AlianÇa

Cerca de 202 frases e pensamentos: AlianÇa

Uma aliança não pode dizer nada, mais o sentimento que sinto por voçê pode dizer tudo.

Douglas Vilas Boas

Acho muito sem classe essa gente que briga, fala que acabou o relacionamento e joga a aliança no chão, na frente da pessoa. É tão simples falar "acabou.", tirar a aliança, entregar na mão da pessoa, dar dois tapinhas e sair andando

Sandrine Faria

- A: E como está o penultimo dedo da sua mão direita?
- B: Está com uma aliança….

Caroline Lourenço

amor
palavra muito usada e bem pouca praticada
Amor é doença...crença
é aliança...esperança
quando me chamas no teu sonho
e me acorda ainda adormecida
me chamando alucinadamente
assim como um mendigo clama pelo pão
tu me convidas pro teu sonho
e nele embalamos numa aventura
troca de declarações são feitas
e tudo se torna loucura
despertamos desse sonho
e nele ainda vivemos

Flávia Rodrigues

Uma Aliança atravessa gerações e os seus benefícios sempre a acompanhará

Oséias Arêas

Não te peço nada. Não quero namoro, aliança ou casamento. Eu não te contei, mas também não gosto de rótulos. Não precisa gritar pro mundo que gosta de mim, me adora, ou talvez um dia, que me ama. Sussurra no meu ouvido. Me chame de "Minha" e me beije a boca. Aprendi que 'não há alegria pública que valha uma boa alegria particular'. Não venha morar comigo. Mas apareça num fim de tarde qualquer e fique. Não te peço que venha, mas se vier que seja para ficar. No meu quarto. Na minha casa. Nos meus dias e na minha vida. Só fica [...]

Giselle F.

A Celebração Sobrenatural da Antiga Aliança

O capítulo 24 de Êxodo registra como foi instituída e formalizada a Antiga Aliança, tendo a Moisés por mediador, e tendo como base o sangue de animais aspergido sobre o povo e sobre o livro da aliança. Tal como a Nova Aliança foi instituída e formalizada quando Jesus morreu na cruz e a selou com o Seu próprio sangue.
Deus havia prometido a Abraão ser o Deus da sua descendência, a saber o Deus de Israel, e agora, o povo de Israel declara que seria o povo de Deus, mediante o cumprimento de tudo o que lhe estava sendo ordenado por Ele.
E assim foi selado o pacto, a aliança, entre Deus e Israel, e deste com Deus.
Nenhuma aliança com Deus seria feita, se não fosse pela provisão da graça, tipificada no sacrifício e no sangue que apontavam para o sacrifício de Cristo; pois Deus, santo que é, não pode, em razão da exigência da Sua justiça, fazer aliança com pecadores, mas Ele proveu o meio necessário para isto, que é o sacrifício de Jesus, que satisfez à Sua justiça, por ter Ele morrido no lugar dos pecadores.
É por isso que lemos no Novo Testamento, em Hb 9.18-26, o seguinte:
“Pelo que nem o primeiro pacto foi consagrado sem sangue; porque, havendo Moisés anunciado a todo o povo todos os mandamentos segundo a lei, tomou o sangue dos novilhos e dos bodes, com água, lã purpúrea e hissopo e aspergiu tanto o próprio livro como todo o povo, dizendo: este é o sangue do pacto que Deus ordenou para vós. Semelhantemente aspergiu com sangue também o tabernáculo e todos os vasos do serviço sagrado. E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão. Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes. Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; nem também para se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote de ano em ano entra no santo lugar com sangue alheio; doutra forma, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas agora, na consumação dos séculos, uma vez por todas se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.”.
Quando foi celebrada a Antiga Aliança naquele dia memorável no Sinai, Deus fez daquela, não somente uma ocasião solene, mas também festiva e de alegria, pois convocou à Sua presença Moisés, Arão, Nadabe e Abiú, sacerdotes, filhos de Arão, e setenta anciãos de Israel, sendo que estes contemplaram ao subir o monte, a glória do Senhor somente de longe, e apenas a Moisés foi permitido se aproximar-se do Senhor.
Todos eles viram um como que calçamento de safira que resplandecia como o brilho do céu, sobre o qual se encontravam os pés do Deus de Israel. Eles entenderam que aquele pacto tinha um propósito celestial, e não era apenas para propósitos terrenos, mas para atender ao desígnio do que é divino, espiritual, celestial.
O aspecto da glória celestial não parou por aí, pois tendo o Senhor convocado a Moisés para se dirigir ao cume do monte, ele foi envolvido por uma nuvem que cobriu o Sinai, e a glória de Deus pousou sobre o seu cume, e por sete dias Moisés permaneceu envolvido por aquela nuvem, até que Deus o chamou e ele se dirigiu para o cume do monte, onde havia o aspecto da glória do Senhor como um fogo consumidor que aparecia aos israelitas que estavam no sopé do Sinai.
E Moisés permaneceu na presença de Deus por quarenta dias e quarenta noites recebendo instruções para a construção e serviço do tabernáculo.

