Aliança de Compromisso

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Uma Aliança atravessa gerações e os seus benefícios sempre a acompanhará

Oséias Arêas

Não te peço nada. Não quero namoro, aliança ou casamento. Eu não te contei, mas também não gosto de rótulos. Não precisa gritar pro mundo que gosta de mim, me adora, ou talvez um dia, que me ama. Sussurra no meu ouvido. Me chame de "Minha" e me beije a boca. Aprendi que 'não há alegria pública que valha uma boa alegria particular'. Não venha morar comigo. Mas apareça num fim de tarde qualquer e fique. Não te peço que venha, mas se vier que seja para ficar. No meu quarto. Na minha casa. Nos meus dias e na minha vida. Só fica [...]

Giselle F.

A Celebração Sobrenatural da Antiga Aliança

O capítulo 24 de Êxodo registra como foi instituída e formalizada a Antiga Aliança, tendo a Moisés por mediador, e tendo como base o sangue de animais aspergido sobre o povo e sobre o livro da aliança. Tal como a Nova Aliança foi instituída e formalizada quando Jesus morreu na cruz e a selou com o Seu próprio sangue.
Deus havia prometido a Abraão ser o Deus da sua descendência, a saber o Deus de Israel, e agora, o povo de Israel declara que seria o povo de Deus, mediante o cumprimento de tudo o que lhe estava sendo ordenado por Ele.
E assim foi selado o pacto, a aliança, entre Deus e Israel, e deste com Deus.
Nenhuma aliança com Deus seria feita, se não fosse pela provisão da graça, tipificada no sacrifício e no sangue que apontavam para o sacrifício de Cristo; pois Deus, santo que é, não pode, em razão da exigência da Sua justiça, fazer aliança com pecadores, mas Ele proveu o meio necessário para isto, que é o sacrifício de Jesus, que satisfez à Sua justiça, por ter Ele morrido no lugar dos pecadores.
É por isso que lemos no Novo Testamento, em Hb 9.18-26, o seguinte:
“Pelo que nem o primeiro pacto foi consagrado sem sangue; porque, havendo Moisés anunciado a todo o povo todos os mandamentos segundo a lei, tomou o sangue dos novilhos e dos bodes, com água, lã purpúrea e hissopo e aspergiu tanto o próprio livro como todo o povo, dizendo: este é o sangue do pacto que Deus ordenou para vós. Semelhantemente aspergiu com sangue também o tabernáculo e todos os vasos do serviço sagrado. E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão. Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes. Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; nem também para se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote de ano em ano entra no santo lugar com sangue alheio; doutra forma, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas agora, na consumação dos séculos, uma vez por todas se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.”.
Quando foi celebrada a Antiga Aliança naquele dia memorável no Sinai, Deus fez daquela, não somente uma ocasião solene, mas também festiva e de alegria, pois convocou à Sua presença Moisés, Arão, Nadabe e Abiú, sacerdotes, filhos de Arão, e setenta anciãos de Israel, sendo que estes contemplaram ao subir o monte, a glória do Senhor somente de longe, e apenas a Moisés foi permitido se aproximar-se do Senhor.
Todos eles viram um como que calçamento de safira que resplandecia como o brilho do céu, sobre o qual se encontravam os pés do Deus de Israel. Eles entenderam que aquele pacto tinha um propósito celestial, e não era apenas para propósitos terrenos, mas para atender ao desígnio do que é divino, espiritual, celestial.
O aspecto da glória celestial não parou por aí, pois tendo o Senhor convocado a Moisés para se dirigir ao cume do monte, ele foi envolvido por uma nuvem que cobriu o Sinai, e a glória de Deus pousou sobre o seu cume, e por sete dias Moisés permaneceu envolvido por aquela nuvem, até que Deus o chamou e ele se dirigiu para o cume do monte, onde havia o aspecto da glória do Senhor como um fogo consumidor que aparecia aos israelitas que estavam no sopé do Sinai.
E Moisés permaneceu na presença de Deus por quarenta dias e quarenta noites recebendo instruções para a construção e serviço do tabernáculo.

