenas rugas na cara, pois quando olhamos para o espelho vemos apenas um adolescente.

Toda vez que eu falo com ela minhas mãos tremem, isto que é o foda do amor, você não o controla nunca.

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