Carlos Frederico Branco

Encontrados 6 pensamentos de Carlos Frederico Branco

Pesos na Vida.


Fim, Começo
Nada, Tudo
Eu,Você
Pense, Pare
Seja, Brigue
Morra , Cresça

Seremos os ultimos?
Serenos nós
atores imbecis
de nós mesmos?

Nascemos, Crescemos
Morremos, Apodrecemos
Matamos, Destruímos
Amamos, Odiamos

Serei eu o ultimo?
Meus filhos
aqui podem não estar mais,
meu amor, cadê você?

Poucas palavras dizem o que somos.
Poucas sílabas nos dizem o que fazer.
Não existe
Certo e
Errado.

Agimos por amor.
Vivemos por amor.
Somos o que somos,
E o que devíamos ter feito.

Não podemos voltar ao passado.
Não podemos ditar o futuro.
Podemos apenas viver o presente.

Passo a passo,
Cada momento,
Amor único.

O amor será nossa unica Lei.
Lei soberana, nossa Vontade.
De amor viveremos,
a Balança entre a Vida e a Morte.

Seremos os Últimos?

Carlos Frederico Branco

Sinto falta da sua pele
sobre a minha,
seus beijos doce
feito coca,
conversas bobas sobre o luar,
tempos foram esses,
quanto tempo,
palavras idiotas
perdidas a brincadeiras.
Ficava quieto,
olhando para você,
não sabia o que falar,
me perdia em meio ao seu olhar,
era um mistério,
era uma sensação
que nunca tinha sentido antes,
tudo novo,
tudo tão gostoso,
me lembro de tudo.
Sinto falta,
sinto que isso será eterno,
se um dia morrer,
eu também morrerei.

Carlos Frederico Branco

Brasil de mil faces


Oh! Meu Brasil,
Deitado em mil faces,
obscuras em meios
marginais.
Na pobreza estampada no rosto
do indigente morto de fome,
de bala perdida,
sem família,
sem emprego,
sem uma vida digna
de ser vida.

Brasil de Mil faces
no luxo do político burocrata,
deitado em meio ao seu dinheiro,
carros,
bebidas,
e mulheres.
Ser corrupto e ladrão.

Luxo do empresário,
rico, coitado,
que explora o pobre miserável.

Sim meu Brasil,
você é sim o meu Brasil,
nessas faces eu pertenço.
não sou pobre,
e nem sou rico.
Sou apenas mais um filho,
do meu Brasil.

Carlos Frederico Branco

Filhos da Globalização


Somos os lixo da Terra.
Seremos sacudidos
como um cachorro
sacode suas pulgas.
Somos os Mártires
da Globalização.

Carlos Frederico Branco

Minhas palavras
eternas
e imortais.
Em meus filhos,
não morrerei
Ao tempo me entrego
e ao vento,
sou levado.
Na eternidade
meus versos,
serão lembrados.

Carlos Frederico Branco

Para meu amor platônico,
lado Niilista de viver,
sou um homem de um único amor,
ao extremo que tanto desejei,
como uma balança
no centro o amor,
mediador de minhas vontades,
de um lado a morte
outro a vida.
Viver
como se amanhã estivesse
morto
ou somente vivo,
espero não me perguntar,
o porque de viver.
Jovem,
posso morrer,
como espero
em uma cadeira de balanço,
meus netos contar histórias.
Sou apenas uma estrela
no meio de tantas outras
Nesse mundo como muitos.
Estarei eu.
No meu extremo de morrer.

Carlos Frederico Branco