Baseado em Êxodo 24

Silvio Dutra

Porque o Profeta Isaías Andou Nu por 3 Anos

Israel estava confiando na aliança política e militar que havia feito com o Egito e com a Etiópia, na esperança de ser livrado da dominação Assíria.
Entretanto para frustrar a esperança deles, Deus ordenou a Isaías que andasse nu por três anos, para revelar aos israelitas o que os assírios fariam aos egípcios em quem eles estavam confiando para serem livrados.
Antes de serem levados em cativeiro pelos assírios, os israelitas veriam a humilhação a que seriam submetidos os egípcios e etíopes, porque seriam desnudados pelos assírios quando fossem levados em cativeiro por eles.
Eles deveriam se converter da idolatria deles e se voltarem para o Senhor para serem livrados, e não confiarem na força dos egípcios e dos etíopes.
Mas de tal maneira estavam desviados do Senhor e com a idolatria arraigada em seus corações, que não teriam como escapar do juízo que já estava determinado contra eles, e que se daria nos dias do rei Oséias de Israel, em 722 a.C., quando o rei Ezequias se encontrava no seu quarto ano de reinado em Judá.

Baseado em Isaias 20

Silvio Dutra

Algumas vezes a aliança permanece por muito tempo,outras vezes,depois que o propósito de Deus é cumprido,a aliança pode naturalmente se desfazer-se.

Sandra de Oliveira

Por mais que os discípulos amassem jesus e o quisessem por perto,era tempo daquela aliança deixar de existir naqueles moldes (jo.16:4-7)

Sandra de Oliveira

Uma Nova Aliança Diferente da Antiga



Devemos ter o devido cuidado ao estudarmos a Bíblia, especialmente o Antigo Testamento, nas partes relativas ao Antigo Pacto, porque ali encontramos muitas figuras de realidades que se cumpriram em Cristo, e muitos preceitos que foram revogados e alterados por Cristo com a instituição da Nova Aliança, que revogou a Antiga, de modo que não pratiquemos na dispensação da graça aquelas coisas e atitudes que eram determinadas e aceitas por Deus no Antigo Pacto, mas que de modo algum podem ser aceitas nesta nova dispensação, em que novas diretrizes foram dadas para substituírem muitas das diretrizes antigas, como por exemplo a lei do olho por olho, dente por dente; o ofício sacerdotal com a apresentação de animais em sacrifício; as guerras santas ordenadas por Deus para extermínio de povos idólatras etc.
A Nova Aliança não é ministério de morte, mas de vida. Isto é, os ministros de Deus estão encarregados de levar a vida de Cristo aos homens, e não a condenação e a morte.
Isto fica agora exclusivamente nas mãos de Deus, e a Igreja de Cristo não é mais a espada de Deus, como Israel foi no mundo antigo para exercer juízos de Deus sobre o mundo de ímpios.
Deus é o Juiz exclusivo do que se refere a tirar ou não a vida de qualquer pessoa, de modo que não deseja nenhuma cooperação da Igreja neste sentido, ao contrário, foi vedado à Igreja na presente dispensação toda e qualquer forma de juízo, e daí Cristo ter determinado que o crente a ninguém deve julgar neste sentido, porque o juízo sobre vida ou morte está agora exclusivamente nas mãos de Deus.
À Igreja cabe pregar o evangelho, e aqueles nos quais Cristo será cheiro de morte para a morte e não aroma de vida para a vida, é assunto que se encontra fora da alçada da Igreja, e que está totalmente nas mãos do Grande e único Juiz.
O dever do qual a Igreja está incumbida é o de levar a mensagem de salvação e se empenhar muito para a salvação de alguns, porque Jesus, na dispensação da graça, se empenha não em condenar os pecadores, mas salvá-los.

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Silvio Dutra

tudo é possível neste mundo, quando a mente e o coração estiverem em aliança e acordo.

