Aniversário de 18 anos

Cerca de 783 frases e pensamentos: Aniversário de 18 anos

As vezes Vale Muito apena Viver por alguém
ou por aquilo que morreriamos.

21/06/2008/ 18:24 pm
lord Jon D@rkboy gothic

Jon Rebello de Carvalho 666.

Aguardo
no isolamento da vida
A minha vida chegar.

Enide Santos 18/06/14

Enide Santos

Porque tudo que não pertence à alma
quando a irrompe, a dilacera.

Enide Santos 18/06/14

Enide Santos

18 - Missionar, verbo mais que Poderoso! Ofertar, verbo mais que perfeito, justo! Ide, verbo com mais obedientes! Pr. Teófilo Karkle.

Pastor e Missionário Teófilo Karkle

Pequeno currículo literário.

Sou, gaúcho, nascido em 18 de setembro de 1963. Formado em letras pela Fundação Universidade de Passo Fundo (UPF), escrevo desde 1986.

A saber:

Nos anos oitenta escrevi algumas crônicas semanais para os jornais Passo Fundo-RS.

Participações em livros:

Antologia Poetas Brasileiros de hoje - 1987. Com o poema “Portas de Ruas”

Antologia Á vida! “Um brinde em versos” como o poema “Vai”.

Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos volume 97, com o poema “Ao mar”.

Antologia Nacional Poesia Encantada V com os poemas “Eu e meus amigos” e “Dieta”.

Antologia do Concurso Nacional Poesia Livre 2013 com o poema “Compensação”.

Antologia “Mil Poemas para Gonçalves Dias” com 05 poemas.
“Meu Deus, Genial, Falar de você, Carta e Mil poemas”. Destaque para “Carta”.

Antologia 1ª Seleta de Versos Brasileiros, edição especial 2013, com o poema “Inquietações”.

Antologia Brasilidades volume sete com o poema “Faça de sua vida”.

Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos 100- Edição histórica, com o poema “Amigos para amar”.

Antologia Versos Repletos na Noite Vazia- edição especial. CBJE, com o poema “Na próxima página”. (premiado com o Certificado de qualidade Literária)

Antologia Primavida, Primaflores, Primamor – Edição Especial 2013 da CBJE com o poema “Poeta”.

Antologia Os Mais Belos Poemas de Amor- Edição Especial 2013 da CBJE com o poema “Singular”.

Antologia Nacional Poesia Encantada VI – Com os poemas Na próxima página e tinta. Premiado como destaque especial.

Antologia Panorama Literário Brasileiro. Melhores poesias de 2013 - CBJE. Com o poema "Vai". Selecionado pelo 1º Colegiado de Escritores Brasileiros, da Litteraria Academiae Lima Barreto, no Rio de Janeiro.

Publico no site literário Recantos das Letras onde tem 250 textos e mais de 30.000 leituras também no meu blog pessoal: www.doisversos.com

Lancei em junho de 2014 meu primeiro livro solo pela Editora Aldeia Sul de Passo Fundo com o título: Cabernet.

28 de junho de 2014

Moacir LuÌs Araldi

Quem nasceu para ser 18-55 3.5/5.6 nunca será uma 70-200 VR 2.8

Patricia Maqueda

Jesus é o Juiz de Toda a Terra

“18 Ora, de manhã, ao voltar à cidade, teve fome;
19 e, avistando uma figueira à beira do caminho, dela se aproximou, e não achou nela senão folhas somente; e disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti. E a figueira secou imediatamente.
20 Quando os discípulos viram isso, perguntaram admirados: Como é que imediatamente secou a figueira?
21 Jesus, porém, respondeu-lhes: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis o que foi feito à figueira, mas até, se a este monte disserdes: Ergue-te e lança-te no mar, isso será feito;
22 e tudo o que pedirdes na oração, crendo, recebereis.” (Mateus 21.18-22)

Nas ações que realizou quanto às coisas mais comuns desta vida nosso Senhor Jesus Cristo sempre demonstrou o grande poder e autoridade da Sua Majestade Divina.
Em todas as suas palavras e ações nós vemos um Jesus dotado de toda autoridade e todo poder, revelando e manifestando ser de fato o Criador do universo e de todas as coisas, e não alguém lânguido, fraco e inconstante como alguns costumam imaginar erroneamente.
No que fizera à figueira estéril há uma mensagem poderosa relativa à Sua completa autoridade sobre a criação, como também o demonstrara na ressurreição de mortos, na transformação de água em vinho, na multiplicação miraculosa extraordinária de pães e peixes, e em tantas outras demonstrações do Seu poder.
Todavia, esta mensagem da figueira é muito impressiva quanto a nos ensinar o que Ele fará com o Seu poder de Juiz sobre todos os seres morais que não dão frutos para Deus.
Como Jesus procurou figos não os achou, e então fez com que a figueira secasse de modo que não viveu para cumprir o propósito da sua existência.
A fome de Deus deve ser saciada com a nossa adoração e vida santificada, e o que deve ser esperado em relação àqueles onde isto não for achado?
Para ilustrar a verdade de que há uma condenação aguardando por todo aquele que não frutifica para Deus, nosso Senhor amaldiçoou então a figueira por não ter achado fruto na mesma, senão apenas folhas, e fez com que ela secasse, ao lhe dirigir a seguinte palavra de ordem: “Nunca mais nasça fruto de ti”.
No texto paralelo do evangelho de Marcos está registrado que havia somente folhas na figueira porque não era ainda a estação dos figos (Mc 11.13).
Alguém perguntaria porque então Jesus fez com que a figueira secasse, já que não era tempo de figos?
Somos dados a querer entender coisas espirituais com nossa lógica natural.
Se formos por este caminho poderemos até chegar à conclusão indevida de que nosso Senhor agiu de forma insensata.
Todavia, o fato de não ser época de figos, somente serviu para reforçar o ensino que Ele pretendeu nos dar de que não somos figueiras, mas homens, e que no que respeita à humanidade, é seu dever sempre dar os frutos esperados por Deus, a tempo e a fora de tempo, senão estará sujeita a um julgamento.
Nosso Senhor quis figos e não os encontrou. E qual foi o resultado? Nosso Senhor quer achar frutos em nós, e se não os acha, qual será o resultado?
Ele nos mostrou de modo muito veemente o dever que temos para com Deus de estarmos sempre frutificando para Ele, e este fruto é especialmente o fruto do Espírito citado em Gál 5.22,23.
Assim, não foi por nenhum acesso de ira, de indignação, de desprezo pelas árvores, de descontrole emocional, ou por qualquer motivo injustificável que o Senhor o fizera, mas para deixar tal ensinamento para nós, e também o de que tudo é possível ao que crê.
E o modo de frutificar para Deus é possível somente pela fé. Quanto maior a fé, maior a frutificação. Dar o fruto do Espírito Santo é impossível para nós, por nossa própria capacidade, mas não impossível para a fé.
Quando o Senhor nos mover a orar por coisas, aparentemente impossíveis de serem feitas, e incompreensíveis para a nossa razão natural, não devemos nos conduzir pelo que julgamos ser lógico ou possível, mas obedecermos em espírito à ordem que nos for dada. Se formos chamados a orar por algum impossível, especialmente em relação a algum fruto do Espírito Santo, como por exemplo, sermos longânimos, bondosos, misericordiosos, o Senhor é poderoso para torná-lo possível, porque não há impossíveis para a fé que se apoia em Deus.
O pecado da esterilidade espiritual é geralmente o resultado de um outro pecado, a saber, o da incredulidade.
Por isso nosso Senhor associou a fé, ao evento de ter secado a figueira, ensinando aos discípulos que deveriam ter fé para serem santificados, e para operarem sinais e maravilhas, porque dependeriam disto, e muito, para que não fossem achados estéreis em suas vidas espirituais diante de Deus.
Este ensino causou grande impressão e ficou gravado de modo indelével na mente dos discípulos que testemunharam aquele milagre, e este foi registrado para produzir o mesmo impacto em nós.

