Erika Antonelli
Acredito na verdade, em muitas coisas. Mas quer saber, de verdade, o que eu mais acredito hoje? Que posso ser feliz sem culpas.Minha vida nunca esteve tão doce.
Cansei de amores meia página.
Descobri: preciso escrever e ser lida em seguida, mesmo que você me deteste.
Tenho um gênio endiabrado, entenda como quiser.
Nós somos os seres mais perigosos do planeta. E ainda conseguimos simular choros. Como diria Bóris Casoy " isto é uma vergonha".
As mulheres gostam que lhes digam palavras de amor. O ponto G está nos ouvidos. Inútil procurá-lo em outro lugar.
Amo falar bobagem, pensar bobagem, escrever bobagem, mas só bobagem me cansa.
Eu ando cansada de pessoas bobagem. Quero quem acrescente, quero que seja ao mesmo tempo adulto e criançola.
Minuciosamente, fotografei cada parte do seu rosto em meu cérebro. Em meu peito existia uma espécie de fogos de artifício prontos para explodir.
Existe em mim algo assim. Faz de conta que posso ser sempre sua...
Eu quis tanto tocar essa sua vidraça blindada.
Derramando beijo sobre teu charme intencional.
Um dia eu volto pra fazer só a sua vontade.
Eu tenho o meu jeito que errado ou certo, é muito meu. Mas me perdoou por isso também.
Mão quero que você me coma, preciso que você me saboreie. Só isso.Solamente.
São coisas demais para minhas mãos pequenas.
Adoro homem que sabe provocar. Que tem aquele savoir-faire necessário para me espevitar os sentidos.
Adoro quando me tocas...
Quando escreves no meu corpo as palavras que os olhos dizem mas a boca não.
Quando os dedos vincam em linhas imperfeitas ziguezagueando pelo terreno sensível afora...
Adoro quando me arrepias.
Tem me dado prazer alimentá-lo, mimá-lo assim como qualquer coisa que se revele prazerosa para mim na vida.
Gosto de sexo bem feito e assumo-o.
Sexo, movimento calmo, sincronizado, desejado, aumentando a intensidade conforme a nossa vontade.
Tira-me do sério... Um beijo assim.
Hmm, Diz-me bem ao ouvido... Assim, o que tens vontade de fazer ou...Digo eu?
Coisa boa de ver (e de se ter?).
Sou uma filha da puta orgulhosa que não sabe pedir colo, quero que adivinhem.
Luto contra um ego chato, que muitas vezes me passa a perna. Tem dias que me acho o máximo, em outros me acho um lixo.
Mas sei que mulheres são assim.
A vida me ensinou a perdoar os outros, mas fez questão de mostrar que a gente pode perdoar sem esquecer.
Minha memória é boa, sei quem pisou na bola.
A vida não me ensinou a me perdoar.
Me condeno, me mando para a cadeia, para a solitária com pão e água. Cumpro minha pena e nem assim descanso.
E eu não sei pedir ajuda. Nunca gostei de depender dos outros.
E tem mais: não consigo dizer eu-preciso-de-você-agora, sei que é simples, mas não sai.
