Administração Financeira

Cerca de 150 frases e pensamentos: Administração Financeira

Acho que nos dias de hoje, no que concerne a liderança na administração política por parte de uma mulher, existem dois mundos. Em um deles encontra-se Angela Merkel, no outro, todas as outras mulheres.

Rafael DAngelo

...Muita gente foca alguns itens carimbados por alguns gurus da administração como sendo a meta do sucesso. E esquecem de ver se estas metas estão alinhadas aos seus princípios...

Ricardo Ventura

“O segredo da prosperidade começa com a boa administração de 1 real.”

Juarez de Oliveira

A Honey tem acesso a administração da BL e ela não pode ser considerada uma escrava por ser a vice-presidente da BL. - Brain sobre Honey.

Brainho

A administração de empresas, bem como o administrador são respectivamente, ciência e Cientista O ciêntista descobrem soluções para distúrbios nas ciências naturais, e nós administradores procuramos soluções para distúrbios das ciências sociais

Gustavo Thayllon

O tempo determina qualidade, competência e capacidade na administração do nosso trabalho, uma vez que é o nosso maior patrimônio.

Helgir Girodo

Durante a administração Ciarlini, isto é, em 2 anos e 10 meses de governo, já foram cometidos pelo menos 3152 homicídios, numa média de 3 assassinatos por dia!

Ivenio Hermes

A lei do levar vantagem seja a que preço for.

Acompanhamos e não é de hoje, que na administração pública, muitas vezes nos deparamos com a lei do levar vantagem, sendo que, na maioria das vezes, esta atitude esta atrelada a desmandos e atitudes que nada trazem de bom para a comunidade.
Não é difícil constatar que em muitos casos as medidas e decisões tomadas pelos administradores em alguns assuntos de rotina de uma administração, são na verdade, cheios de artimanhas e visando, não o melhor para aquela situação no momento, mas sim, para seus interesses próprios.
Vemos e presenciamos atos de desmandos, falta de palavra com o que foi afirmado em algum momento, mentiras, enganações, ou seja, nem sempre a coisa funciona do jeito que seria certo e correto.
Nota-se claramente em muitas ocasiões o desmando e a falsidade nas palavras ditas por tais administradores. É a lei da embromação, ou seja, (enrolação mesmo), e assim vão conseguindo através de muitas artimanhas ficarem sempre de bem com todos.
Na verdade, não resolvendo absolutamente nada, enrola-se a pessoa, sempre com boas palavras e argumentos, mas, de concreto não fazem nada. Só fazem e tomam atitudes quando a situação lhes convém, e vão levar vantagem em alguma coisa.
Essa prática e artifício são muito usados por várias pessoas que todos nós conhecemos, não é preciso pensar muito para associarmos essa maneira de agir a alguém que conhecemos, seja em casa ou no trabalho.
Isso muitas vezes denota falta de caráter e honestidade, embora, para a pessoa que age assim é normal tal atitude, mesmo que seja arguida sobre seu modo de ser, não assume tal falha, sempre dando desculpas e fingindo que a coisa não é com ela.
Encontramos pela nossa vida vária destas pessoas, ou seja, um superior ou chefe, um colega de trabalho, um parente, um amigo próximo, um politico em que votamos e depois mostrou seu verdadeiro modo de agir, um funcionário público que nada faz e ainda se acha superior em suas funções,
Entram nessa categoria de “pessoas” os mentirosos e aproveitadores de plantão, que visam sempre alguma coisa que nem sempre é certa e correta. Essas “pessoas” não se importam com o que provocam na vida dos outros, querem se dar bem a qualquer custo, seja por bem ou por mal.
Conhecem alguém assim?
Provavelmente sim não é mesmo!

