AlianÇa

Cerca de 173 frases e pensamentos: AlianÇa

Já se passou dois anos que tirei a aliança de casado. Acreditem, até hoje, existe a marca desta aliança. Aliança não deixa sinal e sim marca.

Elaino Garcia

dei te tanta importancia que até vendia a minha casa so pra te dar uma aliança

otdgr

Se seu casamento foi construído à base de uma aliança carnal, baseada na fornicação, se não houver arrependimento na aliança cristã, seus filhos sofrerão também a penalidade desta união.

Helgir Girodo

Morreste minha morte
viverei Tua vida
pois o Teu sangue
é o sangue da
nova aliança
que sela hoje minha
união contigo
para sempre!

Angela Natel

Aliança é um sim que damos a Jesus pelo seu imenso amor por nós.

Maria

Aliança.
Ela não marca meu dedo.
Estou sempre mudando-a de lugar, p´ra lá e p´ra ca. Principalmente no sol, ou enfiando-a em um bolso (junto com o resto da mão), cobrindo-a, evitando que ela brilhe.
Tudo é motivo para não usa-la. Em casa, bicicleta, rapel (se ainda o fizesse), kart, piscina... É como se eu estivesse sempre testando, para ver se ela ainda sai. Para ter certeza que ela não esta grudada... presa no meu dedo para sempre.

MindEvade

Malandro é o Sonic
que não pode ver aliança
sai logo correndo

Cleibe Roger Chivas

Joia Rara, Diamante Negro, Presente Divino, Razão de uma Aliança Conquistada por um Desejo, Nasça Com Virtude Venha com Fé Com vida, Viva minha Alegria, Siga meus passos, Trilhe seu caminho mais Nunca se esqueça que a Estrada Certa é sempre meu colo, Um apego meigo e assim minha Conquista Eterna sonhará com você em uma realidade paterna

vanderleyBorrer

É Irrevogável e Indissolúvel Porque é Eterna

Deus fez uma aliança eterna com os cristãos, e prometeu isto desde os dias dos profetas, e o prometeu especialmente a Davi.
Sendo eterna não pode ser anulada.
E como aliança em seu caráter matrimonial onde Ele é o esposo, e a igreja a noiva, o que se requer então dos aliançados é que eles sejam fiéis.
Deus sempre será fiel porque não pode se negar a si mesmo.
Todavia, os cristãos, por causa do resquício de corrupções que remanescem na natureza terrena, são exortados a serem fiéis em tudo durante a sua peregrinação terrena, porque, tal casamento, do Criador com a criatura, requer isto.
Deus continuará amando seus filhos adúlteros, mas os sujeitará à disciplina da aliança.
Ele não os repudiará porque tem prometido manter o compromisso por toda a eternidade.
Diante de tal caráter imutável da promessa que Ele fez, não resta aos aliançados senão a alternativa de serem também fiéis, de modo que se viva de modo agradável Àquele com os quais se aliançaram numa união de amor indissolúvel e eterno.
Ao falar do caráter eterno da Nova Aliança que faria com os crentes por meio da fé em Jesus Cristo, Deus disse que esta consistiria na fiéis misericórdias que havia prometido a Davi.

“Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, que consiste nas fiéis misericórdias prometidas a Davi.” (Isaías 55:3)

Esta promessa de Isaías 55.3 foi confirmada em Atos 13.34.
Davi fizera menção ao caráter eterno desta aliança em suas últimas palavras antes de morrer:

“Não está assim com Deus a minha casa? Pois estabeleceu comigo uma aliança eterna, em tudo bem definida e segura. Não me fará ele prosperar toda a minha salvação e toda a minha esperança?” (II Samuel 23.5)

Silvio Dutra

Uma Promessa Para Você

Por John Piper

“Eu farei com eles uma aliança eterna de não me desviar de fazer-lhes o bem... e me regozijarei em lhes fazer bem” (Jeremias 32:40,41)

Essa é uma das promessas de Deus para onde eu retorno vez após vez quando fico desencorajado (sim, isso acontece com pastores).
Você pode pensar em algum fato mais encorajador do que Deus se regozijar em te fazer bem?
Ele não cumpre a Sua promessa de má vontade (Romanos 8.28).
É a Sua alegria te fazer bem.
E não só às vezes. Sempre! “Eu não me desviarei de fazer-lhes o bem.”
Contudo, às vezes, nossa situação é tão difícil de suportar que não conseguimos gerar nenhuma alegria.
Quando isso acontece comigo, eu tento imitar Abraão:
“Em esperança, ele creu contra a esperança” (Romanos 4.18).
Deus sempre tem sido fiel em manter essa pequena fagulha de fé para mim e, eventualmente (não imediatamente), em soprá-la até se tornar uma chama de alegria e plena confiança.
Oh, como me alegro pelo fato de que a coisa que faz o Deus Todo Poderoso mais feliz é fazer bem a você e a mim!

Descansando na promessa,

Pastor John


Comentário do Pr Silvio Dutra:

Compartilho dessas palavras do Pr John Piper, em minha própria experiência.
Nada do que nos sucede quando consagramos nossas vidas ao Senhor, se encontra fora do Seu controle, de modo que até as mais amargas provações são medidas por Ele, e assim sossegamos sabendo que tudo contribuirá para o bem daqueles que o amam, porque é exatamente a intenção de Deus para com eles.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Veja tudo sobre as Escrituras do Velho Testamento no seguinte link:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Veja tudo sobre as Escrituras do Novo Testamento no seguinte link:
http://livrono.blogspot.com.br/

A Igreja tem testemunhado a redenção de Cristo juntamente com o Espírito Santo nestes 2.000 anos de Cristianismo.
Veja várias mensagens sobre este testemunho nos seguintes links:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/
http://poesiasdoevangelho.blogspot.com.br/

A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
Veja a apresentação destas condições no seguinte link:
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

John Piper

A Arca da Aliança



“Jer 3:13 Tão-somente reconhece a tua iniquidade, reconhece que transgrediste contra o SENHOR, teu Deus, e te prostituíste com os estranhos debaixo de toda árvore frondosa e não deste ouvidos à minha voz, diz o SENHOR.