Silvio Dutra

Como nos Tornamos Cheios do Espírito Santo

"18 E não vos embriagueis com vinho, no qual há devassidão, mas enchei-vos do Espírito,
19 falando entre vós em salmos, hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração,
20 sempre dando graças por tudo a Deus, o Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo,
21 sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo." (Ef 5.18-21)

Necessitamos estar cheios do Espírito Santo, e não há medida para este enchimento, que deve ser renovado e aumentado em cada dia.
O caráter deste enchimento é sobrenatural e espiritual, mas não é algo místico e misterioso como alguns costumam pensar.
Há tomadas de posicionamento e deveres que devemos cumprir para que sejamos santificados pelo Espírito Santo com o Seu enchimento em nossas almas.
Isto é feito estando nós sóbrios, no domínio de todas as nossas faculdades, e não dispersivos ou com estados de consciência alterados como quem está, por exemplo, embriagado com vinho.
Não há uma medida de enchimento final, e nem tampouco ele deve ser ocasional, senão contínuo, pelo que somos transformados mais e mais à própria imagem do Senhor Jesus Cristo.
Este enchimento do Espírito é feito sobretudo na comunhão na Igreja, falando em salmos, hinos, e cânticos espirituais, cantando e louvando ao Senhor de coração, e sempre dando graças a Deus por tudo, em nome de Cristo, e sendo submissos mutuamente, por temor a Cristo, em todas as formas de relacionamento determinadas por Deus, que o apóstolo passou a descrever a partir do verso 22.
Assim, Paulo começou a descrever a submissão de coração que deve ser encontrada nos cristãos, a começar do seu próprio lar, com o dever de maridos e esposas, dizendo que a esposa deve ser achada em submissão ao seu marido, assim como este deve ser achado em submissão em relação a Cristo, e estabeleceu um paralelo da união do marido com sua esposa, com a que existe entre Cristo e a Igreja.
Ao honrar seu marido e ao Senhor, a mulher cristã também será honrada pelo marido cristão e pelo próprio Deus.
Cristo dever ser honrado por todos, porque Ele honra perfeitamente ao Pai. E de igual maneira a Igreja deve ser honrada por todos, quando ela é verdadeiramente submissa e honra a Sua cabeça que é Cristo.
Assim como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela para santificá-la, de igual modo os maridos devem amar suas mulheres como Cristo amou a Igreja, dando-lhes a provisão necessária tal como eles cuidam dos seus próprios corpos, como lemos em Ef 5.25-29.
Como marido e mulher formam uma unidade, assim como Cristo e a Igreja, o homem deve deixar o lar paterno para se unir à sua mulher formando uma unidade e uma nova família, porque Deus planejou isto desde o princípio, para servir de ilustração da união que há entre Cristo e a Igreja, como lemos nos versos 30 a 33.
Lembremos que Paulo está falando da necessidade do cumprimento deste dever da submissão para que sejamos cheios do Espírito Santo; ou seja, de pouco adiantará entoar cânticos de louvor, orar, servir aos irmãos, e tudo o mais, se faltar esta submissão de coração em todos os tipos de relacionamentos que nos foram ordenados por Deus, e assim, não seremos achados cheios do Espírito Santo.
E o apóstolo prosseguiu falando deste assunto da submissão no sexto capítulo de Efésios, onde se destaca a submissão dos filhos aos pais, dos servos aos seus senhores, dos jovens aos mais velhos, dos cidadãos às autoridades constituídas, e por similaridade se aplica este princípio espiritual a todos os relacionamentos onde houver um líder e liderados.

Silvio Dutra

Morreu de palavras perdidas.
10 de abril de 2014 às 18:57


Prefiro o doce silêncio de minha mente barulhenta, aos cânticos das bocas cheias e recheadas de ideias das mentes tão vazias...

Prefiro ser educado, refinado e falar manso, mas com palavras são diferentes! Elas tem vida própria e nunca sabem quem irão atingir...

Mas afinal, Morreu mesmo de quê?

_ Morreu sufocado de palavras perdidas em seu corpo...



Começou com o ego, chegou então a vaidade de repente estava tomado pela ilusão. @s palavras não cabiam mais em sua boca... Foi dando pane geral e no final era tamanha confusão que não coube nem mais um palavrão...

PNEUMOULTRAMICROSCOPICOSSILICOVULCANOCONIÓTICO.

ANTICONSTITUCIONALISSIMAMENTE.