Samuel Adriano bamo

"Casamento é mais do que apenas uma aliança no dedo."

friedrich nietzsche disse: Que só existe uma pergunta a ser feita quando se pretende casar: "continuarei a ter prazer em conversar com esta pessoa daqui a 30 anos". Você crê que seria capaz de conversar com prazer com esta pessoa até a sua velhice? Tudo a mais no casamento é transitório, mas as relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar. É na conversa que o nosso verdadeiro corpo se mostra, não em sua nudez anatômica, mas em sua nudez poética. Casamento não é brincadeira, não é conto de fadas e não se resume a um dia de festas. Casamento é uma escolha realizada por duas pessoas, que se amam e estão dispostas a aceitar o compromisso de se cuidar, se amar, se tolerar e respeitar. Não existe magia no casamento, não existe príncipes ou princesas, então não se iluda com essa ideia. Na vida real existem apenas pessoas comuns, com virtudes e defeitos, a procura de alguém que possa aceita-las como são, sem a ilusão de querer encontrar perfeição. Casamento é mais do que apenas uma aliança no dedo, e mais do que apenas um beijo. O casamento tem que estar baseado no amor, sem amor, o casamento não resiste, Amor não é se envolver com a pessoa perfeita, aquela dos nossos sonhos. Não existem pessoas perfeitas. Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos. O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser. Amor é acolher, é se doar, é se entregar de corpo e alma a amada, amor é um sentimento puro que invade o coração e transforma a vida. Não aceita controle, não mede esforços e é incondicional. Cura doenças, perdoa, lava a alma! Faz ver as estrelas em plena luz do dia. Invade os nossos pensamentos e é pura luz.

Edyvan Souza.

A Nova Aliança



Por João Calvino

“Eis aí vêm dias, diz o SENHOR, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá.
Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porquanto eles anularam a minha aliança, não obstante eu os haver desposado, diz o SENHOR.” (Jeremias 31.31,32)