Jer 3:14 Convertei-vos, ó filhos rebeldes, diz o SENHOR; porque eu sou o vosso esposo e vos tomarei, um de cada cidade e dois de cada família, e vos levarei a Sião.
Jer 3:15 Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência.
Jer 3:16 Sucederá que, quando vos multiplicardes e vos tornardes fecundos na terra, então, diz o SENHOR, nunca mais se exclamará: A arca da Aliança do SENHOR! Ela não lhes virá à mente, não se lembrarão dela nem dela sentirão falta; e não se fará outra.
Jer 3:17 Naquele tempo, chamarão a Jerusalém de Trono do SENHOR; nela se reunirão todas as nações em nome do SENHOR e já não andarão segundo a dureza do seu coração maligno.
Jer 3:18 Naqueles dias, andará a casa de Judá com a casa de Israel, e virão juntas da terra do Norte para a terra que dei em herança a vossos pais.”

A Arca da Aliança que Deus mandou Moisés fabricar e colocar no Santo dos Santos do tabernáculo, a qual continha as tábuas de pedra dos Dez Mandamentos, a vara de Arão que floresceu e um pote com o maná que os israelitas haviam comido no deserto, não deveria ser um objeto de adoração para os israelitas, mas um utensílio sagrado que serviria de lembrança da presença e da aliança do Deus vivo com eles, e da obediência que Lhe deviam quanto aos mandamentos que lhes havia dado; motivo porque ordenou que um exemplar do Pentateuco fosse colocado ao lado da arca.
Mas Israel, em vez de somente venerar a Arca da Aliança, e colocar a sua confiança exclusivamente em Deus, cuja presença era tipificada pela arca, fez justamente o oposto, e assim ela se tornou um objeto de confiança e adoração, e não somente a arca, como o templo no qual ela se encontrava.
Eles achavam que Israel era abençoado pelo fato de ter um templo e uma arca, e sempre diziam: “templo do Senhor, templo do Senhor é este”, como a dizer, ninguém poderá nos molestar enquanto o templo estiver de pé.
Mas suas vidas eram uma verdadeira contradição com a fé que professavam, pois não se via piedade nelas, a verdadeira santidade, senão mera religiosidade. E isto sempre ocorre quando colocamos a nossa fé em algo ou alguém que não seja o próprio Senhor Jesus Cristo.
Mera religiosidade não conduz à vida de piedade, ao contrário nos afasta dela.
Ainda hoje, muitos têm o seu “templo” e a sua “arca” de confiança e adoração. Não confiam em Deus, mas nos muitos objetos religiosos que fazem parte da sua devoção.
Todavia, em nosso texto, Deus diz que quando chegasse o tempo de Jesus vir a este mundo (o que já aconteceu), aqueles de Israel que estivessem unidos a Ele jamais tornariam a dizer: “A Arca da Aliança do Senhor”, e que sequer ela lhes viria à mente, ou seja, o próprio Cristo, Emanuel, Deus conosco, seria a Arca, pois a urna de ouro do passado era um tipo desta Santa presença com os homens neste mundo.
Além disso, Deus prometeu que a lei não estaria mais no interior da Arca, em tábuas de pedra, mas, por estarmos em Jesus, ela seria escrita em nossas mentes e corações, por meio da presença do Espírito Santo, cuja habitação recebemos por causa da nossa fé em Jesus Cristo.


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Veja tudo sobre as Escrituras do Velho Testamento no seguinte link:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Veja tudo sobre as Escrituras do Novo Testamento no seguinte link:
http://livrono.blogspot.com.br/

A Igreja tem testemunhado a redenção de Cristo juntamente com o Espírito Santo nestes 2.000 anos de Cristianismo.
Veja várias mensagens sobre este testemunho nos seguintes links:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/
http://poesiasdoevangelho.blogspot.com.br/

A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
Veja a apresentação destas condições no seguinte link:
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Silvio Dutra

Tenho uma aliança com Deus, sou abençoada, amada, protegida, especial,aceita, vitoriosa e valorizada. Estou aqui para fazer a diferença!