Baseado em Êxodo 24

Silvio Dutra

Porque o Profeta Isaías Andou Nu por 3 Anos

Israel estava confiando na aliança política e militar que havia feito com o Egito e com a Etiópia, na esperança de ser livrado da dominação Assíria.
Entretanto para frustrar a esperança deles, Deus ordenou a Isaías que andasse nu por três anos, para revelar aos israelitas o que os assírios fariam aos egípcios em quem eles estavam confiando para serem livrados.
Antes de serem levados em cativeiro pelos assírios, os israelitas veriam a humilhação a que seriam submetidos os egípcios e etíopes, porque seriam desnudados pelos assírios quando fossem levados em cativeiro por eles.
Eles deveriam se converter da idolatria deles e se voltarem para o Senhor para serem livrados, e não confiarem na força dos egípcios e dos etíopes.
Mas de tal maneira estavam desviados do Senhor e com a idolatria arraigada em seus corações, que não teriam como escapar do juízo que já estava determinado contra eles, e que se daria nos dias do rei Oséias de Israel, em 722 a.C., quando o rei Ezequias se encontrava no seu quarto ano de reinado em Judá.

Baseado em Isaias 20

Silvio Dutra

Algumas vezes a aliança permanece por muito tempo,outras vezes,depois que o propósito de Deus é cumprido,a aliança pode naturalmente se desfazer-se.

Sandra de Oliveira

Por mais que os discípulos amassem jesus e o quisessem por perto,era tempo daquela aliança deixar de existir naqueles moldes (jo.16:4-7)

Sandra de Oliveira

"Não sonho com casamento, nem noivado. São só palavras, aparências. O importante são as alianças reais... e invisíveis."

Daniel Dias

Há Aperfeiçoamento Espiritual Eficaz na Nova Aliança

O oitavo capítulo de Hebreus é um prosseguimento dos argumentos apresentados no capitulo anterior quanto à evidente superioridade da Nova Aliança em relação à Antiga, por causa da excelência e superioridade da mediação de Cristo, conforme havia sido prometido por Deus desde o Antigo Testamento.
A razão de ser da Antiga Aliança era a Nova, porque se afirma que o fim da Lei é Cristo para a justiça de todo aquele que crê.
A Antiga Aliança foi instituída para nos conduzir a Cristo. Para que fôssemos instruídos acerca das coisas relativas ao Cristo prometido, que esmagaria a cabeça da serpente.
Quando a epístola aos Hebreus foi escrita, os sacerdotes de Israel ainda oficiavam no templo de Jerusalém, motivo pelo qual o seu autor afirmou que se Jesus estivesse na terra certamente não estaria no exercício do sumo sacerdócio, porque Ele havia sido rejeitado pelos judeus, especialmente pelos sacerdotes de Israel, em razão do endurecimento deles no pecado, e também porque não havia sido designado como eles, para ser sacerdote segundo a ordem de Arão, conforme eles haviam sido constituídos pela Lei dada a Moisés.
E Jesus não havia sido designado para exercer Seu ofício sumo sacerdotal na terra, mas no céu, porque não é sacerdote de um templo terreno, mas do tabernáculo celestial.
Ele é o rei e sacerdote eterno da graça e da verdade, é o rei de um reino que é sobretudo espiritual e invisível, e não de um ofício temporal que estava destinado por Deus a desaparecer, uma vez tendo sido cumprido o propósito para o qual Ele o havia instituído, até que Cristo viesse, e inaugurasse a aliança prometida desde o velho testamento, e que estava sendo aguardada por sucessivas gerações de pessoas piedosas, especialmente de Israel.
Nunca foi do propósito de Deus manter a Antiga Aliança em vigência para sempre até a volta de Cristo.
Ao contrário, Ele havia falado pela boca dos profetas do Velho Testamento que faria uma Nova Aliança para vigorar no lugar da Antiga, por meio de Jesus Cristo.
Tal promessa é citada em Jeremias 31.31-35; e o autor de Hebreus transcreveu os termos usados pelo profeta nos versos finais do oitavo capítulo de sua epístola, para demonstrar aos cristãos Hebreus que era por causa desta aliança que os seus pecados passados eram inteiramente perdoados e esquecidos por Deus.
Ainda que os judeus tivessem recusado a reconhecer a revogação da Antiga Aliança, o culto deles no templo estava prestes a desaparecer, conforme efetivamente ocorreu em 70 d.C., quando os romanos expulsaram os judeus da Palestina e destruíram o templo, deixando apenas de pé o que conhecemos hoje por Muro das Lamentações.
A destruição do templo, e a expulsão dos judeus comprovaram para todos, que de fato uma Nova Aliança foi inaugurada no lugar da Antiga, conforme prometido desde os profetas.
E assim, este oitavo capítulo começa a descrever quais eram as bases diferentes do sumo-sacerdócio de Cristo da ordem de Melquisedeque, em relação ao sacerdócio dos levitas no Antigo Pacto, que vigorou no período do Antigo Testamento.
E este sumo-sacerdócio do Senhor foi designado pelo Pai, para que os pecados das pessoas que constituiriam o seu povo, fossem efetivamente perdoados, de forma a se dotar todos os aliançados de um novo coração criado e habitado pelo Espírito Santo.
Isto jamais poderia ser feito mediante as bases da Antiga Aliança, ou Lei, como também é chamada, e por isso é declarada a sua fraqueza e inutilidade para o cumprimento deste propósito eterno de Deus, de dar vida eterna por meio da graça e mediante a fé.