Marcelo MArtins

Administração da absorvir vem pela integração do vem e vai com vir a ser ao ir te rir

Administration absorvir comes from the integration of comes and goes with come to be the go you laugh

Administración absorvir proviene de la integración de viene y va con llegar a ser el ir te ríes

Eron de Sousa Tavares

Delegado é preso em BH suspeito de cometer crimes contra a administração públicaO delegado é acusado de corrupção ativa, peculato e extorsão. Segundo a Corregedoria da Polícia Civil, ele chegou a soltar traficantes após receber dinheiro


João Henrique do Vale

Publicação: 15/01/2013 16:35Atualização: 15/01/2013 20:03



Já está na Casa de Detenção da Polícia Civil, no Bairro Horto, Região Leste de Belo Horizonte, o delegado João Maurício Penna Lamounier, que foi preso na manhã desta terça-feira no Bairro Cruzeiro, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. O policial chegou a ser levado para a Corregedoria, porém, o advogado não permitiu o depoimento antes de o defensor se inteirar dos fatos. Ele é acusado de corrupção ativa, peculato e extorsão.

O delegado corregedor Luiz Flávio Cortat informou que a prisão aconteceu durante cumprimento de mandado de prisão preventiva contra Lamounier, que é investigado há mais de dois meses. No flat onde homem mora, foi apreendido uma BMW avaliada em R$ 90 mil.

De acordo com Cortat, a corregedoria monitora a ação de todos os delegados. Durante a investigação, foram encontradas irregularidades nas atividades de Lamounier. O delegado, que trabalhava apenas na escala de plantão, extorquia criminosos, como traficantes, estelionatários, e depois os soltava após receber o dinheiro.

A atitude do delegado causou revolta até mesmo em companheiros de corporação. Segundo Cortat, o crime ficou evidenciado depois que policiais civis procuraram a Corregedoria para denunciar os fatos. Vítimas também foram ouvidas e confirmaram a irregularidade.

O sigilo bancário do delegado deverá ser quebrado nos próximos dias. A Corregedoria quer saber se o flat, de R$ 300 mil, e a BMW foram comprados ilegalmente. O inquérito sobre o caso deverá ser finalizado em 10 dias e remetido à Justiça. Um processo administrativo foi aberto e Lamounier pode ser expulso da corporação.

Alvo de polêmica

Em 2011, o delegado João Maurício Penna Lamounier se envolveu em polêmica. Deputados da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) convocaram uma reunião para debater a recusa do policial em atender uma ocorrência encaminhada a ele em 28 de julho daquele, ano no Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional (CIA-BH). Na ocasião, uma mulher vítima de um assalto teve de esperar mais 12 horas para ter o Boletim de Ocorrência aceito pelo policial.

Robson Barbosa de Azevedo

TUA EMPRESA

Não delegue a administração da sua vida a ninguém.
Ela é tua mais preciosa empresa.
Produza como melhor e mais eficiente funcionário.
Plante seus objetivos e boas atitudes.
Colha com sabedoria teus frutos
Mesmo não sendo os tão esperados.
São eles pequenas compensações diárias
que te levará ao sucesso.

Marcos Marques

Resultados ruins vem com uma péssima administração.

Raique Lucas

A prerrogativa mais utilizada pela Administração Pública é o direito à arbitrariedade!

Li Azevedo

Poema da Administração

Administrar é se envolver,
É se encantar com o que faz,
É buscar ideias onde ninguém ousou andar,
É provar que fazer as coisas bem feitas,
Qualquer um, mesmo sem dom, é capaz.

Administrar é correr riscos,
É construir pontes pra fazer novas alianças,
É buscar enxergar novos potenciais,
Derrubar as barreiras do pessimismo, sair do convencional,
É empreender a partir da base, utilizando-se de novas nuanças.

Rozilda Euzebio Costa

Quando prefeito faz B.O é porque sua administração vai de mal a B.O!

Barravelhense

"O termo "política" deveria ser abolido da administração pública. Em seu lugar, algum termo que constrangesse o candidato a agir contra o povo, caso fosse eleito."

Joze de Goes

EUA - CHORA NA MAIOR DEPRESSÃO FINANCEIRA

O pessimismo financeiro aglomera a crise,
Com a desvalorização é manchete de jornal,
É como um suposto vírus que se dissemina,
Por toda a rede da corporação mundial.

Desponta como uma bola do grande Everest,
Não há mais quem o segure sem ativo ou razão,
Especulação lançada à sorte, tudo gera risco,
Nas enfermidades dos países subdesenvolvidos.