Helenice Augusta da Cunha

Aliança de Justiça e de Paz



Quando Deus tirou a nação de Israel do cativeiro no Egito, por meio de Moisés, foi para que eles entrassem em aliança com Ele, por meio da qual viveriam para obedecer-Lhe e aos Seus mandamentos.
Não é algo muito diferente disto que foi feito por Cristo quando nos retirou do cativeiro nas trevas do pecado, ou seja, para que entrássemos numa Nova Aliança com Deus para viver em obediência à Sua Santa vontade.
Assim, não há meio termo na nossa vocação – nossa chamada por Deus para a salvação – ou o servimos com um coração sincero e inteiramente consagrado à Sua vontade, ou então não podemos participar da Sua natureza divina por meio da fé em Jesus Cristo.
O Senhor chamará e fará entrar numa aliança de justiça e de paz com Ele, somente aqueles que se reconhecerem pecadores e desejarem ter suas vidas santificadas pelo Espírito Santo e pela Sua Palavra revelada na Bíblia.
O Senhor falou da aliança que faria conosco em Jesus Cristo, na dispensação da graça, através dos profetas, e inclusive pelo Rei Davi, conforme podemos ver no 23º capítulo do livro de 2 Samuel, o qual registra as últimas palavras proferidas por ele próximo da sua morte (v. 1 a 7).
As últimas palavras proferidas por Davi são extraordinárias e comprovam que ele havia sido realmente exaltado e ungido por Deus, e foi inspirado pelo Espírito Santo para ser o mavioso salmista de Israel, sendo conhecido em todas as partes do mundo em todos os séculos, pelos Salmos que escreveu debaixo desta inspiração (v. 1).
Ele não tinha o Espírito de Deus apenas no seu coração, guardando comunhão com Ele, mas permitiu que Ele usasse a sua língua, para proferir a Sua Palavra através da Sua boca (v. 2).
Davi regeu a todos que foram colocados debaixo do seu governo pelo Senhor, com o temor de Deus, porque o fizera com justiça (v. 3), tal como faria Neemias, depois dele (Ne 5.15).
Deus mesmo, a quem Davi chama de a Rocha de Israel (v. 3), havia lhe falado que aqueles que governam deste modo, são como a luz da manhã, quando sai o sol, como uma manhã sem nuvens, cujo esplendor, depois da chuva, faz brotar da terra a erva (v. 4).
Assim, é descrito o caráter de todos os justos que reinarão juntamente com Cristo, porque, falando ainda pelo Espírito, Davi aplica estas palavras à sua casa, dizendo: “Pois não é assim a minha casa para com Deus? Porque estabeleceu comigo um pacto eterno, em tudo bem ordenado e seguro; pois não fará ele prosperar toda a minha salvação e todo o meu desejo?”.
Esta certeza da salvação eterna, para todos os que estão na casa de Davi, por sua associação com Cristo, que pertence a esta casa, e é Senhor sobre ela, pois não foi estabelecida pelo homem, mas pelo próprio Deus, é devido ao pacto, que nas palavras do Espírito, pela boca de Davi, é “em tudo bem ordenado e seguro”.
Este é o caráter da aliança da graça, e é por ser uma aliança eterna que ela prosperará e jamais frustrará o desejo de qualquer um que tiver colocado no Senhor a Sua confiança, participando da aliança eterna, que foi prometida a Davi.
Na verdade, não há outra esperança de salvação senão por meio das condições da aliança prometida a Davi. Tanto que aqueles que permanecerem na condição de filhos de Belial, por não estarem assim aliançados com Deus, serão lançados fora, sem uma só exceção, como espinhos, porque não podem ser tocados com as mãos, isto é, não se permitem serem transformados e educados na justiça por Deus.
Por isso, quem os tocar se armará de ferro e da haste de uma lança, e a fogo serão totalmente queimados no seu lugar (v. 6,7).
As pessoas ímpias estão sujeitas não apenas ao braço da justiça dos magistrados terrenos, como também serão sujeitados ao braço forte do juízo eterno do Senhor, que os queimará num fogo eterno, que jamais se apagará.
Os filhos de pais piedosos nem sempre são tão santos e devotados quanto deveriam ser, tal como se deu com o próprio Davi, que a par de todo o seu amor e esforço para santificar os seus filhos, teve entre eles Amnom e Absalão, que eram ímpios.
Isto nos revela que é a corrupção e não a graça, que corre no sangue.
Por isso, a casa de Davi é típica da Igreja de Cristo, que é a casa dEle (Hb 3.3).
Cristo não é fiel a toda a sua casa, na condição de um servo, como fora Moisés em relação a Israel, mas como Senhor e Rei, assim como o fora Davi sobre a sua casa terrena.
O Senhor da casa espiritual de Davi é Cristo, e não o próprio Davi, porque este foi impedido de continuar o seu reinado pela morte, e regia apenas sobre Israel, mas Cristo, que vive e reina para sempre, reina sobre toda a Sua casa, e sobre todos aqueles que lhes foram dados pelo Pai, em todas as nações.
Deus fez uma aliança com a cabeça da Igreja, o Filho de Davi, de que preservará a Ele uma semente sobre a qual as portas do inferno não prevalecerão, ou seja, nunca poderão predominar sobre a Sua casa.
E esta segurança é garantida por Deus e realizada na Rocha segura que é Cristo, que é o autor e consumador da nossa fé e salvação.
Desta forma, é nEle que se cumprem todas as promessas da aliança da graça feita com Davi.
A aliança que Deus fez com um rei terreno apontava para a aliança que Ele fizera antes que houvesse mundo, no céu, com Aquele que reinará para sempre.
Por isso as promessas da aliança eterna são chamadas de fiéis misericórdias prometidas a Davi:
“Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, dando-vos as fiéis misericórdias prometidas a Davi.” (Is 55.3).
É maravilhoso saber que as últimas palavras que Davi falou pelo Espírito, apontaram para esta aliança segura e eterna.
Deus fez uma aliança conosco em Jesus Cristo, e nós aprendemos das Suas palavras pela boca de Davi que é uma aliança perpétua.
Perpétua em si mesma e na forma do seu caráter, manutenção, continuação e confirmação.
Deus diz também pela boca de Davi que é bem ordenada e segura (v. 5).
Esta aliança está bem ordenada por Deus em todas as coisas que dizem respeito a ela.
Esta ordenação perfeita trabalhará em meio às imperfeições dos cristãos e os aperfeiçoará progressivamente, para a glória de Deus, de modo que se a obra não for completada na terra, ela o será no céu.
E para isso a aliança possui um Mediador e um Consolador para promover a santidade e o conforto dos cristãos. Está ordenado também QUE TODA TRANSGRESSÃO NA ALIANÇA NÃO LANÇARÁ FORA A QUALQUER DOS ALIANÇADOS.
Por isso Jesus afirma que não lançará fora de modo nenhum, a qualquer que vier a Ele.
Assim, a segurança da salvação não é colocada nas mãos dos cristãos, mas nas mãos do Mediador.
E se diz que a aliança é segura, porque está assim bem ordenada por Deus.
Ela foi planejada de tal modo a poder conduzir pecadores ao céu.
Ela está tão bem estruturada, que qualquer um deles pode ter a certeza de que estará sendo aperfeiçoado na terra e a conclusão desta obra de aperfeiçoamento será concluída no céu.
Uma das razões para que o aperfeiçoamento não seja concluído na terra, é para que se saiba que a aliança é de fato para pecadores, e não para quem se considera perfeitamente justo.
Ainda que todos os aliançados sejam chamados agora a se empenharem na prática da justiça.
As misericórdias prometidas aos aliançados é segura, e operarão de acordo com as condições estabelecidas em relação à necessidade de arrependimento e fé.
A aplicação particular destas misericórdias para santificar os cristãos é segura.
É segura porque é suficiente.
Nada mais do que isto nos salvará, porque a base da salvação repousa na fidelidade de Deus em cumprir a promessa que Ele fez à casa de Davi, a todo aquele que for encontrado nela, por causa da sua fé no descendente, no Filho de Davi que é Cristo. É somente disto que a nossa salvação depende.
Por isso, os que estão de fora da aliança, os filhos de Belial (v. 6,7), são como espinhos que não podem ser tocados, trabalhados pelas mãos de Deus, e esta será a razão de serem queimados para sempre, num fogo eterno que jamais se apagará.