Silvio Dutra

Jesus É o Único Mediador na Nova Aliança

De Nosso Senhor Jesus Cristo é afirmado em Hebreus 9.11 que Ele é “sumo-sacerdote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito por mãos”, ou seja, os benefícios eternos para os aliançados já foram consumados por Ele em seu ministério, morte e ressurreição.
Todo o trabalho sacerdotal no Antigo Testamento, devia ser realizado com a contínua apresentação de sacrifícios de animais, porque tal ministério apontava para Aquele grande ministério de Cristo no qual poderia ser consumada toda a vontade de Deus para a libertação dos pecadores das trevas e do diabo.
A remissão dos pecados que o sangue de animais oferecidos em sacrifício no antigo pacto, não podia cobrir, agora é efetivamente realizada pela morte de Jesus no lugar do pecador, primeiro porque Ele se ofereceu por amor ao Pai e aos pecadores, e isto não poderia ser feito por um animal sacrificado; segundo, porque Deus derramou a Sua ira contra o pecado, em Seu próprio Filho Jesus Cristo, como se o estivesse fazendo sobre nós pecadores, e certamente, Deus não derramou qualquer ira justificadora sobre qualquer animal que tivesse sido sacrificado, até mesmo porque não haveria qualquer eficácia nisto, porque nenhum animal poderia ter morrido a nossa morte, e nenhum animal poderia carregar sobre Si a nossa culpa.
E quanto aos sacerdotes do antigo pacto,é preciso ter sempre em vista que há somente um Mediador entre Deus e o pecador, e portanto, nenhum sacerdote terreno, nem mesmo a Igreja são mediadores, porque o trabalho do mediador demandava que carregasse sobre si os pecados de toda a humanidade, que fosse poderoso e capaz para despojar a velha natureza e implantar uma nova natureza naqueles pelos quais faz mediação para que sejam aceitáveis a Deus.
Assim, como tal trabalho poderia ser feito por homens sujeitos ao pecado, num tabernáculo terreno?
Por isso não admira que todos os utensílios do tabernáculo e até mesmo os sacerdotes tivessem sido consagrados com a aspersão de sangue de animais, porque aquele ministério era apenas figura do grande, real e permanente ministério de nosso Senhor Jesus Cristo.
A mediação do velho pacto, que era figura do grande Mediador que haveria de se manifestar na plenitude dos tempos, a ninguém podia livrar da morte espiritual e eterna, porque isto é possível somente de ser realizado pelo único mediador que há entre Deus e os homens, Jesus Cristo que se fez homem para poder libertar o homem do pecado e do poder do diabo.
Daí se afirmar no verso 15 o seguinte:
Heb 9:15 “Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, a fim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna herança aqueles que têm sido chamados.”
A descrição dos utensílios que existiam no tabernáculo terrestre é citada em Hebreus 9, não de maneira a se fazer uma explanação ampla dos serviços que eram realizados no mesmo, mas para ilustrar e comprovar que aquela forma de culto era limitada quanto ao propósito eterno de Deus de realizar uma purificação completa de Seu povo.
Porque isto não poderia ser feito efetivamente pela simples apresentação do sangue de animais como sacrifício, mas que fora estabelecido por Deus para servir de figura do sangue do Cordeiro imaculado que seria oferecido e apresentado no tabernáculo do céu, de uma vez para sempre, para purificar o povo do Senhor dos seus pecados, de maneira que não sejam condenados eternamente por um juízo de destruição relativo à natureza decaída no pecado, ou como é chamada na Bíblia de a carne ou velho homem.
Sem o sacrifício e o sacerdócio de Jesus não poderia haver nenhuma justificação de um único pecador. De modo que houve grande expectativa no céu para que o Senhor Jesus consumasse a Sua obra no Calvário.
Os serviços do tabernáculo terreno na antiga aliança podiam trazer alguma paz de consciência aos que prestavam culto, em razão de terem obedecido as prescrições cerimoniais determinadas por Deus para serem cumpridas quando eles pecassem, mas o trabalho já consumado de nosso Senhor Jesus Cristo é eficaz não somente para gerar uma boa consciência, como também uma nova vida, habilitando os cristãos a viverem e a andarem na verdade, porque é somente nEle que há graça para a realização de tal trabalho.
É no sangue do Senhor, e não com sangue de animais, que somos consagrados para oficiar no serviço do tabernáculo celestial.
Não há portanto, como a Bíblia ensina, possibilidade de salvação em algum outro, ou mesmo depois da nossa morte, porque o juízo de Deus sucede à morte, e não há nenhum outro nome ou ocasião pelos quais importa que sejamos salvos, senão sob o nome de Jesus, e enquanto vivemos neste mundo.
Jesus se ofereceu uma única vez para tirar os pecados de muitos, e voltará uma segunda vez a este mundo para aqueles que O aguardam para a salvação, que será consumada de uma vez por todas com a ressurreição e glorificação daqueles que amam a Sua vinda.

