As Principais Causas do Analfabetismo
As causas não determinam o caráter da pessoa, mas apenas a manifestação desse caráter, ou seja, as ações.
Arthur SchopenhauerUma das causas principais do analfabetismo das massas é o fato de que, hoje, quase todo o mundo sabe ler e escrever.
P. VriesSe alguém procura a saúde, pergunta-lhe primeiro se está disposto a evitar no futuro as causas da doença; em caso contrário, abstém-te de o ajudar.
SócratesA busca da felicidade é uma das principais fontes de infelicidade.
Eric HofferAs nossas paixões são os principais instrumentos da nossa conservação.
Jean Jacques RousseauMais penosas são as consequências da ira do que as suas causas.
Marco AurélioUma das funções principais de um amigo consiste em sofrer, sob uma forma mais doce e simbólica, os castigos que desejaríamos e não podemos infligir aos nossos inimigos.
Aldous HuxleyÉ justamente através dos prazeres que nascem as causas da dor.
Sêneca" Uma pessoa é muito mais que um efeito que eu posso observar, ela é a mistura de causas que as vezes eu desconheço,mais que pela força do conhecimento da aproximação...eu posso chegar!
Você sabe muito bem disso...quantas vezes na vida somos observados como um efeito sem saber das causas da nossa vida..."
A paixão é emoção gratuita. Não há causas que a expliquem. Mas, quando acontece, ela age como uma artista: da paixão surgem cenas de beleza. Os amantes se imaginam andando de mãos dadas por campos floridos; abraçados numa rede; silenciosos, diante do fogo da lareira; contemplando o rosto de um nenezinho adormecido... Paisagens de paixão
Rubem AlvesQuase todas as mentiras são provocadas. As principais culpadas são as perguntas que se fazem.
Miguel Esteves CardosoUma das principais tarefas da arte sempre foi criar um interesse que ainda não conseguiu satisfazer totalmente.
Walter BenjaminUma das causas mais comuns de todas as doenças é o diagnóstico.
Karl KrausUm dos principais deveres do homem é cultivar a amizade dos livros.
Thomas CarlyleAo analisar os fatos históricos, evita ser profundo, pois muitas vezes as causas são bastante superficiais.
Ralph EmersonO atraso das ciências económicas e sociais em relação às ciências da matéria é uma das causas das atuais infelicidades da Humanidade. A técnica arrasta o homem para horizontes imprevistos.
Jean Fourastié“Para a concepção crítica, o analfabetismo nem é uma ‘chaga’, nem uma ‘erva daninha’ a ser erradicada (...), mas uma das expressões concretas de uma realidade social injusta.”
(Ação Cultural para a Liberdade, 1976)
"Tudo se passou como num teatro, eu e Gustavo os atores principais e, na platéia, os amigos. Dissemra que eu estava bonita, mas não existe noiva feia. Casei com Gustavo. Não casei com um namorado. Ele já era meu marido.
Agente casou no primeiro dia em que nos vimos, pulamos a parte do reconhecimento, foi desde inicio um salto sem rede. Estávamos predestinados, sabíamos disso antes mesmo de tocarmos um no outro. Mesmo quando houve brigas e implicâncias, elas faziam parte do querer-se. Não forjamos isso, aconteceu, e não se deve esnobar um presente do destino. Casamos porque já estávamos casados e não tinha cabimento fingir-se de solteiros.
Gustavo e eu trocamos alianças. Gustavo e eu dançamos a valsa. Gustavo e eu cortamos o bolo. Gustavo e eu fizemos tudo o que todos os noivos fazem, cumprimos o ritual até o fim. Quando chegamos ao hotel ele fechou a porta do quarto, a gente soubre que o nosso casamento não seria igual aos outros. Ele não disse enfim sós. Disse enfim juntos."
Aprender história quer dizer procurar e encontrar as forças que conduzem às causas das ações que vemos como acontecimentos históricos.
A arte da leitura como da instrução consiste nisto: conservar o essencial, esquecer o dispensável.
O que salva o amor
L.Barbosa conta a história de uma ilha onde viviam os principais sentimentos do homem: Alegria, Tristeza, Vaidade, Sabedoria, e Amor. Um dia, a ilha começou a afundar no oceano; todos conseguiram alcançar seus barcos, menos o Amor.
Quando foi pedir a Riqueza que o salvasse, esta disse:
- “Não posso, estou carregada de jóias e ouro”.
Dirigiu-se ao barco da Vaidade, que respondeu:
- “Sinto muito, mas não quero sujar meu barco”.
O Amor correu para a Sabedoria, mas ela também recusou, dizendo:
- “Quero estar sozinha, estou refletindo sobre a tragédia, e mais tarde vou escrever um livro sobre isto”.
O Amor começou a se afogar. Quando estava quase morrendo, apareceu um barco – conduzido por um velho – que o terminou salvando.
- “Obrigado” – disse, assim que se refez do susto.
– “Mas quem é você”?
- “Sou o Tempo” – respondeu o velho. Só o Tempo é capaz de salvar o Amor.