"2Sm 23:1 São estas as últimas palavras de Davi: Palavra de Davi, filho de Jessé, palavra do homem que foi exaltado, do ungido do Deus de Jacó, do mavioso salmista de Israel.
2Sm 23:2 O Espírito do SENHOR fala por meu intermédio, e a sua palavra está na minha língua.
2Sm 23:3 Disse o Deus de Israel, a Rocha de Israel a mim me falou: Aquele que domina com justiça sobre os homens, que domina no temor de Deus,
2Sm 23:4 é como a luz da manhã, quando sai o sol, como manhã sem nuvens, cujo esplendor, depois da chuva, faz brotar da terra a erva.
2Sm 23:5 Não está assim com Deus a minha casa? Pois estabeleceu comigo uma aliança eterna, em tudo bem definida e segura. Não me fará ele prosperar toda a minha salvação e toda a minha esperança?
2Sm 23:6 Porém os filhos de Belial serão todos lançados fora como os espinhos, pois não podem ser tocados com as mãos,
2Sm 23:7 mas qualquer, para os tocar, se armará de ferro e da haste de uma lança; e a fogo serão totalmente queimados no seu lugar."


xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Veja tudo sobre as Escrituras do Velho Testamento no seguinte link:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Veja tudo sobre as Escrituras do Novo Testamento no seguinte link:
http://livrono.blogspot.com.br/

A Igreja tem testemunhado a redenção de Cristo juntamente com o Espírito Santo nestes 2.000 anos de Cristianismo.
Veja várias mensagens sobre este testemunho nos seguintes links:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/
http://poesiasdoevangelho.blogspot.com.br/

A Bíblia também revela as condições do tempo do fim quando Cristo inaugurará o Seu reino eterno de justiça ao retornar à Terra. Com isto se dará cumprimento ao propósito final relativo à nossa redenção.
Veja a apresentação destas condições no seguinte link:
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Silvio Dutra

Já que não achou seu nome na coca-cola , quer ter ele na minha aliança..??? rsrsrsrs

Danielly Candidaa

Uma Aliança Firmada em Graça



Em Isaías 55 vemos que o evangelho é para os que têm fome e sede de justiça.
A mesa do banquete está pronta e tudo o que de nós se exige é apetite. É tudo de graça.
Por isso o convite da salvação é dirigido a todos os que têm sede para que venham às águas da salvação, e que poderão adquirir (comprar) o vinho espiritual da alegria, e o leite racional que nos alimenta que é a graça de Cristo, que acompanha o evangelho, para sermos alimentados por ela, sem dinheiro e sem preço (Is 55.1).
Diz-se portanto que todo esforço e gasto de dinheiro para obter a salvação é vão, porque a salvação verdadeira que Deus está operando pelo Filho, é completamente gratuita.
A boa comida espiritual, e o tutano divino são achados somente na mesa de Cristo, e não nas mãos dos que fazem da religião ocasião de comércio (Is 55.2).
A mensagem do evangelho deve ser ouvida atentamente, pela voz dos ungidos do Senhor, através dos quais Cristo fala, para que pessoas se convertam a Ele, para entrarem na aliança eterna, que Ele havia prometido como sendo firmes beneficências a Davi (v. 3).
Estas firmes beneficências a Davi são citadas também em passagens do Novo Testamento, como em At 13.34.
“Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá; porque convosco farei uma aliança perpétua, dando-vos as fiéis misericórdias prometidas a Davi.” (Is 55.3).
É maravilhoso saber que as últimas palavras que Davi falou pelo Espírito, apontaram para esta aliança segura e eterna.
Deus fez uma aliança conosco em Jesus Cristo, e nós aprendemos das Suas palavras pela boca de Davi que é uma aliança perpétua.
Perpétua em si mesma e na forma do seu caráter, manutenção, continuação e confirmação. Deus diz também pela boca de Davi que é bem ordenada e segura (v. 5).
Esta aliança está bem ordenada por Deus em todas as coisas que dizem respeito a ela.
Esta ordenação perfeita trabalhará em meio às imperfeições dos cristãos e os aperfeiçoará progressivamente, para a glória de Deus, de modo que se a obra não for completada na terra, ele o será no céu.
E para isso a aliança possui um Mediador e um Consolador para promover a santidade e o conforto dos cristãos.
Está ordenado também QUE TODA TRANSGRESSÃO NA ALIANÇA NÃO LANÇARÁ FORA A QUALQUER DOS ALIANÇADOS.
Por isso Jesus afirma que na lançará fora de modo nenhum, a qualquer que vier a Ele.
Assim, a segurança da salvação não é colocada nas mãos dos cristãos, mas nas mãos do Mediador.
E se diz que a aliança é segura porque está assim bem ordenada por Deus.
Ela foi planejada de tal modo a poder conduzir pecadores ao céu.
Ela está tão bem estruturada que qualquer um deles pode ter a certeza de que estará sendo aperfeiçoado na terra e a conclusão desta obra de aperfeiçoamento será concluída no céu.
E uma das razões para que o aperfeiçoamento não seja concluído na terra, é para que se saiba que a aliança é de fato para pecadores, e não para quem se considera perfeitamente justo, embora todos os aliançados sejam chamados agora a se empenharem na prática da justiça.
As misericórdias prometidas aos aliançados é segura, e operarão de acordo com as condições estabelecidas em relação à necessidade de arrependimento e fé.
A aplicação particular destas misericórdias para santificar os cristãos é segura.
É segura porque é suficiente.
Nada mais do que isto nos salvará, porque a base da salvação repousa na fidelidade de Deus em cumprir a promessa que Ele fez à casa de Davi, a todo aquele que for encontrado nela, por causa da sua fé no descendente, no Filho de Davi que é Cristo.
É somente disto que a nossa salvação depende.
Muitos podem pensar que quando se conclama, na profecia de Isaías, ao ímpio a deixar o seu caminho e o homem maligno os seus pensamentos para se voltar para o Senhor, para achar misericórdia e perdão, porque se diz que Deus é rico em perdoar, que isto não se aplique às pessoas perversas.
No entanto, é um convite a todas as pessoas porque não há quem não peque, e Cristo veio salvar e justificar ímpios (Rom 4.5), de forma que aquele que se julgar justo e bom a seus próprios olhos jamais poderá ser salvo por Cristo, porque Ele salva aqueles que se reconhecem pecadores.
Para esclarecer este ponto, para que ninguém fizesse uma avaliação errada relativa à sua real condição diante de Deus, Ele declarou que os seus pensamentos não são os nossos pensamentos, nem os nossos caminhos os seus caminhos (Is 55.8).
Se nos compararmos com outras pessoas é possível que nos achemos bons e justos.
Mas se contemplarmos os que estão no céu, especialmente ao próprio Deus em sua perfeita santidade e glória, nós veremos quão imperfeitos somos.
E clamaremos tal como Isaías fizera no capítulo sexto, quando viu a santidade e glória com que os serafins louvavam ao Senhor no Seu trono de glória.
Por isso se ordena que olhemos para Cristo para que sejamos salvos, porque somente quando contemplamos a majestade da sua santidade, é que podemos enxergar qual é o nosso real quadro de miséria e de necessidade que temos de sermos salvos por Ele.
Então esta salvação não será achada em nós mesmos. Porque ela nos vem inteiramente destes caminhos e pensamentos elevados de Deus que procedem do céu e não da terra.
É do alto que a graça e o Espírito são derramados, e por isso somos conclamados a olhar para o alto, para Cristo, para o tesouro do céu e não para o que é terreno, quando o assunto se refere à nossa salvação.
Esta salvação vem do alto, mas a Palavra que salva foi revelada por Cristo na terra, e está não apenas na Bíblia, mas junto da nossa boca e coração, para que façamos a confissão da fé no Seu nome e senhorio, para que sejamos salvos.
Deus pôs esta autoridade para nos salvar na Sua Palavra. A palavra do evangelho é a semente que contém a vida eterna.
De maneira que todo o que crê na Palavra da verdade será salvo, porque esta Palavra gerará em seu coração a fé pela qual Deus o salvará. Por isso Ele afirma o que se lê em Is 55.10,11.
Estes que crerem no evangelho e forem salvos sairiam dando testemunho por todas as partes com a alegria e a paz com que seriam guiados pelo Espírito Santo, e por onde passarem anunciando as boas novas, a maldição será transformada em bênção porque se diz que em vez de espinheiros e sarças, cresceriam a faia e a murta que são plantas ornamentais. E isto seria para o Senhor um nome e um sinal eterno que nunca se apagará (v. 12, 13).

