Clóvis de Barros Filho

Encontrados 8 pensamentos de Clóvis de Barros Filho

É que eu adoro o que eu digo. É impressionante como eu me encanto com o que o eu mesmo falo, é impressionante o quanto eu entendo quando eu mesmo explico. Porque tem gente que condena, as pessoas consideram isso arrogância. Mas pare para pensar: Se você vai ter que conviver com você mesmo até o fim, se você vai ter que se aguentar até o fim, se você vai ser espectador de você mesmo até o fim, é melhor que se encante com o que faz.

Clóvis de Barros Filho

A vida é uma sequência de encontros inéditos com o mundo, e portanto ela não se deixa traduzir em fórmulas de nenhuma espécie.

Clóvis de Barros Filho

Você sabe que encontrou a felicidade quando vive um momento que não quer que acabe.

Clóvis de Barros Filho

A vida é uma sequência de encontros inéditos, por isso não se deixa ser traduzida por fórmula de nenhuma espécie.

Clóvis de Barros Filho

Eu adoro o que eu digo! Eu me encanto com o que eu mesmo falo! (...)
Alguns condenam e chamam isso de arrogância. Mas, pare pra pensar. Se você vai ter que conviver consigo mesmo até o fim, se você vai ter que se aguentar até o fim, se você vai ser expectador de si mesmo até o fim, é melhor que se encante com o que faz! (...)

Clóvis de Barros Filho

De qualquer forma, você continuará assim. Vivendo como dá. E enquanto der. Procurando esticar o encontro que alegra e abreviar o que entristece. E a vida que vale a pena? Só pode ser uma. A sua. Esta mesma que você está vivendo desde que nasceu. Mas com tudo. Seus encontros, certamente. Mas também seus sonhos, suas ilusões, seus medos e esperanças e, por que não, suas filosofias também.

Clóvis de Barros Filho

O que há de mais essencial em nós é nossa energia vital, tanto é assim que, quando ela acaba, é porque a vida acabou também. Tal como uma estrela, que brilha enquanto tem energia. Você também é assim, uma estrela. Não vira estrela depois que morre, é estrela agora, em vida.

Clóvis de Barros Filho

A vergonha é um tipo particular de tristeza, você se apequena, você se acanha, você brocha, mas tem uma causa particular. Vergonha é uma tristeza específica, é uma tristeza que tem como causa você mesmo, uma tristeza que tem como causa um atributo flagrado por você em você mesmo. A vergonha, portanto, é uma tristeza que não sai da primeira pessoa: é você que observa você, que vê o que você fez, que não gosta do que vê, que não gosta do que fez, aí você se acanha. Você, causa da própria tristeza. Você, criatura envergonhada. Aí eu te pergunto: o que poderia querer dizer alguém sem vergonha?

Clóvis de Barros Filho