Jeremias prossegue com o mesmo assunto, mas revela mais claramente o quão mais abundante e mais rico o favor de Deus seria para o seu povo do que antigamente, então ele não se limita a prometer a restauração daquela dignidade e grandeza que tinham perdido, mas algo melhor e mais excelente. Por isso, vemos que esta passagem se refere necessariamente ao reino de Cristo, porque sem Cristo nada poderia ou deveria ter sido esperado pelo povo, superior à Lei; porque a Lei; foi uma regra da mais perfeita doutrina. Se, então, Cristo é tirado, é certo que temos que nos apegar à Lei.
Daí concluímos então, que o Profeta prediz o Reino de Cristo; e esta passagem também é citada pelos Apóstolos, como sendo notável e digna de nota (Rom 11.27; Heb 8.8-12; 10.16).
Mas é preciso observar a ordem e a maneira de ensinar aqui apresentada. O Profeta confirma o que eu disse antes, que o que temos vindo considerando era inacreditável para os judeus. Tendo então já falado dos benefícios de Deus, que poderiam ter sido pouco reconhecidos pelos sentidos dos homens, a fim de evitar a falta de fé, ele acrescenta, que o Senhor manifestaria a sua misericórdia para com eles de uma maneira nova e inusitada. Por isso, vemos por que o Profeta acrescentou esta passagem à sua antiga doutrina. Porque ele não tinha falado de uma nova aliança, àqueles homens em condição miserável, aos quais ele procurou inspirar com a esperança da salvação, jamais teriam vacilado; ou melhor, como a maior parte já estava sobrecarregada com desespero, ele nada teria conseguido. Aqui, então, ele vê diante de si um novo pacto, como se ele tivesse dito, que não deve olhar mais longe ou mais alto, nem para medir o benefício de Deus, de que ele havia falado, com o aparecimento do estado de coisas em que tempo, pois Deus faria uma nova aliança.
Ainda, sem nenhuma dúvida ele louva o favor de Deus, que seria manifestado mais tarde na plenitude do tempo. Além disso, devemos ter sempre em mente, que a partir do momento em que o povo voltou ao seu país, a fé dos que haviam abraçado a graça da libertação seria assaltada pelas mais graves provações, pois teria sido melhor para eles continuarem no exílio perpétuo do que serem cruelmente perseguidos por todos os seus vizinhos, e serem expostos a tantos problemas. Se, então, as pessoas tivessem sido somente restauradas a partir de seu exílio na Babilônia, isto seria uma questão de momento; mas convinha que os santos dirigissem a mente a Cristo. E, portanto, vemos que os Profetas, que realizaram o ofício de ensinar após a restauração, focaram sobre este ponto, - para que eles tivessem a esperança de algo melhor do que aquilo que então apareceu, e que eles não ficassem sem esperança, porque viram que não desfrutariam de descanso, e seriam envolvidos em lutas cansativas e graves, em vez de serem libertados da tirania. Nós, na verdade sabemos o que diz Ageu do futuro templo, e o que Zacarias diz, e também Malaquias. E o mesmo foi objeto de nosso Profeta ao falar da nova aliança, mesmo que os fiéis, depois de terem desfrutado de novo seu próprio país, não poderiam clamar contra Deus, porque ele não lhes concedeu a felicidade que ele havia prometido. Esta foi a segunda razão pela qual o Profeta falou da nova aliança.
Tal como antes, agora ele repete as palavras, que viriam os dias, em que Deus faria uma aliança com Israel, bem como com Judá. Porque as dez tribos, como é bem sabido, tinham sido expulsas para o exílio, enquanto o reino de Judá ainda estava de pé. Além disso, quando eles se revoltaram contra a família de Davi, que se tornou como que uma outra nação. Deus de fato não deixou de reconhecê-los como seu povo; mas eles mesmos haviam se alienado o mais longe que podiam da Igreja. Deus então promete que haveria novamente um só corpo, pois ele iria lhes reunir para que pudessem se unir, e não serem como duas casas.
Agora, quanto à nova aliança, ela não é assim chamada, porque seja contrária à primeira aliança; pois Deus nunca é inconsistente consigo mesmo, e uma vez que fizera uma aliança com o seu povo escolhido, não havia mudado o seu propósito, como se ele tivesse esquecido sua fidelidade. Segue-se então, que a primeira aliança era inviolável; além disso, ele já tinha feito sua aliança com Abraão, e a Lei foi uma confirmação daquela aliança. Conforme a Lei dependia da aliança que Deus fez com seu servo Abraão, segue-se que Deus nunca poderia ter feito uma nova, ou seja, uma contrária ou uma aliança diferente.