Terrorismo Poético

kaducosta

Ressuscita-me
18 de janeiro de 2012 às 22:51
ENCHA-ME DE VERDADE,
DAS VERDADES NÃO DITAS...

DAS VERDADES QUE SOU CAPAZ DE SUPORTAR,
DAS VERDADES QUE CORROEM E DILATA A QUAL SE NEGA.

DAS VERDADES FEITAS DE MENTIRAS INACABADAS,
DO MODELO PADRÃO E OBJETIVO.

DAS REPRESENTAÇÕES,
DOS MOLDES,
DAS PODUÇÕES,
DAS PARTES QUE REFINA,
DOS DESEJOS,
E POR TANTOS OUTROS...

ENCHA-ME DE VERDADE
DAS VERDADES NÃO DITAS...

QUE ME SATISFAÇA,
QUANDO NOS AFASTAMOS.

DAS CENAS, ENFIM.

ENCHA-ME DE VERDADE OU DE ALGUMAS PALAVRAS...

DAS PALAVRAS ESCRITAS E AS NÃO DITAS,
ENFIM, DAS PALAVRAS QUE NÃO SÃO ESTRANHAS...

DAS PALAVRAS MODERNAS E CONTEMPORÂNEAS
DAS PALAVRAS QUE MOLDAM E UTILIZAM FORMAS...

DAS PALAVRAS QUE SUBLIMA, QUE PARA NOVOS CAMINHOS,
DAS PALAVRAS QUE CONTÉM VERDADES QUE SÃO ADMITIDAS...

DAS VERDADES, DAS PALAVRAS QUE CONDUZEM PARA FORA DO LIMITE...
DAS VERDADES E PALAVRAS EDUCADAS QUE NÃO SE PODEM CONFIAR,
ENCHAM-ME DE VERDADES, PALAVRAS CONTRADITÓRIAS E INEFICAZES.

KADU COSTA – ALMA LIVRE

Kadu Costa

A morte dentro de tudo que achei...
18 de janeiro de 2012 às 22:00
Há mantimentos dentro dos alforjes,
Ouça sou um homem realmente paciente...

Um pouco descontente. Não é mesmo?
Então vejo que tenho visto para me dizer que está havendo...

Algum perfume novo?
Ouça eu realmente sou um homem paciente...

Um pouco crente e descentemente terreno,
Mas, sabe, há mantimentos dentro dos alforjes...

Esperando pela traça que eivas do tempo,
O vinho enchendo de poeira.

Ó frio que embala minhas noites e realmente me sinto paciente,
Para me dizer que visto naquele instante...

Nunca pensei que pudesse sobreviver!
Por um instante achei tudo que temia dentro de mim...

Porém sou uma pessoa paciente e clinicamente destinado a estar morto...

Se você não terminar com as explicações deixo de me arriscar e não explico nada,
Enquanto terei que me decidir e jurar que tudo que acredito existe nesse mundo que ainda teria que me decidir...

O ferimento foi superficial e nada que ameaçasse minha vida...
Eu desconheço o apreço de tudo que sei, mas que passa pela cabeça que não tenha importância pelo resto da vida!

Não foi bem uma ordem...
Mas quem me deixou a morte entrar e mexer no meu alforje,
Poderia jurar por tudo que existe nesse mundo que sou um cara paciente...

Agora me diga. Quem deu a ordem para que eu fosse abandonado?

Kadu Costa - Alma Livre

Kadu Costa

Saudações Ao Criador
1 de setembro de 2011 às 18:54

Desplugado - Foi assim que me senti quando me vi sem você./ Me vi um ser virtual, navegando pela rede sem qualquer conexão...
Do meu total desespero, sem melodia, sem tom e sem qualquer harmonia, descobri que sem você da pane/ em cadeia universal...
Só você evita o caos dessa existência do tempo, voltando a me socorrer, me plugando ao seu amor/ refazendo a história de onde tudo começou...
Vou te guardar dentro de mim e de mim guarde o que vivemos/ tudo que no universo represente intensidade absoluta do amor...
E quando nos reencontramos após longa viagem, só quero agradecer ao Senhor...
Obrigado Pai - Por me fazer instrumento de vossa paz! Onde houver ódio que eu leve ao amor...

Kadu Costa

18.07.14 - Data que poderia ser comemorada com felizes 3 anos e 4 meses virou um pesadelo.
Marco da tristeza, da decepção...
Me encontro anestesiada, perdida. Não sei se choro, se grito, se corro, se fujo, não sei mais nada.
Não doí, dilacera...
E me sinto assim...sei lá...

JulianaMM

A Conduta que Convém Aos Cristãos
( I Pedro 2.18-25)








Por Matthew Henry





Os criados daqueles tempos geralmente eram escravos, e tinham senhores pagãos que costumavam tratá-los com crueldade; porém, o apóstolo os instrui a submeterem-se aos senhores colocados sobre eles pela providência, temendo desonrar ou ofender a Deus. Não somente aos que se agradavam com o serviço razoável, mas com os severos e com os que se iravam sem causa. A má conduta de uma pessoa não justifica a conduta pecaminosa de outra; o servo deve cumprir seu dever ainda que o seu Senhor seja pecaminosamente mau e perverso. Os senhores deveriam ser mansos e bons com seus servos e inferiores.
Que glória ou distinção haveria se os cristãos professos fossem pacientes quando tivessem as suas faltas corrigidas? Porém se quando se comportam bem e são maltratados por seus senhores pagãos e soberbos, os suportam sem queixas, sem ira e sem propósitos de vingança e perseveram em seu dever, isto será aceitável para Deus como efeito distintivo de sua graça e será recompensado por Ele.

A morte de Cristo tinha o propósito não só de ser exemplo de paciência nos sofrimentos, mas de levar nossos pecados; suportou o castigo deles e com isto satisfez a justiça divina.

Por meio desta, retira de nós os nossos sofrimentos. Os frutos do sofrimento de Cristo são a morte do pecado, e uma nova vida santa de justiça; deles temos exemplos, motivações poderosas e capacidade para cumpri-los, pela morte e ressurreição de Cristo. Nossa justificação: Cristo foi moído e crucificado como sacrifício por nossos pecados, e por suas chagas as enfermidades de nossas almas foram curadas.