Flutuações cambiais leoninas e desastrosas,
Refletem em várias nações com desvalorização,
O dinheiro escrito em papéis podres é um micro,
Atravessando conseqüências de atos criminosos.

Numa massa globalizada alguém pagará a conta,
Dum comportamento com veias abertas e sanguinárias,
Na maior bancarrota é praxe de quem lida com imunidade,
Assoprando um terror maior que o onze de setembro.

Bilhões e bilhões de dólares voaram sem rumo,
Da fortaleza espalhada por quase todo o mundo,
Grandes empresários nas megas empresas,
Deixa até mesmo o camelô desconfiado.

E nem com isso surtiu o efeito da crise bancária,
Que vai assolando os vértices escondidos das quebras,
No volume de papéis financeiros desvalorizados,
Casando-se com ativos imprestáveis da nação the world.

É mais um calote com mais uma grande atração,
E quem sofre as migalhas, são os pequenos,
Que nada devem ou tem com valorização,
Mais participam de um mundo globalizado.

O povo americano não é investidor desse calote,
E não poderá pagar às duras penas com o suor,
Os investimentos mal aplicados que hoje sofrem,
Com tantos mísseis lançados no ar do Iraq,
Além de agonizar o pobre país do Afeganistão.

E por aí, sai mil e umas estórias e histórias:

“Joãozinho não recebeu o seu salário,
Vencido com atraso no dia 23 de setembro
O patrão guardou o dinheiro em casa,
Afirmou que o banco cortou os créditos,
E por isso está sem qualquer dinheiro”.

Mais um logro dos que tem a arte de caloteiro,
Assim como Busch, o grande encrenqueiro,
Posso até está enganado, mais isso é político,
E versa sobre sintomas para o novo politiqueiro,
Futurista Presidente Obama que não é Osama..

Erasmo Shallkytton

CRISE FINANCEIRA MUNDIAL – O COLAPSO DA MOEDA



É de suma importância observar o desenrolar dos fatos que marcam o presente na corrida frustrada ao futuro ambíguo e incerto, predispondo no capitalismo assediado dos porões do crédito e o débito na demarcação no mundo globalizado com hostis demandas avassaladoras do papel centralizado dos agentes econômicos e monopolizadores. Dificílimo é entender as alocações dos recursos que se transformam num flagelado e balde de incontáveis sistemas inoperantes contra a nuvem escura que cobre o universo da análise de eficiência, este, já desgastada nos impérios suculentos nas desproporções assombradas da existência financeira.

Obviamente, o direito das obrigações em que o homem societário está submetido ao regramento, furta-se no desvio das irrealizações imaturas do seu próprio crescimento, tais como: custo, tempo, mercancia e produção. E, no entanto, avaliados no cerne da aplicabilidade das gestões econômicas da atual crise internacional sem endereços, é o retrato mais fiel dessas inquietudes nas desarticulações dos empreendimentos. E, não havendo ponto de equilíbrio, desdobra-se nos austeros sofrimentos para amputar o câncer financeiro que acelera numa corrida sem freios e tempo marcado na universalidade dessas receitas sem nexo nos custos, de modo a destemperar as execuções a curto e médio prazo em que germina o paladar aberrante dos povos na última instância. Procura-se, portanto, engenhosamente ad argumentantum, um elixir nas ciências exatas e financeiras com investimentos pelo crivo de estagnar o balanceamento ensurdecedor da pluralidade de ações conjuntas nas orlas dos maiores empreendedores mundiais que desabam.

Estuda-se arduamente um planejamento financeiro dessas oscilações, com intuição cavilosa de contra atacar as políticas e os objetivos financeiros do crédito e débito nos princípios elementares das raízes descobertas, evitando a gonorréia que se alastra sem dimensões específicas, fugindo dos patamares traçados das contas de Ativo e Passivo, bem como o resultado obtido matematicamente das receitas e custos, em cujas diretrizes operantes não obedecem ao crescimento exorbitante e inigualável em vários países com prejuízos das operações resultantes, alarmando a redução das demandas e aumentos sucessivos dos custos.

