Aliança de Compromisso

Cerca de 619 frases e pensamentos: Aliança de Compromisso

Joia Rara, Diamante Negro, Presente Divino, Razão de uma Aliança Conquistada por um Desejo, Nasça Com Virtude Venha com Fé Com vida, Viva minha Alegria, Siga meus passos, Trilhe seu caminho mais Nunca se esqueça que a Estrada Certa é sempre meu colo, Um apego meigo e assim minha Conquista Eterna sonhará com você em uma realidade paterna

vanderleyBorrer

É Irrevogável e Indissolúvel Porque é Eterna

Deus fez uma aliança eterna com os cristãos, e prometeu isto desde os dias dos profetas, e o prometeu especialmente a Davi.
Sendo eterna não pode ser anulada.
E como aliança em seu caráter matrimonial onde Ele é o esposo, e a igreja a noiva, o que se requer então dos aliançados é que eles sejam fiéis.
Deus sempre será fiel porque não pode se negar a si mesmo.
Todavia, os cristãos, por causa do resquício de corrupções que remanescem na natureza terrena, são exortados a serem fiéis em tudo durante a sua peregrinação terrena, porque, tal casamento, do Criador com a criatura, requer isto.
Deus continuará amando seus filhos adúlteros, mas os sujeitará à disciplina da aliança.
Ele não os repudiará porque tem prometido manter o compromisso por toda a eternidade.
Diante de tal caráter imutável da promessa que Ele fez, não resta aos aliançados senão a alternativa de serem também fiéis, de modo que se viva de modo agradável Àquele com os quais se aliançaram numa união de amor indissolúvel e eterno.
Ao falar do caráter eterno da Nova Aliança que faria com os crentes por meio da fé em Jesus Cristo, Deus disse que esta consistiria na fiéis misericórdias que havia prometido a Davi.

“Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, que consiste nas fiéis misericórdias prometidas a Davi.” (Isaías 55:3)

Esta promessa de Isaías 55.3 foi confirmada em Atos 13.34.
Davi fizera menção ao caráter eterno desta aliança em suas últimas palavras antes de morrer:

“Não está assim com Deus a minha casa? Pois estabeleceu comigo uma aliança eterna, em tudo bem definida e segura. Não me fará ele prosperar toda a minha salvação e toda a minha esperança?” (II Samuel 23.5)

Silvio Dutra

Uma Promessa Para Você

Por John Piper

“Eu farei com eles uma aliança eterna de não me desviar de fazer-lhes o bem... e me regozijarei em lhes fazer bem” (Jeremias 32:40,41)

Essa é uma das promessas de Deus para onde eu retorno vez após vez quando fico desencorajado (sim, isso acontece com pastores).
Você pode pensar em algum fato mais encorajador do que Deus se regozijar em te fazer bem?
Ele não cumpre a Sua promessa de má vontade (Romanos 8.28).
É a Sua alegria te fazer bem.
E não só às vezes. Sempre! “Eu não me desviarei de fazer-lhes o bem.”
Contudo, às vezes, nossa situação é tão difícil de suportar que não conseguimos gerar nenhuma alegria.
Quando isso acontece comigo, eu tento imitar Abraão:
“Em esperança, ele creu contra a esperança” (Romanos 4.18).
Deus sempre tem sido fiel em manter essa pequena fagulha de fé para mim e, eventualmente (não imediatamente), em soprá-la até se tornar uma chama de alegria e plena confiança.
Oh, como me alegro pelo fato de que a coisa que faz o Deus Todo Poderoso mais feliz é fazer bem a você e a mim!

Descansando na promessa,

Pastor John


Comentário do Pr Silvio Dutra:

Compartilho dessas palavras do Pr John Piper, em minha própria experiência.
Nada do que nos sucede quando consagramos nossas vidas ao Senhor, se encontra fora do Seu controle, de modo que até as mais amargas provações são medidas por Ele, e assim sossegamos sabendo que tudo contribuirá para o bem daqueles que o amam, porque é exatamente a intenção de Deus para com eles.