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Comentário dos livros do Velho Testamento:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Comentário do Novo Testamento:
http://livrono.blogspot.com.br/

Mensagens:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/

Escatologia (tempo do fim):
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Silvio Dutra

A Nova Aliança Instituída com o Sangue de Cristo

Um dos textos mais citados em toda a história da Igreja, especialmente depois da Reforma, é o que encontramos nos versículos 31 a 34 do capítulo 31 de Jeremias, que se refere à promessa da Nova Aliança.
É importante, para uma interpretação correta de todas as palavras da citada passagem, considerá-la no contexto de toda a mensagem do livro de Jeremias, especialmente à luz da sentença inapelável de que muitos seriam mortos em Judá e o restante do povo seria levado para o cativeiro em Babilônia por causa dos seus pecados.
Então, a promessa da Nova Aliança foi dirigida originalmente às casas de Israel e de Judá, que tinham sido duramente castigadas pelo Senhor, e levadas para o cativeiro, para que tivessem confiança que o remanescente do povo que fosse poupado por Deus, poderia ter a plena confiança de que os antigos pecados e iniquidades que eles haviam praticado, seriam totalmente esquecidos, porque o Senhor tornaria a lhes fazer o bem, nos dias desta Nova Aliança que ainda seria inaugurada.
O Novo Testamento cita esta promessa, especialmente o autor de Hebreus, para afirmar que a condição de se estar aliançado com Cristo, é de perdão total de pecados, por causa do sangue deste novo pacto que foi derramado por Ele justamente para a remissão de pecados de muitos.
A nova aliança que seria feita com Israel e Judá seria estendida também aos gentios, porque a promessa do Messias, do Redentor, que foi dado aos judeus para apartá-los dos seus pecados, alcançaria também os gentios, para que uma vez remidos de seus pecados (perdoados, livrados, justificados) por causa da obra deste Redentor, que tomaria sobre Si mesmo as nossas iniquidades, para que pudéssemos ser livrados da ira de Deus contra o pecado, tal como Ele a havia manifestado contra Israel e Judá, conforme vemos no livro de Jeremias.
E esta Nova Aliança seria firmada para que pudéssemos receber a implantação da Sua Lei em nossas mentes e corações, pela habitação do Espírito Santo, que é Aquele que implanta a Palavra de Deus em nós, de modo que sejamos admitidos como participantes do verdadeiro povo de Deus, que jamais será condenado por Ele, e que habitará com Ele por toda a eternidade.
Então, está claro que a promessa da Nova Aliança não tem em vista nos dar um salvo conduto para continuarmos na prática do pecado, enquanto temos a certeza de que iremos para o céu, por terem sido perdoadas as nossas iniquidades em Cristo, ou seja, vivermos tal como viveram os israelitas do passado, e sobre os quais viera a ira de Deus nos dias de Jeremias.
Evidentemente, não poderia ser este, de modo algum, o significado da promessa da Nova Aliança e dos seus benefícios.
Porque está bastante claro no contexto de Jeremias que Deus não ficou cansado de exigir santidade de Seu povo, por julgar que isto seja algo impossível de ser alcançado, mas nos proveu de um meio eficaz na Nova Aliança, para que possamos alcançar este propósito da nossa santificação, no qual Ele está interessado tão de perto, tanto que o autor de Hebreus não cita simplesmente o perdão das iniquidades e o esquecimento dos pecados dos cristãos por Deus, por causa da Nova Aliança, como também os exorta ao progresso em santificação, dizendo que sem esta evidência ninguém verá o Senhor.
Isto significa que o sangue derramado por Cristo tem o propósito de nos santificar, de modo que possa ser cumprido o desígnio eterno de Deus em relação aos que nele creem.
Esta passagem de Jeremias relativa à Nova Aliança requer uma reflexão especial porque trata de algo realmente inteiramente novo que Deus providenciaria para que aqueles que fossem admitidos por Ele como integrantes do Seu povo pudessem receber um auxílio especial, na pessoa e obra do Messias, do Rei Justo prometido no vigésimo terceiro capítulo deste livro de Jeremias.
“5 Eis que vêm dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi um Renovo justo; e, sendo rei, reinará e procederá sabiamente, executando o juízo e a justiça na terra.
6 Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este é o nome de que será chamado: O SENHOR JUSTIÇA NOSSA.” (Jer 23.5,6).
Nos dias da Antiga Aliança, Deus havia levantado governantes, juízes e reis justos e piedosos para conduzirem o povo, tais como Moisés, Josué, Samuel, Davi, Josafá, Ezequias, Josias, dentre outros, entretanto, nenhum deles poderia garantir que um só israelita vivesse em santidade diante de Deus.
Mas este Rei procederia como um renovo de Davi, um ramo que brotaria do tronco-raiz seco e morto de Jessé, pai de Davi, na plenitude do tempo, depois de Deus ter demonstrado fartamente, que sem a Sua ajuda, e sem que Ele nos fosse dado, Ele não poderia ter um povo que andasse na prática da justiça e da piedade.
E isto foi demonstrado de modo prático durante séculos na vida da nação de Israel, antes que Jesus se manifestasse e inaugurasse a Nova Aliança, que está sendo prometida no trigésimo primeiro capitulo de Jeremias.
Deus teve no antigo pacto pessoas que foram justificadas e andaram na justiça como Moisés e outros, e até mesmo antes deles, outros como Abel, Enoque e Abraão, mas nunca se viu todo o povo de Deus andando nos Seus caminhos, e conhecendo a Sua vontade.