Silvio Dutra

Renovação da Aliança entre Deus e Jacó Gênesis 35

“1 Depois disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel e habita ali; e faze ali um altar ao Deus que te apareceu quando fugias da face de Esaú, teu irmão.
2 Então disse Jacó à sua família, e a todos os que com ele estavam: Lançai fora os deuses estranhos que há no meio de vós, e purificai-vos e mudai as vossas vestes.
3 Levantemo-nos, e subamos a Betel; ali farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia, e que foi comigo no caminho por onde andei.
4 Entregaram, pois, a Jacó todos os deuses estranhos, que tinham nas mãos, e as arrecadas que pendiam das suas orelhas; e Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Siquém.
5 Então partiram; e o terror de Deus sobreveio às cidades que lhes estavam ao redor, de modo que não perseguiram os filhos de Jacó.
6 Assim chegou Jacó à Luz, que está na terra de Canaã (esta é Betel), ele e todo o povo que estava com ele.
7 Edificou ali um altar, e chamou ao lugar El-Betel; porque ali Deus se lhe tinha manifestado quando fugia da face de seu irmão.
8 Morreu Débora, a ama de Rebeca, e foi sepultada ao pé de Betel, debaixo do carvalho, ao qual se chamou Alom-Bacute.
9 Apareceu Deus outra vez a Jacó, quando ele voltou de Padã-Arã, e o abençoou.
10 E disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó; não te chamarás mais Jacó, mas Israel será o teu nome. Chamou-lhe Israel.
11 Disse-lhe mais: Eu sou Deus Todo-Poderoso; frutifica e multiplica-te; uma nação, sim, uma multidão de nações sairá de ti, e reis procederão dos teus lombos;
12 a terra que dei a Abraão e a Isaque, a ti a darei; também à tua descendência depois de ti a darei.
13 E Deus subiu dele, do lugar onde lhe falara.
14 Então Jacó erigiu uma coluna no lugar onde Deus lhe falara, uma coluna de pedra; e sobre ela derramou uma libação e deitou-lhe também azeite;
15 e Jacó chamou Betel ao lugar onde Deus lhe falara.
16 Depois partiram de Betel; e, faltando ainda um trecho pequeno para chegar a Efrata, Raquel começou a sentir dores de parto, e custou-lhe o dar à luz.
17 Quando ela estava nas dores do parto, disse-lhe a parteira: Não temas, pois ainda terás este filho.
18 Então Raquel, ao sair-lhe a alma (porque morreu), chamou ao filho Benôni; mas seu pai chamou-lhe Benjamim.
19 Assim morreu Raquel, e foi sepultada no caminho de Efrata (esta é Bete-Leém).
20 E Jacó erigiu uma coluna sobre a sua sepultura; esta é a coluna da sepultura de Raquel até o dia de hoje.
21 Então partiu Israel, e armou a sua tenda além de Migdal-Eder.
22 Quando Israel habitava naquela terra, foi Rúben e deitou-se com Bila, concubina de seu pai; e Israel o soube. Eram doze os filhos de Jacó:
23 Os filhos de Léia: Rúben o primogênito de Jacó, depois Simeão, Levi, Judá, Issacar e Zebulom;
24 os filhos de Raquel: José e Benjamim;
25 os filhos de Bila, serva de Raquel: Dã e Naftali;
26 os filhos de Zilpa, serva de Léia: Gade e Aser. Estes são os filhos de Jacó, que lhe nasceram em Padã-Arã.
27 Jacó veio a seu pai Isaque, a Manre, a Quiriate-Arba (esta é Hebrom), onde peregrinaram Abraão e Isaque.
28 Foram os dias de Isaque cento e oitenta anos;
29 e, exalando o espírito, morreu e foi congregado ao seu povo, velho e cheio de dias; e Esaú e Jacó, seus filhos, o sepultaram.”