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A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
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John Piper

A Arca da Aliança



“Jer 3:13 Tão-somente reconhece a tua iniquidade, reconhece que transgrediste contra o SENHOR, teu Deus, e te prostituíste com os estranhos debaixo de toda árvore frondosa e não deste ouvidos à minha voz, diz o SENHOR.

Jer 3:14 Convertei-vos, ó filhos rebeldes, diz o SENHOR; porque eu sou o vosso esposo e vos tomarei, um de cada cidade e dois de cada família, e vos levarei a Sião.
Jer 3:15 Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência.
Jer 3:16 Sucederá que, quando vos multiplicardes e vos tornardes fecundos na terra, então, diz o SENHOR, nunca mais se exclamará: A arca da Aliança do SENHOR! Ela não lhes virá à mente, não se lembrarão dela nem dela sentirão falta; e não se fará outra.
Jer 3:17 Naquele tempo, chamarão a Jerusalém de Trono do SENHOR; nela se reunirão todas as nações em nome do SENHOR e já não andarão segundo a dureza do seu coração maligno.
Jer 3:18 Naqueles dias, andará a casa de Judá com a casa de Israel, e virão juntas da terra do Norte para a terra que dei em herança a vossos pais.”

A Arca da Aliança que Deus mandou Moisés fabricar e colocar no Santo dos Santos do tabernáculo, a qual continha as tábuas de pedra dos Dez Mandamentos, a vara de Arão que floresceu e um pote com o maná que os israelitas haviam comido no deserto, não deveria ser um objeto de adoração para os israelitas, mas um utensílio sagrado que serviria de lembrança da presença e da aliança do Deus vivo com eles, e da obediência que Lhe deviam quanto aos mandamentos que lhes havia dado; motivo porque ordenou que um exemplar do Pentateuco fosse colocado ao lado da arca.
Mas Israel, em vez de somente venerar a Arca da Aliança, e colocar a sua confiança exclusivamente em Deus, cuja presença era tipificada pela arca, fez justamente o oposto, e assim ela se tornou um objeto de confiança e adoração, e não somente a arca, como o templo no qual ela se encontrava.
Eles achavam que Israel era abençoado pelo fato de ter um templo e uma arca, e sempre diziam: “templo do Senhor, templo do Senhor é este”, como a dizer, ninguém poderá nos molestar enquanto o templo estiver de pé.
Mas suas vidas eram uma verdadeira contradição com a fé que professavam, pois não se via piedade nelas, a verdadeira santidade, senão mera religiosidade. E isto sempre ocorre quando colocamos a nossa fé em algo ou alguém que não seja o próprio Senhor Jesus Cristo.
Mera religiosidade não conduz à vida de piedade, ao contrário nos afasta dela.
Ainda hoje, muitos têm o seu “templo” e a sua “arca” de confiança e adoração. Não confiam em Deus, mas nos muitos objetos religiosos que fazem parte da sua devoção.
Todavia, em nosso texto, Deus diz que quando chegasse o tempo de Jesus vir a este mundo (o que já aconteceu), aqueles de Israel que estivessem unidos a Ele jamais tornariam a dizer: “A Arca da Aliança do Senhor”, e que sequer ela lhes viria à mente, ou seja, o próprio Cristo, Emanuel, Deus conosco, seria a Arca, pois a urna de ouro do passado era um tipo desta Santa presença com os homens neste mundo.
Além disso, Deus prometeu que a lei não estaria mais no interior da Arca, em tábuas de pedra, mas, por estarmos em Jesus, ela seria escrita em nossas mentes e corações, por meio da presença do Espírito Santo, cuja habitação recebemos por causa da nossa fé em Jesus Cristo.


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Silvio Dutra

Tenho uma aliança com Deus, sou abençoada, amada, protegida, especial,aceita, vitoriosa e valorizada. Estou aqui para fazer a diferença!