Aqui está o pecado do homem: ele se desvia e o faz por seu próprio ato. Sua desgraça: ele se afasta do redil, do Pastor e do rebanho, e assim se expõe a incontáveis perigos. Aqui está a recuperação pela conversão: agora voltam como efeito da graça divina. De todos os seus erros e desvios regressam a Cristo. Os pecadores sempre estão desviados antes de sua conversão; a vida deles é um erro contínuo.




xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx



Nota do Pr Silvio Dutra: Mesmo depois de convertidos, os crentes estão sujeitos a desvios, por descaimentos na graça, mas não da união com Cristo que é para sempre. Destes desvios podem ser curados pelo mesmo modo com o qual se converteram no início, a saber, pelo arrependimento e pela fé em Jesus Cristo. A graça continuará tratando com a multidão de nossos pecados, mesmo depois da conversão, e nos fará cada vez mais firmados na fé e semelhantes a Jesus Cristo; à medida que andarmos em disposição de sermos obedientes a Deus e aos Seus mandamentos, contando com o poder a Sua graça para obedecer-Lhe.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Veja tudo sobre as Escrituras do Velho Testamento no seguinte link:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Veja tudo sobre as Escrituras do Novo Testamento no seguinte link:
http://livrono.blogspot.com.br/

A Igreja tem testemunhado a redenção de Cristo juntamente com o Espírito Santo nestes 2.000 anos de Cristianismo.
Veja várias mensagens sobre este testemunho nos seguintes links:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/
http://poesiasdoevangelho.blogspot.com.br/

A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
Veja a apresentação destas condições no seguinte link:
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Matthew Henry

Socorro na Tribulação - SALMO 116

O início deste salmo é muito parecido com o Salmo 18, de maneira que é possível que seja também de autoria de Davi.
O salmista declara o seu amor pelo Senhor porque Ele ouve a sua voz e súplicas, inclinando os Seus ouvidos para atendê-lo, motivo porque estava determinado a invocá-lO enquanto vivesse.
Mesmo com os laços de morte que lhe haviam cercado em grandes perigos, e as angústias do inferno que se apoderaram da sua alma, fazendo-o cair em tribulação e tristeza.
Ele invocou o nome do Senhor pedindo-Lhe que livrasse a sua alma.
Ele sabia que Deus é justo, mas também compassivo e misericordioso, e por isso tinha sempre bom ânimo em Lhe dirigir clamores.
Sabia também que o Senhor vela pelos que são pobres de espírito, como ele, o próprio salmista, de modo que achando-se prostrado, foi salvo da sua angústia pelo Senhor.
Quando Deus opera na alma ela volta ao seu sossego, que é a condição em que deve se encontrar, conforme o propósito de Deus na criação do homem.
Assim, em sua confiança no Senhor, o salmista foi livrado da morte que sentia em sua alma, das suas lágrimas, e da queda na tentação e na ruína.
Como sua segurança estava em andar na presença do Senhor, então estava determinado a fazê-lo durante todo o tempo da sua peregrinação neste mundo.
Ele mantinha a fé, mesmo quando dizia que estava sobremodo aflito.
Enquanto esteve perturbado em sua paz de mente e espírito, disse que todo homem é mentiroso.
Todavia o Senhor quebrou todas as cadeias que acorrentavam a sua alma, e o libertou completamente, de modo que se dispôs a ofertar ao Senhor, pelos benefícios que havia recebido dEle, e percebeu que não havia maior oferta do que tomar o cálice da salvação e invocar o nome do Senhor.
Por isso cumpriria todos os seus votos feitos ao Senhor na presença de todo o Seu povo, para que lhes servisse de testemunho da sua consagração.
A citação do verso 15 de que “Preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos seus santos.”, merece uma reflexão especial quanto ao seu significado, porque à vista do Senhor a morte dos Seus santos é tão preciosa, que não satisfará aos desejos ímpios de um Saul, de um Absalão, nem de quaisquer inimigos de Davi, para que triunfassem sobre ele, lhe tirando a vida.
Davi sabia, pelo Espírito Santo, que morreria em ditosa velhice, em seu leito, para que o nome do Senhor fosse glorificado, por tê-lo poupado de tantos perigos de morte, revelando assim o Seu poder para preservar os Seus santos.
Se a alguns deles permite saírem deste mundo pelo martírio, é pelo mesmo motivo de ser glorificado neles, pela total falta de temor que eles demonstram em face da morte, porque são assistidos pelo Seu poder.
Mas nenhum santo, morrerá sem que isto seja do desígnio de Deus.
Então esta citação de ser preciosa a morte dos santos aos olhos de Deus, deve ser entendida no contexto bíblico em que se afirma que é preciosa para Ele a vida deles (II Rs 1.13), bem como o seu sangue (Sl 72.14).

Silvio Dutra

Jonathan Edwards - Um Gigante Espiritual

No começo do século 18, era visível nas 13 colônias — que em breve seriam conhecidas como Estados Unidos — o declínio da fé evangélica, provocado pela influência do processo colonizador, com seu subseqüente aumento populacional, sucessão de guerras brutais e declínio da espiritualidade dos ministros.

Um gigante espiritual

Jonathan Edwards nasceu em 1703, único filho homem de Timothy Edwards, que era pastor congregacional em East Windsor, Connecticut. Pouco antes de completar 13 anos, entrou no Yale College. Em 1720, recebeu o grau de bacharel, e aos 20 anos recebeu o grau de mestre em artes. Em abril ou maio de 1721, Edwards experimentou a conversão:

A partir daquele tempo, eu comecei a ter um novo tipo de compreensão e idéias a respeito de Cristo, e da obra da redenção e do glorioso caminho da salvação através dele. Eu tinha um doce senso interior dessas coisas, que às vezes vinham ao meu coração; e a minha alma era conduzida em agradáveis vistas e contemplações delas. E a minha mente estava grandemente engajada em gastar meu tempo em ler e meditar sobre Cristo; e a beleza e a excelência de sua pessoa, e o amável caminho da salvação, pela livre graça nele [...]. Esse senso que eu tinha das coisas divinas freqüentemente e repentinamente se inflamava, como uma doce chama em meu coração; um ardor da alma, que eu não sei expressar.