Jacó fugiu de Siquém para Betel, pelo mandado de Deus.
Quando residia em Betel soube da morte de Débora, ama de Rebeca, sua mãe, e é provável que Jacó tenha se dirigido para lá, para o seu sepultamento, pois se diz no verso 9, que tendo vindo de Pada-Arã, outra vez Deus lhe apareceu e o abençoou, e confirmou a mudança do seu nome de Jacó para Isarel, e lhe ordenou que fosse fecundo e se multiplicasse, porque uma nação e multidão de nações procederiam dele, e foi reconfirmada também a promessa de receber, bem como a sua descendência, a terra de Canaã como herança.
Jacó chamou de Betel a este lugar em que Deus lhe falara, e erigiu uma coluna de pedra onde o Senhor lhe falara, e derramou sobre ela uma libação, e a ungiu com óleo.
Tendo partido de Betel para Efrata, que seria conhecida mais tarde por Belém, Raquel deu à luz a Benjamin, antes de chegar àquela cidade, e quando estava próximo da mesma, e veio a morrer por causa do parto. Antes de morrer ela chamou o menino de Benoni, que significa o filho da minha tristeza, mas Jacó o chamou pelo nome de Benjamin, que significa o filho que é a minha mão direita.
Depois de ter se fixado naquela terra, além da torre de Eder, Ruben se deitou com Bila, concubina de Jacó, e isto chegou ao conhecimento do seu pai.
Este capítulo é encerrado com o relato da morte de Isaque, pai de Jacó, aos 180 anos de idade, tendo sido sepultado por Jacó e Esaú.
Quando Jacó havia fugido para Pada-Arã por temer ser morto por Esaú, Deus lhe havia aparecido na visão da escada e lhe prometido que não o desampararia e que o faria voltar àquela terra (28.15), e Jacó havia erigido a pedra que usara como travesseiro como coluna, e havia ungido o seu topo com azeite (28.18), e naquela ocasião Jacó tez um voto a Deus, e disse que a pedra que ele havia erigido por coluna seria a casa de Deus, e que daria ao Senhor o dízimo de tudo quanto lhe fosse concedido.
Ora, mais de vinte anos se haviam passado, e é bem possível que Jacó tivesse esquecido o voto que havia feito, mas o Senhor lhe lembra daquele voto sem se referir a ele diretamente, mas o levando ao local onde fora feito.
Assim o Senhor nos lembra dos deveres negligenciados de um modo ou de outro, através da consciência ou através de providências.
Quando nós fazemos um voto a Deus é melhor não adiar o seu cumprimento (Ec 5.4), entretanto é melhor tarde do que nunca.
Assim Deus não fez Jacó lembrar expressamente do seu voto, mas da sua ocasião, quando fugia de Esaú.
Por isso disse a Jacó que fosse para Betel e ali erigisse um altar ao Deus que lhe havia aparecido quando ele fugia da presença de Esaú (35.1).
Diante desta ordenança solene de preparar um altar para adorar a Deus com sua família, Jacó lembrou da necessidade de santidade na adoração ao Senhor por parte de todos aqueles que estavam com ele, e assim lhes ordenou que se livrassem dos falsos deuses e que se purificassem (35.2). A bondade deve ser precedida pela justiça e pela santidade.
A bondade de Jacó estava permitindo concessões a seus filhos, de modo que eles estavam até mesmo guardando consigo falsos deuses.
Mas, despertado agora pela renovação da aliança do Senhor com ele, e sendo lembrado do seu voto em que disse que o Senhor somente seria o seu Deus, ele toma a iniciativa de juntar a justiça e a santidade à bondade, e teve a coragem necessária para confrontar toda a sua família.
Deus lhe honrou trazendo-lhes o devido temor e respeito por seu pai, e eles o obedeceram.
Não somente trouxe este santo temor aos filhos de Jacó, como também a todos os cananeus que viviam nas cidades vizinhas trouxe o Senhor o que se relata em 35.5: “E, tendo eles partido, o terror de Deus invadiu as cidades que lhes eram circunvizinhas, e não perseguiram aos filhos de Jacó.”
Com isto Jacó pôde chegar a Betel em segurança, pela proteção que lhe fora dada e à sua família pelo Senhor.
Quando nós estivermos a serviço de Deus, nós estaremos debaixo da Sua proteção especial. Deus estará conosco, enquanto nós estivermos com ele; e, se ele é por nós, quem poderá ser contra nós?