Helenice Augusta da Cunha

Aliança de Justiça e de Paz



Quando Deus tirou a nação de Israel do cativeiro no Egito, por meio de Moisés, foi para que eles entrassem em aliança com Ele, por meio da qual viveriam para obedecer-Lhe e aos Seus mandamentos.
Não é algo muito diferente disto que foi feito por Cristo quando nos retirou do cativeiro nas trevas do pecado, ou seja, para que entrássemos numa Nova Aliança com Deus para viver em obediência à Sua Santa vontade.
Assim, não há meio termo na nossa vocação – nossa chamada por Deus para a salvação – ou o servimos com um coração sincero e inteiramente consagrado à Sua vontade, ou então não podemos participar da Sua natureza divina por meio da fé em Jesus Cristo.
O Senhor chamará e fará entrar numa aliança de justiça e de paz com Ele, somente aqueles que se reconhecerem pecadores e desejarem ter suas vidas santificadas pelo Espírito Santo e pela Sua Palavra revelada na Bíblia.
O Senhor falou da aliança que faria conosco em Jesus Cristo, na dispensação da graça, através dos profetas, e inclusive pelo Rei Davi, conforme podemos ver no 23º capítulo do livro de 2 Samuel, o qual registra as últimas palavras proferidas por ele próximo da sua morte (v. 1 a 7).
As últimas palavras proferidas por Davi são extraordinárias e comprovam que ele havia sido realmente exaltado e ungido por Deus, e foi inspirado pelo Espírito Santo para ser o mavioso salmista de Israel, sendo conhecido em todas as partes do mundo em todos os séculos, pelos Salmos que escreveu debaixo desta inspiração (v. 1).
Ele não tinha o Espírito de Deus apenas no seu coração, guardando comunhão com Ele, mas permitiu que Ele usasse a sua língua, para proferir a Sua Palavra através da Sua boca (v. 2).
Davi regeu a todos que foram colocados debaixo do seu governo pelo Senhor, com o temor de Deus, porque o fizera com justiça (v. 3), tal como faria Neemias, depois dele (Ne 5.15).
Deus mesmo, a quem Davi chama de a Rocha de Israel (v. 3), havia lhe falado que aqueles que governam deste modo, são como a luz da manhã, quando sai o sol, como uma manhã sem nuvens, cujo esplendor, depois da chuva, faz brotar da terra a erva (v. 4).
Assim, é descrito o caráter de todos os justos que reinarão juntamente com Cristo, porque, falando ainda pelo Espírito, Davi aplica estas palavras à sua casa, dizendo: “Pois não é assim a minha casa para com Deus? Porque estabeleceu comigo um pacto eterno, em tudo bem ordenado e seguro; pois não fará ele prosperar toda a minha salvação e todo o meu desejo?”.
Esta certeza da salvação eterna, para todos os que estão na casa de Davi, por sua associação com Cristo, que pertence a esta casa, e é Senhor sobre ela, pois não foi estabelecida pelo homem, mas pelo próprio Deus, é devido ao pacto, que nas palavras do Espírito, pela boca de Davi, é “em tudo bem ordenado e seguro”.
Este é o caráter da aliança da graça, e é por ser uma aliança eterna que ela prosperará e jamais frustrará o desejo de qualquer um que tiver colocado no Senhor a Sua confiança, participando da aliança eterna, que foi prometida a Davi.
Na verdade, não há outra esperança de salvação senão por meio das condições da aliança prometida a Davi. Tanto que aqueles que permanecerem na condição de filhos de Belial, por não estarem assim aliançados com Deus, serão lançados fora, sem uma só exceção, como espinhos, porque não podem ser tocados com as mãos, isto é, não se permitem serem transformados e educados na justiça por Deus.
Por isso, quem os tocar se armará de ferro e da haste de uma lança, e a fogo serão totalmente queimados no seu lugar (v. 6,7).
As pessoas ímpias estão sujeitas não apenas ao braço da justiça dos magistrados terrenos, como também serão sujeitados ao braço forte do juízo eterno do Senhor, que os queimará num fogo eterno, que jamais se apagará.
Os filhos de pais piedosos nem sempre são tão santos e devotados quanto deveriam ser, tal como se deu com o próprio Davi, que a par de todo o seu amor e esforço para santificar os seus filhos, teve entre eles Amnom e Absalão, que eram ímpios.