Porque de onde é que vamos tirar a nossa esperança de salvação, a não ser a partir dessa semente bendita prometida a Abraão? Além disso, por que somos chamados filhos de Abraão, salvo em razão do vínculo comum da fé? Por que dos fiéis é dito estarem reunidos no seio de Abraão? Por que Cristo disse, que alguns virão do oriente e do ocidente, e se sentarão no reino dos céus com Abraão, Isaque e Jacó? (Lucas 16.22; Mateus 8.11). Estas coisas indubitavelmente mostram que Deus nunca fez qualquer outro pacto do que aquele que ele fez anteriormente com Abraão, e finalmente confirmou pela mão de Moisés. Este assunto pode ser mais bem tratada; mas é o suficiente mostrar brevemente, que a primeira aliança que Deus fez é perpétua.
Vejamos agora por que ele promete ao povo uma nova aliança. Isto sendo novo, sem dúvida refere-se ao que eles chamam a forma; e a forma ou maneira, não diz respeito apenas a palavras, mas em primeiro lugar Cristo, então a graça do Espírito Santo, e toda a forma externa de ensino. Mas a substância permanece a mesma. Por substância entendo a doutrina; porque Deus no Evangelho traz nada além do que a Lei contém. Por isso, vemos que Deus tem falado desde o início, que ele não mudou, não, nem uma sílaba, no que diz respeito à substância da doutrina. Porque ele tem incluído na Lei a regra de uma vida perfeita, e tem também mostrado o que é o caminho da salvação, e por tipos e figuras levou o povo a Cristo, de modo que a remissão do pecado foi claramente manifestada e, em qualquer condição é necessário ser conhecida.
Como então Deus não acrescentou nada à Lei quanto à substância da doutrina, devemos chegar, como eu já disse, à forma, enquanto Cristo ainda não tivesse se manifestado: Deus fez uma nova aliança, quando cumpriu por meio de seu Filho tudo aquilo que se encontrava prefigurado sob a Lei. Porque os sacrifícios não poderiam de si mesmos apaziguar a Deus, como é bem conhecido, e tudo o que a Lei ensinou a respeito da expiação seria inútil e sem importância. A nova aliança, então, foi feita quando Cristo apareceu com a água e o sangue, e realmente cumpriu o que Deus tinha exibido em tipos, de modo que os fiéis possam experimentar a salvação. Mas a vinda de Cristo não teria sido suficiente, se a regeneração pelo Espírito Santo não fosse adicionada. Foi, então, em alguns aspectos, uma coisa nova, em que Deus regenerou os fiéis pelo seu Espírito, para que ela não se tornasse apenas uma doutrina tão ao pé da letra, mas também eficaz, que não só atinge o ouvido, mas penetra no coração, e realmente nos faz aptos para o serviço de Deus. O modo exterior de ensino também era novo, já que é evidente a todos; porque quando se compara a Lei com o Evangelho, vemos que Deus nos fala agora abertamente, como se fosse cara a cara, e não sob um véu, como Paulo nos ensina, quando se fala de Moisés, que colocou um véu quando ele saiu para abordar as pessoas em nome de Deus (2 Cor 3.13). Não é assim, diz Paulo, sob o Evangelho, senão que o véu é removido, e Deus, na face de Cristo se apresenta para ser visto por nós. Esta, então, é a razão pela qual o Profeta chama-lhe uma nova aliança, como será mostrado mais largamente; porque eu toco somente em coisas que não podem ser tratadas à parte, para que todo o contexto do Profeta possa ser melhor compreendido. Vamos então prosseguir agora com as palavras do texto.
Ele diz que o pacto que ele vai fazer não será como ele tinha feito com seus pais. Aqui ele distingue claramente a nova aliança da Lei. O contraste deve set tido em mente; porque nenhum dos judeus achava possível que Deus gostaria de acrescentar algo melhor à Lei. Porque embora eles considerassem a Lei quase como nada, sabemos que os hipócritas fingiam com grande ardor de zelo que eles eram muito devotados à Lei, os quais pensavam que o céu e a terra poderiam ser mais cedo misturados, do que qualquer mudança ser feita na Lei; e, ao mesmo tempo eles realizaram mais tenazmente o que Deus tinha instituído apenas por um tempo. Era, portanto, necessário que a Lei devesse ser aqui contrastada com a nova aliança, para que os judeus pudessem saber que o favor reservado para eles seria muito mais excelente do que o que tinha sido anteriormente manifestado aos pais. Esta, então, é a razão pela qual ele diz, não de acordo com o pacto, etc
