Acho que Gosto de você

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Você acha que foi o destino. Eu acho que foi a vodka. Cada um culpa o que quiser.

Soulstripper

Acho que tenho tudo que quero. Quando quero cerveja, bebo cerveja. Quando quero vodka, bebo vodka. Quando quero você, bebo vodka.

Soulstripper

Eu sinto ciúmes de tudo que é meu, de tudo que não é, e de tudo que eu acho que deveria ser. Foda-se sinto mesmo.

Jéssica Luma

Pensando bem, acho que o problema está em você que vê todo o meu sacrifício pra estar contigo e mesmo assim vive fugindo de mim.

Caio F Abreu

Se as pessoas que falam mal de mim soubessem o que acho delas, falariam mais ainda...

Aline Ferreira

E estou pouco ligando, na verdade. Muito cedo eu aprendi a perder. E me saí bem, eu acho. Tanto que talvez eu não saiba fazer outra coisa

Gabito Nunes

Na própria pele

Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me sentir confortável, mesmo convivendo com tantas perguntas que o tempo não respondeu e com a ausência de qualquer garantia de que ele ainda responda. É me sentir confortável, mesmo entendendo que as respostas que tenho mudarão, como tantas já mudaram, e que também mudarei, como eu tanto já mudei.


Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me sentir confortável, mesmo sentindo que cada vez mais eu sei cada vez menos, e não saber, ao contrário do que já acreditei, pode nos fazer vislumbrar uma liberdade incrível, às vezes. Tem saber que é nítida sabedoria, que fortalece, que faz clarear, mas tem saber que é apenas controle disfarçado, artifício do medo, armadilha da dona autosabotagem.

Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me sentir confortável, mesmo percebendo que a minha vida não tem lá tanta semelhança com o enredo que eu imaginei para ela na maior parte da jornada e que nem por isso é menos preciosa. É me sentir confortável, cabendo sem esforço e com a fluidez que eu souber, na única história que me é disponível, que é feita de capítulos inéditos, e que não está concluída: esta que me foi ofertada e que, da forma que sei e não sei, eu vivo.


Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me sentir confortável, mesmo acessando, vez ou outra, lugares da memória que eu adoraria inacessíveis, tristezas que não cicatrizaram, padrões que eu ainda não soube transformar, embora continue me empenhando para conseguir. É me sentir confortável, mesmo sentindo uma saudade imensa de uma pátria, aparentemente utópica, onde os seus cidadãos tenham ternura, respeito e bondade, suficientes, para ajudar uns aos outros na tecelagem da paz e no desenho do caminho.


Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. Estarmos na nossa própria pele não é fácil e essa percepção é capaz de nos humanizar o bastante para nos aproximarmos com o coração do entendimento do quanto também não seria fácil estarmos na pele de nenhum outro. Por maiores que sejam as diferenças, as singularidades de enredo, as particularidades de cenário, não nos enganemos: toda gente é bem parecida com toda gente. Toda gente é promessa de florescimento, anseia por amor, costuma ter um medo absurdo e se atrapalhar à beça nessa vida sem ensaio.

Depois de tantas buscas, encontros, desencontros, acho que a minha mais sincera intenção é me sentir confortável, o máximo que eu puder, estando na minha própria pele. É me sentir confortável o suficiente para cada vez mais encarar os desconfortos todos fugindo cada vez menos, sabendo que algumas coisas simplesmente são como são, e que eu não tenho nenhuma espécie de controle com relação ao que acontecerá comigo no tempo do parágrafo seguinte, da frase seguinte, da palavra seguinte. É me sentir confortável o suficiente para caminhar pela vida com um olhar que não envelhece, por mais que eu envelheça, e um coração corajoso, carregado de brotos de amor.

Ana Jácomo

A complicada arte de ver
Rubem Alves

Ela entrou, deitou-se no divã e disse: "Acho que estou ficando louca". Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. "Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões - é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões... Agora, tudo o que vejo me causa espanto."

Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as "Odes Elementales", de Pablo Neruda. Procurei a "Ode à Cebola" e lhe disse: "Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: 'Rosa de água com escamas de cristal'. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta... Os poetas ensinam a ver".

Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. A sua física é idêntica à física óptica de uma máquina fotográfica: o objeto do lado de fora aparece refletido do lado de dentro. Mas existe algo na visão que não pertence à física.

William Blake sabia disso e afirmou: "A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê". Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.

Adélia Prado disse: "Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra". Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.

Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem. "Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios", escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. O zen-budismo concorda, e toda a sua espiritualidade é uma busca da experiência chamada "satori", a abertura do "terceiro olho". Não sei se Cummings se inspirava no zen-budismo, mas o fato é que escreveu: "Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram e agora os olhos dos meus olhos se abriram".
Há um poema no Novo Testamento que relata a caminhada de dois discípulos na companhia de Jesus ressuscitado. Mas eles não o reconheciam. Reconheceram-no subitamente: ao partir do pão, "seus olhos se abriram". Vinicius de Moraes adota o mesmo mote em "Operário em Construção": "De forma que, certo dia, à mesa ao cortar o pão, o operário foi tomado de uma súbita emoção, ao constatar assombrado que tudo naquela mesa - garrafa, prato, facão - era ele quem fazia. Ele, um humilde operário, um operário em construção".

A diferença se encontra no lugar onde os olhos são guardados. Se os olhos estão na caixa de ferramentas, eles são apenas ferramentas que usamos por sua função prática. Com eles vemos objetos, sinais luminosos, nomes de ruas - e ajustamos a nossa ação. O ver se subordina ao fazer. Isso é necessário. Mas é muito pobre. Os olhos não gozam... Mas, quando os olhos estão na caixa dos brinquedos, eles se transformam em órgãos de prazer: brincam com o que vêem, olham pelo prazer de olhar, querem fazer amor com o mundo.

Os olhos que moram na caixa de ferramentas são os olhos dos adultos. Os olhos que moram na caixa dos brinquedos, das crianças. Para ter olhos brincalhões, é preciso ter as crianças por nossas mestras. Alberto Caeiro disse haver aprendido a arte de ver com um menininho, Jesus Cristo fugido do céu, tornado outra vez criança, eternamente: "A mim, ensinou-me tudo. Ensinou-me a olhar para as coisas. Aponta-me todas as coisas que há nas flores. Mostra-me como as pedras são engraçadas quando a gente as têm na mão e olha devagar para elas".

Por isso - porque eu acho que a primeira função da educação é ensinar a ver - eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana. Como o Jesus menino do poema de Caeiro. Sua missão seria partejar "olhos vagabundos"...

O texto acima foi extraído da seção "Sinapse", jornal "Folha de S.Paulo", versão on line, publicado em 26/10/2004.

Rubem Alves

Demorou!!!!
Muito tempo para realmente perceber que tinha te perdido.
Acho que me cansei, nao sei, pois tem momentos que penso muito em vc
e fico pensando em ligar, e vejo que nossas conversas frias, educadas demais
acaba desgastando o tempo que tenho de ouvir tua voz.
Sofri muito depois que nos terminamos, nao foi muito tempo, menos de um ano nossa relação, mas a mais intensa que já tive em toda minha vida.
Você foi a primeira mulher depois de minha mãe que falei do fundo do meu coração:
Eu te amo. Agente às vezes pensa que tudo na nossa vida vai acabar em rosas, mas depois de "quebrar-mos a cara" diversas vezes não é bem assim e acabamos em se deparar com os espinhos da rosa.
Obstáculo é aquilo que vemos quando desviamos os olhos do nosso objetivo, as brigas nascem entre duas pessoas quando as duas querem dizer a última palavra em primeiro lugar. Não que nunca tivéssemos brigado feio, mas sempre ambos não gostavam que outro tivesse a última palavra. Sei que terminamos o nosso relacionamento da pior forma que um casal poderia terminar: Monótono.
Sinto muito tua falta de teus olhares ciumentos pra mim, de tua pele, de tua boca, até de tuas respostas vazias quando estava com raiva por motivo qualquer. Sinto falta de você. Faz um ano e três meses que terminamos, mais inda sinto quando penso em você, tua boca na minha, tuas caricias, que faz-me chorar.
Penso porque que você não quis me dar uma nova chance e ver que realmente pelo o que eu passei, eu mudei, poder-mos-ia está juntos pra mim hoje é mais uma utopia. Hoje vivo dos deja vú do meu amor por você , é somente o que posso ter.
Vejo que você parece feliz com outra pessoa, prefiro fica sem saber quem é, a dor é menos. Você sabe muito bem que não desses de esperar, mas nenhuma pessoa a que venha ficar daqui a diante nunca vai substituir o amor que sinto por você. Vou morrer te amando e sonhando se algum dia vou tê-lo novamente correspondido por ti. Se eu fosse de fato uma poeta eu encontraria aqui o reverso que minha alma tanto precisa pra apagar tudo num só verso. Mas eu não sou e por isso que te escrevo novamente pra te mostrar que o tempo passa, coisas acontecem, mas o MEU amor por você não muda. Não me importa que os outro me digam que isso é perda de tempo, pois você pode está em outra, mas enquanto tiver ainda uma faísca do que sinto por você, vou me reportar a ti dessa forma sempre...