Isto nos revela que é a corrupção e não a graça, que corre no sangue.
Por isso, a casa de Davi é típica da Igreja de Cristo, que é a casa dEle (Hb 3.3).
Cristo não é fiel a toda a sua casa, na condição de um servo, como fora Moisés em relação a Israel, mas como Senhor e Rei, assim como o fora Davi sobre a sua casa terrena.
O Senhor da casa espiritual de Davi é Cristo, e não o próprio Davi, porque este foi impedido de continuar o seu reinado pela morte, e regia apenas sobre Israel, mas Cristo, que vive e reina para sempre, reina sobre toda a Sua casa, e sobre todos aqueles que lhes foram dados pelo Pai, em todas as nações.
Deus fez uma aliança com a cabeça da Igreja, o Filho de Davi, de que preservará a Ele uma semente sobre a qual as portas do inferno não prevalecerão, ou seja, nunca poderão predominar sobre a Sua casa.
E esta segurança é garantida por Deus e realizada na Rocha segura que é Cristo, que é o autor e consumador da nossa fé e salvação.
Desta forma, é nEle que se cumprem todas as promessas da aliança da graça feita com Davi.
A aliança que Deus fez com um rei terreno apontava para a aliança que Ele fizera antes que houvesse mundo, no céu, com Aquele que reinará para sempre.
Por isso as promessas da aliança eterna são chamadas de fiéis misericórdias prometidas a Davi:
“Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, dando-vos as fiéis misericórdias prometidas a Davi.” (Is 55.3).
É maravilhoso saber que as últimas palavras que Davi falou pelo Espírito, apontaram para esta aliança segura e eterna.
Deus fez uma aliança conosco em Jesus Cristo, e nós aprendemos das Suas palavras pela boca de Davi que é uma aliança perpétua.
Perpétua em si mesma e na forma do seu caráter, manutenção, continuação e confirmação.
Deus diz também pela boca de Davi que é bem ordenada e segura (v. 5).
Esta aliança está bem ordenada por Deus em todas as coisas que dizem respeito a ela.
Esta ordenação perfeita trabalhará em meio às imperfeições dos cristãos e os aperfeiçoará progressivamente, para a glória de Deus, de modo que se a obra não for completada na terra, ela o será no céu.
E para isso a aliança possui um Mediador e um Consolador para promover a santidade e o conforto dos cristãos. Está ordenado também QUE TODA TRANSGRESSÃO NA ALIANÇA NÃO LANÇARÁ FORA A QUALQUER DOS ALIANÇADOS.
Por isso Jesus afirma que não lançará fora de modo nenhum, a qualquer que vier a Ele.
Assim, a segurança da salvação não é colocada nas mãos dos cristãos, mas nas mãos do Mediador.
E se diz que a aliança é segura, porque está assim bem ordenada por Deus.
Ela foi planejada de tal modo a poder conduzir pecadores ao céu.
Ela está tão bem estruturada, que qualquer um deles pode ter a certeza de que estará sendo aperfeiçoado na terra e a conclusão desta obra de aperfeiçoamento será concluída no céu.
Uma das razões para que o aperfeiçoamento não seja concluído na terra, é para que se saiba que a aliança é de fato para pecadores, e não para quem se considera perfeitamente justo.
Ainda que todos os aliançados sejam chamados agora a se empenharem na prática da justiça.
As misericórdias prometidas aos aliançados é segura, e operarão de acordo com as condições estabelecidas em relação à necessidade de arrependimento e fé.
A aplicação particular destas misericórdias para santificar os cristãos é segura.
É segura porque é suficiente.
Nada mais do que isto nos salvará, porque a base da salvação repousa na fidelidade de Deus em cumprir a promessa que Ele fez à casa de Davi, a todo aquele que for encontrado nela, por causa da sua fé no descendente, no Filho de Davi que é Cristo. É somente disto que a nossa salvação depende.
Por isso, os que estão de fora da aliança, os filhos de Belial (v. 6,7), são como espinhos que não podem ser tocados, trabalhados pelas mãos de Deus, e esta será a razão de serem queimados para sempre, num fogo eterno que jamais se apagará.