Entendo que há uma máscara econômica na elaboração abstrusa dos planos artificiosos e esboçado nas máquinas de calcular dessas projeções em relação ao valor de medida em cada período que o homem sapiens traduz literalmente nos vértices econômicos, enfatizando outros resultados à crença dos seus povos, características estas que variam de países e nações, onde a responsabilidade ao olho nu desaparece entre os seus cidadãos. É neste enfrentamento de crise econômica mundial cavalgou onde o comportamento dessas variações fantasiosas denota por si só, o descrédito impulsionado por uma avalanche de inadimplementos com impulsivos canais de distribuição na tangência da instabilidade. Economistas acusam a dolarização e seus malignos efeitos na ciranda mundial com quedas e subidas drásticas. Há de se repensar que a economia norte-americana não tem mais o condão de sobrepujar o magnetismo que enalteceu aos fortes impactos da guerra passada em que sucumbiram os vencidos, e elasticamente nasceu a maior potência. Ad libitum, resultou nos tempos modernos a inoperância e dejetos que manejam a gigantesca aparência de uma nação ad diem quando chega ao ponto final. No plano em risco, há os oportunistas dos salões dos endividados que se beneficia do sangue lançado na fúria do desespero da alma, angariando sem dó um aumentativo exorbitante dos frágeis homens de negócios, somente assim, fortalecem suas riquezas advindas do mais cruel lenço envenenado.

A liquidez dos ativos, bens e direitos evaporam numericamente numa guerra onde a pólvora se concentra na oferta imediata desses recursos fragilizados num pequeno espaço de tempo, sem previsão e sem conter a mingua do montante inadimplente arrolados por sucessivos aditivos ocasionando a explosão das quebras. A arrogância dos que empreendem altivos empreendimentos no evento desleal com terceiros são manobras acentuadas do mundo dos negócios. Não adiantam socorrer ao frio e as ondas caloríficas dos grandes investidores e megas empresas com decretos, leis e outras medidas solucionadoras e ilusórias através de planos de auxílios ou subsídios em bilhões de dólares. Os insumos malgrado na coleta de incentivos na liquidez saturaram os incautos dos privilegiados. O mundo vive atualmente outras formas, a multiplicidade de sua gente, a desaceleração mundial, a recessão crônica na Europa e na América, sem se falar dos países emergentes, ou retraindo o contexto, as nações que nem sequer espelham o rastro do crescimento nas políticas reguladoras que desfilam silenciosamente em cada cidadão que ainda, por ventura, acha que não fora atingido na central de seu país. Obviamente, é papel dos governantes, emanarem editos confrontantes de uma boa saúde, em vez de demonstrar na ponta do lápis a triste realidade que o povo passa. Previsões antepassadas não surtirão efeitos, planos angustiados sem conforto financeiro, é filantropia para manter ponto estratégico financeiro da quebra.

A recessão está à solta há mais de 20 (vinte) anos em determinados países sem abreviar os estofamentos dos seus leitos e lançamentos de créditos duma política desigual e desumana que campeia no mundo inteiro em reparte da globalização os seus surtos. Riquezas e valores astronômicos acondicionados nas mãos de um grupo ou pequeníssimas legiões, populações desenfreadas no crescimento acelerado, a industrialização e tecnologia de ponta que não rever aonde paira suas agonias por mais créditos. Percebe-se que os gravames desse embate crucificam sempre o direito das obrigações em suas variadas formas e conseqüências. O mundo do consumo selvagem que aglomera um conteúdo aberrante em certas economias com desembolsos enfraquecidos, preenche mais ainda a caravana das carteiras das estimativas fracassadas no débito. Na verdade, assim penso que o universo atual do homem ficou mais acessível às pragas de todos os desenvolvimentos das políticas com gestões infindáveis. Há, porém, outros países na dependência diária da importação, estes, portanto, são as mazelas que mais sofrem na crise financeira.