Por isso as bases do pacto puderam ser mudadas, para que não fosse conforme o que fora feito por meio de Moisés, porque o Rei do povo de Deus, que lhes seria dado, seria poderoso para garantir o andar de todos eles na justiça, e fazer com que todos eles também conhecessem a Deus, diferentemente dos judeus nos dias do Antigo Testamento, que em sua grande maioria, apesar de fazerem parte da aliança, de serem do povo Deus, não O conheciam e não andavam em Seus caminhos.
Como o Seu governo é efetivo no coração, na alma, no espírito, e no próprio corpo dos súditos do Seu reino, então não haveria mais necessidade de se promulgar uma lei que ameaçasse com destruição, com seca, com morte pela espada, pela doença, e com cativeiro, a qualquer dos aliançados que viessem a transgredir os mandamentos de Deus, porque eles não seriam lançados fora da aliança, porque seria garantido por este Rei que seria a própria JUSTIÇA deles, que os seus pecados todos e todas as suas iniquidades, fossem perdoados e esquecidos, porque carregaria os pecados e a culpa do Seu povo sobre Si mesmo, quando morresse no lugar deles na cruz.
Por isso se diz que o nome que o Seu povo seria conhecido é o de SENHOR JUSTIÇA NOSSA, porque Ele próprio seria a justiça deles, com a qual estariam justificados de seus pecados diante de Deus.
Deste modo, se afirma que já não há nenhuma condenação, acusação, ou maldição para quem está em Cristo Jesus.
Porque foram resgatados da maldição da Lei por Ele, e também da escravidão ao pecado e ao diabo, e do poder da morte.
Então os cristãos não se encontram debaixo das maldições previstas na Lei de Moisés, porque eram inerentes à Antiga Aliança, mas debaixo de uma Nova Aliança, que substituiu inteiramente a Antiga.
A Justiça deste Rei Justo com a qual somos justificados é a base do Seu reino, ao qual fomos chamados a participar pela misericórdia de Deus, nos associando a Ele, de um modo vital, de modo que se diz que: “sendo Rei, reinará e procederá sabiamente, executando o juízo e a justiça na terra. Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este é o nome de que será chamado: O SENHOR JUSTIÇA NOSSA.”. Então é esta Justiça que é dEle, e não propriamente nossa, que nos salva e nos faz habitar em segurança, conforme a promessa constante da profecia deste texto citado de Jer 23.5b,6.
Esta justificação não pode significar que nos tornamos perfeitamente justos desde que tivemos um encontro pessoal com Cristo, pois que ainda permanecemos sujeitos à ação do pecado e nem se pode dizer de nós, enquanto neste mundo, que chegaremos à plenitude da perfeição das virtudes de Deus.
Ora, isto ocorrerá no porvir. Mas não se declara na Palavra que seremos justificados no porvir, porque a justiça do Rei Justo será implantada progressivamente em nós pela santificação, e também nos aperfeiçoará perfeitamente no porvir, porque isto terá sido possível por causa da justificação que nos foi atribuída de uma vez para sempre desde que passamos a pertencer a Ele, e consequentemente ao Seu reino de justiça.
É por isso que o Senhor afirma que não lança fora a nenhum que vem a Ele, e que a vontade do Pai é que não perca a nenhum dos que lhes foram dados por Ele.
Ora, isto significa sobretudo que enquanto permanecermos nEle, nada poderá nos separar do Seu amor, porque a obra de expiação que fizera em nosso favor, para o perdão do nosso pecado, foi completa, perfeita e segura; assim, como a nossa justificação por estarmos nEle possui também tais características, porque é impossível que Ele possa ser vencido, e Sua vida é eterna e inabalável.
Em Cristo temos sido aperfeiçoados.
Podemos ser ainda imperfeitos, mas seremos perfeitos como Ele é perfeito, se permanecermos firmes na fé e nEle mesmo.
Somos chamados de justos, ainda que imperfeitos, porque estamos nAquele que é perfeitamente Justo.
O capítulo 31 de Jeremias é introduzido pela citação “Naquele tempo”, ou seja, nos dias da Nova Aliança, da dispensação da graça.
E o Senhor diz que na referida época, Ele seria o Deus de todas as famílias de Israel e elas seriam o Seu povo (v. 1), isto, sabemos agora, por causa da promessa de que todo cristão seria um verdadeiro israelita, conhecido e conhecedor de Deus, integrante de Sua família, porque de outro modo, seria impossível o cumprimento de uma tal promessa em que todas as famílias de Israel pudessem ser consideradas integrantes do verdadeiro povo de Deus.
Deus faria isto por causa do Seu grande amor que é eterno, e da Sua benignidade que atrairia aqueles que salvaria pela Sua misericórdia a Si mesmo, e hoje sabemos que Ele o faz, nos atraindo a Jesus Cristo para sermos salvos por Ele (v. 3).
Haveria nestes dias futuros de bênçãos quem gritasse como sentinelas no monte de Efraim, que se subisse ao monte Sião, à presença do Senhor, porque haveria cânticos de alegria, e haveria exultação por causa de Israel, que seria posta como a principal das nações, e o que se proclamaria seria o seguinte: “Salva, Senhor, o teu povo, o resto de Israel.”. Este resto de Israel, é o remanescente fiel deste povo que será salvo por Cristo.
O Senhor havia falado antes somente em destruir, mas agora Ele está falando de uma edificação que ocorreria no futuro.
Já não falaria mais em destruição, mas em edificação, por isso Jesus disse que não veio condenar o mundo, ou julgá-lo, mas salvá-lo, ou seja, na presente dispensação da graça, Ele está sendo inteiramente longânimo para com todos os pecadores, na expectativa de que se arrependam e vivam.