Em 1727, foi ordenado ao pastorado. Ele diz de sua consagração:
Dediquei-me solenemente a Deus e o fiz por escrito, entregando a mim mesmo e tudo que me pertencia ao Senhor, para não ser mais meu em qualquer sentido, para não me comportar como quem tivesse direitos de forma alguma [...], travando, assim, uma batalha com o mundo, a carne e Satanás até o fim da vida.
Edwards passou a auxiliar seu avô, Solomon Stoddart, no ministério da igreja congregacional de Northampton, Massachusetts. Após a morte do avô, um pastorado que durou sessenta anos, ele assumiu a igreja.
No período entre 1735 e 1737, durante uma série de pregações sobre a justificação pela graça por meio da fé, começou um pequeno avivamento em sua congregação. Seus ouvintes sentiram as grandes verdades das Sagradas Escrituras: toda boca ficará fechada no dia do juízo e "não há coisa alguma que, por um momento, evite que o pecador caia no inferno, senão o bel-prazer de Deus". Em suas palavras, "o Espírito de Deus começou a traba¬lhar de maneira extraordinária. Muita gente estava correndo para receber Jesus. Esta cidade estava cheia de amor, cheia de alegria e cheia de temor. Havia sinais notáveis da presença de Deus em quase cada casa". Entre 1739 e 1741, George Whitefield pregou em 12 das 13 colônias, e teve um papel central na continuação desse avivamento. De 25 a 50 mil pessoas se converteram, entrando para as igrejas — nessa época, a população da Nova Inglaterra era calculada em 250 mil pessoas —, sem contar os já convertidos e membros das igrejas.

Era costume de sua igreja conceder o privilégio a qualquer pessoa, mesmo sem ser membro da igreja, para participar da ceia do Senhor. Por requerer uma base estrita para participar da ceia, Edwards foi demitido de sua igreja em 1750. D. M. Lloyd-Jones disse que essa foi uma das coisas mais espantosas que já aconteceram, e deve servir como uma palavra de encorajamento para os ministros e pregadores. Lá estava Edwards — o altaneiro gênio, o poderoso pregador, o homem que estava no centro do grande avivamento — e, todavia, foi derrotado na votação de sua igreja, por duzentos e trinta votos, contra apenas vinte e três a seu favor.

Lloyd-Jones conclui: "Não se surpreendam, portanto, irmãos, quanto ao que possa acontecer com vocês em suas igrejas".

Depois disso, Edwards foi ser missionário junto aos índios mohawk e housatonic, num posto na fronteira, em Stockbridge. Foi lá que ele escreveu alguns de seus tratados teológicos mais importantes. Em 1757, aceitou a presidência do College of New Jersey, que agora é a Universidade de Princeton, e, em 1758, depois de receber uma vaci¬na contra varíola, que estava sendo testada, ele morreu.

Um pastor de múltiplos interesses

Ao considerarmos os escritos de Edwards, temos um vislumbre de seus interesses e aptidões. Ele escreveu cerca de mil sermões, e seu alvo era levar os homens a entenderem e sentirem a verdade do evangelho e responderem a ela. Seus sermões eram esboçados segundo o método puritano, que incluía a exposição do texto bíblico escolhido, apresentação da doutrina — apoiada por outros textos bíblicos — e aplicação às questões do dia-a-dia. Ele ocultava sua erudição por traz de uma clareza deliberadamente simples.

Pecadores nas mãos de um Deus irado (1740), baseado em Deuteronômio 32.25, é seu sermão mais famoso. Antes desse sermão, por três dias, Edwards não se alimentara nem dormira; rogara a Deus sem cessar: "Dá-me a Nova Inglaterra!". O povo, ao entrar para o culto, se mostrava indiferente e mesmo desrespeitoso diante dos cinco pregadores que estavam presentes. Edwards iria pregar, e, ao dirigir-se para o púlpito, alguém disse que ele tinha o semblante de quem fitara, por algum tempo, o rosto de Deus. Sem quaisquer gestos, encostado num braço sobre o púlpito, segurava o manuscrito e o lia numa voz calma e penetrante. O resultado do sermão foi como se Deus arrancasse um véu dos olhos da multidão para contemplar a realidade e o horror em que estavam. Em certa altura, um homem correu para frente, clamando, suplicando por oração, sendo interrompido pelos gemidos de homens e mulheres; quase todos ficaram de pé ou prostrados no chão, alguns se agarrando às colunas da igreja, pensando que o juízo final havia chegado. Durante a noite inteira ouviu-se na cidade, em quase todas as casas, o clamor daqueles que, até aquela hora, confiavam em sua própria justiça. O efeito foi duplo:

Primeiro [...], eles abandonavam as suas práticas pecaminosas [...]. Depois que o Espírito de Deus começou a ser derramado tão maravilho¬samente de uma maneira geral sobre a vila, pessoas logo deixaram as suas velhas brigas, discussões e interferências nos assuntos dos outros. A taverna logo foi deixada vazia, e as pessoas ficavam em casa; ninguém se afastava, a não ser para negócios necessários ou por causa de algum motivo religioso, e todos os dias pareciam, em muitos sentidos, como o dia de domingo. Segundo, eles começavam a aplicar os meios de salvação; leitura, oração, meditação, as ordenanças pessoais; seu clamor era: "O que devo fazer para ser salvo?".

Edwards reconheceu que "mais de 300 almas foram salvas, trazidas para Cristo", em Northampton. Nesta época sua cidade tinha cerca de 2 mil habitantes!
Não havia sequer uma pessoa na cidade, velha ou jovem, que não estivesse interessada nas grandiosas coisas do mundo eterno [...]. O trabalho de conversão era levado adiante da maneira mais surpreendente; as almas vinham, multidões delas, a Jesus Cristo.

