Eduardo Aragão Neto
A “passagem” na terra,
por mais que seja longa, é curta,
e por mais curta que seja,
nos deixa lembranças longas.
O amor verdadeiro é como as ondas do mar,
o vento move-as em varias direções,
mas, permanece a mesma.
A justiça é tudo aquilo que se revela,
quando colocamos na balança,
do certo ou do errado, nossa própria consciência.
Nobre é o homem que;
nasce pobre trabalha e vence.
Trabalhe. Não deseje o que é meu.
As cicatrizes que os erros nos marcam,
são lições que a vida nos ensina,
aprendê-las torna-nos mais sábios.
O alimento da paixão,
Todos podem saborear,
Mas a nobreza do amor,
Poucos hão de conquistar!
Dar sem amar, é esmola.
Dar com amor, é bênção!!
A lealdade é um sentimento intro, portanto,
Seja leal consigo mesmo. Não minta!
O que somos hoje, é fruto revelador do ontem.
O que seremos amanhã, é semeadura do hoje.
Portanto, pratiquemos atos que enobreça o espírito
e enalteça o corpo.
Errar aventurando-se, enobrece o espírito.
Cometer o mesmo erro, é ser tolo.
O que buscamos, sempre esteve e sempre vai estar,
na essência de nosso Ser. Nada é maior que
nossa própria vida!!!
O homem solitário pensa sozinho.
O homem acompanhado da mulher que ama,
vê em várias dimensões.
No orgasmo, nasce a labareda do amor,
enfeitiçando o coração, explodindo em dor sensorial,
Ecoando no silêncio da vida.
A verdadeira felicidade, é um estado de
espírito na plenitude da vida, que, na satisfação
do amor, purifica a alma, libertando à
sublimação do desejo.
O desejo é uma forma de revelar,
o amor com a vontade de amar.
Perdoar é: livrar-se do passado,
acreditar no futuro, e, escrever o presente
com quatro olhos, em sétimo sentido.
ABSTRATO
Eu sou o tudo...
Eu sou a busca...
Eu sou o nada!!
Em um sentido...
Dentro e fora,
Um futuro.
A descoberta,
O fascínio...
A paixão...o amor.
Eu sou a vida.
A despedida...
Eu sou a morte...
Em um adeus...
Eduardo
Peguei meu violão, levei à mesa,
Mil acordes perfeitos ele soltava,
E de lá uma linda canção ecoava,
Falava de amor à linda princesa,
Não sei como podia acontecer.
Sentia-me como um passarinho,
Rouxinol vendo o dia amanhecer,
Atraindo-lhe para meu ninho.
E sem querer ver o tempo passar.
Deixei meu dedo na corda resvalar,
Vibrando em meu coração a cantar.
Cantando à sua beleza,
Afastando de mim a tristeza,
Em cântico de amor, à linda princesa.
AMOR SUBLIME
Águas que diluem o sal,
Afaste da carne o mal,
Brota em coração o amor,
Levando contigo a dor.
Só quero ao sol expor,
Cicatrizes que o vento leva,
Iluminando coração em trevas,
Na sublimação do amor.
EDUARDO ARAGÃO NETO.