Silvio Dutra

Aliança de Deus com a Humanidade Através de Noé (Gênesis 9)

“1 Abençoou Deus a Noé e a seus filhos, e disse-lhes: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra.
2 Terão medo e pavor de vós todo animal da terra, toda ave do céu, tudo o que se move sobre a terra e todos os peixes do mar; nas vossas mãos são entregues.
3 Tudo quanto se move e vive vos servirá de mantimento, bem como a erva verde; tudo vos tenho dado.
4 A carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis.
5 Certamente requererei o vosso sangue, o sangue das vossas vidas; de todo animal o requererei; como também do homem, sim, da mão do irmão de cada um requererei a vida do homem.
6 Quem derramar sangue de homem, pelo homem terá o seu sangue derramado; porque Deus fez o homem à sua imagem.
7 Mas vós frutificai, e multiplicai-vos; povoai abundantemente a terra, e multiplicai-vos nela.
8 Disse também Deus a Noé, e a seus filhos com ele:
9 Eis que eu estabeleço o meu pacto convosco e com a vossa descendência depois de vós,
10 e com todo ser vivente que convosco está: com as aves, com o gado e com todo animal da terra; com todos os que saíram da arca, sim, com todo animal da terra.
11 Sim, estabeleço o meu pacto convosco; não será mais destruída toda a carne pelas águas do dilúvio; e não haverá mais dilúvio, para destruir a terra.
12 E disse Deus: Este é o sinal do pacto que firmo entre mim e vós e todo ser vivente que está convosco, por gerações perpétuas:
13 O meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre mim e a terra.
14 E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, e aparecer o arco nas nuvens,
15 então me lembrarei do meu pacto, que está entre mim e vós e todo ser vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne.
16 O arco estará nas nuvens, e olharei para ele a fim de me lembrar do pacto perpétuo entre Deus e todo ser vivente de toda a carne que está sobre a terra.
17 Disse Deus a Noé ainda: Esse é o sinal do pacto que tenho estabelecido entre mim e toda a carne que está sobre a terra.
18 Ora, os filhos de Noé, que saíram da arca, foram Sem, Cão e Jafé; e Cão é o pai de Canaã.
19 Estes três foram os filhos de Noé; e destes foi povoada toda a terra.
20 E começou Noé a cultivar a terra e plantou uma vinha.
21 Bebeu do vinho, e embriagou-se; e achava-se nu dentro da sua tenda.
22 E Cão, pai de Canaã, viu a nudez de seu pai, e o contou a seus dois irmãos que estavam fora.
23 Então tomaram Sem e Jafé uma capa, e puseram-na sobre os seus ombros, e andando virados para trás, cobriram a nudez de seu pai, tendo os rostos virados, de maneira que não viram a nudez de seu pai.
24 Despertado que foi Noé do seu vinho, soube o que seu filho mais moço lhe fizera;
25 e disse: Maldito seja Canaã; servo dos servos será de seus irmãos.
26 Disse mais: Bendito seja o Senhor, o Deus de Sem; e seja-lhe Canaã por servo.
27 Alargue Deus a Jafé, e habite Jafé nas tendas de Sem; e seja-lhe Canaã por servo.
28 Viveu Noé, depois do dilúvio, trezentos e cinqüenta anos.
29 E foram todos os dias de Noé novecentos e cinqüenta anos; e morreu.”