Outro sermão magistral é uma exposição verso por verso de 1 João 4, A verdadeira obra do Espírito (1741). Edwards sabia que problemas acompanham o avivamento, pois Satanás — o qual, segundo ele observou, foi "treinado no melhor seminário teológico do universo" — segue a um passo de Deus, pervertendo ativamente e caricaturando tudo quanto o Criador está fazendo. Então, na primeira parte de seu sermão, ele passa a mostrar quais são os sinais que supostamente negam uma obra espiritual. Na segunda parte, então, ele demonstra os sinais bíblicos de uma obra do Espírito Santo. São elas: "amor por Jesus, Filho de Deus e Salvador dos homens", "agir contra os interesses do reino de Satanás, que busca encorajar e firmar o pecado, e fomentar as paixões mundanas nos homens", "profunda consideração pelas Sagradas Escrituras", revelação dos caracteres "opostos do Espírito de Deus e dos outros espíritos que falsificam suas obras" e "se o espírito que está em ação em meio a um povo opera como espírito de amor a Deus e ao homem, temos aí um sinal seguro de que esse é o Espírito de Deus". Assim era Edwards, nem crédulo nem hipercrítico, sempre examinando os dois lados.

Seu interesse por temas teológicos se evidencia pela amplidão de suas obras, abordando quase todos os temas doutrinários. As vezes, ele tem sido considerado um teólogo-filósofo, por causa de alguns de seus escritos, mas jamais deixou que a filosofia lhe ensinasse a fé ou que o desviasse da Bíblia. Ele extraía das Escrituras as convicções, e a verdadeira estatura dele deve ser aquilatada como um teólogo bíblico.

Como disse J. I. Packer, "por toda a sua vida, Edwards alimentou a alma com a Bíblia; por toda a sua vida, alimentou o rebanho com a Bíblia". Ele é mais freqüentemente estudado por causa da sua descrição agostiniana do pecado humano e da total suficiência da graça de Deus em Cristo por meio do Espírito. Mark Noli diz que, para Edwards, a raiz da pecaminosidade humana era o antagonismo contra Deus; Deus era justificado ao condenar os pecadores que menosprezavam a obra de Cristo em favor deles; a conversão importava uma mudança radical do coração; o cristianismo verdadeiro envolvia não somente compreender algo de Deus e dos fatos das Escrituras, como também um novo senso da beleza, santidade e verdade divinas. Na mente de Edwards, as implicações para a conversão, que o conceito da natureza humana subentendia, ocupavam o lugar principal. Ele dizia que um pecador, por natureza, nunca escolheria glorificar a Deus, a não ser que o próprio Deus mudasse o caráter daquela pessoa ou — segundo a expressão do próprio Edwards — implantasse um novo “senso do coração” para amar e servir a Deus.

A regeneração, ato de Deus, era a base para as ações humanas do arrependimento e da conversão. Ele cria que o Deus onipotente exigia arrependimento e fé das suas criaturas; então, proclamava tanto a absoluta soberania de Deus quanto a urgente responsabilidade dos homens.

O Tratado das afeições religiosas (1746), baseado numa série de sermões em 1 Pedro 1.8, é um tratado clássico de psicologia da religião. Apesar de sua educação lógica e racional, Edwards argumentava que a religião verdadeira reside no coração, no centro das afeições, emoções e inclinações. Ele detalhava de forma minuciosa os tipos de emoções religiosas que, em grande medida, são irrelevantes à espiritualidade verdadeira. Esse livro termina com uma descrição de 12 marcas que indicam a presença da verdadeira espiritualidade cristã. A primeira era uma afeição que surgia "daquelas influências e operações sobre o coração, que são espirituais, sobrenaturais e divinas". A última era a manifestação de afeições genuínas e verdadeiras, que demonstram seus frutos na prática cristã. A análise cuidadosa de Edwards sobre a fé genuína enfatizava que não é a quantidade de emoções que indica a presença da verdadeira espiritualidade, mas as origens de tais afeições em Deus, e a sua manifestação em obras que o glorifiquem.

Pela influência de seus escritos, ele é considerado o maior teólogo dos Estados Unidos. Lloyd-Jones, que devia muito aos escritos de Edwards, disse: "Eu sou tentado, talvez tolamente, a comparar os puritanos aos Alpes, Lutero e Calvino ao Himalaia e Jonathan Edwards ao monte Everest". Edwards dependia totalmente da graça de Deus, que dominava sua peregrinação intelectual, sempre mantendo seu intelecto e estudos subordinados à Escritura.

A família

Edwards se casou aos 24 anos, em 1728, com Sarah Pierrepont, filha de um pastor. Ela era uma mulher muito inteligente, porém, como seu marido, totalmente devota à glória de Deus e a uma experiência de oração que a levava, algumas vezes, à quase falência física. Sarah sempre acompanhava o marido nos momentos de oração.

Em seu momento devocional diário, Edwards ia a cavalo para um bosque, e caminhava sozinho, meditando. Anotava suas idéias em pedaços de papel e, para não perdê-los, os pendurava no casaco. Ao voltar para casa, era recebido por Sarah, que o ajudava a tirar as anotações. Eles eram profundamente dedicados um ao outro, e entre as últimas palavras de Edwards, quando estava à beira da morte em New Jersey, algumas dirigiam-se a Sarah, que ainda estava em Stockbridge. Ele disse: "Dê o meu mais bondoso amor para minha esposa, e diga a ela que a excepcional união, que tem subsistido entre nós por tanto tempo, tem sido de tal natureza, que eu creio ser espiritual, e, portanto, continuará para sempre". Pensaram que Edwards havia morrido logo depois de dizer isso, e começaram a lamentar; então, ele disse suas últimas palavras: "Confiai em Deus e não precisareis temer".

Eles tiveram 11 filhos, todos cristãos, e sua vida familiar foi um modelo para todos os que os visitaram.

As missões cristãs

Edwards também escreveu um livro intitulado Uma humilde tentativa de promover uma clara concordância e união visível do povo de Deus em extraordinária oração, pelo reavivamento da religião e o avanço do Reino de Cristo na terra (1748). Nessa obra ele faz um apelo às muitas pessoas, "em diferentes partes do mundo, por ex-pressa concordância para se chegar a uma união visível em extraordinária, [...] fervente e constante oração, por aquelas grandes efusões do Espírito Santo, o qual trará o avanço da igreja e do Reino de Cristo". Sua convicção era que, "quando Deus tem algo muito grande a realizar por sua igreja, é de sua vontade que seja precedido pelas extraordinárias orações do seu povo".