Ele estará convocando, através da Igreja, as pessoas de todos os recantos da terra, para que se arrependam e creiam nEle para que vivam, em vez de destruí-las por causa dos seus pecados.
Então, em face de tal graça e misericórdia, os de Israel, que haviam sido espalhados pelas nações, por causa dos juízos de Deus, tornariam a ser reunidos por Ele em sua própria terra, assim como o pastor ajunta o seu rebanho para guardá-lo.
O pecado e o diabo que eram mais fortes do que Israel e que continuamente o levava a pecar e a se desviar de Deus, seriam vencidos por Jesus, que é mais forte do que ambos, de modo que uma vez sendo amarrados por Ele esses valentes, Israel poderia ser libertado (v. 11).
E então o Senhor passou a proclamar as bênçãos que viriam não somente sobre os judeus, que haviam sido deportados para Babilônia, como também para os israelitas que haviam sido levados em cativeiro pelos assírios, ou seja, para os descendentes deles, especialmente sob o governo de Jesus, quando fossem reunidos a Ele.
Haveria um clamor em Ramá, por causa da matança de meninos de dois anos para baixo em Belém e seus arredores, por ordem do Rei Herodes, que tentaria impedir o cumprimento da promessa de Deus, de dar a Seu povo o Rei que o salvaria dos seus pecados (v. 15, Mt 2.16-18).
Todavia, o propósito eterno de Deus não poderia ser frustrado, e Herodes nada poderia fazer para impedir a chegada a este mundo do Rei dos reis, e Senhor dos senhores, por causa de quem o povo de Deus canta com júbilo e fica radiante com os benefícios do Senhor, em todas as Suas provisões, e também por quem suas vidas se tornam como jardins regados, de modo que nunca mais desfalecerão.
Além disso, por causa da Nova Aliança em Cristo, haverá cântico de júbilo nos altos de Sião, que simbolizam a condição elevada da alma na presença de Deus nas regiões celestiais (v. 12 a).
Jovens e velhos dançariam alegremente quando o Senhor edificasse o Seu povo, e o pranto deles seria transformado em alegria, porque seriam consolados pelo Espírito Santo, e o Senhor lhes daria alegria no lugar da tristeza (v. 13).
Todo o choro pelas tribulações e aflições, especialmente as produzidas pelo Inimigo, deveria ser reprimido, bem como todas as lágrimas dos olhos, porque o Senhor recompensaria o trabalho dos Seu povo, e o livraria da opressão do Inimigo (v. 16).
Os que haviam sido castigados deveriam abandonar as suas queixas, e pedirem ao Senhor para serem restaurados, porque estava preparando uma nova dispensação onde prevaleceria mais a Sua misericórdia do que os Seus juízos (a da graça), e portanto, os que se achavam desviados poderiam regressar a Ele com confiança, porque saciaria toda alma cansada e fartaria toda alma desfalecida (v. 25).
Tudo isto fora dado em sonho a Jeremias (v. 26), para que o Senhor o confirmasse logo depois ao profeta com a promessa relativa à Nova Aliança, na qual se cumpririam todas estas bênçãos que ele vira em sonho.
Deus disse que no passado havia falado em arrancar e derrubar, transtornar, destruir, e afligir, relativamente às casas de Israel e de Judá, como vemos nas Suas ameaças em quase todo o Velho Testamento, mas disse que nos dias que ainda viriam (dispensação da graça), Ele agora vigiaria para edificar e para plantar. (v. 28).
Por isso o apóstolo Paulo diz que a Igreja é a lavoura de Deus, referindo-se a ela como uma plantação, e também como o edifício de Deus, porque o Senhor prometeu plantar e edificar, e não arrancar e destruir o Seu povo nos dias da Nova Aliança.
Nós vemos também o apóstolo se dirigindo à Igreja carnal de Corinto, dizendo que os repreenderia pelos seus pecados, mas que não os destruiria porque o ministério que havia recebido do Senhor era para edificação e não para destruição (II Cor 13.10).
Deus revogaria também o princípio da iniquidade dos pais ser visitada nos filhos até a terceira e quarta geração, conforme previsto na Antiga Aliança, porque na Nova, cada um responderia pelos seus próprios pecados perante Ele (v.29, 30).
E depois de ter feito esta introdução de promessas de bênçãos, revelou ao profeta como elas se cumpririam, a saber: com a entrada em vigor da Nova Aliança no lugar da Antiga, conforme já comentamos anteriormente (v. 31 a 34).
E para ratificar a imutabilidade deste Seu propósito que se cumpriria em Cristo, o Senhor afirmou que se tal promessa pudesse ser revogada, então Israel deixaria também de ser uma nação diante dEle para sempre, porque não há outro modo de existir um povo para Deus, senão na união dos Seus filhos com Jesus Cristo, sendo salvos por Ele, pela justificação da Nova Aliança, com a qual o próprio Abraão havia sido justificado, antes mesmo da Lei, para que se soubesse, que é por tal justificação em Cristo que se tem vida eterna, e não pela Lei de Moisés (v. 35, 36).
Deus não rejeitaria Israel apesar de tudo quanto haviam feito, porque usaria de misericórdia e salvaria o remanescente da referida nação, e não deixaria de fazer isto de modo algum, e por isso afirmou que o faria somente caso alguém pudesse medir os céus e os fundamentos da terra (v. 37).
Assim, os judeus deveriam ter confiança, enquanto estivessem no cativeiro, que o Senhor visava ao bem do Seu povo, e não à Sua destruição, e que deveriam voltar com alegria e com confiança para a sua própria terra, depois que fossem libertados por Ele do cativeiro em Babilônia, porque o Seu propósito para Israel é o de que seja colocado como cabeça das nações na terra para sempre, sem que possa ser jamais derrubado, e isto terá cumprimento por ocasião da volta de Jesus (v. 38 a 40).