Deus abençoou a Noé e a seus filhos (v 1), isto é, Ele lhes assegurou de fazer o bem a eles, de protegê-los, de guardá-los em segurança. É exatamente isto que o Senhor faz em relação a todos os crentes que estão em Cristo Jesus.
Os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males (I Pe 3.12).
Vemos este cuidado de Deus para com os justos, isto é, para aqueles que foram justificados pela fé em Seu Filho, e que praticam obras de justiça, dignas de arrependimento, declarado nas palavras de Jesus em Jo 17.11,12:
“Pai santo, guarda-os em teu nome... Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição, para que se cumprisse a Escritura.”
É do mesmo modo que abençoa a todos os que creem em Cristo, que Deus abençoou a Noé e a seus filhos.
Abençoar significa: fazer e trazer o bem a; e a bênção de Deus para os seus filhos é especial, porque inclui o cuidado e proteção a que nos referimos anteriormente.
Assim, tendo Deus feito as prescrições deste capítulo em favor da manutenção da vida, naquele novo mundo que seria reconstruído a partir de Noé e seus filhos, Ele fez uma aliança com eles e com todos os que descenderiam deles, isto é, uma aliança com a humanidade em geral, em todas as gerações, de não mais destruir toda a carne pelas águas do dilúvio; e de que não haveria mais dilúvio, para destruir a terra.
Esta promessa significa em síntese, que haveria um grande aumento da população mundial, pelo desígnio de Deus; e que embora o mundo não seja um paraíso, no entanto, é ainda melhor do que nós merecemos.
Abençoado seja Deus, pois não é o inferno.
A aliança feita pelo Senhor para com os que habitam na terra, garante que por mais que se multiplique a iniquidade, a terra não seja como é o inferno.
Embora a morte não devesse reinar, o Senhor ainda seria conhecido pelos Seus julgamentos, contudo a terra nunca deveria ser novamente despovoada como foi no dilúvio, mas seria cheia tanto de homens quanto de animais (At 17.24-26).
Provavelmente depois de ter construído uma casa para si e sua família, Noé plantou uma vinha, e talvez fosse este o seu ofício, antes de ter que paralisá-lo para se dedicar à construção da arca, como um carpinteiro.
Assim, depois do dilúvio, ele retornou às suas atividades normais e rotineiras, e não viveria de modo nenhum uma vida inativa, pois estava bem inteirado por Deus que a Sua bênção está associada ao trabalho para o qual se está vocacionado por Ele segundo os dons e talentos dele recebidos (I Cor 7.24).
Noé expôs o descuidado e não vigilante Cão, seu filho, a pecar, pois quando o viu nu e embriagado no interior da tenda, zombou do seu pai junto aos seus irmãos Sem e Jafé, que na ocasião agiram corretamente, guardando-se de não praticarem o mesmo pecado, e tomaram a iniciativa de cobrir a nudez do pai, para que não ficasse exposto à vergonha, e o fizeram com tal reverência, que tomaram uma capa e a colocaram sobre seus próprios ombros e andaram de costas, desviando o rosto, de modo a não verem a nudez do pai.
O que fez Deus através de Noé, depois que este despertou e se recuperou do seu vinho, e soube o que havia feito o seu filho mais moço?
Proferiu uma maldição sobre Canaã, um dos filhos de Cão, sujeitando-o à servidão de Sem e Jafé.
Os filhos de Cão foram Cuxe, Misraim, Pute e Canaã (10.6).
De Misraim descenderiam os egípcios, e todos sabemos o que sucedeu aos cananeus, descendentes de Canaã, que foram habitar exatamente na terra que Deus prometeu aos descendentes de Abraão, descendente de Sem, dando-se assim cumprimento à maldição proferida por Noé, quando foram de lá expulsos ou sujeitados a trabalhos forçados pelos israelitas, quando a terra foi conquistada nos dias de Josué.
Agora, o pecado do próprio Noé nos ensina que quando a Bíblia diz que ele era justo e íntegro entre os seus contemporâneos (Gên 6.9) isto se refere à sua sinceridade diante de Deus e não a uma perfeição sem pecado.
No maior dos santos sempre se achará alguma falta.
Ninguém pode ser perfeitamente sem pecado neste mundo, porque o pecado é algo ligado à natureza terrena, e deve ser continuamente mortificado, pois de outro modo sempre prevalecerá.
Todos aqueles que têm tido a resolução de vigiar, e que pela graça de Deus têm mantido a sua integridade em meio às tentações, às vezes, por descuido e negligência da graça de Deus, são surpreendidos em pecado, mesmo depois de ter cessado o tempo da sua provação, e de tudo terem vencido com o auxílio da graça de Cristo.
Por isso se ordena aos cristãos que estejam sempre vigilantes e vestidos da armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau, e, depois de terem vencido tudo, permanecerem inabaláveis (Ef 6.13). E para isto, “orando em todo tempo no Espírito”, vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos (Ef 6.18).
Um aspecto importante a destacar na maldição de Canaã por causa do pecado de Cão, seu pai, é que ela se cumpriu somente cerca de oitocentos anos depois de ter sido proferida, quando os israelitas conquistaram a terra de Canaã.
O povo de Canaã foi amaldiçoado porque era tão ímpio quanto foram os seus ancestrais.
Deus jamais proferiria aquela maldição sobre um povo piedoso.
Cabe destacar que há uma precisão maravilhosa na profecia de Noé em relação a seus filhos, como não poderia deixar de ser, pois foram proferidas pelo próprio Deus. Em Gên 9.27 lemos:
“Engrandeça Deus a Jafé, e habite ele nas tendas de Sem; e Canaã lhe seja servo.”
Esta profecia se aplica especialmente aos gregos e romanos que eram descendentes de Jafé.
As nações orientais são particularmente descendentes de Sem, e daí serem chamadas de semitas.
As nações ocidentais, particularmente da Europa, e Ásia, de Jafé.
Esta profecia aponta maravilhosamente para a conversão dos gentios (jafetistas) através da salvação que viria a partir dos judeus (semitas), e daí se dizer que eles habitariam nas tendas de Sem.
As tendas de Sem foram depositárias da revelação de Deus desde os dias de Abraão até os dias de Jesus e dos apóstolos, e foi nestas tendas que os gentios acharam a salvação.
Jafé seria engrandecido, e isto indica domínio e prosperidade material, como de fato foi o caso dos gregos e dos romanos que habitaram nas tendas de Sem, também sendo os dominadores dos judeus, que foram tributários deles.
Mas não é esta a verdadeira e duradoura bênção, e por isso a bênção de Jafé não é tanto a de ser engrandecido por Deus para exercer domínio, mas a de estar unido como gentio aos judeus, pelo evangelho de Cristo, no qual é derrubada a barreira de separação que havia entre ambos (Ef 2.14,15).
E, mais maravilhoso ainda é o fato de que aqueles que viriam a se abrigar nas tendas de Sem seriam verdadeiramente grandes no sentido de que seriam mais numerosos como povo de Deus do que os próprios judeus, porque não padece dúvida que ao longo de toda a história da igreja, ela tem sido composta em muito maior parte por gentios do que por judeus.
Jafé seria aumentado por Deus, mas o sacerdócio seria dado a Sem, porque Deus decidiu e escolheu habitar nas tendas de Sem. Seria pela descendência de Sem que traria ao mundo Aquele que esmaga a cabeça da serpente.
Será no Monte Sião, em Jerusalém, que Jesus estabelecerá a sede do Seu governo sobre a terra no milênio, e será também na mesma posição ocupada atualmente por Jerusalém, que a Nova Jerusalém descerá sobre a nova terra que Deus criará depois do milênio.
Assim, é na tenda de Sem que Jafé habitará. Isto não é maravilhoso?
É interessante observar que a profecia deixa Canaã, um dos filhos de Cão, totalmente descartado desta habitação nas tendas de Sem, que foi concedida a Jafé.
Dele se diz apenas que seria servo tanto de Sem quanto de Jafé.
De fato, os cananeus foram praticamente exterminados da face da terra porque eles não tinham parte no Senhor. Por isso se diz que bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor.
Por isso estaremos mais contentes se nós tivermos Deus habitando em nossas tendas, do que possuir todo o ouro e toda a prata do mundo. É melhor morar em tendas com Deus do que em palácios sem Ele.