"2Sm 23:1 São estas as últimas palavras de Davi: Palavra de Davi, filho de Jessé, palavra do homem que foi exaltado, do ungido do Deus de Jacó, do mavioso salmista de Israel.
2Sm 23:2 O Espírito do SENHOR fala por meu intermédio, e a sua palavra está na minha língua.
2Sm 23:3 Disse o Deus de Israel, a Rocha de Israel a mim me falou: Aquele que domina com justiça sobre os homens, que domina no temor de Deus,
2Sm 23:4 é como a luz da manhã, quando sai o sol, como manhã sem nuvens, cujo esplendor, depois da chuva, faz brotar da terra a erva.
2Sm 23:5 Não está assim com Deus a minha casa? Pois estabeleceu comigo uma aliança eterna, em tudo bem definida e segura. Não me fará ele prosperar toda a minha salvação e toda a minha esperança?
2Sm 23:6 Porém os filhos de Belial serão todos lançados fora como os espinhos, pois não podem ser tocados com as mãos,
2Sm 23:7 mas qualquer, para os tocar, se armará de ferro e da haste de uma lança; e a fogo serão totalmente queimados no seu lugar."


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Silvio Dutra

Já que não achou seu nome na coca-cola , quer ter ele na minha aliança..??? rsrsrsrs

Danielly Candidaa

A Firmeza da Nossa Aliança com Cristo

No sétimo capítulo de Romanos nós vemos o caráter firme e seguro da nossa aliança com Jesus, e pela qual somos libertados da condenação de uma aliança segundo a lei.
Deus como o Grande Legislador e Juiz de todo o universo, criou o homem e fez com que ele fosse responsável perante Ele segundo a norma da lei moral que ele inscreveu em sua consciência, instalando ali um tribunal que age no próprio homem condenando-o naquilo que é reprovável e aprovando-o naquilo que é louvável.
Mas, segundo a Lei Régia há a exigência da perfeita obediência, conforme foi revelado a Adão, e que a penalidade para qualquer ato de desobediência é a morte, e todo homem responde à referida Lei até hoje.
Posteriormente, nos dias de Abraão, Deus acrescentou novos mandamentos para serem guardados pelas pessoas da descendência do patriarca, com as quais formaria um povo para Si, para se revelar ao mundo através do mesmo, e principalmente para que por este povo nos fosse dado o Messias.
O caráter da obediência completa exigida de toda a humanidade da Lei Régia foi ainda mais detalhado com os mandamentos que foram dados através de Moisés. E desde então, até que viesse o Messias, o modo de agradar a Deus, passava obrigatoriamente pelo cumprimento dos mandamentos da Lei.
E a pena de morte espiritual e eterna para os desobedientes foi mantida porque se afirma na Lei de Moisés que é maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas da Lei, para cumpri-las.
Isto descreve a condição de miséria espiritual e de condenação que paira sobre toda a humanidade, porque todos são pecadores, e não têm em si mesmos a condição e o poder para obedecerem perfeitamente a todos os mandamentos da Lei.
Como poderia então Deus se prover de filhos semelhantes a Cristo?
Se todos estão obrigados à Lei, como poderão ter vida, estando mortos; como poderão ser livres, estando condenados?
Só havia um modo de Deus nos libertar da condenação da Lei e nos dar vida eterna, permanecendo Justo, por não remover ou contrariar a Lei. Isto Ele fez nos considerando como mortos para a Lei, por ter feito com que a morte de Jesus na cruz fosse a nossa própria morte.
Ele visitaria o Seu próprio Filho Unigênito com o castigo que era destinado a nós pecadores. Ele executaria a sentença de morte exigida pela Lei nEle, fazendo com que fosse feito pecado e maldição no nosso lugar.
E assim, a Lei não seria removida, mas nós seríamos resgatados por meio de Cristo de debaixo da sua condenação e maldição.
É basicamente isto que Paulo expõe no sétimo capítulo de Romanos; de modo que toda a argumentação que ele fizera quanto à condição de não se fazer o bem que queremos, e fazer o mal que não queremos, pelo pecado que opera na nossa carne, é sobretudo uma condição que explica sobretudo a condição em que se encontram aqueles que permanecem debaixo da Lei e não da graça do evangelho, a saber as pessoas que não foram regeneradas pelo Espírito Santo.
Elas podem dizer isto, por não terem encontrado a solução que Paulo havia encontrado: "miserável homem que sou". Isto porque não têm a Cristo que é o único que pode nos livrar do corpo desta morte.
E este livramento que se obtém somente por Cristo e em Cristo, não é decorrente do fato de que agora os próprios crentes são perfeitos segundo a Lei, porque sempre haverá resquícios de pecado e de desobediência em sua natureza terrena que ainda carregam neste mundo, mas sim, e exclusivamente pelo fato de que foram resgatados da condenação da Lei por terem morrido para a Lei em Cristo.
Uma Lei não tem autoridade sobre quem já está morto. Assim, os crentes já não são julgados ou condenados por Deus com base na Lei, porque não estão mais debaixo da Lei, quanto ao que se refere ao seu poder de condenação daqueles que pecam contra os seus mandamentos. Eles são julgados agora pela lei da liberdade, respondendo, livres que são, não mais a um Juiz, mas a um Pai de amor, que os corrige e dirige como filhos amados, por causa de Jesus Cristo.
Haverá ainda um grande conflito entre o Espírito e a carne, entre a velha e a nova natureza, em todos os crentes, mas juntamente com Paulo eles podem dizer em uníssono: "Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor." Não serão mais condenados por não serem tão bem sucedidos nesta guerra contra as suas almas, quanto gostariam de ser. Contudo, sabem que são amigos de Deus, que amam a Deus, que odeiam o diabo e o pecado, e que por fim serão transformados à perfeita imagem de Jesus, ainda que isto ocorra somente na glória.
Todavia, esta grande verdade central do evangelho não deve servir de motivo para que abusemos da liberdade que foi conquistada para nós por um preço elevadíssimo de sangue, e não de um sangue qualquer, senão o puro e imaculado sangue do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Preço este que foi pago para que livres do pecado, pudéssemos viver em novidade de vida santificada perante Deus. Afinal, foi para isto que fomos chamados e justificados.
E para vivermos esta vida santa sem a qual não podemos manter nossa comunhão com Deus, necessitamos de poder do alto.
Veja que quando os apóstolos viram todos os sinais que Jesus havia realizado, Sua ressurreição e ascensão, a uma mente carnal pareceria que isto seria o suficiente para que eles saíssem pelo mundo afora dando testemunho das coisas que haviam visto e ouvido.
Todavia, nosso Senhor lhes falou da necessidade de permanecerem em oração, e aguardando em Jerusalém o batismo do Espírito Santo, para que fossem revestidos de poder, pois quem dá e sustenta o testemunho de Cristo em nós é o poder do Espírito Santo.
Por este motivo vemos o apóstolo Paulo dirigindo a Timóteo as seguintes palavras, para o cumprimento adequado do seu ministério:

“Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus.” (2 Tim 2.1)

E a todos os cristãos:

“Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder.” (Ef 6.10)

Vemos assim a nossa necessidade vital de estarmos permanentemente fortalecidos na graça de Jesus, mediante o poder do Espírito Santo que em nós opera.
Muitos pensam erroneamente que quando se fala em batismo do Espírito Santo, revestimento de poder do Espírito, ou enchimento do Espírito, que isto signifique simplesmente receber um poder sobrenatural que operará em nossas vidas independentemente das condições morais e espirituais em que nos encontremos.
Todavia, se examinarmos com mais cuidado não somente o texto bíblico, mas a nossa própria experiência prática em relação a este assunto, verificaremos que é muito mais do que isto o significado do poder da graça e do Espírito Santo atuando em nossas vidas.
Antes de tudo, devemos lembrar que este poder nos é dado para sermos cheios do fruto do Espírito Santo, que tem a ver com as nossas atitudes, com o nosso comportamento, com a transformação progressiva do nosso caráter e coração.
É um poder para nos habilitar a sermos obedientes aos mandamentos de Deus, para aprendermos a ser mansos e humildes de coração, a sustentarmos um bom testemunho de comportamento em nossa vida cristã, de modo a nos tornarmos exemplo para ser seguido por outros.
Trata-se de ser cônjuges exemplares, filhos exemplares, servos exemplares, líderes exemplares, cidadãos exemplares, enfim, sermos achados em todas as áreas de relações humanas como homens e mulheres de Deus, que trazem estampada em suas vidas a imagem de Jesus Cristo, conforme veremos no estudo do oitavo capítulo de Romanos, no qual se afirma que fomos predestinados por Deus para tal propósito.
E nada disto poderá existir sem que haja uma transformação do nosso coração. E por isso necessitamos crucialmente deste poder do alto, porque como o próprio Senhor Jesus afirmou, sem Ele nada podemos fazer, notadamente no que tange às coisas que são celestiais, espirituais, e divinas.
Em cumprimento à promessa que nos fez em relação à Nova Aliança (Jeremias 31.31-35) Deus já nos deu um coração de carne em substituição ao coração insensível de pedra às coisas concernentes ao reino dos céus que tínhamos antes da nossa conversão a Cristo.