Nesse tempo, a condição espiritual das igrejas batistas na Inglaterra era deplorável. John Sutcliff, pastor da igreja batista de Olney, Buckinghamshire, leu o livro de Edwards e propôs aos seus companheiros pastores, na Associação Northampshire, que separassem uma hora na primeira segunda-feira à noite de cada mês para orar, para que "o Espírito Santo possa ser derramado em seus ministérios e igrejas, para que os pecadores possam ser convertidos, os santos edificados, o interesse da religião revificado e o nome de Deus glorificado".

Um grande avivamenro se seguiu a tais reuniões. A influência de Edwards sobre Sutcliff e seus amigos, que incluíam William Carey e Andrew Fuller, foi tal que este escreveu: "Alguns dizem que, se Sutcliff e alguns outros tivessem pregado mais de Cristo, e menos de Jonathan Edwards, eles teriam sido mais úteis", replicando em seguida: "Se aqueles que falam assim, pregassem Cristo metade do que Edwards fazia, e fossem metade tão úteis como ele foi, sua utilidade seria o dobro do que ela é". Por causa da profunda impressão do livro de Edwards, em 1792 esses homens fundaram a Sociedade Batista Particular para Propagação do Evangelho entre os Pagãos — que veio a se tornar a Baptist Missionary Society —, sendo Fuller seu primeiro secretário

O legado

Há pelo menos duas aplicações que podemos fazer. Uma diz respeito à necessidade de avivamento, em nossa época. Devemos temer e combater os excessos que ocorrem nesses despertamentos — que mesmo em Atos aconteceram —, mas não eles. Como Edwards disse: "Pode-se observar que, desde a queda do homem até os nossos dias, a obra de redenção, em seus feitos, tem sido realizada principalmente por extraordinárias comunicações do Espírito Santo". As Escrituras nos exortam a ser cheios do Espírito (Ef 5.18), a provar os espíritos (l Joo 4.1) e a não extinguir o Espírito (l Ts 5.19). Edwards nos ensina que os despertamentos, à semelhança dos dons, são dádivas de Deus (I Co 12.11), que não podem ser fabricados ou manipulados pelo homem, mas esperados na misericórdia e soberania de Deus.
A pobreza da reflexão moderna sobre Deus é evidente. Somos uma geração que perdeu a consciência da beleza da glória do Senhor, quando comparada com o que podemos aprender daquilo que Edwards compartilha conosco:

Deus é um Deus glorioso. Não há ninguém como ele, que é infinito em glória e excelência. Ele é o altíssimo Deus, glorioso em santidade, temível em louvores, que faz maravilhas. Seu nome é excelente em toda a terra, e sua glória está acima dos céus. Entre todos os deuses não há nenhum como ele [...]. Deus é a fonte de todo o bem e uma fonte inextinguível; ele é um Deus todo suficiente, capaz de proteger e defender [...] e fazer todas as coisas [...].Ele é o Rei da glória, o Senhor poderoso na batalha: uma rocha forte, e uma torre alta. Não há nenhum como o Deus [...] que cavalga no céu [...]: o eterno Deus é um refugio, e sob ele estão braços eternos. Ele é um Deus que tem todas as coisas em suas mãos, e faz tudo aquilo que lhe agrada: ele mata e faz viver; ele leva ao túmulo e ergue de lá; ele faz o pobre e o rico: os pilares da terra são do Senhor [...]. Deus é um Deus infinitamente santo; não há nenhum santo como o Senhor. E ele é infinitamente bom e misericordioso. Muitos outros adoram e servem como deuses, são seres cruéis, espíritos que procuram a ruína das almas; mas este é um Deus que se deleita na misericórdia; sua graça é infinita, e permanece para sempre. Ele é o próprio amor, uma infinita fonte e um oceano dele.

Franklin Ferreira

Franklin Ferreira

Gratidão a Deus

As palavras do 22º capítulo de 2 Samuel encerram as palavras do Salmo 18, com algumas variações. A introdução do capítulo (v. 1) é a mesma do titulo do referido Salmo.
São palavras de gratidão e louvor a Deus pelos livramentos recebidos por Davi, tanto de Saul quanto de todos os seus inimigos.
Este cântico de louvor e gratidão, que foi composto por Davi, fecha de modo maravilhoso toda a história que é relatada acerca da sua vida pessoal e ministerial nos dois livros de Samuel.
Toda a honra e glória dos seus bons serviços prestados a Israel são tributados por ele ao Senhor, porque fora Ele quem realmente tudo operara, nos livramentos que lhe dera, por amor do Seu povo.
O Senhor foi tanto a fortaleza em que Davi se refugiava e se encontrava seguro, como a força dele para vencer as batalhas que tinha que empreender, tanto para vencer seus inimigos, quanto para suportar as aflições, que lhe sobrevieram ao longo de toda a sua vida (v. 2 a 19, 32 a 43, 51).
E ele se esforçou sobremaneira para obedecer ao Senhor e fazer o que era justo diante dos Seus olhos e aprovado por Ele, e foi este o motivo de ter sido abençoado de tal maneira pelo Senhor, porque apesar de ter sido objeto da eleição e graça de Deus, que o ungiu para ser rei, ele poderia ter frustrado o plano de Deus para a sua vida, por um andar desobediente (v. 20 a 31).
Como prova do Seu agrado em relação à fidelidade de Davi, Deus fez com que ele subjugasse nações e governasse povos estrangeiros, e o livrou das contendas internas do próprio Israel (v. 44 a 49).
E nós aprendemos das palavras de Davi que os livramentos que Deus lhe deu foram respostas às suas orações. Ele clamava ao Senhor em suas angústias para receber socorro e alívio (v. 7).