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Comentário dos livros do Velho Testamento:
http://livrosbiblia.blogspot.com.br/

Comentário do Novo Testamento:
http://livrono.blogspot.com.br/

Mensagens:
http://retornoevangelho.blogspot.com.br/

Escatologia (tempo do fim):
http://aguardandovj.blogspot.com.br/

Silvio Dutra

No fim do namoro
Desiludido e com dor
O rapaz teve uma ideia brilhante
Fez de sua aliança um abridor.

bruno estevam

Uma Aliança atravessa gerações e os seus benefícios sempre a acompanhará

Oséias Arêas

Não te peço nada. Não quero namoro, aliança ou casamento. Eu não te contei, mas também não gosto de rótulos. Não precisa gritar pro mundo que gosta de mim, me adora, ou talvez um dia, que me ama. Sussurra no meu ouvido. Me chame de "Minha" e me beije a boca. Aprendi que 'não há alegria pública que valha uma boa alegria particular'. Não venha morar comigo. Mas apareça num fim de tarde qualquer e fique. Não te peço que venha, mas se vier que seja para ficar. No meu quarto. Na minha casa. Nos meus dias e na minha vida. Só fica [...]

Giselle F.

A Celebração Sobrenatural da Antiga Aliança

O capítulo 24 de Êxodo registra como foi instituída e formalizada a Antiga Aliança, tendo a Moisés por mediador, e tendo como base o sangue de animais aspergido sobre o povo e sobre o livro da aliança. Tal como a Nova Aliança foi instituída e formalizada quando Jesus morreu na cruz e a selou com o Seu próprio sangue.
Deus havia prometido a Abraão ser o Deus da sua descendência, a saber o Deus de Israel, e agora, o povo de Israel declara que seria o povo de Deus, mediante o cumprimento de tudo o que lhe estava sendo ordenado por Ele.
E assim foi selado o pacto, a aliança, entre Deus e Israel, e deste com Deus.
Nenhuma aliança com Deus seria feita, se não fosse pela provisão da graça, tipificada no sacrifício e no sangue que apontavam para o sacrifício de Cristo; pois Deus, santo que é, não pode, em razão da exigência da Sua justiça, fazer aliança com pecadores, mas Ele proveu o meio necessário para isto, que é o sacrifício de Jesus, que satisfez à Sua justiça, por ter Ele morrido no lugar dos pecadores.
É por isso que lemos no Novo Testamento, em Hb 9.18-26, o seguinte:
“Pelo que nem o primeiro pacto foi consagrado sem sangue; porque, havendo Moisés anunciado a todo o povo todos os mandamentos segundo a lei, tomou o sangue dos novilhos e dos bodes, com água, lã purpúrea e hissopo e aspergiu tanto o próprio livro como todo o povo, dizendo: este é o sangue do pacto que Deus ordenou para vós. Semelhantemente aspergiu com sangue também o tabernáculo e todos os vasos do serviço sagrado. E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão. Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que estão no céu fossem purificadas com tais sacrifícios, mas as próprias coisas celestiais com sacrifícios melhores do que estes. Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; nem também para se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote de ano em ano entra no santo lugar com sangue alheio; doutra forma, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo; mas agora, na consumação dos séculos, uma vez por todas se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo.”.
Quando foi celebrada a Antiga Aliança naquele dia memorável no Sinai, Deus fez daquela, não somente uma ocasião solene, mas também festiva e de alegria, pois convocou à Sua presença Moisés, Arão, Nadabe e Abiú, sacerdotes, filhos de Arão, e setenta anciãos de Israel, sendo que estes contemplaram ao subir o monte, a glória do Senhor somente de longe, e apenas a Moisés foi permitido se aproximar-se do Senhor.
Todos eles viram um como que calçamento de safira que resplandecia como o brilho do céu, sobre o qual se encontravam os pés do Deus de Israel. Eles entenderam que aquele pacto tinha um propósito celestial, e não era apenas para propósitos terrenos, mas para atender ao desígnio do que é divino, espiritual, celestial.
O aspecto da glória celestial não parou por aí, pois tendo o Senhor convocado a Moisés para se dirigir ao cume do monte, ele foi envolvido por uma nuvem que cobriu o Sinai, e a glória de Deus pousou sobre o seu cume, e por sete dias Moisés permaneceu envolvido por aquela nuvem, até que Deus o chamou e ele se dirigiu para o cume do monte, onde havia o aspecto da glória do Senhor como um fogo consumidor que aparecia aos israelitas que estavam no sopé do Sinai.
E Moisés permaneceu na presença de Deus por quarenta dias e quarenta noites recebendo instruções para a construção e serviço do tabernáculo.

Baseado em Êxodo 24

Silvio Dutra