A Hospedeira.

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Vocês assassinam toda uma espécie e depois se dã tapinhas nas costas.

A Hospedeira.

Talvez tivesse que ser assim. Talvez sem os pontos baixos, os pontos altos não pudessem ser alcançados.

A Hospedeira.

- Você tentou me matar e agora está me protegendo?
- O mundo é estranho não é?

A Hospedeira.

- Vale tudo na guerra.
- E no amor. Você esqueceu essa parte.

A Hospedeira.

Em tantos milênios, os humanos nunca entenderam o amor. Quanto é físico, quanto está na mente? Quanto é acidente e quanto é destino? Por que casamentos perfeitos se desintregam e casais impossíveis prosperam? Não sei as respostas nem um pouco mais que eles. O amor simplesmente está onde está.

A Hospedeira.

Passei muito tempo observando a sua espécie. Sempre esperando vocês mudarem, sabem como é, quando não agissem mais como nós, por não haver mais ninguém para quem representar. Continuava observando e esperando, mas vocês apenas permaneciam agindo como humanos. Ficando com a família de seus corpos, saindo para fazer piquenique quando o tempo estava bom, cultivando flores, pintando quadros e tudo o mais. Eu me perguntei se vocês não estariam se tornando meio humanos. Se não temos alguma influência, afinal.

A Hospedeira.

Havia nela uma lenta elaboração emocional que eu não estava reconhecendo. Algo no limite da raiva, com uma ponta de desejo e uma porção de desespero.
Ciúme, esclareceu ela.

A Hospedeira.

As emoções deles são poderosas. Se a vontade dela sobreviveu por muito tempo com suas memórias, ela talvez resista com elas.

A Hospedeira.

Oito vidas inteiras, e nunca encontrei ninguém por quem ficasse num planeta, ninguém a quem seguisse quando os outros fossem embora. Nunca encontrei um companheiro. Por que agora? Por que você? Você não é da minha espécie. Como pode ser meu parceiro?

A Hospedeira.

Bem, acho que talvez… você esteja morrendo por ser humana. Depois de todos os planetas e de todos os hospedeiros que deixou para trás, você finalmente encontrou o lugar e o corpo pelos quais morreria. Acho que você encontrou sua casa, Peregrina.

A Hospedeira.

Era difícil afastar o olhar dos olhos dele quando eles brilhavam assim. Difícil de duvidar de qualquer coisa que ele dissesse.

A Hospedeira.

Desde quando humanos são justos?

A Hospedeira.

E finalmente, sem saber ao certo porque o fiz, comecei a andar para frente. Eu só sabia de uma coisa: era eu que me movia e ninguém mais.
— A Hospedeira.

A Hospedeira.