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Comentário dos livros do Velho Testamento:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Comentário do Novo Testamento:
http://livrono.blogspot.com.br/

Mensagens:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/

Escatologia (tempo do fim):
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Silvio Dutra

A Grandeza do Amor de Cristo



Por João Calvino

Sejais capazes de compreender (Ef 3.18,19). Os efésios deveriam perceber a grandeza do amor de Cristo pelos homens. Tal apreensão ou entendimento emana da fé. Ao fazer de todos os santos seus companheiros, o apóstolo mostra que esse fato é a mais excelente bênção que se pode obter na presente vida, o que constitui a mais elevada sabedoria, a qual todos os filhos de Deus aspiram. O que vem a seguir é em si mesmo suficientemente claro, mas que até agora tem sido obscurecido por uma variada gama de interpretações. Agostinho é muito agradável com sua sutileza, a qual não tem nada a ver com o tema. Pois aqui ele busca não sei que mistério na figura da cruz - ele faz a largura ser o amor, a altura ser a esperança, o comprimento ser a paciência e a profundidade, a humildade. Toda essa sutileza nos agrada, mas o que tem isso a ver com o significado de Paulo? Não mais, certamente, do que a opinião de Ambrosio, que denota a forma de uma esfera. Pondo à parte os pontos de vista de outros, direi que todos haverão de reconhecer que tudo é simples e procedente.

Por essas dimensões, Paulo não quer dizer outra coisa senão o amor de Cristo, do qual fala mais adiante. O significado consiste nisto: aquele que conhece [o amor de Cristo] verdadeira e perfeitamente é, em todos os aspectos, um homem sábio. E como se dissesse: "Qualquer que seja a direção em que os homens olhem, nada encontrarão na doutrina da salvação que não esteja relacionado com o amor de Cristo." Ele possui em seu conteúdo todos os aspectos da sabedoria. O significado ficará ainda mais claro se o parafrasearmos assim: "Para que sejais capazes de compreender o amor que é o comprimento, a largura, a profundidade e a altura, isto é, a completa perfeição de nossa sabedoria." A metáfora é extraída da matemática, que das partes denota o todo. Quase todos os homens são contaminados com a doença mórbida que busca ansiosamente o conhecimento sem proveito. Portanto, a presente admoestação é muitíssimo oportuna: o que nos é indispensável saber, e o que o Senhor quer que contemplemos, acima e abaixo, à direita e à esquerda, adiante e atrás. O amor de Cristo persiste para que meditemos nele dia e noite e para que vivamos completamente imersos nele. Aquele que retém somente isso possui o suficiente. Além desse amor não existe nada sólido, nada proveitoso; em suma, nada que seja de fato justo ou saudável. Vagueie pelo céu, pela terra e pelo mar, e você jamais irá além disso sem ultrapassar os limites lícitos da sabedoria.

O qual excede todo o conhecimento. E assim que lemos alhures: "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus" [Fp 4.7]. Para que o ser humano se aproxime de Deus, deve antes elevar-se acima de si próprio e do mundo. Eis a razão por que os sofistas recusam admitir que podemos sentir-nos seguros na graça de Deus. Pois eles avaliam a fé pela percepção [=apprehensione] dos sentidos humanos. Mas Paulo sustenta que esse conhecimento [=scientia] é superior a todo e qualquer conhecimento [=notitia], e com razão; pois, se as faculdades humanas pudessem alcançá-lo, a oração de Paulo, para que Deus o concedesse, teria sido dispensável. Lembremo-nos, pois, de que a certeza [proveniente] da fé é conhecimento [=scientia], mas que o mesmo é adquirido pelo ensinamento do Espírito Santo, e não pela acuidade de nosso próprio intelecto. Se o leitor deseja saber mais sobre essa questão, então consulte as Institutas [IIIii, parágrafos 14-16, 33-37].

Para que sejais cheios. Ele agora expressa, em uma só palavra, o que quis dizer através de diversas dimensões, ou seja: aquele que possui a Cristo, na verdade possui tudo quanto lhe seja necessário para a perfeição em Deus; pois é precisamente isso que a expressão - "a plenitude de Deus" - significa. O ser humano imagina que é em si mesmo completo, mas só porque se intumesce com matéria inútil ou com vento. Há alguns desvairados, perversos e ímpios, que interpretam "a plenitude de Deus" como sendo "plena divindade", como se o ser humano pudesse tornar-se igual a Deus.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Comentário dos livros do Velho Testamento:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Comentário do Novo Testamento:
http://livrono.blogspot.com.br/

Mensagens:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/

Escatologia (tempo do fim):
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Calvino

O Fariseu e o Publicano (Lucas 18.9-14)

Por Matthew Henry

Esta parábola tinha a finalidade de convencer alguns que confiavam em si mesmos como justos, e que desprezavam ao próximo. Deus vê com que disposição e propósito vamos a Ele nas santas ordenanças. Aquilo que foi dito pelo fariseu demonstra que ele tinha confiança em si mesmo de ser justo. Podemos supor que estava isento de pecados grosseiros e escandalosos. Tudo isto era muito bom e recomendável. A condição daqueles que não alcançam a justiça deste fariseu é miserável, ainda que este não tenha sido aceito. E porque não foi aceito? Ia ao templo para orar, mas estava cheio de si mesmo e de sua própria bondade; não pensava que valeria a pena pedir o favor e a graça de Deus. Tomemos o cuidado de não apresentarmos orações orgulhosas ao Senhor, e de desprezarmos o próximo.
A oração do publicano estava cheia de humildade e de arrependimento por causa do pecado, e desejo de Deus. A sua oração foi breve, porém, com um objetivo: que Deus fosse propício a ele, que era um pecador. Bendito seja Deus, por termos esta breve oração registrada, como uma oração respondida. E que tenhamos a segurança de que aquele que fez esta oração voltou justificado para a sua casa; assim será conosco se orarmos como ele por meio de Jesus Cristo. Reconheceu-se pecador por natureza e, como de costume, culpável diante de Deus. Não dependia de nada, senão da misericórdia divina, e confiava somente nela. A glória de Deus é resistir ao soberbo e dar graça ao humilde. A justificação pertence a Deus em Cristo Jesus; portanto, aquele que condena a si mesmo é justificado diante de Deus, e não aquele que se justifica a si mesmo.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Comentário dos livros do Velho Testamento:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Comentário do Novo Testamento:
http://livrono.blogspot.com.br/

Mensagens:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/

Escatologia (tempo do fim):
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Matthew Henry

Ezequiel capitulo 18 versículo :4 “a alma que pecar, essa morrerá.”, alma na Bíblia se refere a pessoa, alma falecida, é o mesmo que uma pessoa morta.

Bíblia