Ainda há impérios de Estados, que confraternizam no egocentrismo a magia de que não será atingido pela crise financeira que assolou os Estados Unidos da América. Tais promoções encurtam aos economistas a dura realidade com que mapeiam seus gráficos distorcidos quando promovem as articulações dos melhores remédios contra a famigerada inflação irmã gêmea da recessão. Gestões financeiras, planos e ajudas com dinheirama é apenas um achatamento de mais crédito versus débito, talvez incapazes de inventariar a soma dos prejuízos. Impulsos de propagandas governamentais com leves e arrojados toques aos consumidores para movimentar o mercado circulante, irá disparar com um galopante golpe na arte do Hapkido coreano sem anacronismo. A facilidade do crédito e as dificuldades na aferição dos pagamentos geram as mutilações em que vive o homem social, por conta do desenvolvimento e nas máquinas atuais.

Tenho como pensamento o seguinte: “Todo crescimento tem o seu preço e a sua escala de progressão e retrocesso”. Vejamos: que uma determinada indústria ou outros tipos de negócios (sem citar nomes) de motocicletas em determinada região central ou fronteiriça aquece o mercado com a disparidade de vendas e produção localizadas no mercado. Aduzindo nas suas funções das administrações financeiras com arrojados programa de crescimento, promovendo e gerenciando astucioso plano de vendas e industrialização em seu gigantesco parque industrial com perspectivas de aumentar e flexionar outras subsidiárias no domínio incalculável de maior receita bruta, obedecendo em planilhas orçamentárias, espantosos e agigantados lucros. Nesse ínterim, acopla o seu próprio banco de investimento financeiro, acautelado e protetor de suas emendas de riscos sem se importar com as deficiências alocativas do mercado. As revendedoras particulares apostam no sucesso em curto prazo. Espalhando-se como o surto da dengue sem remédio no Mercado Nacional, revendas alucinadas por todas as bandas.

O mercado publicitário blinda com arrogância em seus perfectivos comerciais de longo interesse ao público consumista, brasões de crédito se incorporam na mistificação aglomerada no desengate de lucros presentes e atuais, hasteando a bandeira mais simples e fácil de adimplir o crédito. Para a indústria e seu banco de crédito não há probabilidades maior de não liquidez em seus débitos, referindo-se “aos maus pagadores” com valores devidos ou indevidos por estes clientes/consumistas. A situação cadastral da revenda já alocou na contratação bilateral adesiva com o banco financeiro os seus fiadores, depositários, penhores, hipotecas ou valores como suporte contratual em caso de quebra e garantia do negócio.

Tramites legalizados, e serviços disponibilizados de primeira ponta, impõe uma bela fachada nos prédios das revendas aos traços impostos pelo aderente Senhor Banqueiro, causando impacto frontal na disparidade de concorrentes e clientes diversos. Custos semifixos e semivariáveis reúnem ao grosso modo na especulação, e sem custos variáveis a revenda é obrigada a deliberar uma guerra comercial não sofrendo nenhuma depreciação tais bens. De certo, que a facilidade de crédito ilude facilmente as pequenas sociedades de homens sem qualquer formalidade na aquisição futura do bem, cujo orçamento doméstico não possui capacitação para adquirir, imbuindo metodologia de marketing, ofertando os bens de consumos com prestações em 72 (setenta e dois meses), sem entrada, crédito aprovado na hora, tangue de combustível cheio, emplacamento grátis, e outras ofertas, ou até mesmo na compra de automóveis a entrada para pagar no final do financiamento, equilibrando o salário do consumidor nas prestações suaves, despreocupadas e lentas, onde os juros contratuais serão aglomerados na posição da época conforme as frações da economia e suas altas e quedas.

O sonhador e consumidor apaixonam-se pela utilidade que sempre sonhou em tê-los, e no fundo imaginário, esta, é a única oportunidade de ser o detentor e desfrutar do novíssimo bem, apenas observa que tem capacidade de obter em poucos instantes àquela propriedade. Logo, o revendedor está com sua comissão já creditada, o negócio transacionado com a financeira, a indústria já recebera a sua fração, e o crédito ficará no vencimento das parcelas, cujo procedimento com vencimento antecipado e garantia da execução com a retomada do bem pelo financiador.