Em seguida, acrescenta, que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão etc. Aqui, ele mostra que eles nunca poderiam ter uma firme esperança de salvação, a não ser que Deus fizesse uma nova aliança. Tal era o seu orgulho, que dificilmente teriam recebido o favor de Deus, se não tivessem sido convencidos desta verdade, porque esta teria estado sempre em sua boca, "Deus não se mostrou um pai para seu povo quando ele os remiu? Não foi porventura um testemunho de seu favor paternal? Não tem ele elevado a condição da Igreja, que ele projetou para ser perpétua?" Eles teriam, portanto, rejeitado o favor de Deus, não tivesse o Profeta declarado abertamente que a Lei tinha sido e ainda seria inútil para eles, e que havia portanto, uma necessidade de um novo pacto, caso contrário, eles deveriam ter perecido.
Percebemos agora o desígnio do Profeta; e isso deve ser cuidadosamente observado; por isso não seria o suficiente saber o que o Profeta diz, exceto que nós também saibamos por que ele diz isso ou aquilo. O sentido, então, é que isto não deveria parecer estranho, a saber, que Deus faria uma nova aliança, porque a primeira tinha sido inútil e de nada valeu. Em seguida, ele confirma isso, porque Deus fez a primeira aliança quando ele estendeu a sua mão ao seu antigo povo, e tornou-se seu libertador; e ainda assim eles invalidaram aquele pacto. A circunstância quanto ao tempo deveria ser notada, para que a memória de um benefício recente fosse um motivo mais forte para a obediência. Porque quão grande seria a ingratidão para aqueles que tinham sido livrados pelo maravilhoso poder de Deus, rejeitar o seu pacto, numa ocasião em que havia sido antecipado pela misericórdia divina? Como eles tinham invalidado mesmo naquela época a aliança de Deus, isto pode com certeza ser concluído, que não houve tempo em que não haviam manifestado sua impiedade, e não tinham sido violadores do pacto.
Ele acrescenta, “não obstante eu os haver desposado”. Embora alguns limitem o verbo בעלתי Bolti, ao governo exercido por um marido, e isso não seria inadequado, como Deus não somente governou sobre o seu povo, mas era também o seu marido, uma similitude que é frequentemente utilizada; ainda não sei se esse ponto de vista pode ser satisfatoriamente sustentado, que deve, portanto, estar conformado à verdade geral, que Deus tinha o povo sob sua própria autoridade, como se ele tivesse dito, que ele somente usou seu próprio direito em governar sobre eles e lhes prescreveu a maneira pela qual eles deveriam viver. Ao mesmo tempo, a palavra aliança, era mais honrosa para o povo. Porque quando um rei ordena qualquer coisa sobre o seu povo, isto é chamado um decreto; mas Deus lida com o seu próprio povo mais amavelmente, pois ele desce e aparece no meio deles, para que possa unir-se ao seu povo, como ele liga as pessoas a si mesmo. Por isso, vemos, em suma, por que Deus diz que ele governou sobre o povo, mesmo porque ele os havia comprado para si mesmo, e ele ainda não tinha apreciado seu próprio direito por conta da disposição indomável e perversa do povo.
Deveria, ao mesmo tempo ser observado, que a culpa é aqui lançada sobre o povo, que a Lei era fraca e não suficientemente válida, como vemos Paulo nos ensinar em Romanos 7.12. Pois assim que a fraqueza da Lei é falada, a maior parte lança mão de algo que consideram errado na Lei, e, portanto, a Lei é considerada desprezível; por isso o Profeta diz aqui que eles invalidaram a aliança de Deus, como se ele tivesse dito, que a culpa não era para ser buscada na Lei para que houvesse necessidade de uma nova aliança, pois a Lei foi abundantemente suficiente, mas a culpa era da leviandade e da infidelidade do povo. Agora, então, vemos que nada detrata a Lei quando se diz ser fraca e ineficaz; pois isto é uma falha acidental derivada de homens que não respeitam nem mantêm a sua fé empenhada. Há ainda mais coisas a serem ditas; mas agora, como já disse, tocamos brevemente nas palavras do Profeta.