Boa sorte nesta nova etapa de vida, desejo de coração que sejas muito feliz diferentemente do que fui esse tempo. E é com muita dor que te falo que irei tentar viver minha vida em função de mim. Saber valorizar o sentimento que tenho por você, pra mim. Pode ser que um dia você talvez perceba que fomos feitos um pro outro, ou não, e o tempo pode fazer-me esperar que estou sempre aqui pra você, não como um namorado, mas como um dos mais simples amigos ou o melhor.
Se ainda tem um pouquinho daquilo que vivemos, valorize, não por mim, mas por você...
Beijos
Te amo como ninguém vai te amar...
Pode ter certeza...

Saulo Felinto Cavalcante

' Acho que quem está de fora não pode condenar, condenar simplesmente é desprezível — é preciso compreender. '

Caio Fernando Abreu

O que posso dizer? Ele traz o pior de mim e, estranhamente, acho que trago o melhor dele.

Gossip Girl

"Meu propósito?
eu acho que...
fazer o melhor que eu possa através das canções, através da dança e através da música.
Eu estou confiando na minha arte.
Eu creio que todas as artes tenham como um último objetivo a união entre o material e o espiritual, o humano e o divino.
Eu acredito ser essa a razão da existência da arte.
E eu sinto como se fosse um instrumento...
apenas para dar música e amor, harmonia ao mundo. Para crianças de todas as idades, adultos e adolescentes."

Michael Jackson

Eu tive tanto medo de você não gostar mais de mim, que acho que eu tentei deixar de gostar de você antes.

Desconhecido

Não gosto quando não prestam atenção no que digo. Acho que soa descaso. Também acho que é uma espécie de descaso saber que alguma coisa vai errada e fingir que tudo está perfeitamente em ordem. Costumo falar o que sinto. É claro que quando a gente fala acaba ouvindo. Mas as pessoas precisam se colocar nos dois lados da história. Atualmente, todo mundo só olha para si mesmo. Cadê o outro? Cadê?

Clarissa Corrêa

Não gosto de acreditar em limitação. Acho que as coisas são tão limitadas quanto a mentalidade das pessoas.

Jim Carrey

"Eu amo as pessoas que me fazem rir. Sinceramente, acho que é a coisa que eu mais gosto, rir. Cura uma infinidade de males. É provavelmente a coisa mais importante em uma pessoa."

Audrey Hepburn

Nada acontece por simples acaso,
acho que eu não te conheci só por conhecer,
como não gosto de vc só por gostar ,
mais siim por amar ,
Tudo tem um objetivo, mesmo que isso não estaja bem claro ,
o de te conhecer foi ser feliz,
o de te amar é te fazer feliiz
vc éé muuito importante pra miim,

Lucyana Souza

Eu não acho que tudo é inveja ou recalque (tem muita gente que não gosto e, honestamente, não sinto um pingo de inveja, simplesmente NÃO GOSTO). Mas acho, mesmo, que tem gente sem nada pra fazer. Então vou dar uma dica: se você não gosta de mim não precisa fingir. Não precisa ser falsa, não precisa me seguir, não precisa ser minha "amiguinha" nas redes sociais. Se você não gosta de mim é só fingir que não existo. Sem drama, sem raiva, sem neura, sem guardar energia ruim. Acho bem mais saudável. Pra mim e pra você.

Clarissa Corrêa