Silvio Dutra

O amor é uma aliança,
Ele cura sofrimento ou tristesa,
Manda pra longe todo mal que existe
E permite que juntos dois seres-vivos ultrapassem barreiras

Bruninho Di Mazza

O amor deve ser como a água pura e cristalina
Eis que meu amor por você e igual a uma aliança, pois ele tem começo mas não tem fim

Gilson Catedral

Aliança.
Ela não marca meu dedo.
Estou sempre mudando-a de lugar, p´ra lá e p´ra ca. Principalmente no sol, ou enfiando-a em um bolso (junto com o resto da mão), cobrindo-a, evitando que ela brilhe.
Tudo é motivo para não usa-la. Em casa, bicicleta, rapel (se ainda o fizesse), kart, piscina... É como se eu estivesse sempre testando, para ver se ela ainda sai. Para ter certeza que ela não esta grudada... presa no meu dedo para sempre.

MindEvade

Eu já sofri demais com a distância
(Por nós dois eu aceitei usar uma aliança)
Seu problema eu sei, é só desconfiança
Eu não quero mais viver nessa loucura
(Quer saber porque ainda me procura?)
Porque saudade é com amor que a gente cura!

Nanny Miranda

Uma aliança de ouro no dedo é apenas um simbolismo que muitos não respeitam porque tirá-la é fácil demais. O maior compromisso que possuímos é quando levamos a pessoa amada para dentro de nosso coração, fortalecendo assim o compromisso com ela, oferecendo o amor necessário para uma grande e eterna felicidade.

Jader Amadi

A aliança significa um amor contínuo. É um círculo sem começo e sem fim.
A aliança é como eu, ama você desde sempre. Um amor sem fim...

Márcia Paula Vaz

Confiança é um passo de aliança. O qual o pai defende, a mãe cria e a esperança vem dos laços de uma criança.

Anderson Carmona Domingues de Oliveira

No livro de Jó, o homem sábio disse: “Fiz aliança com meus olhos” (Jó 31.1). Era como se dissesse: “Olhem diretamente, não olhem para a direita ou para a direita. Cuidem de seus olhos propensos a vaguear, esses olhos que se movem quase automaticamente e veem coisas que iludem e induzem ao pecado”. “Faça uma aliança com os seus olhos”, declara esse homem. Concorde em não olhar para coisas que tendem a levá-lo ao pecado. Se isso era importante naqueles dias, é muito mais importante em nossos dias, quando temos jornais, cinemas, outdoors, televisão e assim por diante! Se há uma época em que os homens precisam fazer aliança com seus olhos, esta época é agora. Tenham cuidado com o que leem. Certos jornais, livros e diários, se os lerem, eles lhes serão prejudiciais. Vocês devem evitar tudo que lhes prejudica e diminui sua resistência. Não olhem na direção dessas coisas; não queira nada com elas... Na Palavra de Deus, vocês são instruídos a mortificar “os feitos do corpo” e não satisfazer “a carne no tocante às suas concupiscências”. Agradeça a Deus pelo evangelho poderoso. Agradeça a Deus pelo evangelho que nos diz que agora somos seres responsáveis em Cristo e que nos exorta a agir de um modo que glorifica o Salvador. Portanto, “nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências”.

Martyn Lloyd-Jones

Eu não vou colocar uma aliança no seu dedo para dizer aos outros que você é minha, mas para dizer a você que eu sou seu.

Ronnedy Paiva