Biografia de Adélia Prado

Adélia Prado

Adelia Prado - Nasceu no interior de Minas em 1935. Começou a escrever antes de começar o magistério.

Em sua arte se vê um misto de rebeldia e doçura feminina, um profundo sentimento humano e uma dicotomia entre os apelos do corpo e da elevação espiritual.

Principais obras:

1975- Bagagem.
1978- O Coração Disparado.
1979- Soltem os Cachorros.
1981- Cacos para um Vitral e Terra de Santa Cruz.
1984- Os Componentes da Banda.
1987- O Pelicano.
1988- A Faca no Peito.
1991- Poesia Reunida.
1994- O Homem da Mão Seca.
1996- Duas Horas da Tarde no Brasil.
1999- Oráculos de Maio e Manuscritos de Felipa.
2000- Estréia do monólogo Dona da Casa.
2005- Quero Minha Mãe.
2010- A duração do dia.

Acervo: 96 frases e pensamentos de Adélia Prado.

Frases e Pensamentos de Adélia Prado

O sonho encheu a noite
Extravasou pro meu dia
Encheu minha vida
E é dele que eu vou viver
Porque sonho não morre.

Adélia Prado

O que a memória ama, fica eterno.
Te amo com a memória, imperecível.

Adélia Prado

AMOR FEINHO
Eu quero amor feinho.
Amor feinho não olha um pro outro.
Uma vez encontrado, é igual fé,
não teologa mais.
Duro de forte, o amor feinho é magro, doido por sexo
e filhos tem os quantos haja.
Tudo que não fala, faz.
Planta beijo de três cores ao redor da casa
e saudade roxa e branca,
da comum e da dobrada.
Amor feinho é bom porque não fica velho.
Cuida do essencial; o que brilha nos olhos é o que é:
eu sou homem você é mulher.
Amor feinho não tem ilusão,
o que ele tem é esperança:
eu quero amor feinho.

Adélia Prado

Não tenho tempo algum, ser feliz me consome.

Adélia Prado

Não quero faca, nem queijo. Quero a fome.

Adélia Prado