Silvio Dutra

Casei-me com uma mulher que me jurou fidelidade e descobri que a sua aliança era primeiro com meu coração.

Helgir Girodo

A cruz é o simbolo da nova aliança. Alguns tem pavor da cruz, pois pelo que parece, ela é uma exaltação da morte de quem não está morto; mas e se for? Os costumes cristãos com crucifixos e imagens da cruz apareceram por volta do ano 370 D . C, justamente em memória da ascensão do Rei Jesus. Independente da presença de Cristo na cruz, ela sempre será um troféu para qualquer cristão. A cruz vazia representa o resplendor do Messias, mas a cruz preenchida representa a maior expressão de amor que a humanidade já viu.

Tiago Belinha

O que vc acha de aliança? Uma forma de ter confiança ou uma forma de demostrar que ama, etc...‎ Bruna Stefani

Acho que as pessoas que pensaram
Sobre os costumes matrimoniais
Eram pessoas com uma capacidade racional
Que nos tempos atuais, não existe mais

Hoje em dia aliança
Em casais de verdade
Serve para afastar outras pessoas
Mantendo a fidelidade

Quando colocamos condições
Para o uso da aliança
Seja ela, prova de amor
Estamos demonstrando desconfiança

A aliança não passa de um recado
Para ser mostrado socialmente
Que queremos só uma pessoa
De preferencia, eternamente

Claro que o mundo
Esta bagunçado
Mas tudo no mundo depende
Do valor por ti dado...

Alex Veloso

A verdadeira aliança conjugal é aquela que Deus
abençoa o acordo feito dentro da Sua palavra.

Helgir Girodo

Ninguém faz aliança com fracos

Wilton Júnior Psicólogo