O consumidor não vence as regalias do mercado do crédito, partindo para outras compras a crédito e aumento de suas despesas, e as festas com tradições anuais impõem o desgaste do seu bolso, os aumentos salariais não socorrem a queda através da inflação, o comprometimento do orçamento doméstico revida sem força, achatado pelo desgaste de inadimplência adormecido. Se for um profissional autônomo, averigua-se imediatamente a iliqüidez os seus créditos, a fragrância desaba como desabou as Torres Gêmeas, e daí nasce o calote nestas forças que movimentam a ambigüidade dos créditos e débitos nas figuras que levam o descrédito.

Não há que se chamar de devedor ou inadimplente a falta de irresponsabilidade do cumprimento das obrigações já utilizadas há milhares de anos no império romano. As mudanças radicais oportunizadas assombreiam sem dar guarida ao consumidor, e este, não tem suporte ás vezes de neutralizar, vez que a moeda corrente é efêmera. A instituição financeira acelera no revendedor autorizado máculas do rompimento acaso não atinja as progressões de venda no mercado. Forçoso admitir que esses braços das economias, respondem diretamente pelo fortalecimento e engrandecimento dessas montadoras que auspiciam no vôo os lucros e padecem nas quebras indesejáveis.

A soma desses negócios em determinado tempo, ocasionam o crescimento em demandas aplausíveis. Como exemplo, citamos um minúsculo caso para melhor entendimento: João, casado e tendo quatro filhos percebendo um salário e nunca teve condições de comprar uma motocicleta. Planeja e junta comprovantes de renda e adquire nas facilidades o sonhado bem, onde a propaganda dos investimentos fáceis é a sobra das vantagens. A empresa onde o mesmo trabalha não atinge seus objetivos financeiros, não consegue crédito nos bancos motivados pela crise financeira. João é despedido, não paga o bem, e nem outras obrigações, além dos filhos que param de estudar motivados pelo desemprego do pai. E por aí vai, quebrando e fazendo crédito enquanto possui nome limpo. Dessa engrenagem, é que se vislumbra a cadeia da quebra e desconfiança. Não quitou os seus compromissos, e fez um efeito dominó em conjunto com um aglomerado de pessoas naquele país da mesma forma em que se encontram.

Assim é a crise financeira, um manto negro que se desvela em cada pessoa e nas grandes conglomerações do poderio econômico que passam e repassam anos com suas carteiras de crédito, assobiando nas inflações aumentos insuportáveis de valores. E quando desacelera é bancarrota na certa. Sem se falar dos campeões do crédito aberto que comercializam os corruptores, realizam crimes contra o Estado, a máfia, e outras formas ilícitas de alavancar receitas sem a geometria egocêntrica do governo, sem medida capaz de identificar o vôo silencioso desse dinheiro sem bandeira. Empresas fantasmas, fraudes nas suas diversas formas, aumentos irresponsáveis de tributos, cobranças de taxas e outras mercadorias pitorescas dessa ciranda de neve. Sem se falar das carteiras de crédito hipotecarias que elásticas sem rumo, numa eterna cláusula de revenda.

E nesta vaquejada de Instituições de Crédito Pessoal galopante com juros infernais, disponibilizados nas contas correntes ajuntam uma massa incomensurável de devedores, patrimônios endividados que se amontoam nos hd’s das instituições, e também nas carteiras hipotecárias. Crédito com risco desenfreado nas composições diversas assume uma verdadeira batalha naval onde tudo flutua com as brisas oceânicas. O homem necessita repensar sobre o mundo das obrigações inerente a atualidade para obter com justo incremento a bonança de uma paz.

Erasmo Shallkytton

Humildade não é pobreza.
Humildade não tem nada haver com condição financeira.
Humildade não é baixar a cabeça.
Humildade não é submissão cega.
Humildade é uma edificação no caráter.
Humildade é o tratar das pessoas.
Humildade é gentiliza de coração.
Humildade uma beleza na alma.
Humildade é dom de Deus.

Cyrlene Rita Dos Santos