Traduzido e adaptado por Silvio Dutra.


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Calvino

O casamento faz com que os casais coloquem seus corações em uma aliança que não tem início e nem fim.

KELVIN COSTA ALVES

A Firmeza da Nossa Aliança com Cristo

No sétimo capítulo de Romanos nós vemos o caráter firme e seguro da nossa aliança com Jesus, e pela qual somos libertados da condenação de uma aliança segundo a lei.
Deus como o Grande Legislador e Juiz de todo o universo, criou o homem e fez com que ele fosse responsável perante Ele segundo a norma da lei moral que ele inscreveu em sua consciência, instalando ali um tribunal que age no próprio homem condenando-o naquilo que é reprovável e aprovando-o naquilo que é louvável.
Mas, segundo a Lei Régia há a exigência da perfeita obediência, conforme foi revelado a Adão, e que a penalidade para qualquer ato de desobediência é a morte, e todo homem responde à referida Lei até hoje.
Posteriormente, nos dias de Abraão, Deus acrescentou novos mandamentos para serem guardados pelas pessoas da descendência do patriarca, com as quais formaria um povo para Si, para se revelar ao mundo através do mesmo, e principalmente para que por este povo nos fosse dado o Messias.
O caráter da obediência completa exigida de toda a humanidade da Lei Régia foi ainda mais detalhado com os mandamentos que foram dados através de Moisés. E desde então, até que viesse o Messias, o modo de agradar a Deus, passava obrigatoriamente pelo cumprimento dos mandamentos da Lei.
E a pena de morte espiritual e eterna para os desobedientes foi mantida porque se afirma na Lei de Moisés que é maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas da Lei, para cumpri-las.
Isto descreve a condição de miséria espiritual e de condenação que paira sobre toda a humanidade, porque todos são pecadores, e não têm em si mesmos a condição e o poder para obedecerem perfeitamente a todos os mandamentos da Lei.
Como poderia então Deus se prover de filhos semelhantes a Cristo?
Se todos estão obrigados à Lei, como poderão ter vida, estando mortos; como poderão ser livres, estando condenados?
Só havia um modo de Deus nos libertar da condenação da Lei e nos dar vida eterna, permanecendo Justo, por não remover ou contrariar a Lei. Isto Ele fez nos considerando como mortos para a Lei, por ter feito com que a morte de Jesus na cruz fosse a nossa própria morte.
Ele visitaria o Seu próprio Filho Unigênito com o castigo que era destinado a nós pecadores. Ele executaria a sentença de morte exigida pela Lei nEle, fazendo com que fosse feito pecado e maldição no nosso lugar.
E assim, a Lei não seria removida, mas nós seríamos resgatados por meio de Cristo de debaixo da sua condenação e maldição.
É basicamente isto que Paulo expõe no sétimo capítulo de Romanos; de modo que toda a argumentação que ele fizera quanto à condição de não se fazer o bem que queremos, e fazer o mal que não queremos, pelo pecado que opera na nossa carne, é sobretudo uma condição que explica sobretudo a condição em que se encontram aqueles que permanecem debaixo da Lei e não da graça do evangelho, a saber as pessoas que não foram regeneradas pelo Espírito Santo.
Elas podem dizer isto, por não terem encontrado a solução que Paulo havia encontrado: "miserável homem que sou". Isto porque não têm a Cristo que é o único que pode nos livrar do corpo desta morte.
E este livramento que se obtém somente por Cristo e em Cristo, não é decorrente do fato de que agora os próprios crentes são perfeitos segundo a Lei, porque sempre haverá resquícios de pecado e de desobediência em sua natureza terrena que ainda carregam neste mundo, mas sim, e exclusivamente pelo fato de que foram resgatados da condenação da Lei por terem morrido para a Lei em Cristo.
Uma Lei não tem autoridade sobre quem já está morto. Assim, os crentes já não são julgados ou condenados por Deus com base na Lei, porque não estão mais debaixo da Lei, quanto ao que se refere ao seu poder de condenação daqueles que pecam contra os seus mandamentos. Eles são julgados agora pela lei da liberdade, respondendo, livres que são, não mais a um Juiz, mas a um Pai de amor, que os corrige e dirige como filhos amados, por causa de Jesus Cristo.
Haverá ainda um grande conflito entre o Espírito e a carne, entre a velha e a nova natureza, em todos os crentes, mas juntamente com Paulo eles podem dizer em uníssono: "Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor." Não serão mais condenados por não serem tão bem sucedidos nesta guerra contra as suas almas, quanto gostariam de ser. Contudo, sabem que são amigos de Deus, que amam a Deus, que odeiam o diabo e o pecado, e que por fim serão transformados à perfeita imagem de Jesus, ainda que isto ocorra somente na glória.
Todavia, esta grande verdade central do evangelho não deve servir de motivo para que abusemos da liberdade que foi conquistada para nós por um preço elevadíssimo de sangue, e não de um sangue qualquer, senão o puro e imaculado sangue do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Preço este que foi pago para que livres do pecado, pudéssemos viver em novidade de vida santificada perante Deus. Afinal, foi para isto que fomos chamados e justificados.
E para vivermos esta vida santa sem a qual não podemos manter nossa comunhão com Deus, necessitamos de poder do alto.
Veja que quando os apóstolos viram todos os sinais que Jesus havia realizado, Sua ressurreição e ascensão, a uma mente carnal pareceria que isto seria o suficiente para que eles saíssem pelo mundo afora dando testemunho das coisas que haviam visto e ouvido.
Todavia, nosso Senhor lhes falou da necessidade de permanecerem em oração, e aguardando em Jerusalém o batismo do Espírito Santo, para que fossem revestidos de poder, pois quem dá e sustenta o testemunho de Cristo em nós é o poder do Espírito Santo.
Por este motivo vemos o apóstolo Paulo dirigindo a Timóteo as seguintes palavras, para o cumprimento adequado do seu ministério:

“Tu, pois, filho meu, fortifica-te na graça que está em Cristo Jesus.” (2 Tim 2.1)

E a todos os cristãos:

“Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder.” (Ef 6.10)

Vemos assim a nossa necessidade vital de estarmos permanentemente fortalecidos na graça de Jesus, mediante o poder do Espírito Santo que em nós opera.
Muitos pensam erroneamente que quando se fala em batismo do Espírito Santo, revestimento de poder do Espírito, ou enchimento do Espírito, que isto signifique simplesmente receber um poder sobrenatural que operará em nossas vidas independentemente das condições morais e espirituais em que nos encontremos.
Todavia, se examinarmos com mais cuidado não somente o texto bíblico, mas a nossa própria experiência prática em relação a este assunto, verificaremos que é muito mais do que isto o significado do poder da graça e do Espírito Santo atuando em nossas vidas.
Antes de tudo, devemos lembrar que este poder nos é dado para sermos cheios do fruto do Espírito Santo, que tem a ver com as nossas atitudes, com o nosso comportamento, com a transformação progressiva do nosso caráter e coração.
É um poder para nos habilitar a sermos obedientes aos mandamentos de Deus, para aprendermos a ser mansos e humildes de coração, a sustentarmos um bom testemunho de comportamento em nossa vida cristã, de modo a nos tornarmos exemplo para ser seguido por outros.
Trata-se de ser cônjuges exemplares, filhos exemplares, servos exemplares, líderes exemplares, cidadãos exemplares, enfim, sermos achados em todas as áreas de relações humanas como homens e mulheres de Deus, que trazem estampada em suas vidas a imagem de Jesus Cristo, conforme veremos no estudo do oitavo capítulo de Romanos, no qual se afirma que fomos predestinados por Deus para tal propósito.
E nada disto poderá existir sem que haja uma transformação do nosso coração. E por isso necessitamos crucialmente deste poder do alto, porque como o próprio Senhor Jesus afirmou, sem Ele nada podemos fazer, notadamente no que tange às coisas que são celestiais, espirituais, e divinas.
Em cumprimento à promessa que nos fez em relação à Nova Aliança (Jeremias 31.31-35) Deus já nos deu um coração de carne em substituição ao coração insensível de pedra às coisas concernentes ao reino dos céus que tínhamos antes da nossa conversão a Cristo.

Silvio Dutra

O amor é uma aliança,
Ele cura sofrimento ou tristesa,
Manda pra longe todo mal que existe
E permite que juntos dois seres-vivos ultrapassem barreiras

Bruninho Di Mazza

Aliança feita do céu...
É expedido um aparte
Estiagem... o céu e a terra secam
Prisão, destruição, morte, chegam em má hora.

Nostradamus

É isso ai, anfíbia que é anfíbia,poe aliança com quatro dias de "namoro"....

Helaine D Ventura

O homem cuja verdadeiramente ama uma mulher, realiza para sempre a aliança da fidelidade.

Thiago Herinch

Qualquer aliança contrária a de Deus leva as obras dos homens à destruição e à ignomínia.

Helgir Girodo

ARCO-IRIS a eterna lembrança da aliança de Deus para os homens.

Júnior João

As mulheres têm um negócio chamado ''melhor amiga'' que é tipo um casamento sem aliança.

PaulaOliveira