Denis Diderot

Denis Diderot (Langres, 5 de Outubro de 1713 - Paris, 31 de Julho de 1784) foi um filósofo e escritor francês.
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Para se alcançar, quanto mais não seja, a fama do pai, é preciso ser-se mais hábil do que ele.

Os erros passam, a verdade fica.

Aquele que te entretém com os defeitos dos outros, entretém os outros com os teus.

Em qualquer país em que o talento e a virtude não produzam progresso, o dinheiro será a divindade nacional.

Cospe-se num bandido menor, mas não se pode recusar uma espécie de consideração a um grande criminoso.

Faça-se aquilo que se fizer, nunca se perde a honra quando se é rico.

Estou mais seguro da minha capacidade de julgar do que dos meus olhos.

Ignoro o que sejam princípios, a não ser que se tratem de regras que se prescrevem aos outros para nosso proveito.

O espírito diz coisas deveras belas, mas só faz banalidades.

Existem, hoje, cinquenta mil patifes que dizem o que lhes apetece a dezoito milhões de imbecis.

Engolimos de um sorvo a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga.

Se a razão é uma dádiva do céu, e se o mesmo se pode dizer quanto à fé, o céu deu-nos dois presentes incompatíveis e contraditórios.

Não se é sempre estúpido por havê-lo sido várias vezes.

O que é a virtude? É, seja qual o aspeto pela qual a encaremos, um sacrifício de nós próprios.

O primeiro passo para a filosofia é a incredulidade.

Ser sensível é uma coisa e sensato é outra.Uma tem a ver com a alma,a outra com a razão.

O homem só será livre quando o último déspota for estrangulado com as entranhas do último padre

Todos querem ter amigos mas ninguém quer ser.

O mundo somente será livre no dia que o último padre for enforcado nas tripas do último general

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